segunda-feira, 18 de maio de 2026
Sete de Setembro x Ubaldino do Amaral
quinta-feira, 8 de maio de 2025
Mão inglesa
sexta-feira, 18 de abril de 2025
Um trecho da João Gualberto
segunda-feira, 31 de março de 2025
Um trecho da Paraná
Um trecho da Avenida Paraná, a partir de um edifício quase na Rua Estado Unidos. Lá atrás do ônibus, onde passam os trilhos da ferrovia, ficam os imites dos bairros Boa Vista, Bacacheri e Cabral.
Um dia desses, vendo algumas fotos antigas da cidade, deparei-me com a de uma rua onde costumo passar. Foi interessante observar a transformação, com somente umas poucas edificações daquela época. Chamou a atenção também crianças brincando no meio da rua, coisa que seria impossível hoje.
Pensei também que devo tirar mais fotos assim: panoramas gerais das ruas da cidade.
Quem mora já algum tempo na cidade nota as transformações pelas quais a cidade vai passando. A Avenida Paraná, por exemplo, lentamente está virando uma espécie de canyon, cujos limites são altos edifícios.
sexta-feira, 4 de outubro de 2024
Polo Gastronômico da Alameda Prudente de Moraes
segunda-feira, 15 de janeiro de 2024
Uma vista da Manoel Ribas
quarta-feira, 1 de junho de 2022
A coleta do lixo reciclável
terça-feira, 1 de junho de 2021
O calçamento na Rua David Carneiro
David Carneiro
“David Antônio da Silva Carneiro, historiador, nasceu em Curitiba (PR) em 29 de março de 1904 e faleceu na mesma cidade a 4 de agosto de 1990. Realizou estudos no Colégio militar de Barbacena (MG) (1918) e no Colégio Militar do Rio de Janeiro (1919-1922). Diplomou-se em Engenharia em 1927 pela Universidade Federal do Paraná. Organizou e manteve o Museu David Carneiro com grande acervo de interesse para a História do Brasil e do Paraná, principalmente sobre a Revolução Federalista. Autor de diversos livros e artigos da História do Paraná. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico e Etnográfico Paranaense. Em 1987 foi agraciado com o título de Vulto Emérito de Curitiba.”
sábado, 19 de dezembro de 2020
SE-PA-RE
Pessoal da coleta de lixo reciclável que aqui em Curitiba, em função de campanhas de incentivo à população para fazer a separação, conhecemos como lixo que não é lixo.
Essa turma também trabalha duro, subindo e descendo do caminhão muitas vezes. Mais um daqueles serviços que torna a vida na urbe mais agradável.
terça-feira, 3 de março de 2020
Ruas pavimentadas com paralelepípedos
Quando o asfalto chegou em Curitiba em 1926 foi recebido como um sinal de progresso e modernidade, o que sem dúvidas era.
Depois disso as ruas pavimentadas com paralelepípedos de pedra foram sumindo, restando apenas algumas, como é o caso de um bom pedaço da Rua Paula Gomes, onde a foto foi tirada.
A pavimentação de ruas com paralelepípedos apresenta vantagens (maior absorção da água da chuva, por exemplo) e desvantagens.
Não sei se não seria o caso de usá-lo mais em locais com baixa densidade de tráfego. Coisa para ser estudada. Apesar que as pessoas provavelmente prefeririam asfalto na frente das suas casas.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
100 mil árvores
Em 20 de setembro passado (véspera do dia da árvore) a prefeitura “lançou o Desafio 100 mil Árvores, que tem o objetivo de incentivar o plantio desta quantidade de mudas na cidade no período de um ano.”
Depois disso tenho acompanhado as notícias, com a participação de diversos segmentos da população no desafio.
O programa é importante e espero que o próximo prefeito que for eleito – seja lá quem ele for – continue com o desafio, com novas metas, como um programa da cidade. Será que ter como objetivo plantar uma árvore para cada habitante da cidade seria demais?
Em um final de tarde, passando pela Avenida João Gualberto, parei para fotografar alguns ipês que foram plantados. A árvore número 30 mil foi plantada em frente à Capela Nossa Senhora da Glória. Serão plantado 1,5 mil mudas de ipês (amarelo, branco e roxo) ao longo do corredor do expresso formado pelas Avenidas João Gualberto e Paraná.
As pessoas e as organizações podem participar, mais informações no site https://www.100milarvores.com.br
Referências:
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
Rua Paula Gomes
Antes de começar essas minhas andanças a pé pela cidade, nunca havia reparado muito na Rua Paula Gomes.
Revestida com paralelepípedos em quase toda a sua extensão ela é uma espécie de viagem no tempo, começando com casas do final do século 19 subindo em direção a colina das Mercês com casas de meados do século XX.
Naturalmente que a coisa não é tão linear assim, afinal as cidades são entidades dinâmicas, mas no geral essa é a sensação. Algumas das casas são bem bonitas.
Paula Gomes
“Francisco de Paula e Silva Gomes nasceu em 4 de fevereiro de 1802, é considerado um dos grandes batalhadores pela elevação do Paraná à categoria de Província, foi assassinado por um desconhecido em 9 de abril de 1857 aos 55 anos.” (1)
“… foi próspero tropeiro. Financiava a propaganda da Emancipação Política do Paraná e custeava viagens políticas à Corte para lograr seu intento. Morreu feliz quatro anos depois da instalação da Província e da proclamação da cidade de Curitiba como capital do Paraná. A boa surpresa é saber Paula Gomes hábil não só em tocar rabeca, como em ensinar a arte musicial a seu filho Generoso.” (2)
Publicações relacionadas:
Paula Gomes 123
A casa de Augusto Stresser
Paula Gomes x Mateus Leme
D.P. 1899
Centro de Educação Profissional Dr. Celso Charuri
Unidade de Interesse de Preservação na Paula Gomes 296
Paula Gomes 306
Uma UIP mais ou menos abandonada pela prefeitura
Paula Gomes 375
Casa na Paula Gomes 405
Trajano Reis 282
Trajano Reis 311/315
Barra de azulejos
Paula Gomes 495
Na Paula Gomes
Paula Gomes 536
Internato Menino Jesus
Casa na Paula Gomes e o grafite
Madeira e alvenaria na Paula Gomes
Outra casa na Paula Gomes (com ornamento de ferro)
Mais uma das casas na Paula Gomes
Paula Gomes 837
Outra casa na Paula Gomes
Azulejos na fachada
Ornamento de ferro na Paula Gomes
Casa de Acolhida São José
Referências:
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Sábado à tarde
Sábado, friozinho, céu encoberto, garoa forte (ou seria chuva fraca?).
Em um primeiro momento pensei de usar como título “Curitiba sendo Curitiba”. Mas este está muito manjado. O título da postagem acaba sendo o mais difícil na hora da publicação.
Acabei pensando na velha “Tribuna do Paraná”. Não comprava ela com frequência, naquela época era dedicada principalmente ao futebol e notícias policiais. Mas nunca deixava de ler a manchete principal quando passava por uma banca, no geral muito bem escrita e muitas vezes com trocadilhos geniais. Hoje em dia, a “Tribuna” mudou, e banca, caso eu queira comprar algo impresso, tenho que pegar o carro para ir até a mais próxima.
sábado, 4 de maio de 2019
Na XV, sábado, final de tarde
Um final de sábado, nublado, na Rua XV de Novembro. Quase chegando na Avenida Luiz Xavier.
A paisagem urbana desde a Praça Osório até a Praça Santos Andrade é Patrimônio Cultural do Paraná.
sexta-feira, 12 de abril de 2019
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Feliz 2019
Para atingir o objetivo o caminho tem que ser percorrido.
Aprecie e aproveite a jornada.
Na foto um trecho bem arborizado da Rua Manoel de Souza Dias Negrão.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
João Gualberto Gomes de Sá Filho
Foto de um trecho da Av. João Gualberto, rua que já apareceu diversas vezes aqui no blog, uma vez que tem dezessete Unidade de Interesse de Preservação, sendo que quatro são também tombadas pelo Patrimônio Cultural do Paraná.
Antigamente a rua era o Boulevard Dois de Julho e o trecho inicial era o local de residências importantes, algumas existentes até hoje.
João Gualberto
“João Gualberto Gomes de Sá Filho nasceu em Recife (PE) em 11 de outubro de 1874 e faleceu em Irani (PR) em 22 de outubro de 1912. Estudou na Escola Militar do Rio de Janeiro, formando-se m Engenharia Militar, Ciências Físicas e Matemática. Transferido para o Paraná participou dos trabalhos de implantação da linha telegráfica Curitiba - Foz do Iguaçu. Foi organizador do Tiro de Guerra Rio Branco de Curitiba. Foi morto na Batalha do Irani, em confronto com os seguidores do monge José Maria. Na ocasião era Comandante da Força Pública do Paraná.”
Conexões
A partir do nome de uma rua é possível fazermos muitas conexões. Quem foi a pessoa? Qual a importância dela na história? Quais eram as linhas telegráficas no Paraná? Quando foram implantadas? Qual a importância delas? O que eram os Tiros de Guerra? Qual a finalidade deles? O que foi a Batalha do Irani? Quem foi João Maria? Enfim, dá para fazer uma “viagem”. Experimente fazer isso com o nome da rua em que você mora.
Referência:
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Av. Sete de Setembro, um trecho pouco conhecido
Para muitas pessoas quando alguém fala Avenida Sete de Setembro a imagem que vem é uma rua com canaleta do ônibus expresso e duas vias laterais lentas.
Mas ela começa na Rua Marechal Deodoro, bem próximo da Praça das Nações.
O início dela (mais ou menos 1,3 km) é bem arborizado e interrompido por jardinetes e por um jardim ambiental. Tem até um pequeno pedaço, próximo à Rua Padre Germano Mayer, que é interrompida por algumas casas.
Só mais tarde, depois da Rua Mariano Torres, é que vira a via que está na mente de muitos. Continua assim até a Praça do Japão, quando deixa de ser via do expresso, indo terminar na Fonte de Jerusalém.
O jardinete que aparece na foto é próximo ao cruzamento com a Rua Presidente Rodrigo Otávio.
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Tempo de poda
Com o fim do inverno e a primavera logo ali, é tempo de poda das árvores.
Atividade necessária, uma vez que ninguém quer um galho caindo sobre um carro, muito menos em uma pessoa.
O eterno conflito entre natureza e cidade.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Rua Senador Alencar Guimarães
Essa quadra da Rua Senador Alencar Guimarães, com seus “postes republicanos”, bancos, floreiras e calçadão é muito simpática.
Manuel de Alencar Guimarães
Manuel de Alencar Guimarães (1865-1940) foi advogado, funcionário público e político. Governador do Paraná (1908), senador (1908-1911 e 1912-1920). Exerceu também diversos mandatos de deputado estadual e federal.



























