sexta-feira, 31 de maio de 2019

Recipiente com inscrições do Alcorão

Recipiente com inscrições do Alcorão

Recipiente com inscrições do Alcorão; Paquistão ou Afeganistão, séc. XVIII-XIX
cerâmica com glasura.

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

quarta-feira, 29 de maio de 2019

A vegetação e a casa

Casa em meio a uma vegetação exuberante

Hoje a foto de uma casa na Rua Desembargador Viera Cavalcanti.
A casa é bacana. mas gostei muito também da intensa vegetação, que de certa forma, acabou sendo o destaque no ângulo que tirei a foto.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Casa Mário de Mari

Casa Mário de Mari
Casa Mário de Mari
Casa Mário de Mari

A “Casa Mário de Mari” é um Unidade de Interesse de Preservação.
Localizada na Rua Prefeito Ângelo Ferrário Lopes, 1180, esquina com a Rua Professor Brandão. Atualmente a entrada é pela Avenida Nossa Senhora da Luz.

Em estilo modernista, foi projetada e construída em meados dos anos 1960 pelo engenheiro Mário de Mari, como sua residência.
Construída em um terreno inclinado esta casa também parece ter a sua laje flutuando, como a “Casa Wolf”, projetada por Ayrton Lolô Cornelsen.

Atualmente a casa é ocupada pela corporação de arquitetos e urbanistas (Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná - CAU/PR).

Estranhamente, segundo uma reportagem publicada pela “Gazeta do Povo” em abril de 2018 a casa seria a primeira a ser tombada pela Lei do Patrimônio Cultural de Curitiba (Lei Municipal 14.794/2016). Depois disso não li qualquer notícia confirmando que realmente foi tombada, aliás, não li que ela ou qualquer outra casa tenha sido tombada com base na mais recente lei que trata da proteção do patrimônio, que abriu a possibilidade de tombamento.

Referência:

segunda-feira, 27 de maio de 2019

A Velha Águia

Escultura de uma águia no Aeroporto de Bacacheri.
Escultura de uma águia no Aeroporto de Bacacheri.

Esta escultura de uma águia (meio coberta por musgos no dia que fotografei) fica ao lado do terminal público de passageiros do Aeroporto de Bacacheri.

“Velhas Águias” é o nome de um show aeronáutico que acontece no Aeroporto de Bacacheri, normalmente com a presença da Esquadrilha da Fumaça.

domingo, 26 de maio de 2019

Paula Gomes 306

Casa antiga na Rua Paula Gomes - fachada
Casa antiga na Rua Paula Gomes
Casa antiga na Rua Paula Gomes
Detalhe de uma casa antiga na Rua Paula Gomes - platibanda com urnas
Detalhe de uma casa antiga na Rua Paula Gomes -
Detalhe de uma casa antiga na Rua Paula Gomes
Detalhe de uma casa antiga na Rua Paula Gomes - sacana de grade
Detalhe de uma casa antiga na Rua Paula Gomes - grade
Detalhe de uma casa antiga na Rua Paula Gomes - escultura de cabeça de leão no portão

Esta casa na Rua Paula Gomes é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Não consegui descobrir ainda quem a construiu e morou nela, apenas que é de 1893. Coisa que descobri no site do clube noturno que funciona nela atualmente.

A fachada da casa é muito bonita. Foi muito bem restaurada e está com conservação excelente.

Referência:

sábado, 25 de maio de 2019

20º Batalhão de Infantaria Blindado

20º Batalhão de Infantaria Blindado

20º Batalhão de Infantaria Blindado

20º Batalhão de Infantaria Blindado

O quartel do 20º Batalhão de Infantaria Blindado, Batalhão Sargento Max Wolf Filho fica na Avenida Prefeito Erasto Gaertner, no Bacacheri.

A construção desse predio iniciou em dezembro de 1921 e foi concluída em novembro de 1922, quando passou a ser ocupado pelo “5º Batalhão de Engenharia de Combate (de 1922 a 1929)”, depois pelo “5º Grupo de Artilharia de Montanha (denominação anterior ao 5º Grupo de Artilharia de Dorso: de 1929 a 1933); 4º Regimento de Cavalaria Divisionária (de 1933 a 1939); e 5º Batalhão de Engenharia (de 1939 a 1942).”
O 20º Batalhão de Infantaria Blindado (na época chamado de 20º Regimento de Infantaria) passou a ocupar as instalações a partir de 29 de abril de 1943. O 20º RI foi criado em 6 de outubro de 1942 e provisoriamente esteve instalado até março de 1943 na Praça Rui Barbosa, ficando depois por um breve período na Alameda Carlos de Carvalho, 438.

Max Wolf Filho


Max Wolf Filho, filho de pai alemão, nasceu em Rio Negro em 29 de julho de 1911 e faleceu em Montese em 12 de abril de 1945.
Aos 18 anos prestou o serviço militar no 15º Batalhão de Caçadores, em Curitiba. Nos anos 1930 mudou com a família para o Rio de Janeiro onde entrou para a Polícia Militar. Participou da Revolução Constitucionalista de 192, combatendo os paulista.
Em 1944 apresentou-se como voluntário na Força Expedicionária Brasileira. Foi para a Itália em setembro de 1944 como sargento e liderou de cerca de 30 patrulhas.
Em 12 de abril de 1945 a unidade em que servia (11º Regimento de Infantaria) recebeu a missão de reconhecimento em Monteforte e Riva di Biscia (na região de Montese). Voluntário para comandar a patrulha com 19 militares, foi atingido mortalmente durante a missão por metralhadora alemã. Seu corpo nunca foi recuperado e acredita-se que tenha sido enterrado pelos alemães em uma vala comum.

Referencias:

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Aeroporto de Bacacheri

Terminal público de passageiros do Aeroporto de Bacacheri, construído em madeira.

Terminal público de passageiros do Aeroporto de Bacacheri, construído em madeira.

O Aeroporto de Bacacheri é o único aeroporto localizado nos limites do município de Curitiba.

O local, no bairro do mesmo nome, abrigava um colégio agrícola, que tinha uma pista para decolagens e pousos.
No início dos anos 1930 foi estabelecida uma base aérea militar e em 1942 passou a ser propriedade do Ministério da Aeronáutica. No início de 1980 o aeroporto passou a ser administrado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária).

Atualmente, além da base aérea, a movimentação principal (cerca de 1.700 pousos e decolagens por mês) do aeroporto é de pequenas e médias aeronaves.

Pequeno (um pouco mais de 150 m²), o terminal público de passageiros é de madeira. Muito simpático.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mais um pinheiro, este no Boa Vista

Mais um pinheiro, este no Boa Vista

Outro belo pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia). Este na Rua Ary Barroso.
O Boa Vista ainda tem várias araucárias, grandes e bonitas.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Gloster Meteor F-8

Monumento com p primeiro avião a jato da Força Aérea Brasileira

Este monumento com um avião fica na Avenida Prefeito Erasto Gaertner (antiga Estrada da Graciosa), junto à rua que dá acesso ao CINDACTA II e a vila de oficiais do Quinto Regimento de Aviação.

Na placa está escrito:

“GLOSTER METEOR F-8
1ª AERONAVE À JATO A
VOAR NOS CÉUS DO NRASIL
PESO: 19.050 Lbs
1º VÔO REALIZADO EM
22/MAIO/53
DESATIVADO EM 22/ABR/74”

Ou seja, hoje faz 66 anos que voou no Brasil pela primeira vez.

terça-feira, 21 de maio de 2019

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Sábado à tarde

Vista do alto da Rua Benjamin Lins em um dia nublado com garoa

Sábado, friozinho, céu encoberto, garoa forte (ou seria chuva fraca?).

Em um primeiro momento pensei de usar como título “Curitiba sendo Curitiba”. Mas este está muito manjado. O título da postagem acaba sendo o mais difícil na hora da publicação.
Acabei pensando na velha “Tribuna do Paraná”. Não comprava ela com frequência, naquela época era dedicada principalmente ao futebol e notícias policiais. Mas nunca deixava de ler a manchete principal quando passava por uma banca, no geral muito bem escrita e muitas vezes com trocadilhos geniais. Hoje em dia, a “Tribuna” mudou, e banca, caso eu queira comprar algo impresso, tenho que pegar o carro para ir até a mais próxima.

domingo, 19 de maio de 2019

Casa antiga na Rua Paula Gomes

Casa antiga na Rua Paula Gomes

Casa antiga na Rua Paula Gomes - detalhe

Casa antiga na Rua Paula Gomes - detalhe

Essa casa localizada na Rua Paula Gomes é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Muito bem conservada, chama a atenção os diversos detalhes. Janelas, portas, grade da varanda e as duas urnas e o anjo na parte superior da platibanda.

No centro do segundo andar, entre as duas portas, tem uma plaquinha onde está escrito “D.P. 1899”. Quem teria sido D.P.?

sábado, 18 de maio de 2019

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Esperando o fim da feira

Dois garis esperando o fim da feira

O pessoal da limpeza esperando as pessoas terminarem as compras na feira para iniciarem a limpeza da rua.
Essa turma é bem ágil. Algumas horas depois dá para passar pela rua e nem parece que teve uma grande feira (e que gerou bastante lixo).

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Azulejos na fachada

Azulejos na fachada

Azulejos na fachada

O uso de azulejos como elemento decorativo na arquitetura surgiu no Brasil durante o período colonial. Depois saiu de moda.
Mais tarde a arquitetura modernista resgatou o azulejo decorado para uso externo. Os jovens arquitetos foram incentivados pelo arquiteto francês Le Corbusier, que falava aos seus seguidores que “os materiais do passado não deveriam ser desprezados”. Agora está meio em desuso novamente.

Nas minhas andanças tenho observado muitas casas do período modernista que usam azulejos nas fachadas (mais do que eu imaginava), algumas com grandes superfícies coberta pelo material, outras, com apenas alguns detalhes. É bem interessante observar a variação nos desenhos.

A casa na foto, com uma pequena faixa de azulejos (bem bonitos), é na Rua Paula Gomes.

Referência:

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Detalhes de um portão

Detalhes de um portão

Detalhes de um portão

Andando pela rua as vezes o que vemos é um muro alto com um portão já meio desgastado pelo tempo. Mas, olhando melhor e com calma, muitas vezes encontramos alguns detalhes que dentro dos limites de uma fotografia podem ser interessantes.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Paula Gomes 375

Unidade de Interesse de Preservação na Rua Paula Gomes

Unidade de Interesse de Preservação na Rua Paula Gomes

Outra das Unidades de Interesse de Preservação na Rua Paula Gomes.

Construída com a fachada junto à calçada e com entrada pela lateral. Repare o frontão, as colunas com capitéis, as janelas e grades. Bem interessante.

Infelizmente essa é mais uma daquelas que não descobri quando foi construída, nem por quem.
Pela aparência (estilo eclético) imagino que tenha sido construída por volta de 1900.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Casa do Contador de Histórias

Casa do Contador de Histórias
Casa do Contador de Histórias

Esta casa na Rua Trajano Reis, 325 é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Abriga a “Casa do Contador de Histórias”, uma associação sem fins lucrativos.
No site deles apresentam-se assim:

“A Casa do Contador de Histórias é uma associação sem fins lucrativos, que atua desde 2003.
Pelo trabalho que desenvolve, recebeu o título de OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.
Pelo trabalho desenvolvido com a comunidade, a casa é reconhecida como Utilidade Pública Municipal de Curitiba.
Nós temos parceria com 10 instituições que atendem pessoas em risco social, como crianças em abrigos ou escolas especiais, idosos em asilos e pacientes psiquiátricos ou HIV sintomáticos.
Assim, nossos 40 voluntários contam histórias para cerca de 800 pessoas todos os meses.
A Casa não recebe nenhuma ajuda financeira do poder público. Nós sobrevivemos de doações de pessoas físicas e prestação de serviços culturais, como cursos, rodas e palestras. Nossas artesãs também produzem peças para gerar renda para a associação.
Nosso trabalho é diário e nossa sede tem aproximadamente 300 metros.
Nós formamos novos contadores que vêm de vários lugares do Brasil e oferecemos encontros de desenvolvimento para os voluntários da Casa.
Nossa Missão é resgatar o ato milenar de contar histórias para ajudar as pessoas a se conectarem aos seus sonhos e ao amor pela vida, despertando a consciência dos valores universais para a construção de um mundo melhor.
E essa Casa também é sua!”

Acompanho a instituição em uma dessas redes sociais da vida e sei que as vezes eles tem contações de história por lá. Ate agora não deu certo, mas quero ir lá um domingo desses (todo primeiro domingo do mês tem roda de histórias) para ouvir algumas e, quem sabe, alguém conta a história da casa.

Sobre a casa propriamente dita, a única coisa que sei é que quando a casa vizinha pegou fogo em maio de 2014, ela foi atingida também. Mas o pessoal conseguiu recuperá-la.

Referência:

domingo, 12 de maio de 2019

Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04

Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - vista fachada
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - vista perfil
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - detalhe tholos
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - detalhe vitral fachada
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - detalhe porta lateral

O antigo Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 teve a pedra fundamental lançada em 24 de junho de 1947 e a obra foi inaugurada em 15 de julho de 1952.

O prédio, localizado em uma espécie de triângulo entre a Rua Portugal e a Alameda General Raul Munhoz (fazendo frente para a Rua Inácio Lustosa) é interessante, principalmente a fachada, com colunas e um tholos na parte superior.
Possivelmente vários desses elementos arquitetônicos esteja relacionados com algum tipo de simbologia maçônica, mas desconheço o assunto.

Depois de publicado do texto original, alguém indicou-me uma informação sobre o prédio que eu não havia descoberto anteriormente. Nela encontramos uma ligação entre a maçonaria e a umbanda.

José Orlandini Lopes, casado com Eugenia Lopes de Oliveira (1909 – 1994) e Hercílio Jordão Guiraud, casado Amélia Guiraud (1904 – 1998), foram dois dos fundadores do Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 e estiveram envolvidos na construção do templo. Dna. Eugenia era também conhecida como tia Zizi.

Transcrevo a seguir alguns trechos de um texto intitulado “Umbanda no Paraná” do site “Terreiro do Pai Maneco”.

“… Os maridos de Tia Zizi e D. Amélia – que eram maçons e estavam juntos na construção do Templo Sol do Oriente – conseguiram um terreno triangular para a edificação da casa. Através da amizade dos esposos, as correntes mediúnicas se uniram e, sob as determinações do Pai João de Benguela, o templo foi sendo construído. A edificação foi feita com base nas simbologias das antigas sabedorias. O congá ficava na mesma altura do altar do Venerável da loja maçônica e havia um fio de cobre (fio transmissor de energia) ligando os dois, sendo que na parte de cima havia a loja maçônica e na de baixo, o templo de Umbanda. Ainda existia uma área de chão batido atrás do congá à qual somente alguns médiuns tinham acesso. …
… Sob o comando do Pai João de Benguela, os trabalhos eram realizados duas vezes por semana, e somente a Tia Zizi, D. Amélia e poucos  médiuns trabalhavam incorporados. Os demais participavam da firmeza da corrente, sem incorporar, mas, mesmo assim, demonstrando muita seriedade e devoção. …
… As duas trabalharam juntas no Templo Sol do Oriente até 1951, quando D. Amélia fundou a Tenda Espiritualista de Yemanjá (em 23/06/1951, segundo o site da A.M.E.M.) onde trabalhou por três anos sob orientação do Caboclo da Mangueira. …
… Apesar de parecer estranha a ligação tão estreita entre a Umbanda do Paraná e a maçonaria, nos foi lembrado que a maçonaria tem três colunas de trabalho: sabedoria, força e beleza e as três colunas da umbanda são: Preto Velho, Caboclo e Erê. E onde elas se unem? A sabedoria do Preto Velho, a força do Caboclo e a beleza dos Erês.
Em cada região do país a Umbanda foi inserida dentro do contexto social da época. Em Curitiba, a maçonaria era a grande força que poderia dar respaldo para o início dos trabalhos de forma ampla e sem perseguição policial, pois os grandes nomes da sociedade estavam dentro da maçonaria e estes, dentro do Templo Sol do Oriente. ...”

Muito interessante.
texto alterado em 14 mai. 2019

Referência:

sábado, 11 de maio de 2019

Villa Campo Largo

Villa Campo Largo
Villa Campo Largo
Villa Campo Largo
Villa Campo Largo - detalhe da entrada
Villa Campo Largo - detalhe telhado

Localizada na Avenida Iguaçu, esquina com a Rua Nunes Machado, a Villa Campo Largo é uma Unidade de Interesse de Preservação, mas está abandonada já há alguns anos. O quintal, que contorna a casa, virou estacionamento.

A casa foi construída em 1930 por Lucas Sovierzoski, casado com Marta Sovierzoski. O senhor Lucas era madeireiro. O casal teve três filhas, Amália, Rosa e Helena e a família ocupou a casa até os anos 1970, quando venderam a propriedade.

O nome da vila seria uma referência ao local de nascimento do senhor Lucas.

Referência: