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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Onça e Tartaruga

“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin.
“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin.
“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin.

“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin, na frente do “Memorial Paranista”, no Parque São Lourenço.
O conjunto da obra de João Turin é Patrimônio Cultural do Paraná.

Referências:

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Ficou bonita

Solar da Glória - fachada
Solar da Glória - perfil
Solar da Glória
Solar da Glória - detalhe janela

Essa casa, na Avenida João Gualberto, foi recentemente restaurada e doada à Prefeitura por Acir e Juçara Gulin.

O local será utilizado como um espaço cultural.

A casa inicialmente era o escritório da empresa do ervateiro Bernardo Augusto da Veiga. Mais tarde foi adaptada para residência de Gabriel da Veiga, filho mais velho de Bernardo, que mudou para o local após o casamento com Cacilda Whiters, em 1924. Residiu na casa até o seu falecimento em 1999.

No dia que passei pela casa era um feriado e estava fechada. Outro dia pretendo fotografar o interior.

A casa é uma Unidade de Interesse de Preservação e a Prefeitura está rebatizando a casa para Solar da Glória.

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sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Parque Histórico da Vilinha

Parque Histórico da Vilinha
Centro Cultural da Vilinha
Centro Cultural da Vilinha - detalhe
Centro Cultural da Vilinha - detalhe
Centro Cultural da Vilinha - detalhe
Centro Cultural da Vilinha - perfil
Centro Cultural da Vilinha - lateral
Centro Cultural da Vilinha - fundo
Parque Histórico da Vilinha - quadra poliesportiva
Centro Cultural da Vilinha - fundos
Parque Histórico da Vilinha - campinho de areia
Parque Histórico da Vilinha - parquinho
Centro Cultural da Vilinha
Parque Histórico da Vilinha - calçada em petit pavê
Parque Histórico da Vilinha - calçada em petit pavê

O Parque Histórico da Vilinha fica no final da Rua Marco Polo.
Localizado em um enclave de Curitiba em Pinhais, na margem esquerda do Rio Atuba, que delimita os dois municípios após a emancipação de Pinhais.
O parque foi criando em março de 1972 por um decreto do então prefeito Jaime Lerner, em um terreno doado por Max Sesselmeier Aichner e sua esposa Irene Trentin Aichner, e Anacleto Busato e sua esposa Terezinha Próspero Busato.

O parque conta com pista de corridas, quadra poliesportiva, academia ao ar livre, cancha de areia e outros equipamentos. No prédio construído no local está o Centro Cultural da Vilinha, com espaço para exposições e cursos e um palco ao ar livre.

Ébano Pereira comandou em 1649 uma expedição, em busca de ouro. Subiram a Serra do Mar por um caminho utilizado pelo indígenas  (Caminho do Itupava) e fixaram-se na margem esquerda do Rio Atuba, onde estabeleceram uma espécie de vila.

A criação do parque foi sugestão de Julio Moreira (aquele da galeria) que realizou estudos sobre o assunto. 
Lí em algum lugar que não foram encontrados vestígios arqueológicos na área do parque.

De qualquer maneira o local faz algum sentido, uma vez que o Caminho do Itupava passava por ali, descendo mais ou menos pelo trajeto da atual Rua Marco Polo. Se a tal vilinha ficava exatamente no local, ou um pouco mais acima ou abaixo do Rio Atuba não importa muito. O importante é saber que houve uma vila no lado esquerdo do rio que marca o início da povoação da região por povos vindos da Europa (os índios já estavam por aqui).

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Fênix

Fênix, o mosaico
Fênix, o mosaico - detalhe
Fênix, o mosaico - detalhe
Fênix, o mosaico

“Fênix”, obra coletiva executada por professores em curso no Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro, com a orientação de Mary Dacól, professora, ceramista e mosaicista. Desenho de Fulvio Pacheco, ilustrador, professor e coordenador da Gibiteca de Curitiba.
A obra fica no muro dos fundos do Colégio Estadual Professora Maria Aguiar Teixeira, na Rua Francisco Mota Machado, ao lado do Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro.

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sábado, 7 de maio de 2022

Casa Heitor Stockler de França

Casa Heitor Stockler de França, uma Unidade de Interesse de Preservaçã na Av. Mal. Floriano Peixoto

Casa Heitor Stockler de França na Av. Mal. Floriano

A Casa Heitor Stockler de França é uma Unidade de Interesse de Preservação, localizada na Avenida Marechal Floriano Peixoto, 458 e atualmente abriga o Centro Cultural Sesi Heitor Stockler de França.

O senhor Heitor Stockler de França, casado com senhora Brazília Taborda Ribas de França, construiu a casa em 1893.
Inspirada em chalés suíço-italianos, o construtor foi João Lourenço Taborda Ribas, sogro do Sr. Heitor.

Heitor Stockler de França foi um dos fundadores da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) e seu primeiro presidente. Participava ativamente da vida cultural da cidade.

Quando fotografei a casa a pandemia da Covid-19 estava muito pior que atualmente e a casa estava fechada. Fico devendo as fotos do interior e dos detalhes.

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Um painel no Portão Cultural

Um painel no Portão Cultural

Fotografei esse painel localizado na entrada do “Portão Cultural” voltada para a Avenida República Argentina em 2018.
Naquela ocasião e em outras que estive lá, tentei descobrir quem seria o autor dele e o título da obra. Mas as pessoas a quem perguntei não souberam informar.
Tenho minhas desconfianças de quem é o autor, mas nunca consegui confirmar.
Decidi publicar a foto no blog mesmo assim. Quem sabe aparece alguém com a informação.

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Portão Cultural

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Obelisco de Tutmés III

Replica do Obelisco de Tutmés III em Curitiba

No Bosque Rosacruz, na Rua Nicarágua, ao final da Alameda da Esfinges existe um obelisco.

No site da Ordem Rosacruz, eles descrevem assim o objeto:

“O obelisco é uma réplica da famosa peça egípcia datada de 2433 a.C., originalmente erguida em Heliópolis, no Egito. O obelisco é o único do gênero na cidade de Curitiba. Para os antigos egípcios, era símbolo do deus-sol Ra. Geralmente era disposto nos templos, sempre aos pares, na frente de um pilone (fachada do templo), e servia magicamente para protegê-lo. Nas suas laterais, as inscrições hieroglíficas traziam o título do faraó que havia ordenado sua construção, a divindade a que se dedicava e o acontecimento que motivou a sua edificação. O topo, em forma piramidal, era muitas vezes revestido de uma liga de ouro e prata chamada electrum, que brilhava quando os raios solares a tocavam. Como o sol era eterno, os obeliscos simbolizavam estabilidade e permanência.”

Lembrando que a cidade tem pelo menos um outro obelisco, o da Praça 19 de Dezembro.

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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

O Dragão

O Dragão - mosaico em muro de escola
O Dragão - mosaico em muro de escola - detalhe da cabeça do dragão
O Dragão - mosaico em muro de escola - detalhe da asa do dragão
O Dragão - mosaico em muro de escola - detalhe do rabo do dragão
O Dragão - mosaico em muro de escola

“O Dragão”, mosaico realizado pelos participantes de curso ministrado por Mary Dacól, professora, ceramista e mosaicista; no Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro.

A obra em um muro da escola vizinha do Centro, na Rua Francisco Mota Machado, ficou muito bonita.

Interessante notar que as pessoas que participaram da execução elaboraram também as tesselas em cerâmica; como parte do curso que estavam fazendo.

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Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro
CECA Guido Viaro - o interior
CECA Guido Viaro - o muro

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domingo, 13 de outubro de 2019

César Augusto

estátua de César Augusto

estátua de César Augusto

Essa estátua de César Augusto está no bosque existente ao lado dos prédios da Ordem Rosacruz, na Rua Nicarágua.

Na placa colocada na base da estátua está escrito o seguinte:

“Fundador do Império Romano, César Augusto nasceu em 63 a.C. Batizado como Otávio, foi por um dos seus principais títulos – o de Augusto – que ficou conhecido pela História. Era sobrinho neto de Júlio César e, após a morte deste, foi nomeado seu herdeiro. Em fase disto, em 42 a.C. passou a integrar o Segundo Triunvirato romano, na companhia dos generais Lépido e Marco Antonio.
Este foi um período marcado por conspirações e desacordos entre os triúnviros. Lépido foi acusado de traidor e, como consequência, a extensão territorial romana foi dividida entre Otávio (futuro César Augusto) – que se tornou responsável pela área ocidental do Império Romano – e Marco Antônio, que se tornou protetor do lado oriental. 
Marco Antônio, ao dirigir-se para a região oriental, buscou o apoio da rainha egípcia Cleópatra VII, unindo-se a ela. Doações de possessões romanas para a rainha e para os dois filhos que tiveram levaram Otávio (assim chamado até tornar-se Imperador de Roma), com o apoio do Senado romano, a declara guerra ao protetor da parte oriental do Império, vencendo-o em 31 a.C. na Batalha de Ácio. Com a derrota de Marco Antônio e Cleópatra, o Egito tornou-se um domínio de Roma e Otávio foi aclamado libertador da República Romana. Para a população egípcia, apresentou-se como um sucessor dos faraós, tornou o Egito seu território privado e passou a nomear também o governante da região. 
Otávio reorganizou a política romana, trazendo estabilidade e afastando a tirania e o caos que caracterizaram o período anterior. Em 27 a.C. foi declarado Imperator de Roma com o título de “Augusto”, tornando-se assim Supremo Patrono do Senado, do povo romano e da população de todas as regiões conquistadas. Seu período é caracterizado pela Pax Romana, pois foi responsável por trazer paz para o Império e suas fronteiras, além de organizar um programa de reconstrução da cidade de Roma e realizar uma reforma social. Em 12 a.C. também assumiu a função de Sumo Pontífice (cargo semelhante ao de Papa na Igreja Católica), reafirmando a religião romana. 
Ao longo de 41 anos de governo, estabeleceu os parâmetros pelos quais Roma seria lembrada e incentivou a produção artística e literária que concorreu para a reafirmação da grandeza dos romanos entre as populações da Antiguidade.
Otávio morreu em 19 de agosto de 14 d.C. e seu filho adotivo, Tíbério, deu continuidade ao seu legado. 
Esta estátua é uma réplica do “Augusto de Prima Porta” que está no Museu do Vaticano e que foi encontrada em 1863 na ruínas da Villa Ad Gallinas Albas, nas proximidades de Roma, para onde a esposa de Augusto, Lívia, retirou-se após a morte do marido. É uma estátua póstuma de Augusto e foi encomendada por Tibério, seu filho adotivo, em 15 d.C. A original é uma réplica de outra escultura do Imperador, realizada após a conquista e a pacificação da Hispânia e da Gália. Ele está vestido com a gala militar, e o fato de estar descalço – como os deuses eram representados – afirma a posição divina do imperador. As cenas presentes em sua armadura descrevem a vitória romana sobre os Partos, detalhe que possivelmente foi solicitado por Tibério. Esta estátua de César Augusto personifica seu poder e sua autoridade, já que está na posição de um general que se dirige ao povo ao realizar o discurso da vitória. 
Esta réplica da estátua de César Augusto, autorizada pelo Vaticano, foi um presente que o Imperator Emérito, Ralph Maxwell Lewis F. R. C. (1904-1987), então Supremo Secretário, ofereceu ao seu pai, Dr. Harvey Spencer Lewis F. R. C., em 1937. A homenagem se deu em reconhecimento ao excepcional trabalho desenvolvido por ele como líder na gestão da AMORC desde sua implantação em 1915 até aquela data (1937).”

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Ordem Rosacruz
Museu Egípcio e Rosacruz

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz
Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz

Ordem Rosacruz

A sede da Ordem Rosacruz para os países de lingua portuguesa fica na Rua Nicarágua, no Bacacheri.

Fisicamente trata-se de um conjunto de edificações com arquitetura inspiradas no Egito antigo e alguns de arquitetura moderna. Neles estão instalados a administração, auditório, biblioteca (Biblioteca Alexandria), uma universidade livre (URCI - Universidade Rose-Croix), um espaço de arte (Espaço de Arte Francis Bacon), um bosque, um museu em funcionamento desde outubro de 1990 (Museu Egípcio e Rosacruz) e um novo museu que será inaugurado em breve (O Rei Menino de Ouro: Tutankhamon).

O movimento Rosacruz “se popularizou na Europa no início do século XVII após a publicação de vários textos que pretendiam anunciar a existência de uma ordem esotérica até então desconhecida para o mundo.”
Com o tempo surgiram diversas organizações baseadas na tradição Rosacruz. A de Curitiba é ligada a AMORC - Antiga e Mística Ordem Rosae Cruzis, com sede nos Estados Unidos e com influência do antigo Egito.
No site em português eles definem-se assim:

“ Antiga e Mística Ordem Rosacruz, conhecida pela sigla AMORC, é uma organização internacional, de natureza filosófica, iniciática e tradicional, que perpetua o Conhecimento dos iniciados do antigo Egito e, de um modo geral, a gnose secreta que os grandes pensadores têm transmitido desde a mais remota antiguidade. Os ensinamentos que a Ordem põe à disposição dos seus membros são apresentados através de monografias distribuídas mensalmente. Os assuntos nelas tratados vão desde conhecimentos científicos de natureza física, às leis que regem o mundo metafísico. Incluem igualmente numerosos exercícios que visam desenvolver as faculdades psíquicas do ser humano, dado serem estas faculdades que facilitam o conhecimento da realidade divina, que se manifesta no homem e no mundo em redor. A AMORC é, pois, uma escola de pensamento que faculta estudos que abrangem os aspectos materiais e imateriais da existência humana. 
O seu objetivo é promover a evolução da humanidade através do desenvolvimento das potencialidades de cada indivíduo e propiciar uma vida mais harmoniosa para alcançar saúde, felicidade e paz. Para esse objetivo, a Ordem Rosacruz oferece um sistema eficaz e comprovado de instrução e orientação para um profundo autoconhecimento e compreensão dos processos que determinam a mais alta realização humana. Essa profunda e prática sabedoria, cuidadosamente preservada e desenvolvida pelas Escolas de Mistérios esotéricos da Antiguidade está a disposição de toda pessoa sincera, de mente aberta, motivação positiva e construtiva.”
Publicações relacionadas:
Museu Egípcio e Rosacruz
Museu Tutankhamon - em breve

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