quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Casa Virmond - interior

Ontem publiquei fotos do exterior dessa bela casa na Rua Benjamin Lins. Hoje, algumas fotos do seu interior.
O interior dela está adaptado ao uso atual e não temos móveis da época. Mas no restante, esta muito bem conservada e podemos observar diversos detalhes do seu interior.

Publicação relacionada:
Casa Virmond

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Casa Virmond

Casa Virmond

Casa Virmond

Casa Virmond- detalhe

Casa Virmond

Casa Virmond - detalhe

Casa Virmond - detalhe

Casa Virmond - detalhe jardim

Casa Virmond - detalhe

Casa Virmond - detalhe

Esta bela casa na Rua Benjamin Lins foi construída no final dos anos 1920 ou início dos anos 1930 (encontrei as duas referências) como residência da família Virmond (não encontrei o nome das pessoas).
Mais tarde (dizem quem em 1935) foi adquirida por Elias Abdo Bittar. O Sr. Elias era madeireiro, mas mais tarde participou de diversos outros negócios na cidade. Em 1955, quando da instalação do Consulado da Síria na cidade, o Sr. Elias foi nomeado cônsul para o Paraná e Santa Catarina. Mais tarde, quando da criação da República Árabe Unidade, continuou como cônsul.

A casa também é conhecida como Casarão Bittar.

Muito bonita e bem conservada, é uma Unidade de Interesse de Preservação e atualmente é ocupado por uma instituição de ensino (Centro Europeu).

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Casa Virmond - interior

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

domingo, 15 de outubro de 2017

Desembargador Ermelino de Leão 472

casa na Rua Desembargador Ermelino de Leão 472

casa na Rua Desembargador Ermelino de Leão 472

casa na Rua Desembargador Ermelino de Leão 472

casa na Rua Desembargador Ermelino de Leão 472

Esta casa na Rua Desembargador Ermelino de Leão é bem interessante. Repare na bay-window no lado direito e na porta em arco pleno. Tem também ornamentos em metal e cerâmica, que já foram moda. O grafite no muro também é bem legal.

Atualmente é ocupada por um negócio chamado “Largo das Artes”, criando por Mariane Kraviski e Eliane Teliz e que segundo o site “o Largo das Artes é um espaço que foi criado com a proposta de trazer os artistas que desejam expor suas obras para venda a um lugar único e diferenciado, preparado especialmente para enaltecer e valorizar o artesanato local.”

Referência:

sábado, 14 de outubro de 2017

O Palacete Guimarães (ou Castelo do Batel)

O Palacete Guimarães (ou Castelo do Batel)

O Palacete Guimarães (ou Castelo do Batel)

O Palacete Guimarães (ou Castelo do Batel)

O Palacete Guimarães (ou Castelo do Batel)

Localizado na Avenida do Batel, 1.323 o Palacete Guimarães, também conhecido como Castelo do Batel, foi construído entre 1924 e 1928 por encomenda de Luiz Guimarães.
O Sr. Luiz Guimarães era produtor e exportador de café e quando de uma viagem à Europa, visitou o Vale do Loire na França. Gostou dos palacetes que viu por lá e quis construir um para si.
O terreno, com 10.500 m² foi comprado em 1923 das famílias Gomm e Whithers e da Mitra Diocesana.
Encomendou o projeto do castelo ao engenheiro Eduardo Fernando Chaves.
Na construção o exterior tem reboco de cimento com areia torrada. As telhas são Eternit importadas da Bélgica. As louças sanitárias vieram da França, produzidas por Jacob de Lafont, O acabamento interno foi feito em gesso, material também empregado em ornamentos e molduras. A pintura interna foi feita por dois artistas europeus. A casa tem vários vitrais decorados, lareira, sala de jogos com mesas de bilhar. Enfim, muita coisa  e tudo de primeira.
O próprio Sr. Luiz em um depoimento disse: “Toda a tapeçaria e ornamentação vieram de Paris, porque nos últimos tempos da construção ofereci uma viagem à Europa para o Dr. Chaves, em minha companhia. Nessa oportunidade, de posse da planta do prédio, nós encomendamos em casa especializada cortinas, reposteiros, tapetes de forração e alguns móveis; na ocasião, compramos nos armazéns alfandegários de Paris os tapetas persas, que guarneciam todos os salões da casa. Estivemos também na manufatura de S èvres do Governo Francês, onde compramos valiosas peças dessa renomada porcelana, estivemos ainda na seção de modelagem do Museu do Louvre, onde compramos belíssimas reproduções de obras de arte.”

Com aproximadamente 2.200 m², a construção demorou quatro anos, tanto pelo tamanho da casa, como pelo acabamento esmerado.

No mesmo terreno, que era maior que o atual, o Sr. Luiz construiu casas para suas filhas Elza, Izabel e Eucidia.

Mais tarde a casa (1947), foi adquirida pelo ex-governador Moisés Lupion, que morou no local com sua família. “Lupion atuou como mecenas de vários artistas paranaenses, sendo que alguns deles deixaram marcas no Castelo do Batel. Foram os casos de Miguel Bakun (que, inclusive, viveu por alguns meses no castelo e decorou as paredes do sótão com pinturas singulares), Alfredo Andersen, Teodoro De Bona, João Turin, Poty Lazzarotto, Artur Nísio e Guido Viaro”.

Depois dos problemas políticos que o Sr. Moyses Lupion enfrentou após o golpe de 1964, o palacete chegou a ser ocupado por um tempo por um canal de televisão (entre 1973 e 2003).
No final de 2003, após o canal de televisão deixar o local, foi iniciada uma restauração, com a construção de alguns anexos, que o transformaram em um centro de eventos.

O palacete é um bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e uma Unidade de Interesse de Preservação.

Referências:

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Sociedade Polono-Brasileira Tadeusz Kościuszko

Sociedade Polono-Brasileira Tadeusz Kościuszko
Sociedade Polono-Brasileira Tadeusz Kościuszko
Sociedade Polono-Brasileira Tadeusz Kościuszko

 A Sociedade Polono-Brasileira Tadeusz Kościuszko está localizada na Rua Ébano Pereira, esquina com a Rua Kellers. O prédio da sociedade, construído na década de 1930, é uma Unidade de Interesse de Preservação.

No totem no local está escrito o seguinte:

“Sociedade
Polono-Brasileira

Construção eclética
dos anos 1930,
sede da primeira
sociedade polonesa
do Brasil, constituída
em 1890 e unida à
Lacznosc i Zgoda
da década de 1920.
É fruto do trabalho dos
próprios associados,
muitos deles pedreiros
e carpinteiros.
Situada no Setor
Histórico de Curitiba,
foi restaurada
e reaberta em
3 de maio de 2000,
Dia Nacional
da Polônia”

Tadeusz Kościuszko


Andrzej Tadeusz Bonawentura Kościuszko (1746-1817) é um herói polonês. General, destacou-se na revolta de 1794 contra o Império Russo. Também lutou, ao lado de George Washington, na guerra da independência dos Estado Unidos.


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Colégio Marista Paranaense

Colégio Marista Paranaense

Colégio Marista Paranaense

Localizado na Rua Bispo Dom José, o prédio do Colégio Marista Paranaense é uma Unidade de Interesse de Preservação.

No site do colégio encontramos a seguinte história:

“O Colégio Marista Paranaense tem suas origens no Liceu de Curitiba, criado pela Lei Provincial de São Paulo nº 13; de 13 de março de 1846.
Em 23 de junho de 1901 os Padres Lazaristas assumiram a direção do Seminário São José, que em 1938, já com o nome de Internato do Ginásio Paranaense, foi assumido pelos Irmãos Maristas.
Em 02 de abril de 1943 o colégio recebeu seu nome atual: Colégio Marista Paranaense. Por 44 anos o colégio funcionou exclusivamente em regime de internato, passando posteriormente para externato.
Em 1975 foi admitida a primeira menina, iniciando-se com isso a educação mista. 

No período de 1979 a 1999, inúmeras reformas e novas construções ampliaram o colégio.
Destaca-se neste período, a construção da Residência Marista dos Irmãos, no Bosque do Colégio, e em 1988, a desativação do Internato Paranaense.
No período de 2000 a 2008, outras reformas e ampliações foram realizadas, bem como a restauração completa do prédio central e alas laterais, estrutura tombada como patrimônio cultural de Curitiba.
Passados 100 anos, o Colégio Marista Paranaense reúne fatos que marcaram a história da comunidade local e nacional, tendo formado ilustres personalidades e profissionais das áreas política, cultural, científica e educacional do cenário estadual e nacional.”

Referência:

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Mais duas UIP na Augusto Stellfeld

Mais duas UIP na Augusto Stellfeld

Estas duas casas na Alameda Augusto Stellfeld, números 133 e 143 são Unidades de Interesse de Preservação. É possível ainda observarmos alguns detalhes da decoração.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Madeireira

Madeireira no Seminário

As vezes alguns cantos da cidade lembram-me uma cena de cidade do interior.
Foi o que aconteceu quando fotografei esta madeireira no Seminário.
No caso, provavelmente tenha alguma coisa com memória da infância, transcorrida em cidade do interior, com muitas madeireiras.

domingo, 8 de outubro de 2017

Barão do Serro Azul 81

Unidade de Interesse de Preservação na Barão do Serro Azul 81

Unidade de Interesse de Preservação na Barão do Serro Azul 81

Casarão na Rua Barão do Serro Azul. Muito bem conservado, é uma Unidade de Interesse de Preservação.

sábado, 7 de outubro de 2017

Uma UIP na Alameda Cabral

Uma Unidade de Interesse de Preservação na Alameda Cabral

Segundo a relação que tenho, são quatro as Unidades de Interesse de Preservação na Alameda Cabral. Esta é uma delas.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Em restauro

Casa na esquina da Rua Comendador Araújo com a Rua Benjamim Lins.

Casa na esquina da Rua Comendador Araújo com a Rua Benjamim Lins.

Casa na esquina da Rua Comendador Araújo com a Rua Benjamim Lins.

Casa na esquina da Rua Comendador Araújo com a Rua Benjamim Lins.

Esta casa fica em um terreno triangular na esquina da Rua Comendador Araújo com a Rua Benjamim Lins.
esquina da Rua Comendador Araújo com a Rua Benjamim Lins.
Pelo lado da Comendador Araujo, onde imagino ser a entrada principal, a casa fica parcialmente escondida por árvores e em um plano elevado, o que dificulta um pouco para fotografar.
As duas primeiras fotos foram tiradas da Comendador Araújo e as outras da Benjamim Lins.
Pelo que pude observar, a casa está sendo restaurada. Imponente, bem situada e bonita, imagino que após a recuperação ficará “show de bola”.
Não encontrei nada sobre a história dela, apenas uma foto antiga, da época em que os bondes ainda circulavam por ali.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Alameda Cabral 371

Casa na Alameda Cabral 371

Casa na Alameda Cabral 371

Casa na Alameda Cabral, esquina com a Alameda Augusto Stellfeld.
Bem interessante. Repare nas janelas e portas em arco.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Villa Guajuvira


Villa Guajuvira

Villa Guajuvira

Villa Guajuvira - detalhe

Mais uma daquelas casas com uma torrinha, possivelmente construída na primeira metade do século passado. Fica na Rua Ébano Pereira.

Infelizmente não consegui encontrar nada sobre quando foi construída e o seu primeiro proprietário. Encontrei alguma coisa relacionada com lendas urbanas, mas estou mais interessado na história.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O antigo Grupo Escolar D. Pedro II

O antigo Grupo Escolar D. Pedro II


O antigo Grupo Escolar D. Pedro II
O antigo Grupo Escolar D. Pedro II - detalhe
O antigo Grupo Escolar D. Pedro II

O antigo Grupo Escolar D. Pedro II, atualmente Escola Estadual D. Pedro II, localizado na Rua Bispo D. José, é um bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e uma Unidade de Interesse de Preservação.

Inaugurado em 24 de fevereiro de 1928 por Caetano Munhoz da Rocha. A construção começou em 1926 e o projeto era de 1925. Talvez por isso a data na platibanda seja MCMXXV.

Em estilo eclético tem as janelas e portas do térreo em arco e as janelas do segundo andar retas. Repare também nos lindos medalhões.

Não conheço o interior da escola, mas olhando por fora, o prédio parece que tem porão e dizem que tem uma escadaria muito bonita para o segundo andar.

Foi construído com muito esmero, em uma época em que a educação foi muito valorizada no estado e recebeu investimentos significativos, tanto em estrutura física, quanto na valorização do professor.

Referência: