terça-feira, 31 de março de 2020

Uma casa dos Glaser na Brigadeiro Franco

Unidade de Interesse de Preservação na Rua Brigadeiro Franco
Unidade de Interesse de Preservação na Rua Brigadeiro Franco

Esta casa na Rua Brigadeiro Franco é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Foi construída em 1915 e já existia quando o Sr. Wenceslau Glaser (1863-1936) adquiriu a quadra toda, onde vários dos seus filhos passaram a residir. Essa casa coube ao Sr. Carlos Leopoldo Glaser, casado com a senhora Lydia Rodbard, que residiam em uma casa ao lado, na esquina com a Alameda Doutor Carlos de Carvalho.

Quando a sogra do Sr. Carlos, Sra. Florence Withers Rodbard, ficou viúva em 1926 passou a residir nessa casa, onde ficou até 1958, quando faleceu.

Depois disso a casa passou para um filho do Sr. Carlos, Sr. Hamilton Leopoldo Glaser, casado com Ninon Puppi; que residiu nela de 1959 até mais ou menos 1986.

A casa, bem bonita, está muito bem cuidada e conservada.

Publicação relacionada:
Casa Glaser

Referências:

segunda-feira, 30 de março de 2020

Arte em serralheria

Bonito trabalho de serralheria

Bonito trabalho de serralheria na cerca de uma casa no Jardim Social.

Só um detalhe, mas que faz muita diferença. Do contrário seria só mais uma dessas grades com elementos verticais em ferro.

domingo, 29 de março de 2020

Curitiba 327 anos

Representação antropomórfica de Curitiba no Paço da Liberdade.

O que escrever quando a cidade prepara-se para enfrentar dias difíceis por causa da pandemia?

Uma opinião: usemos o bom senso e sigamos as orientações da medicina e da ciência (rezar, com certeza, mal não faz). Isso já funcionou no passado e funcionará novamente.

Abaixo algumas palavras do prefeito Rafael Greca de Macedo, que copiei e colei de uma rede social:

“Neste domingo, 29 de Março, nossa cidade completa 327 anos, fundada que foi em 1693. Por conta da quarentena, não faremos eventos de comemoração. A meu pedido, as igrejas históricas, repicarão seus sinos ao meio-dia. Peço também que, neste horário, façam uma oração pedindo a proteção de Deus e para que Ele abençoe a todos os profissionais que trabalham e cuidam de nossa gente neste momento de tribulação: na Saúde, na Defesa e Resgate Social, na Educação e Cultura, no Fomento Econômico, na necessária Limpeza Pública. Unidos, em uma só voz, saiam em suas janelas, cantem o Hino de Curitiba, gravem um vídeo, postem em suas redes sociais, mandem pra nós.O momento é de união e proteção divina. Juntos somos mais fortes que as dificuldades. Este ano a Festa da Cidade é só no coração!”

Na foto (já publicada anteriormente e agora com um corte diferente) a representação antropomórfica de Curitiba no Paço da Liberdade.

Publicações relacionadas:
Nossa Senhora da Luz dos Pinhais (leia sobre o mito fundador da vila nessa publicação)
Tindiquera
Alfredo Romário Martins
Paço da Liberdade

sábado, 28 de março de 2020

quinta-feira, 26 de março de 2020

Mosaico no banco

Mosaico no banco

Ontem a publicação foi sobre mosaico. Hoje também.

O mosaico é uma arte bem versátil, pode ser aplicada em diversas superfícies. Pisos, paredes e em objetos, como é o caso desse banco no Parque Gomm.

Publicação relacionada:
Parque Gomm

quarta-feira, 25 de março de 2020

Atelier Bea Pereira

Casa na Rua Alberto Bolliger onde fica a Escola Curitiba de Mosaico, o Depósito do Mosaico e o Atelier Bea Pereira.
Casa na Rua Alberto Bolliger onde fica a Escola Curitiba de Mosaico, o Depósito do Mosaico e o Atelier Bea Pereira.
Casa na Rua Alberto Bolliger onde fica a Escola Curitiba de Mosaico, o Depósito do Mosaico e o Atelier Bea Pereira.

Nessa casa na Rua Alberto Bolliger fica a Escola Curitiba de Mosaico, o Depósito do Mosaico e o Atelier Bea Pereira. Dá para ficar hora na frente dele admirando os mosaicos.

A Sra. Bea Pereira é uma artista conceituada que em 1998, em uma viagem à Barcelona, onde viu algumas obras de Gaudi, ficou apaixonada pelo mosaico.

Bea Pereira escreveu o livro “Mosaico sem segredos”. O livro é bem didático, tratando sobre materiais, ferramentas e técnicas do mosaico. Mas, não só didático, também muito bonito; com excelentes fotos, desenhos e bem impresso. Para quem quer aventurar-se na arte do mosaico é excelente.

Transcrevo a seguir o primeiro parágrafo do livro:

“Nenhum mosaico do mundo é idêntico a outro porque a realização de um mosaico oferece uma oportunidade única de criação individual. Formado por peças chamada “tesselas”, que são colocadas e fixadas de forma ordena em uma superfície rígida e unidas por rejunte, é a arte de fragmentar para depois reordenar. Não sei qual é a magia dessas “pedrinhas”. mas o fascínio do mosaico é tão envolvente que nos tronamos cativos no primeiro contato. Fracionar para depois recompor; a possibilidade de realizar um trabalho único, criativo e muito pessoal, onde praticamente tudo é possível e, ao mesmo tempo, vencer os limites impostos pela dificuldade no manuseio e corte das pedras, é um desafio que nos leva a desejar mais aprimoramento, novos experimentos e, a cada trabalho realizado, a satisfação de ter conseguido produzir algo de belo e doradouro.”

No livro, quando fala um pouco sobre a história do mosaico, a Sra Bea menciona que o mosaico mais antigo que temos conhecimento é de mais ou menos 3.000 a.C. e foi descoberto no fim do século XIX em Uruk, no Iraque. Atualmente os dois painéis encontram-se no British Museum.

Fiquei pensando: qual seria o mosaico mais antigo de Curitiba?

Publicações relacionadas:
mosaico

Referências:

terça-feira, 24 de março de 2020

Um detalhe que não fotografei

Casa na Rua Bruno Filgueira com ornamento de ferro

Casa bem bonita na Rua Bruno Filgueira.
Com aquela tradicional torrinha que lembra os châteaux do Vale do Loire. Nela, sobre as janelas, um ornamento em relevo.
Na entrada um arco em forma de ogiva emoldurado por pedras marrons, mesmo material do muro.

Na hora de preparar a publicação notei o ornamento de ferro na entrada (sobre o arco). Bem diferente dos que costumam aparecer por aqui, uma vez que a grande maioria deles têm um desenho geométrico. Esse é um pinheiro. Marquei bobeira e deixei de fotografá-lo no detalhe.

segunda-feira, 23 de março de 2020

Olha o trem, no São Lourenço

Olha o trem, no São Lourenço

Não consigo ficar indiferente ao trem, tenho que ficar olhando ele passar. Como foi o caso naquele dia no São Lourenço.

Publicações relacionadas:
Olha o trem
Trem-bala

domingo, 22 de março de 2020

Bom Jesus 985

Casa na Rua Bom Jesus

Casa na Rua Bom Jesus - detalhe capelinha e janelas

Casa na Rua Bom Jesus - detalhe da grade no muro

Casa na Rua Bom Jesus.

Com jeito de meados do século passado. Entrada em arco, decoração em pedra marrom, capelinha com Nossa Senhora, muro revestido com as mesmas pedras e com grade decorada. Repare também naquelas três janelas em arco.

Escrevendo e reparando na foto pensei nessas pedras marrons usadas na decoração. Apesar de muitas casas com mais ou menos o mesmo estilo (creio que sejam todas da mesma época) hoje em dia terem as pedras decorativas pintadas, acho que o uso das pedras pretas foi mais comum. Vou prestar mais atenção.

Atualmente é ocupada por um restaurante e, como sempre, fica a curiosidade de quem a construiu e morou nela.

sábado, 21 de março de 2020

sexta-feira, 20 de março de 2020

A casa, a varanda e a árvore

Casinha muito simática na Rua Albano Reis

Muito simpática essa casa de madeira com fachada em alvenaria na Rua Albano Reis.
Deve ser gostoso ficar sentado ali na varanda, na sombra da árvore, só assistindo o mundo passar.

quinta-feira, 19 de março de 2020

Alguns detalhes em um prédio

Predinho na Rua Mateus Leme, onde está instalada uma oficina

Quando caminho pela cidade além de de grandes projetos, de casas belíssimas; gosto também de observar pequenos detalhes em construções mais simples. Em como esses pequenos detalhes no desenho fazem a diferença.
Note a platibanda nesse prédio na Rua Mateus Leme, onde está instalada uma oficina. É só um pequeno detalhe no projeto, mas se tivéssemos uma platibanda reta, sem qualquer elemento decorativo, teríamos mais um desses “caixotes” com aberturas que vemos por aí.

quarta-feira, 18 de março de 2020

Janela de canto

Prédimho de esquina com platibanda, sacada e janela de canto

Prédio na Av. Anita Garibaldi, esquina com a Rua União da Vitória.
Bem interessante a platibanda, a sacada e aquela janela de canto.

terça-feira, 17 de março de 2020

No Bosque Portugal

Pontinha que cruza o córrego Tarumã, no Bosque Portugal.

Córrego Tarumã, no Bosque Portugal, em Curitiba

Casa, prédio, edifício, obra de arte, …
Para variar um pouco, às vezes a foto de um matinho.

Fotos no Bosque Portugal, que é cortado pelo Córrego Tarumã.

segunda-feira, 16 de março de 2020

domingo, 15 de março de 2020

A antiga sede da Sociedade Beneficente Rio Branco

A antiga sede da Sociedade Beneficente Rio Branco
A antiga sede da Sociedade Beneficente Rio Branco
A antiga sede da Sociedade Beneficente Rio Branco
A antiga sede da Sociedade Beneficente Rio Branco - detalhe de grade

A Handwerker Unterstützungs Verein foi fundada em 19 de julho de 1884 por doze pessoas. Uma sociedade beneficente (como muitas na época, em um tempo que não havia previdência social) dos artesãos. No início eram principalmente os trabalhadores da “Cervejaria Glória”.

O terreno onde está o prédio, na antiga Rua Xavier de Miranda, atual Rua Visconde do Rio Branco; foi adquirido em 1892 e em 1894 adquiriram o terreno vizinho, na esquina com a Alameda Doutor Carlos de Carvalho.

Inicialmente foi construído como sede da sociedade uma casa de madeira, cuja construção foi concluída e em setembro de 1892.

Em julho de 1907 iniciaram as obras da nova sede, em alvenaria e com estilo neoclássico. O prédio foi concluído em fevereiro de 1908.

Na época a sociedade tinha cerca de mil associados e nas novas instalações eram mantidos grupos de bolão, canto, teatro, ginástica, flauta, banda para jovens e orquestra. Destaque para a biblioteca e para “o grande salão de festas dotado de expressivo palco, com profundidade e urdimentos para cenários móveis.”

Em 1911 foram feitas ampliações no prédio e em 1914 foi instalado um cinema, frequentado também por não sócios.

Com a Primeira Guerra Mundial as instalações da Sociedade foram fechadas e usadas pelo governo. Permanecendo assim até junho de 1919.

Em 1931, nova ampliação nas instalações.

Em 18 de maio de 1938, como aconteceu na época com muitas sociedades fundadas por imigrantes, pelo Brasil afora, o nome foi alterado para Sociedade Beneficente Rio Branco.

Em 1941 aconteceu em Curitiba uma série de atos de vandalismo contra instalações (clubes, lojas) associadas com “estrangeiros” e o prédio da Sociedade foi invadido e depredado pela turba. E, pela segunda vez, o prédio foi ocupado pelo governo, que instalou no local um aquartelamento militar.

A Segunda Grande Guerra Mundial terminou em 1945, mas o prédio só foi devolvido à Sociedade em dezembro de 1949.

Em 1957 a Sociedade adquiriu uma sede no bairro Santa Cândida.

Em 1985 a Sociedade alterou o nome para Clube Rio Branco e em 2001 a antiga sede da Rua Visconde do Rio Branco foi vendida.

O prédio é uma Unidade de Interesse de Preservação e atualmente é usado pela Justiça do Trabalho.

Referências:

sábado, 14 de março de 2020

Arranjo com folhas

Arranjo de folhas secas em frente a uma casa

Caminhando pela Rua Floriano Essenfelder encontrei esse arranjo feito com folhas secas, em frente a uma floricultura.

Bem artístico. Poderia estar em um museu.

quinta-feira, 12 de março de 2020

Duas portas

Casa na Rua Barão de Antonina, Curitiba

Casa na Rua Barão de Antonina.
Construída junto à calçada e por isso, com platibanda Aberturas para ventilação sob o piso (teria um porão?). Desenhos em relevo na parte inferior das janelas e duas portas muito bonitas.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Dois grafites na Mateus Leme

Dois grafites na Mateus Leme

Dois grafites em uma parede na lateral de um sobrado na Rua Mateus Leme.

Desenhos com temas diferentes. Gostei principalmente das cores e do desenho do que parece ser uma representação de Buda. Mas não tenho certeza que seja ele, uma vez que essas religiões hindu orientais têm tantos deuses que confundo-me, ou melhor dizendo, conheço pouco do assunto.

terça-feira, 10 de março de 2020

Uma capelinha diferente?

Casa de madeira e com fachada em alvenaria junto à calçada
Casa de madeira e com fachada em alvenaria

Interessante essa casa na Rua Alberto Bolliger.

De madeira e com fachada em alvenaria junto à calçada. Portão de entrada, que é feita em uma varanda voltada para a lateral do terreno.
Tem também aquela ogiva no canto, junto à platibanda. Pareceu ser uma capelinha (agora desocupada). Não tinha ninguém por perto para perguntar. Pode ser apenas uma decoração, mas caso seja realmente uma capelinha, ela é bem original, diferente das que costumamos encontrar pela cidade.

A árvore florida na calçada estava legal também.

segunda-feira, 9 de março de 2020

Fachada repaginada

Casa de madeira, com fachada em alvenaria, na Rua Mateus Leme.

Casa de madeira na Rua Mateus Leme.
No fundo do terreno pinheiros e agora uma fachada repaginada em alvenaria.
Como seria a fachada original? Um varandinha e a casa originalmente ficava mais distante da rua? Ou sempre foi junto da calçada e era um armazém com três portas? Vai saber.

domingo, 8 de março de 2020

Casa na Anita Garibaldi

Casa na Av. Anita Garibaldi

Casa na Av. Anita Garibaldi - detalhe

Casa na Avenida Anita Garibaldi.
Interessante os diversos caimentos do telhado, entrada em arco decorada com pedras, a falsa estrutura de madeira no telhadinhos e o que pareceu ser uma antiga capelinha, agora fechada. E uma bay-window, que só reparei depois, olhando as fotos.
Bem bonita.

sábado, 7 de março de 2020

Destreza

Homem trabalhando pendurado em poste

Já reparou nesse pessoal que trabalha pendurado em postes? A impressão que dá é que estão absolutamente tranquilos, confortáveis.

Mais uma daquelas profissões que fazem com que uma cidade funcione e que, muitas vezes, passam despercebidas.

sexta-feira, 6 de março de 2020

Sem título/Untitled

Instalação na exposição “Mestre de Obras”, do artista Ivens Machado

Sem título
Untitled

2002

rede de náilon, cordas de náilon,
ganchos de ferro e entulho
nylon netting, nylon ropes,
iron hooks and ruble

Coleção/Collection
Acervo Ivens Machado

Fotografado na exposição “Mestre de Obras”, do artista Ivens Machado, no Museu Oscar Niemeyer em julho de 2019.
Fiquei pensando sobre as casas que fotografo.

quinta-feira, 5 de março de 2020

quarta-feira, 4 de março de 2020

Na Olavo Bilac

Casa na Rua Olavo Bilac

Casa na Rua Olavo Bilac - tetalhe da porta de entrada com grade

Casa na Rua Olavo Bilac, esquina com a Rua Bruno Filgueira.

Grande e bonita, atualmente tem uso comercial. Chamou a atenção especialmente as grades.

terça-feira, 3 de março de 2020

Ruas pavimentadas com paralelepípedos

Rua pavimentada com paralelepípedos, com grama crescendo mas frestas

Quando o asfalto chegou em Curitiba em 1926 foi recebido como um sinal de progresso e modernidade, o que sem dúvidas era.
Depois disso as ruas pavimentadas com paralelepípedos de pedra foram sumindo, restando apenas algumas, como é o caso de um bom pedaço da Rua Paula Gomes, onde a foto foi tirada.
A pavimentação de ruas com paralelepípedos apresenta vantagens (maior absorção da água da chuva, por exemplo) e desvantagens.
Não sei se não seria o caso de usá-lo mais em locais com baixa densidade de tráfego. Coisa para ser estudada. Apesar que as pessoas provavelmente prefeririam asfalto na frente das suas casas.

segunda-feira, 2 de março de 2020

De madeira com capelinha

Casa de madeira com capelinha na Rua União da Vitória, Curitiba

Casa de madeira na Rua União da Vitória.
Com varanda na entrada, pintada de amarelo e com capelinha (desocupada na momento).

domingo, 1 de março de 2020