Mostrando postagens com marcador mirante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mirante. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”
Vista da cidade a partir do mirante na “Torre dos Filósofos”, no Bosque Alemão.
Publicações relacionadas:
Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Praça da Cultura Germânica
Portal da Casa Mylla
Oratório Bach
Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito)
Trilha João e Maria
Casa da Bruxa
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Torre dos Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito)
A Torre dos Filósofos, uma homenagem a Goethe e Nietzsche, é chamada de “Torre das Vertigens do Espírito” por Rafael Greca.
Uma estrutura de toras de eucalipto com 15 m de altura. No mirante na parte superior da torre temos uma bela vista da cidade a partir do Bosque Alemão.
Publicações relacionadas:
Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Praça da Cultura Germânica
Portal da Casa Mylla
Oratório Bach
Trilha João e Maria
Casa da Bruxa
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”
Referências:
sábado, 28 de julho de 2018
Mirante Marumbi
Localizado no topo do Memorial da Cidade – na Rua Doutor Claudino dos Santos, 79 – o Mirante Marumbi proporciona um olhar do alto para a cidade, principalmente para o centro histórico.
Publicação relacionada:
Memorial da Cidade de Curitiba
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Caixa d’água do Alto da XV em p&b
Hoje algumas fotos da caixa d’água do Alto da XV em preto e branco.
Construída na década de 1940, hoje é apenas um mirante, não funcionando mais como um reservatório de água.
domingo, 16 de julho de 2017
O Belvedere no Alto do São Francisco
Belvedere é um ponto elevado de largo horizonte, um mirante. Esse ponto privilegiado de observação nos dias de hoje está um pouco prejudicado pelo crescimento da cidade.
O jornal “Diário da Tarde” no dia 14 de abril de 1915, em uma matéria com o título “O embellezamento de Coritiba” trata da reforma do Passeio Público e comenta a intenção do prefeito Cândido Ferreira de Abreu de construir o belvedere:
“ … E´ necessario notar que, construído tal “Belvedére”, ficaria Coritiba dotada de um maravilhoso ponto de passeio.
Do Alto de S. Francisco descortinam-se panoramas vastissimos, pelas horas da tarde, é um alto goso artistico o presenciar-se, dali, o deelinar do sol, que vae mergulhando aos poucos no horizonte, deixando, pelo poente, longas faixas de oiro e purpura. …”.
O mesmo jornal, no dia 23 de dezembro de 1915 publicou:
“Ha tempos, noticiamos que operários da prefeitura haviam começado a metter a picareta na vetusta capellinha de S. Francisco, afim de ser construido, ali, o belvedere.
Aquelle templo foi abaixo, mas, de repente, os operarios abandonaram o serviço não o reiniciando até hoje.
Faltam dois meses apenas para a terminação da governança do sr. dr. Candido de Abreu, de maneira que, pelas apparencias, o belvedere não será construido. …”.
E continuam comentando que já haviam gasto mais de 50 contos em desapropriações e criticando o fato da obra estar parada e não achando razoável os terrenos ficarem como estavam. Aparentemente o problema era falta de verbas no final do mandato do prefeito.
Em outras edições há outros artigos criticando as obras paralisadas e cartas de pessoas da região reclamando.
No dia 20 de janeiro de 1916, ainda o jornal “Diário da Tarde” noticiou que o belvedere estava sendo construído:
“Diversas vezes temos nos referido aos melhoramentos do Alto de S. Francisco onde esta sendo construido um belvedére, consoante prescripções de antiga lei municipal.
E´ empreiteiro da constricção desse pavilhão o cav. André Petrelli, conhecido empreiteiro desta cidade.
O preço do belvédere será de 26 contos.
O constractante das obras deve, ao que parece, dalás promptas até 25 de fevereiro, data rm que com solemnidade sr. prefeito pretende inaugurar os melhoramentos do alto de S. Francisco.
Tivemos occasião de ver a planta do pavilhão para o belvédere feita pelo dr. Candido de Abreu, prefeito municipal.
O edificio, de estilo agradavel, compor-se-á de dois pavilhões.
No primeiro se penetrará por varias portas e ao segundo se terá accesso por uma escada interna.
No 1.º andar de sacadas e janelas se descortinará o panorama da cidade em todas as direcções da rosa dos ventos.
Feito o pavilhão acreditamos nenhum local da cidade offerecerá ao espectador pontos de vista mais admiraveis.
As ruinas serão conservadas.
Será construida uma escada de ferro para se subir nellas.
Os moradores do Alto de S. Francisco sentem-se jubilosos com a certeza de que, desta feita, sairão os melhoramentos daquella zona da cidade, para quem a prefitura municipal sempre fez o papel de madrasta.”
A construção, portanto, é de 1916 e não 1915, como muitas fontes indicam.
Em estilo art nouveau, no momento o belvedere está fechado e vandalizado. Mas li recentemente que será restaurado. Para o restauro a prefeitura autorizou a captação de recursos através da venda de potencial construtivo. Não estou muito certo da validade da utilização desse mecanismo para o restauro de bens públicos, competindo com os imóveis privados. Mas isso é assunto para outra publicação, até por que tenho algumas dúvidas para esclarecer.
É uma Unidade de Interesse de Preservação e faz parte do conjunto da Praça João Cândido, tombada pelo Patrimônio Cultural do Paraná.
Publicação relacionada:
As Ruinas de São Francisco
Referências:
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Palacete Leão Júnior (Solar dos Leões) - o mirante
O Palacete Leão Júnior (Solar dos Leões) tem nos fundos uma pequena torre com um mirante. Um dia desses que estive lá tive a oportunidade de subir e dar uma olhada.
Lá de cima é possível observar o telhado e ter uma idéia do que foram os jardins. Também é possível dar uma espiada no pátio da Vila Odette.
Na foto do telhado vemos na frete uma das casas de Bernardo Augusto da Veiga com a Capela Nossa Senhora da Glória ao lado.
Fiquei imaginando como deveria ser subir lá em uma noite com pouca nebulosidade (coisa rara em Curitiba) e observar o céu. No início dos anos 1900 a poluição luminosa na cidade deveria ser bem menor e não haviam todos aqueles prédios em volta. Imagino que a Via Láctea seria bem visível.
Será que eles tinham um telescópio?
Você pode saber um pouco da história dessa casa na postagem que fiz anteriormente.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Caixa d’água do Alto da XV
Segundo os mapas da URBS, a caixa d´água do Alto da XV fica no bairro do Cristo Rei. A divisa entre o Alto da Rua XV e o Cristo Rei é a Av. Sete de Setembro, com a linha divisória passando pelo meio da Praça da Nações (é assim que está nos mapas).
Ela foi construída na década de 1940 e não funciona mais como reservatório de água, é só um mirante.
Assinar:
Postagens (Atom)





















