sábado, 22 de setembro de 2018

Pinheiros na calçada

Calçada com desenho de pinheiro

Continuando a falar nos desenhos nas calçadas da cidade, na Avenida Vicente Machado tem o desenho de pinheiros, intercalado por pinhas. De um modo geral um trabalho muito mal executado, feito com pouco cuidado.
Deixando de lado a questão do capricho, não gosto do desenho desses pinheiros.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Nem só de pinhão vivem as calçadas

Calçada com desenho de flor de cerejeira.

Calçada com desenho de flor de cerejeira.

As calçadas em petit pavé (também conhecidos como mosaicos portugueses) da cidade são conhecidas pelo motivos paranistas, mas também encontramos outros, como é o caso da flores de cerejeiras (sakurás) na Praça do Japão.
Esse desenho é bem bonito e gosto de maneira especial de um que tem em um espaço da praça em que a flor aparece cercada por pinhões.

No Bosque Portugal tem uma calçada com o desenho de uma caravela. Bem bonito também.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Madeira e alvenaria

Casa de madeira com fachada em alvenaria

Outra casa de madeira com fachada em alvenaria decorada com desenhos geométricos.
Essa fica na Rua Visconde do Rio Branco.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Hospedaria

Casa de madeira na Rua Alcides Munhoz, atualmente uma hospedaria

Casa de madeira na Rua Alcides Munhoz, bem ao lado da entrada principal do Hospital Nossa Senhora das Graças, serve atualmente de hospedaria.
Bem cuidada, janela com dois cantos arredondados e um dos telhados com dois ângulos na inclinação. Muito charmosa.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Capelinha, ornamento de ferro e colunas

Casa na Rua Desembargador Motta com capelinha, ornamento de ferro e colunas

Casa na Rua Desembargador Motta, com capelinha, ornamento de ferro (um pouco diferente, pois tem uma luminária), coluna no pórtico de entrada e coluneta espiralada em uma das janelas.
Depois, olhando a foto, reparei a porta principal, com uma grade bem bonita. Pena que não notei na hora, pois merecia uma foto no detalhe.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Doce Pecado

Casa na Av. República Argentina, esquina com a Travessa Rafael Francisco Greca

Em um trecho da Avenida República Argentina cheio de edifícios meio sem graça (estilo caixote), gostei da casa – que continua resistindo a tentação de dar lugar para um edifício – onde está instalada atualmente um confeitaria.

domingo, 16 de setembro de 2018

Edifício Provedor André de Barros

Edifício Provedor André de Barros

Edifício Provedor André de Barros

Localizado na Praça Osório, esquina com a Rua Comendador Araújo, o edifício Provedor André de Barros (1969) é mais uma obra projetada pelo engenheiro/arquiteto modernista Elgson Ribeiro Gomes (1922-2014).

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sábado, 15 de setembro de 2018

Cores Unidas

Conjunto comercial na Rua Visconde do Rio Branco, pintado de diversas cores

Pequeno conjunto comercial na Rua Visconde do Rio Branco.
Um pouco de imaginação pode tornar uma coisa relativamente simples em algo interessante. Além das platibandas, o uso de cores fazem com que ele ganhe destaque.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Dois edifícios

Centro Empresarial Paradiso e Edifício Manoela Barbosa, na Rua Deputado Estéfano Mikilita

Centro Empresarial Paradiso (vermelho e rosa) e Edifício Manoela Barbosa (marrom e branco), na Rua Deputado Estéfano Mikilita, em frente a Praça Professora Hildegard Schmah.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Mais uma torrinha

Casa com torrinha cilíndrica e cobertura cônica

Desde que comecei essa brincadeira de sair caminhando e fotografando pela cidade, algumas coisas chamaram a atenção. Ornamentos de ferros e casas com torrinhas cilíndricas com coberturas cônicas. Sempre as vi, mas não imaginava a quantidade delas. Os arquitetos possivelmente têm um nome mais adequado para essas torrinhas, mas não sei qual é.

Essa casa, na Alameda Prudente de Moraes, esquina com a Rua Martim Afonso, também tem a tal torrinha, que normalmente costuma aparecer em algumas casas construídas em meados do século passado. Esta tem algumas características de construção mais recentes. Não sei dizer se foi alguma reforma. De qualquer forma, ficou bem simpático.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Painel de Franco Giglio no Portão Cultural

Painel de Franco Giglio no Portão Cultural

Não consegui descobrir se este bonito painel da azulejos de Franco Giglio, no Portão Cultural, tem um título. Mas, sem dúvida, apresenta um tema paranista; com gralhas, pinheiros e um fundo com uma representação simbólica do território, com rios, áreas cultivadas e matas.

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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Tempo de poda

Trabalhadores podando árvore

Com o fim do inverno e a primavera logo ali, é tempo de poda das árvores.
Atividade necessária, uma vez que ninguém quer um galho caindo sobre um carro, muito menos em uma pessoa.
O eterno conflito entre natureza e cidade.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Visconde de Nacar 129

Visconde de Nacar 129

Casa convertida para uso comercial na Rua Visconde de Nacar, com uma fachada bacana. Platibanda interessante. Reparei também na coluneta espiralada no lado direito. Provavelmente tinha outra no outro lado. Tenho notado também diversas casas com pintura com um tom semelhante a esse. A cor parece estar meio que na moda.

domingo, 9 de setembro de 2018

Outra fachada bonita na Pe. Agostinho

Outra fachada bonita na Pe. Agostinho

Outra fachada bonita na Rua Padre Agostinho.
Assimétrica, com platibanda e de brinde um belo ornamento de ferro. Não está muito visível na foto, mas a janela também tem, por trás da grade, um trabalho de serralheria interessante.

sábado, 8 de setembro de 2018

Capelinha do Água Verde

Capelinha do Água Verde, ou Capela Imaculada Conceição (este é o nome oficial dela), na Avenida República Argentina

Capelinha do Água Verde, ou Capela Imaculada Conceição (este é o nome oficial dela), na Avenida República Argentina

Capelinha do Água Verde, ou Capela Imaculada Conceição (este é o nome oficial dela), na Avenida República Argentina

A Capelinha do Água Verde, ou Capela Imaculada Conceição (este é o nome oficial dela), na Avenida República Argentina, esquina com a Avenida Água Verde, é uma Unidade de Interesse de Preservação.

A capelinha foi construída 1879 por Luiz e Ana Moletta, quando imagino que era apenas uma capelinha ao lado de um caminho da então Colônia Dantas. Ela foi reconstruída em 1891 por Sebastião e Maria Moletta.
Por volta de 1950 foi reconstruída novamente, desta vez mais afastada, dando espaço para o alargamento da Av. República Argentina. Mais tarde foi construído nos fundos da capelinha uma capela maior.

A Colônia Dantas foi criada em 1878 por Manuel Pinto de Souza Dantas Filho, então presidente da província e a colonização inicial foi feita por 36 famílias italianas.

A colônia deu origem aos atuais bairros do Água Verde, Vila Isabel e Guaíra.

O pessoal da cidade costumava caçar e pescar na região, que tinha mata fechada e riacho com muitos peixes

Dizem que o nome do Rio Água Verde, que nasce e cruza o bairro, indo desaguar no Rio Belém; deve-se a existência de algas que davam uma coloração esverdeada à água.

Em 1880, quando da visita de D. Pedro II a província do Paraná ele esteve na Colônia Dantas. No dia 23 de maio daquele ano, depois de visitar a cadeia, o mercado, o quartel de polícia, o depósito de artigos bélicos e almoçar (por volta das nove e meia); partiu para a Colônia Santa Cândida. Na volta passou pela Colônia Argelina e foi visitar a Colônia Dantas.
No seu diário não fez menção a capelinha ou ao rio. Fica difícil saber em que região da colônia ele esteve. Pode bem ter sido em um local antes do rio (isso é apenas especulação de minha parte).
O que ele escreveu no diário sobre a visita à Colônia Dantas foi o seguinte:

“… Enfim fui a um prazo dos da nova colônia Senador Dantas. O sítio é muito bonito. Terras, como quase todas carecendo de adubo tendo alguns dos colonos suas vacas ou cavalos, mas os da colônia Dantas aproveitam o esterco de uma cocheira vizinha. Muitos dos colonos preferem serviços na cidade e a indústria de transporte.”

Depois da visita o imperador ainda teve diversos compromissos, até a meia noite, quando voltou para a casa onde estava hospedado.

Referências:

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Amarela com azul

Casa na Rua Desembargador Isaías Bevilaqua.

Casa na Rua Desembargador Isaías Bevilaqua.
Já com linhas retas e desenhos geométricos na decoração, tem um platibanda bem bonita. Além disso o uso de azul nas molduras das janelas contrasta bem com a cor amarela da casa.
O uso de de canaletas meia cana na parte superior da platibanda não é um elemento de decoração (apesar de fazerem isso também), mas é principalmente um elemento de proteção contra a entrada de humidade na parede.

Isaías Bevilaqua


“Isaias Beviláqua, filho de João Benício Beviláqua de  Edeltrudes Ayres Beviláqua, nasceu no dia 30 de outubro de 1888, na cidade de Granja (PE). Casou-se com a Sra. Helena Seixas Beviláqua.

Bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Largo do Machado (RJ), no ano de 1912, depois de frequentar o Ginásio Paranaense. Logo que colou grau foi advogar em Manaus, transferindo-se para Curitiba em 1921. Neste mesmo ano, foi nomeado promotor público de Palmeira, atuando antes rapidamente como juiz substituto de Piraí do Sul. Em 1925 foi removido para a cidade de Palmeira e em 1930 assumiu o mesmo cargo em Ponta Grossa.

Em 1931, assumiu o cargo de promotor de justiça, para ser nomeado desembargador no dia 16 de maio de 1932, também desempenhando as funções de procurador geral da justiça, no período de 1933 a 1946, na gestão do Des. Clotário de Macedo Portugal (1933/1946). Em 1947, foi eleito presidente do Tribunal de Justiça, cargo que exerceu até janeiro de 1949. Exerceu também a vice-presidência na gestão que durou de 1942 a 1946.

Foi responsável por atualizar o livro "Direito da Família", de Clóvis Bevilaqua, renomado jurista cearense e irmão do desembargador Euclides Bevilaqua.

Aposentou-se em 02 de maio de1958.

Faleceu em Curitiba, no dia 26 de julho de 1960.

É patrono do Fórum de Foz do Iguaçu e do Plenário das Câmaras Cíveis do Tribunal de Justiça do Paraná. ”

Referência:

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Lanterna de pedra (ishi-dōrō, 石灯籠)

Lanterna de pedra (ishi-dōrō, 石灯籠) na Praça do Japão

Lanterna de pedra na Praça do Japão.

As lanternas de pedra (ishi-dōrō, 石灯籠) surgiram na China, onde não são mais um objeto comum. Elas foram para o Japão depois de serem adotadas na península coreana. Na Coréia, apesar de serem mais comuns que na China, não são tão comuns como no Japão.

Inicialmente as lanternas de pedras era usadas apenas em templos budistas para iluminar os caminhos e eram consideradas uma oferta para Buda. Com o tempo passaram a ser utilizadas também nos templos xintoístas.
Foram popularizadas pelo mestres de chá durante o período Azuchi-Momoyama (1568-1600) que as usavam como objeto de decoração nos seus jardins.

Nos jardins modernos são usadas principalmente com a função ornamental ao longo de caminhos, próximo da água ou prédios.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Outra casa restaurada que ficou bonita

Unidade de Interesse de Preservação na Av. Visc. de Guarapuava, esquina com a Rua 24 de Maio

Essa casa na Avenida Visconde de Guarapuava, 3382; esquina com a Rua 24 de Maio, é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Possivelmente construída no início da década de 1920, para uso residencial. Apresenta um pé direito bem alto, como era a exigência da época. Com um estilo ainda predominantemente eclético, já tem alguns elementos decorativos geométricos, coisa do art déco.

A casa, que abrigava um bar/lanchonete até 2016, foi adquirida pelo Grupo Educacional Bom Jesus; que a restaurou para ser usada como Núcleo de Práticas Jurídicas do curso de Direito da FAE.

O restauro, que deixou a casa muito bonita, foi comando pelo arquiteto Claudio Forte Maiolino.

Referência:

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Uma casa de madeira que será demolida

Casa de madeira atacada por cupins

Em julho, quando estive em outra casa de madeira para o lançamento do livro “Saudade do Ninho”, de Washington Cesar Takeuchi, aproveitei e fotografei essa, que fica bem próxima, quase vizinha. Na Rua Cândido Xavier.

O pessoal do “Urban Sketchers Curitiba” também estava por lá, desenhando a casa onde foi o lançamento do livro. Mas enquanto fotografava esta casa ouvi a conversa de uma das pessoas do grupo com um senhor, que estava dizendo que a casa será demolida.

Não, não trata-se de especulação imobiliária ou da “chegada do progresso”. É que a casa está com as madeiras totalmente atacadas por cupins.

Fica o registro dela.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Sobrado na Rua Martim Afonso

Sobrado na Rua Martim Afonso

Sobrado na Rua Martim Afonso.
A pintura da fachada, que tem platibanda e janelas bem bacanas, parece indicar que tratam-se de duas propriedades. Será que sempre foi assim? Ou já foram um único? Vai saber. De qualquer maneira, bem bonito. Gostei também da árvore.

domingo, 2 de setembro de 2018

Museu de Arte Sacra - algumas fotos do interior

Objetos expostos no Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba

Objetos expostos no Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba

Objetos expostos no Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba

Objetos expostos no Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba

Objetos expostos no Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba

No domingo, quando for na “Feira de Artes e Artesanato do Largo da Ordem”, aproveite e visite o Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba, localizado junto à Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, no Largo Coronel Enéas.

A Igreja da Ordem, onde o museu está localizado, é um bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é uma Unidade de Interesse de Preservação

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Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas
Largo Coronel Enéas
A feirinha foi indicada para patrimônio imaterial de Curitiba

sábado, 1 de setembro de 2018

Unidade de Interesse de Preservação na Sete

Casa na Avenida Sete de Setembro, esquina com a Rua 24 de Maio

Esta casa na Avenida Sete de Setembro, esquina com a Rua 24 de Maio, é uma Unidade de Interesse de Preservação.
A porta e as janelas curvas são bem interessantes