quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Riquixá

Riquixá, Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON

“Riquixá; região de Daca,
Bangladesh, séc. XX
técnica mista (metal, madeira,
borracha, com decoração em
vinil, plástico e tecido”

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON

Publicação relacionada:
Ásia: a terra, os homens, os deuses

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Sobrado amarelo na Prudente de Moraes

Sobrado amarelo na Prudente de Moraes

Sobrado amarelo na Prudente de Moraes - detalhe

Sobradinho na Alameda Prudente de Moraes.
Fachada com todas as janelas diferentes, uma delas com aquelas colunetas espiraladas. Na hora de editar a foto é que reparei no medalhão na platibanda.
Pena as pessoas terem que colocar aquelas grades. Mas fazer o quê? Tempos atuais, em que as pessoas perderam a vergonha na cara e o Estado é cada vez mais incapaz de prover segurança.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Vales de Sombras

Vales de Sombras formado pela construção de edifícios altos nos dois lados da rua
Vales de Sombras formado pela construção de edifícios altos nos dois lados da rua

O zoneamento da cidade tem permitido ao longo das vias expressas (mas não só nelas) o surgimento de verdadeiros vales de sombras, em função da permissão de construção de edifícios altos nos dois lados da rua, sem o devido espaçamento entre eles.
Ficam mais evidentes nessa época do ano em que o sol circula mais baixo, mas em alguns locais isso ocorre o ano todo, durante muitas horas do dia.

Já comentei em outra publicação, eu preferiria uma cidade com perfil mais baixo, com seis andares no máximo. Estou mais para Paris que para New York.

Publicação relacionada:
Um final de tarde e a “parede”

domingo, 12 de agosto de 2018

Edificio Ozorio

Edificio Ozorio
Edificio Ozorio

Pequeno, entre dois outros edifícios bem maiores, o “Edificio Ozorio” meio que fica despercebido para quem passa com pressa pela Praça General Osório. Mas é simpático e com linhas bem bonitas.

sábado, 11 de agosto de 2018

Vagão do Armistício

Vagão do Armistício - vista geral

Vagão do Armistício - detalhe da entrada principal com varanda

Vagão do Armistício - detalhe da lateral com porta

Vagão do Armistício - detalhe da entrada principal

Vagão do Armistício - detalhe da porta principal

Vagão do Armistício - interior com desenhos de Poty Lazzarotto no teto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Vagão do Armistício - detalhe do teto com desenho de Poty Lazzarotto

Em 1937 o Sr. Issac Lazzaroto e a Dna. Júlia Tortato Lazzarotto transformaram uma pequena casa existente nos fundos do armazém e residência da família – localizada na então Avenida Capanema, hoje Avenida Presidente Affonso Camargo – em uma cantina.

A cantina era pequena, simples e a cozinha era tocada pela Dna. Júlia, que preparava polenta, frango, radicchi e risoto. O risoto, especialmente, tornou o local conhecido; que passou a ser frequentado por gente importante, muitos políticos e artistas.

Até onde sei, a cantina não tinha um nome oficial. Mas a partir de um determinado momento passou a ser conhecida por “Vagão do Armistício” (como o vagão onde foi celebrado o tratado que pôs fim a Primeira Grande Guerra Mundial). O Sr. Issac era ferroviário, a cantina era longa e estreita – lembrando um vagão – o local era frequentado por rivais na política na mais perfeita paz e harmonia.

Um dos frequentadores do local era o interventor Manoel Ribas, que observava um dos filhos do casal que ficava desenhando por ali. Manoel Ribas enxergou o talento e, em 1942 patrocinou, com recursos do estado, a ida dele para a Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. Assim, a carreira de Poty Lazzarotto (1924-1998) ganhou um belo impulso (e a cidade só ganhou com aquele gesto).

A antiga cantina – com o teto decorado com desenhos executados pelo próprio Poty – é mantida pelo “seu” João Lazzaroto, irmão de Poty, que tem o seu cartório onde era a casa da família.

O local deixou de ser uma cantina no início dos anos 1960. A cidade perdeu um restaurante, mas ganhou uma homenagem aos Lazzarotto.

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Painel de Poty Lazzarotto na Praça 19 de Dezembro
Painel de Poty Lazzarotto na Praça das Nações
“Quitandeiro” - painel de Poty Lazzarotto
Um painel de Poty na Doutor Claudino dos Santos
“Evolução das Artes Cênicas” - mais um mural de Poty Lazzarotto
Uma casa para Poty?
Uma grande pintura de um desenho de Poty Lazzarotto
Um totem de Poty Lazzarotto
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“O eterno sonho”
"História do Paraná" - um painel de Poty Lazzarotto
Largo Isaac Lazzarotto
A genialidade de Da Vinci, a poesia de Dante e a ironia de Voltaire
Uma porta na Santa Casa

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Um prédio na Osório

Um prédio na Praça General Osório

Bem interessante esse prédio na Praça General Osório, esquina com a Rua Senador Alencar Guimarães.

Além de outros detalhes, repare naquelas colunas espiraladas nas janelas. Esse tipo de elemento decorativo não é tão comum quanto os ornamentos de ferro, mas tem muitos espalhados pela cidade. Parece que já foi moda também.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Edifício “Today’s Office”

Edifício “Today’s Office”, localizado na Avenida República Argentina, 1237

Edifício “Today’s Office”, localizado na Avenida República Argentina, 1237

Edifício “Today’s Office”, localizado na Avenida República Argentina, 1237. O edifício foi concluído em abril de 2017. Bem interessante, gostei do desenho dele. Foge do comum.

Não sei se o estilo dele poderia ser classificado como o de arquitetura brutalista. Uma das características do movimento brutalista é o de nunca esconder os elementos estruturais da construção. E não sei se é bem esse o caso. De qualquer maneira, gostei.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Mais ornamentos de ferro. Estes na Brig. Franco

Detalhe de ornamento de ferro em fachada de casa

Casa com ornamentos de ferro na fachada

Outra casa com ornamento de ferro na fachada. Esta na Rua Brigadeiro Franco.
Já comentei que desde que iniciei esse projeto fiquei surpreso com a quantidade deles espalhados pela cidade. Não canso de descobri-los. Praticamente não existe um igual ao outro.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Uma modernista que é de interesse de preservação

Uma modernista que é de interesse de preservação

Uma modernista que é de interesse de preservação

Uma modernista que é de interesse de preservação

Esta casa, em estilo modernista, na Rua Cândido Xavier é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Tenho dificuldade em entender os critérios que foram usados para definir o que é de interesse de preservação para as casas de arquitetura modernista. Algumas claramente têm um estilo único, mas em outras enxergo semelhanças e não consigo entender a escolha de uma e não da outra.
Naturalmente essa minha falta de entendimento está, antes de tudo, relacionada a minha ignorância do assunto. Mas uma coisa que ajudaria muito a pessoas leigas como eu seria uma maior divulgação das razões para incluir um determinado imóvel na lista de UIP.  Assim, ficaria mais fácil para todos entender. Pode até ser uma coisa óbvia para quem foi treinado no assunto, mas as vezes difícil para os não treinados perceberem.

Gosto dessa casa, acho bonita. A única coisa é que não consegui perceber foi o que há de único nela.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

“O Rio é o mar. Curitiba, o bar”

Bar Stuart, um estabelecimento tradicional de Curitiba



O Bar Stuart é um estabelecimento tradicional de Curitiba, existe desde 1904.
Nem sempre esteve instalado nesse endereço, Praça Osório, 427 na esquina com a Alameda Cabral, mas acho o prédio onde está instalado atualmente bem bonito, com linhas interessante.
Julgando pela data na platibanda do predinho, foi construído em 1930.

Dizem que o Bar Stuart é o mais antigo em atividade em Curitiba. Li recentemente na “Gazeta do Povo” que ele estaria à venda.

A frase “O Rio é o mar. Curitiba, o bar” é de Paulo Leminski, que frequentava o Stuart diariamente.

domingo, 5 de agosto de 2018

Uma UIP na Martim Afonso

Casa na Rua Martim Afonso que é uma Unidade de Interesse de Preservação

Casa na Rua Martim Afonso que é uma Unidade de Interesse de Preservação

Esta casa na Rua Martim Afonso é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Bem conservada, tem uma fachada legal. Repare na platibanda, na janelas e na entrada lateral.

sábado, 4 de agosto de 2018

Escultura de Tomie Ohtake na Praça do Japão

Escultura de Tomie Ohtake na Praça do Japão
Escultura de Tomie Ohtake na Praça do Japão
Escultura de Tomie Ohtake na Praça do Japão
Escultura de Tomie Ohtake na Praça do Japão
Escultura de Tomie Ohtake na Praça do Japão, com o ônibus expresso ligeirão no fundo

Escultura de Tomie Ohtake colocada recentemente na Praça do Japão.

Na placa no local está escrito o seguinte:

“ CURITIBA
TOMIE OHTAKE
(* 1913 ✝︎ 2015)

A mais brasileira de todos os japoneses.
Foi grande e foi nossa.

Florada das Cerejeiras 2018.

Cidade de Curitiba”

Recentemente houve um certo alarido nas redes sociais sobre a obra que a prefeitura faria na praça para o contorno do ônibus conhecido como “ligeirão”.
Lendo as publicações fiquei com a impressão que a praça seria cortada ao meio e, quem sabe, até fariam um grande terminal ali.
Informando-me melhor, foi possível saber que a intervenção seria mínima (e temporária). Apenas uma abertura para a passagem do ônibus em uma ponta da praça. Uma ponta, aliás, que nem era utilizada, era apenas um gramado formando um triângulo em função do afastamento das pistas. Uma obra que beneficiaria milhares de pessoas diariamente.

Gostei de como a intervenção foi feita, além de não prejudicar a praça e beneficiar muitas pessoas, o espaço ficou mais bonito que antes com a bela escultura.

Coisas destes tempos, onde o apoio a qualquer causa está a distância de um clique. Primeiro reclama, depois informa-se.

Publicações relacionadas:
Uma escultura de Tomie Ohtake em Curitiba
Praça do Japão
As cerejeiras na Praça do Japão

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Casa Renaux

Casa Renaux

Casa Renaux

Este pequeno edifício na Rua Cândido de Leão foi projetado por Rubens Meister.

Teria sido o primeiro projeto de Rubens Meister em Curitiba, que até então desenvolvia projetos em Santa Catarina. O projeto foi executado por encomenda da filha do proprietário da Fábrica de Tecidos Carlos Renaux, que tocava a loja de tecidos e roupas aqui na cidade.

O predinho é muito interessante e chama a atenção a grande superfície com elementos vazados (cobogós).

Outras obras de Rubens Meiste que já apareceram aqui:
Uma agência bancária projetada por Rubens Meister
Colégio Estadual Tiradentes
Palácio 29 de Março
“Guairinha”
Edifícios da Reitoria da UFPR (o teatro foi projetado por Rubens Meister)

Referência:
BEATRICE, Claudionor [comentário no blog “Circulando por Curitiba”]. Disponível em: <http://www.circulandoporcuritiba.com.br/2016/12/urban-sketchers-e-casa-renaux.html>. Acesso em: 31 jul. 2018.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Um bar na Saldanha Marinho

Um bar na Saldanha Marinho

Uma bar na Rua Saldanha Marinho.
A casa não deve ser muito antiga, provavelmente de meados do século passado. Mas é bem interessante e o pessoal valorizou as linhas da casa.