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domingo, 22 de setembro de 2019

A Ucrânia não morrerá jamais


Apresentação de grupo folclórico ucraniano no Clube Poltava em Curtiba



Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Grupo folclórico ucraniano

Grupo de dança ucraniana

Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Três jovens senhoras com trajes típicos ucranianos


“A Ucrânia não morrerá jamais. Enquanto houver no mundo um grupo jovem que dance suas danças típicas, cante suas canções folclóricas e cultive as suas tradições como uma chama sagrada. Os valores Ucranianos hão de passar de uma geração para outra até o fim dos séculos”

Helena Kolody (1912-2004)

Publicação relacionada:
Poltavskyi Yarmarok - Feira de Poltava

sábado, 21 de setembro de 2019

Poltavskyi Yarmarok - Feira de Poltava

Fachado do Clube Poltava

Meninas com trajes típicos da entrada do Clube Poltava

Poltavskyi Yarmarok - Feira de Poltava

Jovem com roupa típica ucraniana

Palco do Clube Poltava em Curitiba

Meninas com trajes típicos da Ucrânia

Trajes típicos da Ucrânia

Homem com traje típico ucraniano no palco do Clube Poltava

Apresentação de grupo de danças ucranianas no palco do Clube Poltava

Pessoas, algumas com trajes típico, na arquibancada do Clube Poltava

No último dia de agosto (31), um sábado, estive na Feira de Poltava (Poltavskyi Yarmarok), promovida pela comunidade ucraniana de Curitiba.

O evento realizado no Clube Poltava, na Rua Pará, tinha barracas de comidas típicas, uma feira eslava com diversos produtos artesanais, uma exposição de roupas típicas de diversas regiões da Ucrânia e apresentações de grupos folclóricos no palco do clube.

Poltava é o nome de uma cidade na Ucrânia.

Cheguei para o almoço e comi vareneke e holubtsi.
Vareneke (ou seria vareniki?) um pastelzinho cozido recheado com batata e requeijão, uma espécie de versão ucraniana do pirogue dos poloneses, ou do tortei dos italianos.
Holubtsi um charutinho de folha de repolho com recheio de arroz e trigo sarraceno.

Estava uma delícia e, satisfeito, fiquei algumas horas assistindo a apresentação de grupos folclóricos de diversas cidades do Paraná.

Muito interessante também os lindos bordados, não só nas roupas dos participantes dos grupos folclóricos ou na exposição de trajes típicos, que mostrava as variações nos bordados de diversas regiões da Ucrânia; mas também na roupa de muitos dos visitantes.

“Há 125 anos, os primeiros imigrantes chegaram ao Paraná buscando uma nova vida. Hoje a comunidade ucraniana no Brasil ultrapassa 500 mil pessoas. Destas, mais de 400 mil estão no Paraná. Em Curitiba eles são cerca de 55 mil.”

Gostei muito da festa e já anotei, quando tiver outra edição tentarei ir.

Publicação relacionada:
A Ucrânia não morrerá jamais

Referência:

domingo, 8 de julho de 2018

Festa Julina na Igreja Ortodoxa São Jorge

Festa Julina na Igreja Ortodoxa São Jorge
Festa Julina na Igreja Ortodoxa São Jorge

Festa Julina na Igreja Ortodoxa São Jorge

Festa Julina na Igreja Ortodoxa São Jorge

Festa Julina na Igreja Ortodoxa São Jorge

Quando eu e minha esposa saímos para caminhar pela cidade (e aí eu aproveito e faço as fotos para o blog) normalmente escolhemos uma região da cidade, fazemos uma lista mental doque queremos ver, saímos de carro e estacionamos em algum ponto qualquer próximo e saímos caminhando.
Nada rígido. A coisa é bem flexível e vai sendo alterada conforme o que vamos encontrando pelo caminho.

Ontem (7), como já saímos tarde (depois do almoço), a ideia era caminhar na região da Praça 29 de Março e aproveitar para fotografar a Igreja Ortodoxa de São Jorge, uma Unidade de Interesse de Preservação. Antes mesmo de estacionar percebemos que havia algum tipo de festa na igreja.

Depois de caminharmos por umas duas horas, decidimos ir ver o que exatamente estava rolando na igreja. Era uma festa julina.

Já fazia algum tempo que não ia em uma festa de igreja e tinha esquecido do quanto podem ser divertidas. Estava tudo muito bom, a comida (shawarma, falbel, esfiha, quibe, entre outras) e deliciosos doces árabes. Música árabe com o pessoal dançando entre as mesas. Tudo muito divertido e passamos momentos bem agradáveis.

Tem festa hoje também, a partir das 12 horas (até às 21 h). Um bom programa. A igreja fica na Rua Brigadeiro Franco, 375.