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terça-feira, 2 de setembro de 2025

Arena Digital PUCPR

Arena Digital PUCPR
Arena Digital PUCPR
Arena Digital PUCPR

Transcrevo a descrição da Arena Digital PUCPR, conforme o site da universidade:

“Criada em 2013 com o objetivo de revolucionar as aulas da educação básica ao ensino superior, além de promover a pesquisa e o entretenimento, a Arena Digital PUCPR une as características de um planetário com as de um cinema estereoscópico de alta definição.

O espaço ocupa uma área de 980 m² e sua estrutura conta com uma cúpula de 14 metros de diâmetro e uma tela em formato semiesférico, que possibilita a projeção em 180 e 360 graus e promove uma completa imersão entre espectador e cenário. A capacidade da Arena Digital PUCPR é de 120 pessoas, acomodadas em poltronas interativas”.

A Arena está localizada no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR, na Rua Imaculada Conceição.

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Referência:

terça-feira, 5 de agosto de 2025

Anfiteatro Doktoro Zamenhof

Anfiteatro Doktoro Zamenhof, campus da PUCPR
Anfiteatro Doktoro Zamenhof - placa

Nos fundos da Casa Estrela, no Bosque Marcelino Champagnat, no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR, está o pequeno e simpático Anfiteatro Doktoro Zamenhof; com bancos e palco de pedras. Uma homenagem a Ludwik Lejzer Zamenhof (1859-1917). 
Em uma placa no local, está escrito o seguinte:
“Anfiteatro
Doktoro Zamenhof

Ludwik Lejzer Zamenhof

(Białystok - Império Russo, atual Polônia, 1859 — Varsóvia, 1917)

Médico oftalmologista e filólogo de origem judaica
Falava iídiche, polonês e russo, além de fluente em alemão
Aprendeu francês, polonês, hebraico, inglês e latim, além de interesse pelo
espanhol, italiano, lituano. Iniciador do Esperanto (1887).”

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segunda-feira, 28 de julho de 2025

Concha Acústica

Concha Acústica no campus da PUCPR

Concha Acústica localizada em frente a tribuna do antigo Jockey Club do Paraná, no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR.

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quinta-feira, 24 de abril de 2025

TUCA

TUCA - Teatro da Universidade Católica

TUCA - Teatro da Universidade Católica, no campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR.
No início da noite de terça-feira da semana passada (15) houve um incêndio no local, que destruiu o teatro e atingiu também o segundo e terceiro andar do bloco.

quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Cine Passeio – durante o dia

Cine Passeio – durante o dia

Fotografei o Cine Passeio antes da reforma do prédio, durante e depois de concluída (durante a noite).
Sem dúvida, prefiro a foto tirada durante a noite, quando aquela “fiozarada” toda ficou meio que escondida.
Lembrando: o prédio é uma Unidade de Interesse de Preservação.

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sábado, 29 de junho de 2024

Teatro do Paiol

Teatro do Paiol, antigo paiol de pólvora
Teatro do Paiol, antigo paiol de pólvora
Teatro do Paiol, antigo paiol de pólvora

Recentemente comprei o livro “Os passos de Dom Pedro II em sua visita a Curitiba” de Paulo Roberto Grani. Uma coisa em especial chamou a minha atenção, quando escreveu sobre o paiol que D. Pedro II visitou: “Muitos historiadores de Curitiba citam, equivocadamente, ser o paiol onde hoje está o “Teatro do Paiol”, no entanto, vale lembrar que este último foi construído somente em 1906, …”. ¹
Baseado em algumas fontes escrevi aqui que o atual “Teatro do Paiol” teria sido construído em 1873 (entregue em 1874) ² ³  e que teria sido visitado por D. Pedro II. ² O que não era correto.
Entrei em contato com o Paulo e ele indicou-me um texto que havia publicado em uma rede social ⁴. Com base nessas informações voltei a pesquisar o assunto.

Sim, um “Paiol de Pólvora” foi construído em 1873 e inaugurado 1874⁵ e foi visitado por D. Pedro II em 24 de maio de 1880 ⁶. A questão é: onde ficava esse paiol?

Em 1902 a “commissão do rocio e quadro urbano” da Câmara Municipal examinou o “Projecto n. 16” que concedia ao exército uma área “no lugar Agua Verde, onde se acha edificado o Paiol da Polvora”. Mais adiante, o projeto de lei especifica ainda melhor a localização do tal terreno: “Ao Norte com a rua Ivahy (atual Avenida Getúlio Vargas) de 24 ms.; à Leste com a rua Buenos Ayres sobre 78m,60 de frente; ao Sul com os terrenos de José Hauer com uma extensão de 87 ms., e à Oeste com o lote n. 40 dos terrenos pertencentes aos herdeiros de João Alves dos Santos, na extensão de 72 ms.⁷ Mais ou menos onde hoje fica a Praça Afonso Botelho.
Outra indicação da localização do antigo Paiol de Pólvora é a “Planta de Curityba” de 1894, que marca o local na esquina da Rua Ivahy com a Rua Buenos Ayres.²⁰
Esse paiol continuou funcionando mesmo após o prédio do atual do “Teatro do Paiol” ser construído. Em 15 de outubro de 1914 o jornal “Diário da Tarde”, visitando melhorias que estavam sendo feitas pelo prefeito Cândido de Abreu fala de obras na Rua Ivahy (atual Avenida Getúlio Vargas) e na Rua Buenos Ayres, e menciona a proximidade do paiol de pólvora.⁸

A confusão na informação parece ser entre “Paio de Pólvora” e “Paiol de Inflamáveis”.  O “Paiol de Pólvora” era um depósito de explosivos do exército e o “Paiol de Inflamáveis” era uma coisa da prefeitura.

Em um edital publicado em 1893 no “A República” o secretário da câmara Municipal torna  público o artigo 45 das posturas municipais, que proíbe o armazenamento de grandes porções de pólvora e materiais inflamáveis (querosene, aguarrás, formicida, fósforo) nos estabelecimentos comerciais ou casas particulares. O armazenamento de dinamite era totalmente proibido na cidade. Tudo isso sob pena de multa. “A camara no intuito de providenciar sobre este assumpto estabeleceu um deposito de inflammaveis no edificio situado nos fundos do cemiterio municipal, para onde os negociantes deverão remetter, por enquanto, simplesmente a polvora e a dynamite.” ⁹ Mais tarde é possível constatar que todos os outros inflamáveis eram armazenados lá.

Não sei se desde o início foi assim, mas em 10 de abril de 1902 foi celebrado um contrato com José Ferreira Borges, para o arrendamento do “Depósito de Inflamáveis”, pelo prazo de quatro anos. O arrendatário deveria levar as mercadorias da estação ferroviária para o depósito e fazer as entregas aos comerciantes, na medida da necessidade. Para isso recebia uma taxa de armazenamento (válida por três meses). No caso de cargas maiores entre a estrada de ferro e o depósito, poderia cobrar taxa extras. Enfim, o contrato estabelece uma serie de obrigações e direitos e determinava também os valores a serem cobrados por categoria de produto armazenado.¹⁰

No início de 1907 foi publicado em edital da Câmara Municipal chamando concorrente para a construção de um novo depósito de inflamáveis.¹¹
Em março de 1907 no expediente da câmara uma “mensagem do Prefeito remettendo as plantas que foram apresentada para edificação de um Deposito de Inflammaveis”.¹²
Em julho de 1907 o prefeito encaminhou para a câmara uma cópia do contrato para a edificação do depósito de inflamáveis.¹³ E no mesmo mês a câmara discutiu “o contracto lavrado com Frederico Seegmuller e Augusto Gross para um depósito de inflammaveis.” ¹⁴
 E finalmente em primeiro de novembro de 1907 o jornal “A Notícia” publicou: “Inaugurou-se hoje, o novo deposito de inflamaveis dos srs. Seegmüller & Gross, sito nas proximidades do Prado. Depois de procedida a leitura da autorização legal para o funccionamento do deposito, o sr. Claro Cordeiro, em nome da Prefeitura da Capital, declarou o mesmo inaugurado. Aos convidados foi servido um laudo lunch. Agradecemos a gentilezas que dispensaram ao nosso representante.” ¹⁵
Em ata da seção da câmara de 28 de março de 1908, publicada no “A República”, em que o prefeito faz uma prestação de contas, encontra-se o seguinte, em relação ao depósito de inflamáveis: “Pela lei n. 170 de 23 de abril de 1906, ficou esta Prefeitura autorizada a vender em hasta publica o antigo Deposito de Inflammaveis para construcção de um outro; com então a Camara não dispunha de recursos sufficientes para este fim, foram chamados concorrentes de accordo com o art. 18 das Disposições geraes do orçamento de 1907, tendo sido lavrado o contracto em 18 de Abril do mesmo anno com o sr. Frederico Seegmüller que executou as obras de accordo com a exigencia da Secção Technica, nas immediações do actual Prado de Corridas, ficando assim assegurados os interesses do commercio que de ha muito vinha reclamando esse melhoramento. Em 31 de Outubro de 1907 foi recebido o novo edificio e feito entrega ao contractante, achando se este de posse do mesmo deposito com todos os direitos determinados em seu contracto.” ¹⁶

Ou seja, o prédio do atual “Teatro do Paiol” foi construído e inaugurado em 1907.

Com a cidade crescendo, em 1940 0 jornal “Diário da Tarde” publicou um artigo  com o título “Um perigo publico” e com o subtítulo “Um apelo aflitivo ao SMR Prefeito sobre a situação do depósito de inflamaveis no Prado”. O início do artigo diz: “Ha tempos, em sucessivas reportagens, DIARIO DA TARDE focalizou a inconveniencia do local em que se encontra o Deposito de Inflamaveis da Prefeitura Municipal, no Prado, permeio a um formigueiro de moradores. Pode-se dizer que esse fato mantem a população das redondesas em verdadeiro estado de alarme.” E continuava narrando como a população montava guarda nas “noites dos Santos Fogueteiros”, para evitar a queda de balões no local.¹⁷
No final de 1947 o depósito continuava lá e o “Diário da Tarde” continuava reclamando, pedido a remoção. Informava também que “Ha cerca de um ano a Prefeitura iniciou a construção de um novo depósito na Barreirinha. Porém, por motivos que ignoramos, as obras foram paralisadas …”¹⁸

No final de 1948 “A Divulgação” publicou estar em final de construção um novo prédio (com foto) na Barreirinha destinado a depósito de inflamáveis e que o velho “Paiol da Pólvora” seria desativado.¹⁹
A transferência ocorreu efetivamente durante a gestão (1949-1951) do prefeito Lineu Ferreira do Amaral (1897-1979).²

Dizem que o prédio mostrado nas fotos depois virou arquivo municipal e mais tarde passou ao uso da secretaria de obras e pavimentação. Não verifiquei em detalhes essas informações.

Durante a administração do prefeito Jaime Lerner foi transformado em um teatro, com o projeto da reforma feito pelo arquiteto Abrão Assad. A inauguração do teatro foi no dia 27 de dezembro de 1971. ³

O teatro do Paiol está localizado no Largo Professor Guido Viaro e o prédio é uma Unidade de Interesse de Preservação.
texto alterado em 25 set. 2024

Publicação relacionada:

Referências:

domingo, 9 de junho de 2024

Teatro Barracão Encena

Teatro Barracão Encena
Teatro Barracão Encena
Teatro Barracão Encena

Teatro Barracão Encena, localizado na Rua Treze de Maio.
Além de teatro é também escola, com diversos cursos.

Referência:

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Teatro Cena Hum

Teatro Cena Hum

Teatro Cena Hum é uma escola de teatro (e outras iniciativas na área) localizada na Rua Senador Xavier da Silva.

Referência:

quarta-feira, 19 de julho de 2023

Teatro Mínimo

Teatro Mínimo - tetalhe da porta de entrada
Sobrado na Trajano Reis
Sobrado na Trajano Reis - detalhe platibanda com ornamento de ferro

Teatro Mínimo na Rua Trajano Reis.
Não sei se continua em atividade. Sei que teve apresentações durante o Festival de Teatro de Curitiba no passado.
O sobrado onde está é interessante e com ornamento de ferro.

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Delírio

Casa na Rua Saldanha da Gama com pintura na fachada

Casa na Rua Saldanha da Gama com uma pintura bem legal, diferente.

Influenciado pelos desenhos, imaginei que haveria ali alguma coisa relacionada às artes gráficas. Procurando na rede encontrei que nela está instalada a “Delírio - Geração de Excelência”, um “local de estudo do teatro e espaço para apresentações de espetáculos”. Não consegui localizar a página deles na rede.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Uma casa junto ao Educandário Curitiba

Uma casa junto ao Educandário Curitiba

Uma casa junto ao Educandário Curitiba

Uma casa junto ao Educandário Curitiba - detalhe com ornamento de ferro

Essa casa está junto ao Educandário Curitiba que saiu na publicação de ontem.

Não sei se foi construída na mesma época, nem qual finalidade tinha ou tem atualmente.
Na entrada tem duas placas, uma da AEW-PR Associação Eunice Weaver do Paraná e uma outra onde está escrito “Teatro da Capela”, o que é uma pista.

A casa tem dois belos ornamentos de ferro (aí em não resisto e fotografo).

Depois que divulguei a publicação em uma rede social o Sr. Luiz Zanela escreveu o seguinte comentário: “Essa não era uma simples casa, era a nossa igreja, onde aprendemos catequese e o padre vinha de fora para dar a missa, pois éramos internos no orfanato. Nessa igreja até teatro a gente aprendia. …  como nós não tínhamos acesso ao mundo aqui fora, o frei visitava-nos aos domingos para dar a missa. Nesse orfanato a gente tinha dentistas, enfermarias e a escola era na entrada do orfanato. Após concluir a quarta série, nós estudávamos no Colégio Nossa Senhora da Salete, pois só lá é que tinha o resto da conclusão escolar”

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Educandário Curitiba
A “pedra fundamental” do Pequeno Príncipe Norte

Referência:

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Teatro Enio Carvalho

Prédio do Teatro Enio Carvalho

Prédio do Teatro Enio Carvalho

Teatro Enio Carvalho, na Rua Mateus Leme, 990.

Anteriormente era chamado de Espaço Cultural Falec. Adotou em 2018 o nome de seu criador, o ator, diretor e professor Enio de Carvalho.

Referência:

domingo, 4 de agosto de 2019

Oratório Bach

Oratório Bach no Bosque Alemão
Lateral do Oratório Bach no Bosque Alemão
Perfil do Oratório Bach no Bosque Alemão
Oratório Bach no Bosque Alemão
Oratório Bach - detalhe
Cachoeira no Córrego da Serraria com o Oratório Bach ao fundo

A placa fixada no prédio – que fica no Bosque Alemão – informa:

“Oratório Bach

Homenagem da Cidade de Curitiba
a Johann Sebastian Bach, compositor
imortal, glória do barroco alemão
e da Música Universal, nascido em
Eisenach, a 21 de março de 1685,
falecido em Leipzig a 28 de julho de 1750.
Destinado a espetáculos de música
clássica, o Oratório ocupa antigo
Templo de confissão evangélica
derivada da Reforma.
A edificação de 1933, foi transferida,
em 1996, da avenida Silva Jardim para
este local por determinação
prefeito Rafael Greca.”

No livro “Curitiba Luz dos Pinhais”, Rafael Greca conta a seguinte história:

“No dia em que me disseram, dentro da Prefeitura, que não havia dinheiro para construir em madeira um Oratório Musical dedicado a Bach, a Divina Providência agiu: na tarde daquele mesmo dia, veio à audiência pública no Palácio 29 de Março o pastor da Comunidade Evangélica da avenida Silva Jardim, pedindo para demolir seu antigo templo de madeira que, por arcaico, seria substituído por moderno espaço em alvenaria de tijolos. Ganhei de presente o Oratório antigo, hoje lá colocado, dedicado à memória de Johann Sebastian Bach (1685-1750), o músico angélico. A única coisa que não consegui foi lá instalar um imenso órgão, que sonhava ver construído por Ricardo Hermann, organista, fabricante de órgãos e experiente luthier.”

O antigo templo em estilo gótico é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Na parte inferior da edificação tem uma casa de chás, onde as tortas alemãs são a especialidade.

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Casa da Bruxa
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”

Referência:

quinta-feira, 9 de maio de 2019

A fachada principal do Teatro Guaíra

A fachada principal do Teatro Guaíra

Fachada principal do Teatro Guaíra, voltada para a Rua Conselheiro Laurindo, frente para a Praça Santos Andrade.

O prédio, projetado por Rubens Meister (1922-2009) é tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é uma Unidade de Interesse de Preservação.

O painel na fachada com o título de é de autoria de “Evolução das Artes Cênicas” é de Poty Lazzarotto (1924-1998) e também é tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

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domingo, 5 de maio de 2019

Cine Passeio - ficou bonito

Cine Passeio - ficou bonito

Prédio do Cine Passeio à noite

O Cine Passeio, inaugurado em 27 de março de 2019, ficou muito bonito. Especialmente à noite.

Localizado na Rua Riachuelo, 410 (esquina com a Rua Presidente Carlos Cavalcanti) o Cine Passeio é ligado à Fundação Cultural de Curitiba.

O prédio conta com espaço para formação audiovisual, uma sala multiuso com 110 lugares e espaço para projeção de filmes e sala para vídeo sob demanda. Espaço para trabalho compartilhado para atender micro e pequenos empreendedores. Duas salas de cinema (Sala Ritz e Sala Luz), ambas com 90 lugares, cafeteria. No terraço tem uma área para eventos e um cinema a céu aberto.

Considerando o clima de Curitiba, o cinema ao ar livre está parecendo-me mais um daqueles sonhos curitibanos. A conferir. De qualquer maneira, vai ser divertido. Ainda não assisti um filme lá, mas pretendo.

O prédio é uma Unidade de Interesse de Preservação.

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Referência:

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Edifício Heloisa Carneiro

Edifício Heloísa, na Avenida Luiz Xavier.

O Edifício Heloísa, na Avenida Luiz Xavier, foi originalmente construído por David Carneiro (1904-1990) em 1941 e tinha uma cobertura duplex (possivelmente a primeira de Curitiba) onde o senhor David Carneiro residiu até 1949, quando construiu uma casa na Rua Brigadeiro Franco
O projeto e a supervisão da construção foi feito pelo arquiteto carioca Lucas Meurhofer (1902-1982).

Edifício Heloisa em 1941: Foto: Domingos Foggiato
O nome do edifício era uma homenagem do Sr. David a sua primeira filha, que faleceu muito jovem.

No térreo abrigou o Cine Ópera, que funcionou até janeiro de 1979 e a confeitaria da Sra. Elsa, famosa pela qualidade dos doces.

Recentemente o edifício – que atualmente abriga uma escola – passou por uma reforma e recebeu uma nova fachada em vidro. Quem projetou a reforma foi muito feliz ao deixar as curvas do edifício original, do contrária acabaria sendo mais um caixote de vidro.

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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Centro de Convenções de Curitiba

Centro de Convenções de Curitiba na Rua Barão do Rio Branco, 370

Centro de Convenções de Curitiba na Rua Barão do Rio Branco, 370

Centro de Convenções de Curitiba na Rua Barão do Rio Branco, 370

Centro de Convenções de Curitiba na Rua Barão do Rio Branco, 370

O Centro de Convenções de Curitiba está localizado na Rua Barão do Rio Branco, 370.
Trata-se da reforma e modernização do edifício do antigo Cine Teatro Vitória, o “último dos grandes cinemas a ser construído em Curitiba”.
Um belo edifício moderno, que contrasta com as demais edificações, em uma das ruas mais antigas e tradicionais da cidade.

O CCC é (ou era) de responsabilidade da Secretaria do Esporte e do Turismo do Estado do Paraná. No início de 2016 o jornal “Gazeta do Povo” publicou uma notícia informando que seria fechado e colocado à venda. Depois disso não ouvi mais notícias e não sei se está fechado (sempre que passo lá, parece estar) e se foi realmente vendido.

Em uma das fotos podemos ver, refletido nos vidros, o Palácio da Liberdade.

Referência:

sábado, 10 de março de 2018

Conselheiro Laurindo 280

Edifício da Caixa Econômica Federal na Rua Conselheiro Laurindo 280

Edifício da Caixa Econômica Federal na Rua Conselheiro Laurindo 280

Localizado na Rua Conselheiro Laurindo, 280 este edifício já foi a sede regional do Banco Nacional da Habitação - BNH. Em 1986 o banco foi incorporado pela Caixa Econômica Federal, que ocupa o prédio atualmente.

O projeto em estilo moderno é interessante, com a grande superfície em vidro servindo como um grande espelho. Não consegui, ainda, descobrir quem projetou e nem quando foi construído (imagino que no início dos anos 1970)

A parte inferior do edifício abriga o espaço Caixa Cultura, com galeria de artes, teatro e museu.