quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Mais um sobrado na 24 de Maio

Sobrado na Rua 24 de Maio

Mais um sobrado na Rua 24 de Maio, esse já no Bairro Rebouças.
Interessante os detalhes decorativos em relevo.
Nunca tinha dado muita atenção aos sobrados da 24 de Maio. Um hora dessas tenho de percorrer um trecho maior dela, caminhando.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Busto de Gibran Khalil Gibran

Busto de Gibran Khalil Gibran

Herma com busto de Gibran Khalil Gibran

Plas de azulejos com escritos de Gibran Khalil Gibran

Essa herma com o busto de Gibran Khalil Gibran está localizada no espelho d’água em frente ao Memorial Árabe, na Praça Gibran Khalil Gibran

Na lateral do prédio do Memorial Árabe existe duas pequenas placas de azulejos, em uma delas está escrito o seguinte:

“Não vos esqueçais que a
Terra ama sentir
os vossos pés descalços.
Não vos esqueçais que ao
Vento agrada jogar com os vossos cabelos.
Gibran Khalil
sobre a Simplicidade”

Na outra está escrito:

“Na verdade é a Vida quem dá a Vida entre vós.
Vós que vos dizeis doadores da Vida
sois apenas suas testemunhas.
Vossos filhos não são vossos filhos
mas filhos da ânsia da Vida por si mesma.
Gibran Khalil
sobre a Vida”

Gibran Khalil Gibran


Gibran Khalil Gibran nasceu Bicharre no dia 6 de janeiro de 1883 e faleceu em Nova Iorque em 10 de abril de 1931. Foi um ensaísta, filósofo, prosador, poeta, conferencista e pintor de origem libanesa. “O Profeta” é o livro de sua autoria mais conhecido.

Publicação relacionada:
Memorial Árabe

Referência:

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Bala Zéquinha

Casa na Rua Nunes Machado

Casa na Rua Nunes Machado.
No terreno haviam quatro casas iguais, duas voltadas para a Rua Nunes Machado e outras duas voltadas para a Rua Lamenha Lins. As da Lamenha Lins não existem mais. No meio do terreno, entre as casas, ficava a fábrica de doces dos irmãos Sobania, cujo produto mais conhecido foi a Bala Zéquinha.

Em 1928 um dos quatro irmãos Sobania (Francisco) foi fazer um curso sobre chocolate em São Paulo e lá conheceu as balas Piolim, com desenhos do famoso palhaço. Gostou da idéia e em 1929 os irmão lançaram a bala Zéquinha por essas bandas.

Figurinha número 200 das Balas Zéquinha
As figurinhas eram impressas em litografia pela Impressora Paranaense e mostravam o palhaço Zéquinha em diversas situações e profissões.
A bala era barata, feita de açúcar e essência de frutas. Rapidamente tornou-se um sucesso, com a piazada colecionando as figurinhas.
Com tamanho de 5x7 centímetros a série inicial era de 30 figurinha, depois ampliada para cinquenta, depois cem e finalmente duzentas.
Quem completasse a coleção toda (que não tinha um álbum) podia trocá-la por brindes, geralmente brinquedos. Mas tinha algumas figurinhas difíceis de encontrar.

A bala foi produzida pelos irmãos Sobania até 1940, quando foram relançadas pela Fábrica de Irmãos Franceschi, que as produziram até 1955.
Em 1955 a bala foi relançada pela Fábrica de Balas São Domingos, de E. J. Gabardo e Massochetto e a empresa que a produzia foi adquirida por Zigmundo Zavatski que retomou a produção em 1967.
Em 1979 o governo do Paraná lançou uma campanha de incentivo de recolhimento de impostos onde era possível trocar notas fiscais por figurinhas. Na ocasião houve uma disputa judicial em torno do uso da marca e dos desenhos, mas não sei como acabou.

Referências: