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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Museu Planeta Água

Museu Planeta Água - interior
Museu Planeta Água - placa comemorativa
Museu Planeta Água - entrada

Museu Planeta Água, localizado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, 1760. Ocupa parte do prédio da antiga estação de tratamento de água do Tarumã (que é uma Unidade de Interesse de Preservação).

O museu é bem interativo e com muitas informações interessantes e úteis. Notei que a criançada estava divertindo-se também, coisa não muito comum em museus.

Em uma placa está escrito:

“museu
PLANETA ÁGUA

CARLOS MASSA RATINHO JUNIOR
Governador do Estado do Paraná

RAFAEL GRECA DE MACEDO
Prefeito da Cidade de Curitiba

JOSÉ RENATO DOMINGUES
Vice-Presidente Corporativo da CTG Brasil

Inauguram, juntamente com convidados e Egeo (Associação Brasileira do Conhecimento),
o Museu Planeta Água, um marco notável para a nossa sociedade.

Curitiba, 29 de Junho de 2022.”

Segundo o site deles, está aberto de terça a sábado, das 10 às 17h (última entrada às 16 h).

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Referência:

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Onça e Tartaruga

“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin.
“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin.
“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin.

“Onça e Tartaruga”, escultura de João Turin, na frente do “Memorial Paranista”, no Parque São Lourenço.
O conjunto da obra de João Turin é Patrimônio Cultural do Paraná.

Referências:

quarta-feira, 16 de julho de 2025

A sombra do olho

A sombra do olho

A partir do vão livre do  Museu Oscar Niemeyer - MON, a sombra do “Olho” no muro de arrimo junto a Rua Marechal Hermes.

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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Bancos Indígenas do Brasil

Exposição “Bancos Indígenas do Brasil” - entrada
Exposição “Bancos Indígenas do Brasil” - vista parcial do interior

Está em cartaz no MON - Museu Oscar Niemeyer a exposição “Bancos Indígenas do Brasil”, com o trabalho de diversas tribos brasileiras. Todos muito bonitos, vale uma visita. Aliás, uma ida ao MON é sempre interessante.
A exposição vai até 30 de outubro.

Referência:

terça-feira, 26 de abril de 2022

África - Expressões Artísticas de um Continente

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Muito boa a exposição “África - Expressões Artísticas de um Continente” na sala 4 do Museu Oscar Niemeyer - MON e que, segundo o site, estará montada até o último dia deste ano.
Trata-se de uma parte dos objetos de arte africana reunidos por Ivani e Jorge Yunes.
A coleção que o MON recebeu em doação é formada por aproximadamente 1.700 objetos; o que significa que temos ainda muita coisa para ver, como é o caso das peças asiáticas da Coleção Fausto Godoy, também recebida em doação

Os objetos expostos, provenientes de diversas partes da África, são todos muito bonitos e merecem um olhar detalhado, com calma.

Mas isso não impede que eu tenha algumas críticas a exposição em si, independente da beleza dos objetos.
A primeira, logo na entrada do museu. E o folheto da exposição, onde está? Ah! No lugar deles agora tem um painel com QR Codes. Pelo jeito o MON também aderiu a essa moda. Eu prefiro os folhetos, que posso levar para casa, guardar em uma estante de livros e consultar quando quiser.
Depois não gostei da iluminação da amostra. Sim, entendo essa questão do destaque da luz em um objeto em uma sala escura e no efeito que ela pode ter em destacar relevos e texturas. Mas o ambiente está muito escuro e considerando que os objetos no geral também são escuros, fica difícil de ver os detalhes.
Depois as plaquinhas de identificação dos objetos. Sem contar que as vezes foi difícil encontrá-la, a informação é pouca (tipo do objeto, material, local). Talvez eu estivesse influenciado por ter lido naqueles dias um livro sobre a África, onde fiquei sabendo de tambores usados para comunicação, para toques fúnebres e outros na festa da colheita. E aquelas portas entalhadas muito lindas? São em todas as casas da aldeia? Só na do chefe? E aquele desenho tem algum significado?
Enfim, opiniões pessoais, que não invalidam a beleza dos objetos.

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O interior do “Olho”  

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Espaço Energia - Museu Copel

Espaço Energia - Museu Copel - vista da fachada
Espaço Energia - Museu Copel - vista de perfil
Espaço Energia - Museu Copel - vista de perfil
Espaço Energia - Museu Copel - detalhe da platibanda

Espaço Energia - Museu Copel, localizado na Rua Desembargador Motta, 2347.
O Museu da Energia foi criado em 1984, ano em que a Copel completava 30 anos. Era instalado em outro local e foi transferido para o imóvel atual em 1997. A casa é do final do século XIX e já era propriedade da Copel desde 1958. Passou por reformas entre 2016 e 2018.
A casa é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Referência:

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

agora que você chegou até aqui

No fundo a obra de Juliana Stein “agora que você chegou até aqui” (2017).

Você pode visitar virtualmente a exposição da artista “não está claro até que a noite caia”, realizada no MON entre 25 de fevereiro e 30 de setembro de 2017, nesta conexão.

“Juliana Stein 

nasceu em Passo Fundo (RS), formou-se em Psicologia pela UFPR em 1992, viveu por dois anos em Firenze e Veneza (onde estudou história da arte, técnica em aquarela e desenho) e trabalha com fotografia desde o final dos anos 1990. Com uma obra amplamente reconhecida no Brasil e no exterior, participou da 55ª Bienal Internacional de Veneza, da 29ª Bienal de São Paulo e expôs na Crone Gallery em Berlim, na ShangART Gallery em Xangai e no Carreau du Temple, em Paris.”

Foto tirada na sala 3 do Museu Oscar Niemeyer - MON em julho de 2019. Acho que o MON adquiriu a obra, uma vez que estava no museu bem depois da exposição da artista terminar.

Referência:

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Espiando

Espiando as pessoas através de uma obra do artista plástico chinês Ai Weiwei

Espiando as pessoas através de uma obra do artista plástico chinês Ai Weiwei

Espiando as pessoas através de uma obra do artista plástico chinês Ai Weiwei durante exposição “AI WEIWEI - RAIZ”, realizada no Museu Oscar Niemeyer - MON em 2019.

Sabe quando você não anota na hora? Pois foi o que aconteceu e agora não lembro o nome da obra.

sábado, 9 de maio de 2020

Duas das “Sete Raízes”

Obra do artista plástico chinês Ai Weiwei feita com raízes e troncos
Obra do artista plástico chinês Ai Weiwei feita com raízes e troncos

Pelo andar da carruagem por um bom tempo não poderemos frequentar os museus. Enquanto isso algumas fotos de exposições passadas

Nas fotos obras do artista plástico chinês Ai Weiwei na exposição “AI WEIWEI - RAIZ”, realizada no Museu Oscar Niemeyer - MON em 2019..

Na placa sobre as obras estava escrito o seguinte:

“SETE RAÍZES
2018
Madeira
Dimensões variáveis 
Ai Weiwei queria criar obras que unissem os contextos culturais chineses e brasileiros. As árvores eram de seu particular interesse na pesquisa no Brasil. 
Em um estúdio de artista em Troncoso, na Bahia, ele descobriu as raízes e troncos nativos que seriam usados para compor Sete Raízes. As partes das árvores eram remanescentes de desmatamentos e de causas naturais. 
Ai. Weiwei dirigiu uma equipe de artesãos chineses e brasileiros na criação deste trabalho, e cada uma das novas obras reúne duas ou três raízes diferentes. A técnica de carpintaria chinesa usada para montar as Sete Raízes remete ao trabalho anterior do artista, Árvore (2009), no qual partes distintas de árvores derrubadas foram unidas para criar formas inteiramente originais. 
Sete Raízes exemplifica a importância do ready-made na prática de Ai Weiwei, que certa vez disse: “Meu trabalho é sempre ready-made. Pode ser cultural, político ou social, e também pode ser arte – fazer com que as pessoas repitam o que fizemos, sua posição original, para criar novas possibilidades. Quero sempre que as pessoas fiquem confusas, chocadas ou percebam algo mais tarde”. 
Cada uma das sete raízes tem um nome diferente: Força, Palácio, Mosca, Sr. Pintura, Festa, Martin e Nível. As últimas duas integram esta mostra.”

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A história nos ensina …
Bicicletas Forever

domingo, 3 de maio de 2020

A história nos ensina …


“A história nos ensina que no início das maiores tragédias havia ignorância.”

“A história nos ensina que no
início das maiores tragédias
havia ignorância.”

“History teaches us that at the beginning
of the greatest tragedies was ignorance.”

Frase do artista plástico chinês Ai Weiwei na exposição “AI WEIWEI - RAIZ”, realizada no Museu Oscar Niemeyer - MON em 2019.

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sexta-feira, 6 de março de 2020

Sem título/Untitled

Instalação na exposição “Mestre de Obras”, do artista Ivens Machado

Sem título
Untitled

2002

rede de náilon, cordas de náilon,
ganchos de ferro e entulho
nylon netting, nylon ropes,
iron hooks and ruble

Coleção/Collection
Acervo Ivens Machado

Fotografado na exposição “Mestre de Obras”, do artista Ivens Machado, no Museu Oscar Niemeyer em julho de 2019.
Fiquei pensando sobre as casas que fotografo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Um painel no Portão Cultural

Um painel no Portão Cultural

Fotografei esse painel localizado na entrada do “Portão Cultural” voltada para a Avenida República Argentina em 2018.
Naquela ocasião e em outras que estive lá, tentei descobrir quem seria o autor dele e o título da obra. Mas as pessoas a quem perguntei não souberam informar.
Tenho minhas desconfianças de quem é o autor, mas nunca consegui confirmar.
Decidi publicar a foto no blog mesmo assim. Quem sabe aparece alguém com a informação.

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Portão Cultural

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Obelisco de Tutmés III

Replica do Obelisco de Tutmés III em Curitiba

No Bosque Rosacruz, na Rua Nicarágua, ao final da Alameda da Esfinges existe um obelisco.

No site da Ordem Rosacruz, eles descrevem assim o objeto:

“O obelisco é uma réplica da famosa peça egípcia datada de 2433 a.C., originalmente erguida em Heliópolis, no Egito. O obelisco é o único do gênero na cidade de Curitiba. Para os antigos egípcios, era símbolo do deus-sol Ra. Geralmente era disposto nos templos, sempre aos pares, na frente de um pilone (fachada do templo), e servia magicamente para protegê-lo. Nas suas laterais, as inscrições hieroglíficas traziam o título do faraó que havia ordenado sua construção, a divindade a que se dedicava e o acontecimento que motivou a sua edificação. O topo, em forma piramidal, era muitas vezes revestido de uma liga de ouro e prata chamada electrum, que brilhava quando os raios solares a tocavam. Como o sol era eterno, os obeliscos simbolizavam estabilidade e permanência.”

Lembrando que a cidade tem pelo menos um outro obelisco, o da Praça 19 de Dezembro.

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Referência:

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Portal de residência ou madrassa

Portal de residência ou madrassa

Portal de residência ou madrassa - detalhes

“Portal de residência ou madrassa
(escola corânica), região do Punjab, Paquistão, séc. XVIII-XIX
madeira Sheesham (Dalbergia sissoo) entalhada”

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON.

A exposição “Ásia: a terra, os homens, os deuses” é uma de longa duração e não sei dizer até quando estará montada. Se ainda não a viu, e gosta de arte, vale uma visita ao museu.

A coleção doada pelo Sr. Fausto Godoy é bem grande. Imagino que depois farão uma nova exposição com outras peças. Estou curioso para ver mais. Gostei muito do que foi mostrado até agora.

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Referência:

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI . entrada principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - vista lateral

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - fachada principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - animais empalhados

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - caixa com borboletas

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - corredor principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - gralha azul taxidermizada

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - diorama com lobo-guará, arara, tatú e outros animais

O Museu de História Natural Capão da Imbuia está localizado na esquina da Rua Professor Nivaldo Braga com a Rua Professor Benedito Conceição, junto ao Bosque do Capão da Imbuia.

A parte visível do museu é muito interessante, constituída principalmente por uma série de dioramas  onde são apresentados animais taxidermizados, agrupados por ecossistemas.

No parágrafo acima escrevi “a parte visível” do museu, isso porque ele é antes de tudo uma importante instituição científica dedicada à pesquisas, com um acervo bem maior que aquele exposto ao público. “É referência nacional da área de pesquisa zoológica, abrigando coleções científicas representativas da fauna original do estado, sendo base de consulta e pesquisa por interessados do Brasil e do mundo”

As instalações do MHNCI são modestas em relação a importância e abrangência do assunto e, sem dúvida, merece um novo prédio, maior que o atual.

Felizmente a imprensa tem noticiado que construirão um novo prédio para abrigar o museu, junto ao Jardim Botânico, fazendo frente para a Linha Verde. Além disso parece que o acervo será engrandecido por coleções de biologia, arqueologia e paleontologia da Universidade Federal do Paraná.

Mas não fique esperando pelo novo prédio. Mesmo nas instalações atuais, sem qualquer dúvida, o museu vale uma visita. Estive lá com o meu neto e ele gostou tanto que tive que percorrê-lo duas vezes. O que foi interessante, uma vez que na segunda volta pude observar alguns detalhes que escaparam na primeira vez.

Tanto o bosque onde o museu está localizado, como as suas coleções, são bens tombados pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Referências:

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Oxidação

Obra sob guarda do MON, apreendida na Operação Lava Jato

“JOSÉ BECHARA
sem título, c. 2013
oxidação de aço de emulsão
cúprica sobre lona
steel oxidation and copper
emulsion on canvas 
186x252 cm 
obra sob guarda do MON,
apreendida na Operação Lava Jato
work under custody of MON,
confiscated by the “Lava Jato” Operation”
Obra em exposição no Museu Oscar Niemeyer - MON.

domingo, 13 de outubro de 2019

César Augusto

estátua de César Augusto

estátua de César Augusto

Essa estátua de César Augusto está no bosque existente ao lado dos prédios da Ordem Rosacruz, na Rua Nicarágua.

Na placa colocada na base da estátua está escrito o seguinte:

“Fundador do Império Romano, César Augusto nasceu em 63 a.C. Batizado como Otávio, foi por um dos seus principais títulos – o de Augusto – que ficou conhecido pela História. Era sobrinho neto de Júlio César e, após a morte deste, foi nomeado seu herdeiro. Em fase disto, em 42 a.C. passou a integrar o Segundo Triunvirato romano, na companhia dos generais Lépido e Marco Antonio.
Este foi um período marcado por conspirações e desacordos entre os triúnviros. Lépido foi acusado de traidor e, como consequência, a extensão territorial romana foi dividida entre Otávio (futuro César Augusto) – que se tornou responsável pela área ocidental do Império Romano – e Marco Antônio, que se tornou protetor do lado oriental. 
Marco Antônio, ao dirigir-se para a região oriental, buscou o apoio da rainha egípcia Cleópatra VII, unindo-se a ela. Doações de possessões romanas para a rainha e para os dois filhos que tiveram levaram Otávio (assim chamado até tornar-se Imperador de Roma), com o apoio do Senado romano, a declara guerra ao protetor da parte oriental do Império, vencendo-o em 31 a.C. na Batalha de Ácio. Com a derrota de Marco Antônio e Cleópatra, o Egito tornou-se um domínio de Roma e Otávio foi aclamado libertador da República Romana. Para a população egípcia, apresentou-se como um sucessor dos faraós, tornou o Egito seu território privado e passou a nomear também o governante da região. 
Otávio reorganizou a política romana, trazendo estabilidade e afastando a tirania e o caos que caracterizaram o período anterior. Em 27 a.C. foi declarado Imperator de Roma com o título de “Augusto”, tornando-se assim Supremo Patrono do Senado, do povo romano e da população de todas as regiões conquistadas. Seu período é caracterizado pela Pax Romana, pois foi responsável por trazer paz para o Império e suas fronteiras, além de organizar um programa de reconstrução da cidade de Roma e realizar uma reforma social. Em 12 a.C. também assumiu a função de Sumo Pontífice (cargo semelhante ao de Papa na Igreja Católica), reafirmando a religião romana. 
Ao longo de 41 anos de governo, estabeleceu os parâmetros pelos quais Roma seria lembrada e incentivou a produção artística e literária que concorreu para a reafirmação da grandeza dos romanos entre as populações da Antiguidade.
Otávio morreu em 19 de agosto de 14 d.C. e seu filho adotivo, Tíbério, deu continuidade ao seu legado. 
Esta estátua é uma réplica do “Augusto de Prima Porta” que está no Museu do Vaticano e que foi encontrada em 1863 na ruínas da Villa Ad Gallinas Albas, nas proximidades de Roma, para onde a esposa de Augusto, Lívia, retirou-se após a morte do marido. É uma estátua póstuma de Augusto e foi encomendada por Tibério, seu filho adotivo, em 15 d.C. A original é uma réplica de outra escultura do Imperador, realizada após a conquista e a pacificação da Hispânia e da Gália. Ele está vestido com a gala militar, e o fato de estar descalço – como os deuses eram representados – afirma a posição divina do imperador. As cenas presentes em sua armadura descrevem a vitória romana sobre os Partos, detalhe que possivelmente foi solicitado por Tibério. Esta estátua de César Augusto personifica seu poder e sua autoridade, já que está na posição de um general que se dirige ao povo ao realizar o discurso da vitória. 
Esta réplica da estátua de César Augusto, autorizada pelo Vaticano, foi um presente que o Imperator Emérito, Ralph Maxwell Lewis F. R. C. (1904-1987), então Supremo Secretário, ofereceu ao seu pai, Dr. Harvey Spencer Lewis F. R. C., em 1937. A homenagem se deu em reconhecimento ao excepcional trabalho desenvolvido por ele como líder na gestão da AMORC desde sua implantação em 1915 até aquela data (1937).”

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Ordem Rosacruz
Museu Egípcio e Rosacruz

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Quando o gesto virou poesia

Mulher e menina vendo obra de arte no museu

obra de arte feita com crochê e fotografias em esposição no museu

“ELIANA BRASIL

Quando o gesto virou poesia, 2019
When the gesture becomes poetry, 2019

Fotografias bordadas sobre crochê
Photo embroidered on crochet”

Em exposição no Museu Oscar Niemeyer - MON