Detalhes que chamam às vezes a atenção, como essa pegada em uma calçada. Registro de um momento.
Mostrando postagens com marcador calçada e calçamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador calçada e calçamento. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 28 de maio de 2024
terça-feira, 1 de junho de 2021
O calçamento na Rua David Carneiro
A primeira quadra da Rua David Carneiro tem esse calçamento, com um arranjo bem decorativo de pedras claras e escuras.
Considerando que essa primeira quadra é uma ladeira e só ela é assim, fiquei imaginando se esse arranjo das pedras não seria alguma forma de melhor fixá-las, evitando o deslocamento pelo tráfego.
Transcrevo abaixo uma breve biografia do livro “1001 Ruas de Curitiba”
David Carneiro
“David Antônio da Silva Carneiro, historiador, nasceu em Curitiba (PR) em 29 de março de 1904 e faleceu na mesma cidade a 4 de agosto de 1990. Realizou estudos no Colégio militar de Barbacena (MG) (1918) e no Colégio Militar do Rio de Janeiro (1919-1922). Diplomou-se em Engenharia em 1927 pela Universidade Federal do Paraná. Organizou e manteve o Museu David Carneiro com grande acervo de interesse para a História do Brasil e do Paraná, principalmente sobre a Revolução Federalista. Autor de diversos livros e artigos da História do Paraná. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico e Etnográfico Paranaense. Em 1987 foi agraciado com o título de Vulto Emérito de Curitiba.”
Rafael Greca de Macedo em seu livro “Curitiba Luz dos Pinhais”, escreveu o seguinte: “… na rua David Carneiro, no trecho em que meu avô Raphael Greca fez magnífico piso de paralelepípedos em leques de basalto preto e granito branco. …”.
Publicações relacionadas:
texto complementado em 10 jun. 2021
Referência:
segunda-feira, 28 de setembro de 2020
Nem só pinhões e pinhas
Calçada em petit pavê, na lateral de um centro comercial voltada para a Rua Barão de Antonina, que não segue o quase que padrão paranista de pinhões e pinhas.
Publicações relacionadas:
terça-feira, 3 de março de 2020
Ruas pavimentadas com paralelepípedos
Quando o asfalto chegou em Curitiba em 1926 foi recebido como um sinal de progresso e modernidade, o que sem dúvidas era.
Depois disso as ruas pavimentadas com paralelepípedos de pedra foram sumindo, restando apenas algumas, como é o caso de um bom pedaço da Rua Paula Gomes, onde a foto foi tirada.
A pavimentação de ruas com paralelepípedos apresenta vantagens (maior absorção da água da chuva, por exemplo) e desvantagens.
Não sei se não seria o caso de usá-lo mais em locais com baixa densidade de tráfego. Coisa para ser estudada. Apesar que as pessoas provavelmente prefeririam asfalto na frente das suas casas.
sábado, 30 de novembro de 2019
Pisando em pinhões
como nunca andei de bonde
em curitiba
não tenho saudade
vou a pé mesmo
pisando em pinhões
(algumas ,,,,,,,, e ……. para você distribuir a gosto pelo texto maiúsculas vai ter que encontrar por ai mesmo de brinde uma ?)
sábado, 22 de setembro de 2018
Pinheiros na calçada
Continuando a falar nos desenhos nas calçadas da cidade, na Avenida Vicente Machado tem o desenho de pinheiros, intercalado por pinhas. De um modo geral um trabalho muito mal executado, feito com pouco cuidado.
Deixando de lado a questão do capricho, não gosto do desenho desses pinheiros.
Publicação relacionada:
Nem só de pinhão vivem as calçadas
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
Nem só de pinhão vivem as calçadas
As calçadas em petit pavé (também conhecidos como mosaicos portugueses) da cidade são conhecidas pelo motivos paranistas, mas também encontramos outros, como é o caso da flores de cerejeiras (sakurás) na Praça do Japão.
Esse desenho é bem bonito e gosto de maneira especial de um que tem em um espaço da praça em que a flor aparece cercada por pinhões.
No Bosque Portugal tem uma calçada com o desenho de uma caravela. Bem bonito também.
sábado, 25 de março de 2017
A Pinha Paranista
A pinha paranista de muitas de nossas calçadas. No caso dessas especificamente, na Praça Santos Andrade, bem em frente ao prédio histórico da UFPR.
sábado, 8 de agosto de 2015
Bosque Portugal

O Bosque de Portugal, localizado no Jardim Social, foi inaugurado em 19 de março de 1994, com a presença do presidente de Portugal, Mário Soares.
A área de animação é calçada em petit pavé com desenhos que lembram o mar e uma caravela estilizada. Nesta mesma área estão oito colunas com os nomes dos países de lingua portuguesa (Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Brasil, Cabo Verde, Angola e Guiné Bissau).
No caminho no interior do bosque, margeando o córrego Tarumã, existem diversas colunas com versos de escritores da língua portuguesa.
A área do parque é de 20.850 m².
O córrego Tarumã está poluído. Na gestão de diversas administrações municipais foram feitas iniciativas, que diziam, iriam despoluir o córrego, mas até agora a situação não foi resolvida.
O bosque abriga a sede do Grupo Escoteiro São Luiz de Gonzaga, fundado em 1954. É o grupo escoteiro mais antigo do Paraná, tendo permanecido em atividade de forma ininterrupta desde a sua fundação. É um dos maiores grupos escoteiros do Brasil.
Assinar:
Postagens (Atom)













