sexta-feira, 24 de maio de 2019

Aeroporto de Bacacheri

Terminal público de passageiros do Aeroporto de Bacacheri, construído em madeira.

Terminal público de passageiros do Aeroporto de Bacacheri, construído em madeira.

O Aeroporto de Bacacheri é o único aeroporto localizado nos limites do município de Curitiba.

O local, no bairro do mesmo nome, abrigava um colégio agrícola, que tinha uma pista para decolagens e pousos.
No início dos anos 1930 foi estabelecida uma base aérea militar e em 1942 passou a ser propriedade do Ministério da Aeronáutica. No início de 1980 o aeroporto passou a ser administrado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária).

Atualmente, além da base aérea, a movimentação principal (cerca de 1.700 pousos e decolagens por mês) do aeroporto é de pequenas e médias aeronaves.

Pequeno (um pouco mais de 150 m²), o terminal público de passageiros é de madeira. Muito simpático.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mais um pinheiro, este no Boa Vista

Mais um pinheiro, este no Boa Vista

Outro belo pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia). Este na Rua Ary Barroso.
O Boa Vista ainda tem várias araucárias, grandes e bonitas.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Gloster Meteor F-8

Monumento com p primeiro avião a jato da Força Aérea Brasileira

Este monumento com um avião fica na Avenida Prefeito Erasto Gaetner (antiga Estrada da Graciosa), junto à rua que dá acesso ao CINDACTA II e a vila de oficiais do Quinto Regimento de Aviação.

Na placa está escrito:

“GLOSTER METEOR F-8
1ª AERONAVE À JATO A
VOAR NOS CÉUS DO NRASIL
PESO: 19.050 Lbs
1º VÔO REALIZADO EM
22/MAIO/53
DESATIVADO EM 22/ABR/74”

Ou seja, hoje faz 66 anos que voou no Brasil pela primeira vez.

terça-feira, 21 de maio de 2019

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Sábado à tarde

Vista do alto da Rua Benjamin Lins em um dia nublado com garoa

Sábado, friozinho, céu encoberto, garoa forte (ou seria chuva fraca?).

Em um primeiro momento pensei de usar como título “Curitiba sendo Curitiba”. Mas este está muito manjado. O título da postagem acaba sendo o mais difícil na hora da publicação.
Acabei pensando na velha “Tribuna do Paraná”. Não comprava ela com frequência, naquela época era dedicada principalmente ao futebol e notícias policiais. Mas nunca deixava de ler a manchete principal quando passava por uma banca, no geral muito bem escrita e muitas vezes com trocadilhos geniais. Hoje em dia, a “Tribuna” mudou, e banca, caso eu queira comprar algo impresso, tenho que pegar o carro para ir até a mais próxima.

domingo, 19 de maio de 2019

Casa antiga na Rua Paula Gomes

Casa antiga na Rua Paula Gomes

Casa antiga na Rua Paula Gomes - detalhe

Casa antiga na Rua Paula Gomes - detalhe

Essa casa localizada na Rua Paula Gomes é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Muito bem conservada, chama a atenção os diversos detalhes. Janelas, portas, grade da varanda e as duas urnas e o anjo na parte superior da platibanda.

No centro do segundo andar, entre as duas portas, tem uma plaquinha onde está escrito “D.P. 1899”. Quem teria sido D.P.?

sábado, 18 de maio de 2019

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Esperando o fim da feira

Dois garis esperando o fim da feira

O pessoal da limpeza esperando as pessoas terminarem as compras na feira para iniciarem a limpeza da rua.
Essa turma é bem ágil. Algumas horas depois dá para passar pela rua e nem parece que teve uma grande feira (e que gerou bastante lixo).

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Azulejos na fachada

Azulejos na fachada

Azulejos na fachada

O uso de azulejos como elemento decorativo na arquitetura surgiu no Brasil durante o período colonial. Depois saiu de moda.
Mais tarde a arquitetura modernista resgatou o azulejo decorado para uso externo. Os jovens arquitetos foram incentivados pelo arquiteto francês Le Corbusier, que falava aos seus seguidores que “os materiais do passado não deveriam ser desprezados”. Agora está meio em desuso novamente.

Nas minhas andanças tenho observado muitas casas do período modernista que usam azulejos nas fachadas (mais do que eu imaginava), algumas com grandes superfícies coberta pelo material, outras, com apenas alguns detalhes. É bem interessante observar a variação nos desenhos.

A casa na foto, com uma pequena faixa de azulejos (bem bonitos), é na Rua Paula Gomes.

Referência:

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Detalhes de um portão

Detalhes de um portão

Detalhes de um portão

Andando pela rua as vezes o que vemos é um muro alto com um portão já meio desgastado pelo tempo. Mas, olhando melhor e com calma, muitas vezes encontramos alguns detalhes que dentro dos limites de uma fotografia podem ser interessantes.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Paula Gomes 375

Unidade de Interesse de Preservação na Rua Paula Gomes

Unidade de Interesse de Preservação na Rua Paula Gomes

Outra das Unidades de Interesse de Preservação na Rua Paula Gomes.

Construída com a fachada junto à calçada e com entrada pela lateral. Repare o frontão, as colunas com capitéis, as janelas e grades. Bem interessante.

Infelizmente essa é mais uma daquelas que não descobri quando foi construída, nem por quem.
Pela aparência (estilo eclético) imagino que tenha sido construída por volta de 1900.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Casa do Contador de Histórias

Casa do Contador de Histórias
Casa do Contador de Histórias

Esta casa na Rua Trajano Reis, 325 é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Abriga a “Casa do Contador de Histórias”, uma associação sem fins lucrativos.
No site deles apresentam-se assim:

“A Casa do Contador de Histórias é uma associação sem fins lucrativos, que atua desde 2003.
Pelo trabalho que desenvolve, recebeu o título de OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.
Pelo trabalho desenvolvido com a comunidade, a casa é reconhecida como Utilidade Pública Municipal de Curitiba.
Nós temos parceria com 10 instituições que atendem pessoas em risco social, como crianças em abrigos ou escolas especiais, idosos em asilos e pacientes psiquiátricos ou HIV sintomáticos.
Assim, nossos 40 voluntários contam histórias para cerca de 800 pessoas todos os meses.
A Casa não recebe nenhuma ajuda financeira do poder público. Nós sobrevivemos de doações de pessoas físicas e prestação de serviços culturais, como cursos, rodas e palestras. Nossas artesãs também produzem peças para gerar renda para a associação.
Nosso trabalho é diário e nossa sede tem aproximadamente 300 metros.
Nós formamos novos contadores que vêm de vários lugares do Brasil e oferecemos encontros de desenvolvimento para os voluntários da Casa.
Nossa Missão é resgatar o ato milenar de contar histórias para ajudar as pessoas a se conectarem aos seus sonhos e ao amor pela vida, despertando a consciência dos valores universais para a construção de um mundo melhor.
E essa Casa também é sua!”

Acompanho a instituição em uma dessas redes sociais da vida e sei que as vezes eles tem contações de história por lá. Ate agora não deu certo, mas quero ir lá um domingo desses (todo primeiro domingo do mês tem roda de histórias) para ouvir algumas e, quem sabe, alguém conta a história da casa.

Sobre a casa propriamente dita, a única coisa que sei é que quando a casa vizinha pegou fogo em maio de 2014, ela foi atingida também. Mas o pessoal conseguiu recuperá-la.

Referência:

domingo, 12 de maio de 2019

Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04

Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - vista fachada
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - vista perfil
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - detalhe tholos
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - detalhe vitral fachada
Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 - detalhe porta lateral

O antigo Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 teve a pedra fundamental lançada em 24 de junho de 1947 e a obra foi inaugurada em 15 de julho de 1952.

O prédio, localizado em uma espécie de triângulo entre a Rua Portugal e a Alameda General Raul Munhoz (fazendo frente para a Rua Inácio Lustosa) é interessante, principalmente a fachada, com colunas e um tholos na parte superior.
Possivelmente vários desses elementos arquitetônicos esteja relacionados com algum tipo de simbologia maçônica, mas desconheço o assunto.

Depois de publicado do texto original, alguém indicou-me uma informação sobre o prédio que eu não havia descoberto anteriormente. Nela encontramos uma ligação entre a maçonaria e a umbanda.

José Orlandini Lopes, casado com Eugenia Lopes de Oliveira (1909 – 1994) e Hercílio Jordão Guiraud, casado Amélia Guiraud (1904 – 1998), foram dois dos fundadores do Templo Maçônico da Loja Sol do Oriente nº 04 e estiveram envolvidos na construção do templo. Dna. Eugenia era também conhecida como tia Zizi.

Transcrevo a seguir alguns trechos de um texto intitulado “Umbanda no Paraná” do site “Terreiro do Pai Maneco”.

“… Os maridos de Tia Zizi e D. Amélia – que eram maçons e estavam juntos na construção do Templo Sol do Oriente – conseguiram um terreno triangular para a edificação da casa. Através da amizade dos esposos, as correntes mediúnicas se uniram e, sob as determinações do Pai João de Benguela, o templo foi sendo construído. A edificação foi feita com base nas simbologias das antigas sabedorias. O congá ficava na mesma altura do altar do Venerável da loja maçônica e havia um fio de cobre (fio transmissor de energia) ligando os dois, sendo que na parte de cima havia a loja maçônica e na de baixo, o templo de Umbanda. Ainda existia uma área de chão batido atrás do congá à qual somente alguns médiuns tinham acesso. …
… Sob o comando do Pai João de Benguela, os trabalhos eram realizados duas vezes por semana, e somente a Tia Zizi, D. Amélia e poucos  médiuns trabalhavam incorporados. Os demais participavam da firmeza da corrente, sem incorporar, mas, mesmo assim, demonstrando muita seriedade e devoção. …
… As duas trabalharam juntas no Templo Sol do Oriente até 1951, quando D. Amélia fundou a Tenda Espiritualista de Yemanjá (em 23/06/1951, segundo o site da A.M.E.M.) onde trabalhou por três anos sob orientação do Caboclo da Mangueira. …
… Apesar de parecer estranha a ligação tão estreita entre a Umbanda do Paraná e a maçonaria, nos foi lembrado que a maçonaria tem três colunas de trabalho: sabedoria, força e beleza e as três colunas da umbanda são: Preto Velho, Caboclo e Erê. E onde elas se unem? A sabedoria do Preto Velho, a força do Caboclo e a beleza dos Erês.
Em cada região do país a Umbanda foi inserida dentro do contexto social da época. Em Curitiba, a maçonaria era a grande força que poderia dar respaldo para o início dos trabalhos de forma ampla e sem perseguição policial, pois os grandes nomes da sociedade estavam dentro da maçonaria e estes, dentro do Templo Sol do Oriente. ...”

Muito interessante.
texto alterado em 14 mai. 2019

Referência:

sábado, 11 de maio de 2019

Villa Campo Largo

Villa Campo Largo
Villa Campo Largo
Villa Campo Largo
Villa Campo Largo - detalhe da entrada
Villa Campo Largo - detalhe telhado

Localizada na Avenida Iguaçu, esquina com a Rua Nunes Machado, a Villa Campo Largo é uma Unidade de Interesse de Preservação, mas está abandonada já há alguns anos. O quintal, que contorna a casa, virou estacionamento.

A casa foi construída em 1930 por Lucas Sovierzoski, casado com Marta Sovierzoski. O senhor Lucas era madeireiro. O casal teve três filhas, Amália, Rosa e Helena e a família ocupou a casa até os anos 1970, quando venderam a propriedade.

O nome da vila seria uma referência ao local de nascimento do senhor Lucas.

Referência:

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Trajano Reis 311/315

Casa abandonada na Rua Trajano Reis
Casa abandonada na Rua Trajano Reis
Casa abandonada na Rua Trajano Reis - detlahe

Esta casa na Rua Trajano Reis (antiga Rua América), esquina com a Rua Paula Gomes, é um Unidade de Interesse de Preservação.

Foi construída em 1914 por Francisco Maleski, casado com Martha Bertolli.
O senhor Francisco adquiriu o terreno, onde havia uma casa de madeira, em 1908.

Em maio de 2014 a sofreu um incêndio.

Referências:

quinta-feira, 9 de maio de 2019

A fachada principal do Teatro Guaíra

A fachada principal do Teatro Guaíra

Fachada principal do Teatro Guaíra, voltada para a Rua Conselheiro Laurindo, frente para a Praça Santos Andrade.

O prédio, projetado por Rubens Meister (1922-2009) é tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é uma Unidade de Interesse de Preservação.

O painel na fachada com o título de é de autoria de “Evolução das Artes Cênicas” é de Poty Lazzarotto (1924-1998) e também é tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Publicações relacionadas:
“Guairinha”
“Evolução das Artes Cênicas” - mais um mural de Poty Lazzarotto
Praça Santos Andrade

terça-feira, 7 de maio de 2019

A casa de Augusto Stresser

A casa de Augusto Stresser
A casa de Augusto Stresser
A casa de Augusto Stresser
A casa de Augusto Stresser - portão de entrada
A casa de Augusto Stresser - detalhe no portão

Esta casa na Rua Paula Gomes, 145 é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Atualmente está sob a responsabilidade da Procuradoria-Geral do Estado do Paraná.

Em estilo eclético, a casa foi construída em 1914 por Augusto Stresser, que residiu nela, com a sua família até 1918, quando faleceu.

A casa está bem conservada e apresenta uma série de detalhes típicos do estilo eclético.

Augusto Stresser


Augusto Stresser nasceu em Curitiba e, 18 de julho de 1871, filho de Theodoro Stresser, imigrante alemão e Izabel Pletz (conhecida com “Luiza”), brasileira, filha de alemães.
Theodoro e Izabel casaram em 23 de janeiro de 1847 e tiveram sete filhos, sendo Augusto o mais novo. Augusto casou com Ernestina Gaertner. O casal teve oito filhos.

Foi funcionário público estadual, chegando ao cargo de delegado fiscal.

Destacou-se como músico desde muito jovem, mas foi também pintor, poeta, desenhista, escultor e jornalista.

Como músico compôs a que é considerada a primeira ópera genuinamente paranaense, “Sidéria”, que conta a história de uma amor trágico durante a Revolução Federalista.
A estréia da ópera foi no Theatro Guayra em 3 de maio de 1912.

Compôs também o “Hino do Cinquentenário” da emancipação política do Paraná.

Foi um dos fundadores, em 25 de maio de 1893, do “Grêmio Musical Carlos Gomes”.

Faleceu em em 18 de novembro de 1918.

Referências:

segunda-feira, 6 de maio de 2019

domingo, 5 de maio de 2019

Cine Passeio - ficou bonito

Cine Passeio - ficou bonito

Prédio do Cine Passeio à noite

O Cine Passeio, inaugurado em 27 de março de 2019, ficou muito bonito. Especialmente à noite.

Localizado na Rua Riachuelo, 410 (esquina com a Rua Presidente Carlos Cavalcanti) o Cine Passeio é ligado à Fundação Cultural de Curitiba.

O prédio conta com espaço para formação audiovisual, uma sala multiuso com 110 lugares e espaço para projeção de filmes e sala para vídeo sob demanda. Espaço para trabalho compartilhado para atender micro e pequenos empreendedores. Duas salas de cinema (Sala Ritz e Sala Luz), ambas com 90 lugares, cafeteria. No terraço tem uma área para eventos e um cinema a céu aberto.

Considerando o clima de Curitiba, o cinema ao ar livre está parecendo-me mais um daqueles sonhos curitibanos. A conferir. De qualquer maneira, vai ser divertido. Ainda não assisti um filme lá, mas pretendo.

O prédio é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Publicações relacionadas:
Futuro Cine Passeio?
Está ficando bonito

Referência:

sábado, 4 de maio de 2019

Na XV, sábado, final de tarde

Cena na Rua XV de Novembro com pessoas nas mesas dos restaurantes na calçada e crianças vendendo doces

Um final de sábado, nublado, na Rua XV de Novembro. Quase chegando na Avenida Luiz Xavier.
A paisagem urbana desde a Praça Osório até a Praça Santos Andrade é Patrimônio Cultural do Paraná.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

A antiga Chácara Schaffer

A antiga Chácara Schaffer
A antiga Chácara Schaffer
A antiga Chácara Schaffer - detalhe
A antiga Chácara Schaffer
A antiga Chácara Schaffer
A antiga Chácara Schaffer - detalhe
A antiga Chácara Schaffer - detalhe

Fotos da antiga Chácara Schaffer na Avenida Desembargador Hugo Simas.

O Sr. Francisco Schaffer foi um pioneiro em muitos aspectos da sua vida.
Já comentei alguma coisa sobre ele na publicação relacionada abaixo.

Publicação relacionada:
Confeitaria Schaffer