domingo, 30 de abril de 2017

Castelo Hauer

Castelo Hauer

Castelo Hauer

Castelo Hauer

Castelo Hauer

Castelo Hauer

Esta casa na Rua do Rosário, conhecida como Castelo Hauer, foi construída no final do século XIX por Joseph Hauer.
Dizem que o Sr. Joseph gostava de observar a Serra do Mar e por isso construiu a torre.
Em 1905 a casa passou a ser propriedade da Congregação das Irmãs da Divina Providência, que passou a usar a casa como uma escola.
Construída em uma região alta da cidade, a casa é bem imponente. No entanto, com o tempo, foi cercada por edifícios muito mais altos e hoje em dia fica meio que eclipsada por eles, fazendo com que pareça bem menor e menos imponente.

O Sr. Joseph Hauer nasceu em Breslau (atualmente na Polônia, que na época tinha deixado de existir).
Em 1863 o Sr. Joseph deixou a Alemanha e depois de um naufrágio em São Francisco (SC) foi parar na Colônia Dona Francisca, atual Joinville. Ficou por lá pouco tempo (dois meses), rumando logo para Antonina, de onde subiu a serra à pé até Curitiba. Aqui estabeleceu-se inicialmente com uma oficina de selaria.
Já bem estabelecido, por volta de 1870 promoveu a vinda de 12 de seus irmãos para Curitiba: Anton Paulo, Franciska, Anna, Julius, Maria, Roberto, Bertha, Emma, Ottilia, Francisco e Augusto, que foram chegando aos poucos, ao longo dos anos.
Em 1905 o Sr. Joseph Hauer parece que ficou decepcionado com alguma coisa (ainda não descobri que coisa era essa) e decidiu retornar para a Alemanha, onde viveu até a sua morte. Foi por ocasião do retorno no Sr. Joseph à Alemanha que o Castelo foi doado para as Irmãs da Divina Providência.

Trabalhadores e empreendedores, os Hauer tornaram-se importantes na vida econômica da cidade fundaram muitos negócios, como a Ferragens Hauer (Hauer & Irmãos, fundada por Francisco e Augusto), Casa Metal, Chic de Paris, O Louvre, entre outros. A Joseph Hauer & Filhos foi a empresa responsável pela geração e distribuição de energia elétrica na cidade a partir de 1898 (quando a cidade tinha uns 40.000 habitantes).
O Sr. Joseph Hauer foi também um dos fundadores da Sociedade Thalia e, amante do teatro, criou o Teatro Hauer.
Arthur, Waldemar e Alfredo Hauer, sobrinhos do Sr. Joseph e filhos de Roberto, participaram da fundação do Coritiba F. C.
A família também adquiriu e construiu diversos prédios e casas pela cidade e investiu em terras no entorno dela. Algo em torno de 700 alqueires. Hoje essas terras são os bairros Hauer, Fanny e Lindóia.

O Colégio da Divina Providência


O Colégio da Divina Providência que durante muitos anos funcionou no Castelo Hauer, foi fundado como uma escola paroquial para filhos de católicos alemães no ano de 1896. Inicialmente estava instalado em um outro prédio na mesma Rua do Rosário, no número 44. Foi oficializado como Colégio em setembro de 1903.
Em 1905 mudou-se para as instalações do Castelo Hauer, após a Sr. Joseph Hauer retornar para a Alemanha.
Em 1958 a Congregação adquiriu as instalações do antigo Cassino do Ahú. Por um tempo o Colégio manteve duas sedes. Hoje o Colégio da Divina Providência funciona apenas no Ahú e é administrado pelo Grupo Educacional Bom Jesus, vinculado à Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.

O Castelo Hauer é uma Unidade de Interesse de Preservação

Publicações relacionadas:
Nos fundos do Castelo Hauer
Palácio Hauer
Sociedade Thalia
Antigo Theatro Hauer

Referências:
ANTONELLI, Diego. Há 150 anos, os Hauer fincavam o pé no Brasil. Gazeta do Povo, Curitiba, 1 nov. 2013. Disponível em: <http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/ha-150-anos-os-hauer-fincavam-o-pe-no-brasil-3volh0pj5st651salukfthcni>. Acesso em: 29 abr. 2017.
FERNANDES, José Carlos. Ferragens Hauer renasce no Centro. Gazeta do Povo, Curitiba, 19 abr. 2015. Disponível em: <http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/ferragens-hauer-renasce-nocentro-4i4z7xasnjhp7jqtj1kg636bd>. Acesso em: 29 abr. 2017.
FERNANDES, José Carlos. A linha do tempo da família Hauer em Curitiba. Gazeta do Povo, 19 abr. 2015. Disponível em: <http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/a-linha-do-tempo-da-familia-hauer-em-curitiba-7j5alqdcq3fw9q6v3lcw8blbt>. Acesso em: 29 abr. 2017
CENTRO Histórico de Curitiba. O Castelo e a família Hauer. Disponível em: <http://www.centrohistoricodecuritiba.com.br/o-castelo-e-familia-hauer/>. Acesso em: 29 abr. 2017.
CURITIBA Space. Castelo Hauer. Disponível em: <http://curitibaspace.com.br/castelo-hauer/>. Acesso em: 29 abr. 2017.
COPEL. História da Energia no Paraná. Disponível em: <http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2F0%2F938F473DCEED50010325740C004A947F>. Acesso em: 29 abr. 2017.
OSNI. Divina Providência faz 100 anos. Tribuna do Paraná, Curitiba, 27 jul. 2002. Disponível em: <http://www.tribunapr.com.br/noticias/parana/divina-providencia-faz-100-anos/>. Acesso em: 4 mai. 2017.

sábado, 29 de abril de 2017

Jardinete Henrique Knopfholz

Jardinete Henrique Knopfholz

Jardinete Henrique Knopfholz

Jardinete Henrique Knopfholz localizado entre a Rua Reinaldino Schaffemberg de Quadros. e a Avenida Sete de Setembro.

Tentei encontrar algo sobre o Sr. Henrique Knopfholz, mas a única coisa que encontrei foi que ele na segunda metade da década de 1950 fez parte da diretoria do Centro Israelita do Paraná.

Fico frustrado quando não consigo encontrar nem que seja uma pequena biografia da pessoa que dá nome a ruas e praças. Imagino que se a pessoa foi homenageada, alguma coisa ela deve ter feito nessa vida. A câmara municipal deveria por no site dela essas informações. Até onde sei todos os nomes de ruas, praças e coisas do gênero são aprovados pelos vereadores. Normalmente algum vereador apresenta a proposta, acompanhada de uma pequena biografia do homenageado. No site do IPPUC tem informações sobre alguns logradouros.
Não parece justo a pessoa receber uma homenagem assim e ser esquecida.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Uma casa bem antiga na Augusto Stelfeld

Uma casa bem antiga na Augusto Stelfeld

Uma casa bem antiga na Augusto Stelfeld

Se levarmos em consideração a data na fachada - 1897 - ela está completando 120 anos. Apesar de na maioria das vezes a data na fachada das casas indicar o ano em que foi construída, nem sempre é assim, como é o caso da Farmácia Stellfeld.

A casa é bem interessante e está muito bem conservada.
Uma coisa que é razoável considerarmos é que a rua não tinha a configuração atual, com a saída de uma trincheira na frente dela. Provavelmente a rua era mais alta e ela era no mesmo nível. Não ví ainda uma foto antiga dela para tirar a dúvida.

Por enquanto, não sei dizer quem a construiu. A família proprietária da casa aparentemente vive nela a gerações e já li comentários tanto dizendo que foi construída por eles, como dizendo que não.

De qualquer maneira é uma casa bem bonita e gosto dela. É uma Unidade de Interesse de Preservação.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Três casas de madeira

Três casas de madeira

Duas casas de madeira

Como já faz um tempo que saiu foto de casa de madeira (a de anteontem não vale, pois tem fachada de alvenaria), hoje vamos com uma foto de três casas de madeira, localizadas no Seminário.

As casas de madeira estão lentamente desaparecendo da paisagem da cidade. Típicas de uma época em que havia abundância de pinho e a madeira era barata.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

A casa que virou restaurante

Casa na Av. Jaime Reis, 262 primeiro restaurante da rede Madero

Esta casa localizada na Avenida Jaime Reis, 262 é uma Unidade de Interesse de Preservação.

A casa, com a fachada muito bem conservada, hoje é um restaurante. Foi o primeiro restaurante da rede Madero, aberto em 2005. Rede que já é conhecida em boa parte do país e está inclusive abrindo lojas no exterior.

Nas publicações no blog tenho evitado citar os nomes dos negócios que ocupam algumas Unidades de Interesse de Preservação. Cito o nome de negócios muito antigos. Quero deixar claro para as pessoas que acompanham o blog que não tenho interesse financeiro com ele, que não trata-se de propaganda. Mas na publicação de hoje estou abrindo uma exceção, por uma razão muito simples. A rede Madero quando ocupa uma Unidade de Interesse de Preservação a revitaliza e deixa a fachada sempre muito bem conservada e ainda mais importante, preserva as características originais, sem encher de placas modernosas. Acho que é um exemplo que muitos deveriam seguir, é um exemplo prático de que é possível preservar e ainda assim ter um negócio de sucesso. Tomara que continuem assim.

terça-feira, 25 de abril de 2017

A casa que virou escola

Casa de madeira com fachada de alvenaria na Av. Jaime Reis

Detalhes decorativos em casa na Av. Jaime Reis

Urna em casa na Av. Jaime Reis

Mais uma daquelas casas de madeira com a fachada junto a rua em alvenaria, como era exigido pela legislação. Esta, localizada na Av. Jaime Reis, é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Notei aquela água-furtada atras da platibanda com balaústres. Será que sempre existiu ou foi construída depois?
A casa tem também uma decoração encima das janelas, que aliás, têm alguns vidros redondos, o que não é comum.
A entrada feita por um portão lateral tem urnas nas colunas. O porão, com aberturas para ventilação, é bem alto.
Atualmente a casa é ocupada por um escola de inglês e está muito bem conservada

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Imagens impressas: um percurso histórico pelas gravuras da coleção Itaú Cultural

Imagens impressas: um percurso histórico pelas gravuras da coleção Itaú Cultural

Desde o início do mês que estava querendo dar uma passada no Museu Oscar Niemeyer - MON para ver a exposição “Imagens impressas: um percurso histórico pelas gravuras da coleção Itaú Cultural”, mas não estava dando certo. Ontem, finalmente consegui umas três horas, e passei pelo menos metade desse tempo vendo esta exposição que reúne “um conjunto de cerca de 150 gravuras que apresentam, de forma temática e didática, as diferentes técnicas de gravuras dos séculos XV a XIX.”

A amostra está muito boa e vale uma visita ao MON. É uma daquelas que deve ser vista com tempo e calma. Cada gravura merece ser vista de perto e nos detalhes. Detalhes tanto das coisas, pessoas e objetos retratados, como a observação dos diversos traços e texturas, da técnica empregada. Para quem gosta do assunto, é uma viagem.

A exposição estará em cartaz até o dia 27 de julho de 2017. Quando for, de uma passada também pela sala onde está a amostra “Trajetória: 114 anos da Escola de Alfredo Andersen” que está bem bacana também. Eu, bem eu sempre descubro razões para ir no MON e vou voltar para passar novamente pela “Imagens impressas” e para ver a “Kirchgassner: um modernista solitário” que acabou não dando tempo e que quero ver.

Publicação relacionada:
O Olho

Referência:

domingo, 23 de abril de 2017

Um sobrado no 215 da São Francisco

Um sobrado no 215 da São Francisco

Detalhes de um sobrado no 215 da São Francisco

Um sobrado no 215 da São Francisco

Este sobrado na Rua São Francisco, 215 também é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Em estilo eclético, tem uma decoração interessante no andar superior, com as janelas e portas em arco, colocadas entre quatro pilastras (pilar decorativo) com capitéis e volutas.
As duas portas centrais, que dão para a sacada de ferro, também estão entre três pilastras menores, igualmente com capitéis. Unindo as duas pilastras menores, externas às portas, um arco. Dentro do arco, entre as duas portas, um circulo. O conjunto, com outros detalhes, acaba tendo um efeito decorativo bacana, preenchendo os espaços de forma simétrica e harmoniosa.

Não vi nenhuma foto antiga dessa casa, mas tudo indica que o andar térreo foi alterado significativamente.

sábado, 22 de abril de 2017

Uma casa de interesse na Jaime Reis

Uma casa de interesse na Jaime Reis

Uma casa de interesse na Jaime Reis

Uma casa de interesse na Jaime Reis

Urna em uma casa na Jaime Reis

Esta casa localizada na Avenida Jaime Reis, 216 é bem bonita e está bem conservada. Esta quadra da rua tem algumas casas antigas bem bonitas, diversas delas em muito bom estado
.
Em estilo eclético, tem detalhes decorativos que tiram a monotonia da fachada. Nas colunas que suportam o portão duas urnas bem elaboradas. Tem na fachada duas réplicas das primeiras luminárias utilizadas na iluminação pública da cidade, que eram alimentadas a óleo de baleia e que certamente não faziam parte da fachada original.

É possível observar também características do código de obras do início do século XX, que permitia a construção em material no alinhamento da rua, exigia frontão pelo menos 30 cm mais alto que a borda do telhado (para não jogar água nos passantes), pé direito bem alto (no mínimo 4,5 m) e porões com aberturas para ventilação com no mínimo 70 cm entre os barrotes e o nível da rua, entre outras exigências.

A casa é uma Unidade de Interesse de Preservação e atualmente abriga um restaurante de comida italiana.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Agostinho Ermelino de Leão, um dos fundadores do Museu Paranaense

Agostinho Ermelino de Leão, um dos fundadores do Museu Paranaense

Agostinho Ermelino de Leão, nasceu em Paranaguá, em 1834 e faleceu em Curitiba em 1901. Era formado em direito e casoado com Maria Bárbara Correia, irmã bem mais velha de Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul. Em Curitiba foi juiz e político, chegando a vice-presidente da Província, exercendo a presidência de forma temporária em diversas ocasiões.
Foi fundador do Museu Paranaense (junto com o Dr. Muricy) e do Clube Curitibano (junto com o Barão do Serro Azul).

Este busto em bronze encontra-se no Museu Paranaense.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Rua do Rosário com Saldanha Marinho

Rua do Rosário com Saldanha Marinho

Detalhe de um edifício na Rua do Rosário com Saldanha Marinho

Este pequeno edifício na esquina da Rua do Rosário com a Rua Saldanha Marinho é bem interessante.
Repare aqueles suportes das sacadas decorados com figuras femininas, mas a fachada toda do prédio tem um decoração bem elaborada e bonita.
O edifício, que é uma Unidade de Interesse de Preservação, é mais um daqueles prédios na região central que parece estar ocupado apenas no andar térreo.
Não consegui descobrir nada sobre a história dele.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Uma coleção de rótulos de erva-mate

Uma coleção de rótulos de erva-mate

Esta coleção de rótulos de erva-mate, que eram aplicados nas tampas das barricas, está no Museu Paranaense.

Já fiz uma publicação onde comentei um pouco mais mais sobre esses rótulos e a importância da erva-mate na economia da cidade. É bem interessante. Se você ainda não leu, pode encontrá-la na publicação “Um rótulo de erva-mate”.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Uma casa com lambrequins na Doutor Muricy

Uma casa com lambrequins na Doutor Muricy

Uma casa com lambrequins na Doutor Muricy

Uma casa com lambrequins na Doutor Muricy

Esta casa na Alameda Doutor Muricy é outra Unidade de Interesse de Preservação.

Nos fundos foi construído um predinho e ao lado um estacionamento, meio que subterrâneo, uma vez que a inclinação do terreno ali permite isso. A impressão que tenho é que foi preservado a parte da frente da casa e que originalmente ela teria um profundidade maior. Mais isso é impressão, pois nunca ví uma foto antiga da casa.
O destaque aí é para os lambrequins.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

São Francisco 195

Casarão na Rua São Francisco, 195

Sacada no casarão na Rua São Francisco, 195

Sacada no casarão na Rua São Francisco, 195

Mais um dos belos casarões na Rua São Francisco (antiga Rua do Fogo).
Repare nos detalhes da decoração e nas duas sacadas.

Esse também é uma Unidade de Interesse de Preservação

domingo, 16 de abril de 2017

Feliz Páscoa

Cruz da Igreja da Ordem

Na foto uma das cruzes externas da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, Unidade de Interesse de Preservação e Patrimônio Cultural do Paraná

Publicação relacionada:
Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas

sábado, 15 de abril de 2017

Um trecho da Barão do Rio Branco à noite

Um trecho da Barão do Rio Branco à noite

Foto noturna, tirada já há alguns anos, de um trecho da Rua Barão do Rio Branco.

A Rua Barão do Rio Branco já foi chamada de Rua Leitner e de Rua da Liberdade. Já foi a rua do poder, abrigando o Palácio Rio Branco (sede do Congresso Estadual) e o Palácio da Liberdade (sede do Governo Estadual) e por um bom tempo foi uma espécie de porta da cidade, ligando a Estação Ferroviária ao centro da cidade e, por isso mesmo com diversos hotéis, como o Hotel Tassi, o Hotel Roma e o Hotel Johnscher, entre outros.
A rua abriga diversas Unidades de Interesse de Preservação.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Uma casa modernista

Uma casa modernista

Uma casa modernista

Muito interessante o projeto dessa casa modernista. Ela é grande, mas o predomínio de linhas horizontes reforçam isso ainda mais.
A casa é bem bacana. Pena que não consegui descobrir quem a projetou.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Bar Triângulo

Bar Triângulo

Bar Triângulo

Bar Triângulo

O Bar Triângulo foi fundado em 1934 pelo imigrante alemão Rudi Blum. Bem no início da Rua XV de Novembro, é famoso pelo luminoso na forma de um triângulo com um cachorro e pelo cachorro quente que serve.
O predinho com três andares é no estilo eclético e no geral está bem conservado. É uma Unidade de Interesse de Preservação.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

O povo do cosplay

O povo do cosplay

O povo do cosplay

O povo do cosplay

O povo do cosplay

Estas fotos tirei ainda em setembro do ano passado, durante a Bienal de Quadrinhos de Curitiba, realizado no Portão Cultural.

Cosplay é a abreviação de costume player. Basicamente as pessoas fantasiam-se de personagens de histórias em quadrinhos e fazem interpretações. Algumas das fantasias e representações são muito bem elaboradas.
Esse povo é sempre muito bem humorado, simpatico e divertido.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Uma casa branca e verde

Uma casa branca e verde

Uma casa branca e verde

Mais uma bela casa no bairro do Seminário. Grande, com janelas arredondadas, pedras distribuídas aleatoriamente na fachada e um bonito trabalho em ferro nas grades e em alguns elementos decorativos. O jardim muito bem cuidado também chamou a atenção. Pelo estilo dela eu arriscaria a dizer que deve ser dos anos 1950.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Outra casa com azulejos na fachada

Outra casa com azulejos na fachada

Outra casa com azulejos na fachada

Mais uma daquelas casas modernistas com azulejo na fachada.
Já comentei sobre o uso do azulejo nas fachadas, que foi resgatado pelo modernismo.
Andando calmamente e fotografando passei a observar melhor alguns detalhes. Nessas casas o que tem chamado a atenção é o belo padrão dos desenhos do azulejos

Publicação relacionada:
Casa com azulejos na fachada

domingo, 9 de abril de 2017

“O Último Túnel”, de João Turin

“O Ultimo Túnel”, de João Turin

Esta escultura de João Turin encontra-se no jardim do Museu Paranaense.

Na placa na base dela está escrito o seguinte:

“O ÚLTIMO TÚNEL
Obra comemorativa do Cinquentenário da Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba,
alusiva ao trabalho dos homens que construíram a ferrovia. Foi instalada em 6/02/1935
junto a entrada do túnel na estação de Roça Nova, em Piraquara, a primeira parada do
trem antes da descida da serra.
Com a privatização da ferrovia em 1997, e a desativação da estação em que estava,
a obra pertencente ao cervo da Rede Ferroviária, foi transferida para
Casa João Turin, em 1998, e, em 2015 ao Museu Paranaense.
Autor: João Turin
Data: 1935
Técnica: modelagem na argila e fundição em bronze, baixo-relevo em bronze.
Dimensões: 116 x 175 cm
Acervo: IPHAN, cedido ao Museu Paraense”

O conjunto da obra de João Turin é bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

sábado, 8 de abril de 2017

Um prédio no início da Rua do Rosário

Um prédio no início da Rua do Rosário

Um prédio no início da Rua do Rosário

Este prédio na Rua do Rosário faz frente também para a Praça Tiradentes e para a Rua Saldanha Marinho. É uma Unidade de Interesse de Preservação. Está com alterações no térreo e dá para perceber claramente que ganhou mais um andar na metade mais próxima da praça.
A única coisa que consegui descobrir sobre ele é que abrigou no segundo andar a primeira sede da Sociedade Beneficente Muçulmana do Paraná, que foi fundada em 19 de julho de 1957.

Referência: