Prédio da Auditoria da 5ª Circunscrição Judiciária Militar (PR e SC), localizado na Rua Paulo Ildefonso de Assumpção.
Mostrando postagens com marcador Bacacheri. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 1 de outubro de 2025
terça-feira, 23 de setembro de 2025
Outra âncora
Após encontrar uma âncora no Jardinete Tenente Brigadeiro Armando Perdigão, próximo dali, encontrei outra. Essa em frente de uma casa na Rua José Mário de Oliveira.
Publicação relacionada:
terça-feira, 16 de setembro de 2025
Miau
Gatinho tomando sol na varanda de uma casa na Rua José Mário de Oliveira.
Publicação relacionada:
quarta-feira, 10 de setembro de 2025
Jardinete Tenente Brigadeiro Armando Perdigão
Jardinete Tenente Brigadeiro Armando Perdigão, localizado na Rua Paulo Ildefonso Assumpção, esquina com a Rua Lange de Morretes.
Tentei localizar no site da Câmara Municipal as justificações para o nome da praça, mas não encontrei. O projeto foi provavelmente apresentado antes da informatização do sistema.
No local há um parquinho e uma âncora enorme. Não entendi. Imagino que a última coisa que um tenente brigadeiro quereria seria uma âncora no seu avião.
Será que hidroavião tem âncora? Pode ser. Não sei. De qualquer maneira, não seria uma tão grande e pesada como a que está na praça.
Em um marco de pedra há uma placa de cerâmica, onde está escrito:
CURITIBA
PREFEITURA DA CIDADE
JARDINETE
TENENTE BRIGADEIRO
ARMANDO PERDIGÃO
1907-1974
Homenagem de todos os curitibanos à memória do carioca que
ajudou a criar o Correio Aéreo Militar, em 1931, e foi ministro do
Superior Tribunal Militar. A partir desta data, por força do Projeto
Cidadania e Justiça Também se Aprendem na Escola.,
este espaço verde será mantido em parceria da
Justiça Militar da União com a Escola Nossa Senhora da Salete.
Curitiba, 19 de março de 2011
Luciano Ducci
Prefeito Municipal
terça-feira, 6 de maio de 2025
Uma casa no Bacacheri
Casa na Rua México. Entrada em arco, pedras decorativas, mansarda, pestana protetora na janela. Sem contar o jardim bem cuidado, com rosas.
sexta-feira, 21 de março de 2025
Vestígios de outra casa
Já comentei anteriormente. Esses restos de demolições, com vestígios de uma casa que existiu, sempre chamam a minha atenção.
sexta-feira, 8 de novembro de 2024
Ornamento de ferro na Uruguai
Bem bonito esse ornamento de ferro em uma casa na Rua Uruguai. Além do desenho, a pintura dele também chama a atenção.
quarta-feira, 2 de outubro de 2024
Casa com ornamento de ferro e capelinha no Bacacheri
Casa com capelinha e ornamento de ferro na Rua Uruguai. Repare também na decoração em relevo na entrada. Bacana.
sexta-feira, 9 de agosto de 2024
Sociedade Bacacheri
Prédio da Sociedade Beneficente União Bacacheri, na Rua Uruguai.
Quando da fundação, na década de 1920, o paiol da marcenaria do senhor Eduardo Geronasso, que ficava na Rua Canadá, serviu como a primeira sede da sociedade. O prédio da foto seria do início dos anos 1950.¹
Como muitas das antigas sociedades de bairro, creio que essa também foi com o tempo perdendo a importância.
Referencia:
segunda-feira, 15 de julho de 2024
A cortina ficou
Essas casas semi demolidas sempre chamam a minha atenção.
Representam momentos de transição, de passagem. Provavelmente, com o tempo, deixarão de existir completamente e darão lugar a uma nova edificação.
E o detalhe da cortina? Quantas vezes alguém deve ter espiado através dela para ver o que estava acontecendo na rua?
Essa fica na Rua Uruguai.
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Marcador ruína
segunda-feira, 8 de julho de 2024
Praça Hatsume Nakahata
Praça Hatsume Nakahata, localizada em um ponta de quadra, delimitada pela Avenida Nossa Senhora da Luz e pela Rua Coronel Romão Rodrigues de Oliveira Branco.
Em um marco de pedra estão duas placa, uma diz o seguinte:
ROSA HATSUME NAKAHATA
“AS PRIMAVERAS DE SUCEDEM, MAS O TEMPO
NÃO MUDA O QUE SE ESCREVE NOS CORAÇÕES.
VIVER PELO PRÓXIMO, SEMEAR IDEAIS E CULTIVAR
AMIZADES FOI A SUA VIDA.
VIDA ESSA QUE SEMRE FRUTIFICARÁ SENTIMENTOS
DE CARINHO, RESPEITO E ADMIRAÇÃO.”
UMA HOMENAGEM DOS SEUS AFIHADOS DA
UNIÃO DOS GAKUSSEIS DE CURTIBA.
CURITIBA, 23 DE OUTUBRO DE 2004
Na outra placa esta escrito:
EM HOMENAGEM À SRA.
ROSA HATSUME NAKAHATA,
POR TODA SUA DEDICAÇÃO E CARINHO OFERECIDO DURANTE SEUS
ANOS COMO MADRINHA DA UGC - UNIÃO DOS GAKUSSEIS DE CURITIBA -
ENTIDADE FUNDADA EM 1949, COMO A MISSÃO DE INTEGRAR A
COMUNIDADE NIKKEI (NIPO-BRASILEIRA) NA SOCIEDADE BRASILEIRA
ATRAVÉS DOS TRABALHOS SOCIAIS DOS ESTUDANTE UNIVERSITÁRIOS
DESCENDENTES DE JAPONESES EM CURITIBA.
28.12.1922 (KUMAMOTO, JAPÃO) - 09.04. 2002 (CURITIBA, BRASIL)
Em um segundo marco, uma outra placa diz:
CURITIBA
Praça Hatsume Nakahata
Esta revitalização é uma justa homenagem
da Cidade, no ano de comemoração dos
115 anos da Imigração Japonesa no Brasil,
a uma personalidade que dedicou boa parte
de sua vida aos seus afilhados da União
dos Gakusseis (estudantes) de Curitiba.
Foi o apoio para muitos jovens vindos do
interior. Com a sua doçura e as palavras sábias
de uma mãe, contribuiu para formação
de profissionais que atuam hoje
na nossa cidade.
Em 2004
Rafael Greca
Prefeito de Curitiba
A sugestão para o nome da praça foi proposição (nº 008.00002.2004) apresentada pelo vereador Rui Hara. A justificativa foi assim:
“Amor, carinho e dedicação. Com estas três palavras, podemos definir a madrinha da UGC.Mas apesar de todos conhecerem esta mulher maravilhosa. Muitos não sabem direito seu verdadeiro nome, sua vida no Japão, o porque da vinda ao Brasil e como se tornou a "madrinha". Não poderíamos deixar de contar a vida de quem fez da UGC, sua família.HATUME NAKAHATAHatume, que significa primeira mulher, nasceu no dia 28 de dezembro de 1922, em Kumamoto, ilha de Kiyushu - Japão. Os pais, Toquio e Massae, e a avó paterna Kazu, queriam que ela fosse um menino, para dar continuidade à família.Quando tinha 1 ano e 15 dias, seu pai faleceu, sendo então criada pela avó paterna. A mãe teve que ser afastada, para que fosse educada sob os princípios da família paterna, pois era a única herdeira.A educação de Hatume foi rígida, não tendo uma infância como a das outras crianças. Ela não sabia o que era brincar, correr ou gritar, pois era uma criança extremamente educada, mas também quieta e triste.Quando tinha 4 anos conheceu sua mãe, mas não pode ficar com ela. Sua avó permitia vê-la apenas nas férias de agosto. Isto somente até os dez anos, quando a mãe resolveu se mudar para o Brasil, em 1932.Hatume cuidou de sua avó até os 15 anos, quando esta ficou muito doente e mandou-a com um casal de médicos para o Manchuria, na China. A avó queria que ela visse o que era a vida e o sofrimento, para que se tornasse enfermeira da Cruz Vermelha. Ela ficou na China apenas 1 ano e meio, quando veio a notícia que a avó tinha falecido. Voltando para o Japão, Hatume achou que estava na hora de buscar a mãe no Brasil. Na época tinha 18 anos e resolveu largar a família, a herança e os amigos, para procurar a mãe numa terra estranha.No dia 10 de junho de 1939, aportou no Brasil, no navio. Montevidéu-Maru. Sua mãe, que vivia em Antonina, onde era professora de corte e costura, já estava esperando no Porto de Santos, e inclusive já tinha escolhido um nome para ela: Rosa Hatsume Nakahata.Mãe e filha foram morar em Antonina, com uma tia, onde Hatume aprendeu a bordar. Ela não falava nada em português e tinha vontade do voltar para o Japão, mas por causa da II Guerra Mundial, tiveram que ficar no Brasil.Em 1942 elas se mudaram para Curitiba, para trabalhar como costureiras. Mas como não tinham tino para negócios, davam almoço, café e janta para as senhoras que levavam costuras, e muitas vezes chegavam a costurar de graça.Assim, em 1944, Hatume resolveu tirar o diploma de bordado, para poder trabalhar fora e sustentar a casa. Ela fez um curso na casa Roskamp, onde tirou o 1° lugar e em seguida foi contratada para trabalhar. Apesar de falar muito pouco em português, a família Roskamp gostava dela e a tratava como um membro da família. Ela trabalhou nesta empresa até se aposentar em 1979, e ainda ajudou até 1983.Na década de 40/50 era comum que as repúblicas tivessem uma madrinha. Hatume foi escolhida como madrinha da República Pentagono, onde moravam muitos ugecenses. Ela os acompanhou por um bom tempo, até que a república acabou. Anos mais tarde, alguns estudantes a procuraram na Casa Roskamp, para comunicá-la que tinha sido escolhida como madrinha da UGC (União dos Gakusseis de Curitiba).Desde que foi escolhida para ser madrinha, Hatume sempre acompanhou a entidade dando todo o apoio e carinho. Com certeza ela é a pessoa que mais conhece ugecenses pois todos que passaram pela entidade, conhecem a sua dedicação.Para sua mãe, que a acompanhava nos eventos, os gakusseis eram como netos que davam nova vida. Quando ela faleceu, em 16 de julho de 1987, muitos de seus "netos" estiveram presentes para se despedir.Já a madrinha tem na UGC, uma família que lhe dá forças para viver. E pela dedicação por todos estes anos a nossa madrinha recebeu em 1994 o título de Cidadã Honorária da Cidade de Curitiba. No dia 09 de abril de 2002, após muita luta e dedicação a seus afilhados veio a falecer nossa querida madrinha.É uma justa homenagem a uma personalidade que dedicou boa parte de sua vida aos estudantes, futuros profissionais, lembrando-os a importância de atuar com ética e, qualquer que sejam os seus caminhos, o servir a coletividade, os tornarão pessoas felizes e de sucesso.”
A proposição foi aprovada pela Câmara Municipal e transformada na Lei Ordinária 11.038/2004, assinada pelo prefeito Cassio Taniguchi.
Referência:
quarta-feira, 19 de junho de 2024
Cobogós e ornamento de ferro no Bacacheri
O ornamento de ferro estava escondido pela árvore. Os cobogós haviam chamado a minha atenção e, quando fui examiná-los mais de perto, acabei notando o ornamento.
Publicação relacionada:
terça-feira, 9 de maio de 2023
Outro bicho de jardim
Outra daquelas simpáticas esculturas de jardim. Essa na Rua Nicarágua.
Considerando o resultado da tentativa anterior em um outro jardim na mesma quadra, essa nem tentei espantar.
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sexta-feira, 5 de maio de 2023
Colégio Estadual Leôncio Correia
Localizado na Rua Costa Rica, o “Colégio Estadual Leôncio Correia” é uma escola tradicional de Curitiba, responsável pela educação de gerações de curitibanos, principalmente da região do Bacacheri e bairros próximos.
Grande, com mais de 6.000 m² de área construída, as instalações da escola ocupam toda a quadra formada pelas ruas Costa Rica, Holanda, Canadá e Estados Unidos.
O edifício original, com 1.069,10 m², em alvenaria de tijolos e em forma de “U”, está preservado.
Com desenho usando a linguagem neocolonial e clássica, foi projetado em 1948, durante o governo de Moysés Lupion. Época em que foram projetados, pelo governo do estado, diversas escolas com o mesmo estilo, seguindo um conjunto de plantas básicas, que eram adaptadas conforme a necessidade. O prédio foi concluído em 31 de março de 1955 e inaugurado oficialmente em 1 de setembro de 1955.
A escola foi criada em 1941, com o nome de “Grupo Escolar no Arrabalde do Bacacheri”. Em 1955, ano da conclusão das obras do novo prédio, a escola passou a chamar-se “Grupo Escolar Leôncio Correia”.
Em outubro de 1956 passou a adotar o nome de “Ginásio Estadual América” e em 1967 o nome trocou para “Colégio Estadual América”. Em fevereiro de 1976 mudou novamente, passando a chamar-se “Colégio Estadual Leôncio Correia”.
Uma pena o muro, que atrapalha a visão do prédio. Está cada vez mais comum esses grandes muros no entorno das escolas. Entendo as razões, mas não deixo de lamentar. Lamento não só por razões estéticas, mas, principalmente, pelo reais motivos que fazem com que a cidade tenha cada vez mais muros.
Referências:
quinta-feira, 4 de maio de 2023
Uma grade na Holanda
Essa grande em um bar e restaurante no Bacacheri (Rua Holanda) sempre chama a minha atenção quando passo por ela. É bem bonita.
segunda-feira, 17 de abril de 2023
sexta-feira, 31 de março de 2023
quarta-feira, 8 de março de 2023
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
Só a fachada
Outra daquelas casas que o pessoal deixou só a fachada, que virou uma espécie de muro (de um estacionamento, no caso).
Localizada na Rua Estados Unidos, dá para perceber a linhas originais, apesar da pintura não ajudar muito.
Gosto quando o pessoal deixa essas fachadas assim. Bem melhor que um muro.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
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