sábado, 24 de fevereiro de 2018

Planta de Curityba 1929 - por Frederico Kirchgässner

Planta de Curityba 1929 desenhada por Frederico Kirchgässner, na escala 1:10.000, em nanquim sobre tecido

“Planta de Curityba” em 1929, na escala 1:10.000, em nanquim sobre tecido, elaborada por “Frederico Kirchgässner, archto e agrior.”

Fotografada na exposição “Kirchgässner: um modernista solitário” realizada no Museu Oscar Niemeyer em 2017.

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Um muro com desenhos geométricos

Um muro com desenhos geométricos

Muro, que pareceu-me os fundos de uma escolinha, na Rua Desembargador Isaías Bevilaqua.
Gostei do grafite com formas geométricas.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Cobogós

Muro com grade e cobogós

Cobogós

Na lateral voltada para a Rua Abrahão Kali Fadel de uma casa que já mostrei aqui, tem essa entrada secundária bem interessante.
Repare nos tijolos arredondados, na grade do portão e nos cobogós.

Cobogó é o nome dado a elementos vazados feitos de argila, cimento, vidro, cerâmica ou outros materiais. São usados em muros e paredes externas e internas, possibilitando a entrada de luz e/ou ventilação.
É chamado assim por causa das iniciais do sobrenome de três engenheiros, que residiam no Recife, Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis, que o criaram por volta do ano 1930. Parece que no início eram feitos em cimento. Pelo menos é isso que a Wikepedia diz.

Sempre chamei essas coisas de elementos vazados, que aliás, tinham na casa de minha infância e adolescência, que era no mais puro estilo modernista. Só mais tarde fiquei conhecendo pelo nome de cobogó, nome que tenho dificuldade de lembrar.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Praça Odilon Mader

Praça Odilon Mader em Curitiba

A Praça Odilon Mader está localizada bem no início da Avenida Manuel Ribas, ainda no São Francisco.
Quando fui fotografá-la, pretendia fotografar também um busto de Manuel Ribas, em bronze, de autoria de João Turin. Infelizmente, restou apenas o pedestal.
Mais que a tristeza de não encontrar uma obra de arte é a constatação do estágio civilizatório em que nos encontramos. As vezes fico com a impressão que em vez de evoluirmos, estamos andando para trás. Será que chegaremos no ponto de termos que colocar todas as obras de arte expostas no céu aberto como no Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais?

Odilon Mader


“Nasceu em 2 de outubro de 1902 na cidade de Rio Negro (PR), falecendo em Curitiba (PR) em 24 de dezembro de 1954. Formou-se em Engenharia Civil no ano de 1926 na Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Nomeado engenheiro da Prefeitura Municipal de Curitiba em 1927, sendo promovido no mesmo ano a Diretor de Obras do Município, cargo que exerceu por 2 anos. Transferido para o funcionalismo estadual, foi Engenheiro Chefe da grandiosa obra do Porto de Paranaguá. Foi Prefeito de Paranaguá até 1923, dedicando-se ao Departamento de Água e Esgotos até 193, voltando à Curitiba como Chefe da Fiscalização dos Contratos da Companhia de Forza e Luz. Foi um dos fundadores da Associação dos Funcionários Público do Paraná. Foi vereador da Câmara Municipal de Curitiba em 1947.”

Referência:

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Edifício General Carneiro

Edifício General Carneiro - vista de perfil

Edifício General Carneiro - fachada principal

Edifício General Carneiro - detalhe na fachada principal

Edifício General Carneiro - placa em bronze com o nome do edifício

Edifício General Carneiro - detalhe

Localizado na Rua General Carneiro, esquina com a Rua Marechal Deodoro, este pequeno edifício de três andares é bem simpático. Gosto de prédios pequenos, não muito altos.
Não consegui descobrir quando foi construído, mas pelo jeitão dele arrisco dizer que foi em meados do século XX.
Repare na decoração, com aquela faixa de vidro vertical que deve fornecer iluminação natural para as escadas, as sacadas e janelas e os diversos ornamentos de ferro.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Alguns móveis desenhados por Frederico Kirchgässner

Cadeira desenhada por Frederico Kirchgässner

Mesinha desenhada por Frederico Kirchgässner

Mesinha desenhada por Frederico Kirchgässner

Luminária desenhada por Frederico Kirchgässner

Mesinha desenhada por Frederico Kirchgässner

Móveis que Frederico Kirchgässner projetou e mandou construir para a sua casa, considerada a primeira manifestação da arquitetura modernista em Curitiba e uma das primeiras no Brasil.
Fizeram parte da exposição “Kirchgässner: um modernista solitário” realizada no Museu Oscar Niemeyer em 2017.

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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Edifício Alvorada

Edifício Alvorada
Edifício Alvorada - detalhe janelas
Edifício Alvorada
Edifício Alvorada - detalhe entrada


Com dois blocos de 20 andares, dois apartamentos por andar e localizado na Rua Mariano Torres, esquina com a Rua Marechal Deodoro, o Edifício Alvorada foi projetado pelo engenheiro/arquiteto Elgson Ribeiro Gomes.

Construído em 1961, o edifício segue as regras da arquitetura modernista, da qual Elgson foi um dos primeiros mestres.

A construção do edifício de certa forma representou uma transgressão ao Plano Agache, que previa o alargamento da Marechal Deodoro em toda a sua extensão.

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Referências:

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Casa Kirchgässner - importante para a história da arquitetura brasileira

Casa Kirchgässner - fachada frontal
Casa Kirchgässner - terraço superior
Casa Kirchgässner - vista lateral

Casa Kirchgässner - vista lateral

Casa Kirchgässner - vista lateral e dos fundos
Casa Kirchgässner - maquete
Casa Kirchgässner - maquete na exposição "Kirchgässner: um modernista solitário" no Museu Oscar Niemeyer










Localizada na Rua Treze de Maio, esquina com a Rua Portugal, a Casa Kirchgässner foi projetada em 1929 por Frederico Kirchgässner e a construção concluída em 1932.
É considerada a primeira casa modernista da cidade de Curitiba.

A casa não é importante apenas para a história da arquitetura da cidade, mas é importante para história da arquitetura brasileira. É uma das primeiras manifestações do modernismo no país, estilo arquitetônico que deu destaque internacional a arquitetura do Brasil, com arquitetos como Oscar Niemeyer.

A casa não foi bem recebida pela população, acostumada com o estilo eclético da época e pelas obras de arquitetos como Ernesto Guaita (1843-1915) e João de Mio (1879-1971).

Dizem que algumas pessoas achavam que tinha terminado o dinheiro e a obra não estava acabada, chegando ao ponto de um conhecido ter falado com Kirchgässner sobre um bom carpinteiro, que não cobrava muito e que sabia fazer telhados muito bem. Enfim, foi um daqueles momentos de estranhamento do novo, do diferente.

A casa não era só diferente por fora, mas o seu interior seguia princípios novos (para a época) de distribuição dos espaços, como cozinha em corredor, paredes duplas para conforto térmico,  aproveitamento do terraço na parte superior da casa, ausência de ornamentos, enfim, seguindo a receita de racionalismo do modernismo. Boa parte dos móveis foram projetados por Frederico Kirchgässner e mandados construir especialmente, seguindo as linhas da nova arquitetura.

A casa é tombada pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Frederico Kirchgässner


Nasceu em 1899 na Alemanha, mas foi registrado no Brasil.
Manteve sempre contato com a Alemanha através de uma intensa correspondência.
Fez o curso de artes e arquitetura por correspondência, incentivado por um tio que morava em Baden-Baden e que era reitor de uma escola feminina, Franz Kirchgässner

Retornou à Alemanha em 1929 para receber o diploma de Artes e Arquitetura. Nesta mesma viagem casou com sua prima Hilda (1902-1999), filha do tio que influiu em sua carreira.

Após retornar de sua viagem, como funcionário da Prefeitura de Curitiba, executou em nanquim sobre tecido uma “Planta de Curityba”, na escala 1:10.000.

Em 1936 projetou uma casa para o seu irmão Bernardo Kirchgässner, construída na Rua Visconde de Nacar.

Depois das críticas pelo projeto de sua casa e após as perseguições sofridas pela comunidade alemã durante a II Guerra Mundial, Frederico Kirchgässner, que tinha uma personalidade introvertida, retraiu-se, dedicando-se principalmente ao seu trabalho na prefeitura e a pintura, que fazia junto com sua esposa Hilda, também dedicada às artes.

Projetou ainda um pequeno edifício construído em 1958 na Rua Portugal, bem próximo da sua casa. Desconheço se existe alguma outra casa projetada por ele na cidade.

Faleceu em 1988. Somente após a sua morte a sua história e a importância do projeto da sua casa passou a ser reconhecida.

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Planta de Curityba 1929 - por Frederico Kirchgässner

Referência:

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Uma casa na Dr. Faivre

Uma casa na Dr. Faivre

Uma casa na Dr. Faivre

Casa situada na Rua Doutor Faivre.
Pelas linhas dela parece não ser muito nova, provavelmente da primeira metade dos anos 1900.
Gostei das janelas e ao mesmo tempo fiquei imaginando como seria o andar inferior. Será que a rua era mais alta e era um porão? Ou sempre foi um andar normal? Teria janelas? Portas?

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Busto do padre Felix Stefanowicz

Busto do padre Felix Stefanowicz
Herma em homenagem ao padre Felix Stefanowicz
Placa na herma em homenagem ao padre Felix Stefanowicz
Busto do padre Felix Stefanowicz

Esta herma homenageando o padre Felix Stefanowicz (1909-1995) está localizada no pátio da Igreja de Santa Cândida.

No pedestal uma placa com os seguintes dizeres:

“FELIX STEFANOWICZ CM
PADRE DE SANTA CÂNDICA DE
1.976 A 1.995.
DOS PAROQUIANOS A QUEM
ELE TANTO AMOU.
                              27. ago. 95”

No mesmo pedestal, mais abaixo há outra placa, onde está escrito:

“SANTAS MISSÕES
POPULARES
-•-
JESUS CRISTO,
ONTEM, HOJE
E SEMPRE”
-•-
Ano Jubilar
Santa Cândida, 26/11/2000”


Felix Stefanowicz


“O padre Felix Stefanowicz nasceu aos 13 dias do mês de março de 1909, na Polônia.
Quando jovem entrou para o seminário Vicentino de Cracóvia, cursando o ginásio, colegial, filosofia e teologia. Fez os votos na Congregação da Missão, fundada por São Vicente de Paulo, no dia 27 de novembro de 1930.
Ordenado diácono no dia 07 de março de 1936 e padre no dia 06 de junho do mesmo ano. No mesmo ano partiu para as Missões na China, onde durante 10 anos dedicou-se a evangelização.
Em 1946, os comunistas expulsaram todos os padres da China, e o Padre Felix viajou para os Estados Unidos, e em seguida para o Brasil.
No Brasil iniciou nas seguintes paróquias: São Mateus do Sul/PR; Prudentópolis/PR;Mafra/SC. No início de 1959 veio para Curitiba, sendo nomeado diretor do Jornal LUD.
Em 1961 foi nomeado superior da Casa Central dos Padres Vicentinos; ecônomo provincial; vigário dos poloneses; capelão da Casa de Saúde São Vicente e do Hospital das Clínicas.
Voltando a trabalhar nas paróquias, trabalhou em Irati, Araucária, Ibaiti, em Curitiba, no bairro Santa Cândida.
O Padre Felix faleceu aos 86 anos de idade, no dia 24 de maio de 1995, sepultamento que literalmente parou o bairro da Santa Cândida.”

Referência:

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Manoel Ribas 108

Casa com pintura interessante na Avenida Manoel Ribas

Gostei dessa casa na Avenida Manoel Ribas. Principalmente da pintura. Atualmente é ocupada por um bar.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Cemitério Paroquial Santa Cândida

Entrada do Cemitério Paroquial Santa Cândida
Cemitério Paroquial Santa Cândida - detalhe do portão de entrada

O Cemitério Paroquial Santa Cândida está localizado na Rua Padre João Wislinski, junto à Igreja de Santa Cândida. É um cemitério paroquial, daqueles construídos no terreno da igreja.

Enquanto fotografava fiquei tentando lembrar de outra igreja em Curitiba com um cemitério paroquial. Na hora não consegui . Mas depois, pesquisando na rede, encontrei o o Cemitério Paroquial de Umbará, Campo Comprido, de Orleães e o de Abranches. Ou seja, tem vários. Qualquer dia desses os outros também aparecerão por aqui.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Au Au

Cachorro latindo no muro

Ok. Saio já de perto do muro que você guarda.

Caminhando pela cidade as vezes a gente leva um susto, quando do nada aparece um bicho desses latindo.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Nilo Cairo 450

Casa na Rua Nilo Cairo, 450 pintada de azul e com janelas todas diferentes

Esta casa na Rua Nilo Cairo chamou a atenção pela cor, mas também pelas janelas na fachada, todas diferentes umas das outras.
Repare também da platibanda e nos diversos detalhes de decoração.
Atualmente é ocupada por um sindicato de empregados.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Centro Comercial Itália - CCI

Centro Comercial Itália - CCI
Centro Comercial Itália - CCI

Centro Comercial Itália - CCI

Centro Comercial Itália - CCI - detalhe
Centro Comercial Itália - CCI - detalhes com escadas de segurança
Centro Comercial Itália - CCI

Localizado nas esquina da Rua Marechal Deodoro com a Rua João Negrão, o Centro Comercial Itália tem 112 m de altura, 37 andares, incluído os 5 andares de estacionamento e dois que abrigam um centro comercial.

Com linhas modernas, foi construído em aço, cimento reforçado e vidro. Foi inaugurado em 1981, depois de seis anos do início das obras. O centro comercial abrigado no edifício foi o primeiro da cidade.

De uso exclusivamente comercial, abriga também os consulados da Itália e o do Japão.

Diz a lenda que no último andar, com forma semi-circular e que dá a impressão de ficar suspenso, deveria ser um restaurante.

Gosto bastante do desenho do edifício, acho-o bem harmonioso. Pena que está em um local meio apertado, entre outros edifícios, o que dificulta a visão (e fotografá-lo).

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Manoel Ribas 640

Casa na Avenida Manoel Ribas, com mansarda

Casa na Avenida Manoel Ribas

Esta casa na Avenida Manoel Ribas, esquina com a Rua Coronel João Guilherme Guimarães, é outra daquelas que em um primeiro momento não parece ser grande quanto é; uma vez que esta pintada de cores diferentes, mas repare na mansarda.
Fiquei com a impressão que metade da casa está desocupada.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Grafite e pichação

Parede com grafite e pichação

Este edifício na esquina da Rua Marechal Deodoro com a Rua Doutor Faivre está com o térreo, aparentemente desocupado, todo pichado.

Na lateral voltada para a Dr. Faivre, além da pichação encontrei duas manifestações que estão mais para grafite. A imagem de um senhor de costa e o verso:

“Saudade é o que
resta depois de
você ser carcomido
pelo tempo”

Não sei se estas manifestações foram autorizadas pelos proprietários (penso que deveriam ser sempre autorizadas), mas de qualquer maneira, elas tendem para o belo. Ao contrario das pichações, que estão mais para rabiscos incompreensíveis, marcação de território, sujeira.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Igreja Evangélica Livre - Comunidade do Amor

Prédio da Igreja Evangélica Livre, localizado na Avenida Paraná

O templo da Igreja Evangélica Livre, Comunidade do Amor está localizado na Avenida Paraná, 2920.
Apesar da as vezes apresentar-se como  Igreja Evangélica Livre Boa Vista, tecnicamente, segundo os mapas de bairros da URBS, está localizada no Bacacheri. A Av. Paraná naquela altura é a divisa entre os dois bairros.

Procurando na internet, encontrei a seguinte explicação para o porquê Evangélica Livre:

Livre de quaisquer ligações ao Estado.
Os fundadores das Igrejas Evangélicas Livres na Europa - França - onde iniciou, e Alemanha, renunciaram a quaisquer prerrogativas para não dar ao Estado o direito de intervenção nos assuntos internos da igreja. No Brasil, não temos, "Igreja de Estado". Interpretamos, por isso, a palavra "Livre", em nosso nome, como "Livre de quaisquer ligações a organizações seculares ou eclesiásticas".

Livre, no sentido de autonomia e de expressão de cada igreja.
Refere-se à liberdade de cada igreja na forma de expressão. Ser "Livre", nesse sentido, não exclui naturalmente a filiação e interligação através de uma convenção de Igrejas Evangélicas Livres, primeiramente no Brasil e depois em âmbito internacional. A consideração fraternal e participação com outras igrejas Evangélicas Livres, e ainda, com igrejas de outras denominações são algo de grande importância para a grande família Evangélica Livre.

Livre da condenação eterna por meio da fé em Jesus Cristo.
Se o Filho (Jesus) vos libertar, verdadeiramente sereis livres (João 8:36). Quem é chamado à liberdade, não deve fazer-se escravo dos homens, nem de qualquer sistema religioso. A Bíblia ensina: "Onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade" (II Coríntios 3:17). Fazendo naturalmente uma grande diferença entre liberdade da escravidão do mundo das trevas, do pecado, e a libertinagem condenada por Deus e obviamente pela Igreja Evangélica Livre.

Dissemos que somos "Livres" contanto que permaneçamos dependendo de Jesus Cristo, e enquanto a nossa fé for realmente de obediência à vontade d'Ele.
As Igrejas Evangélicas Livres têm certas formas de expressão, porém elas não são uniformes.
Seus membros não são "padronizados", não são sujeitos a qualquer lei canônica, não têm uma visão limitada através de uma interpretação particular das Escrituras Sagradas. Conforme a opinião dos fundadores das Igrejas Evangélicas Livres, a porta da igreja deve ser tão larga, que qualquer fiel possa entrar. Esta atitude possibilita ao Espírito Santo liberdade de operação e garante para cada membro individualmente liberdade de desenvolvimento espiritual.”

Referência:

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

GG 1956

Casa na Rua Raquel Prado, provavelmente construída em 1956.

Casa na Rua Raquel Prado, provavelmente construída em 1956.

Casa na Rua Raquel Prado, provavelmente construída em 1956.
No losango na platibanda, além da data tem as letras GG. Quem será que foi GG?
Outra coisa que reparei é que a casa é de material, mas o telhado com sótão é de madeira. Teria sido construído depois?

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A Visconde de Guarapuva em um momento de calma

Avenida Visconde de Guarapuva vista da Rua Ubaldino de Amaral, em um momento de pouco movimento

A Avenida Visconde de Guarapuva fotografada na tarde de um sábado de janeiro.
A Visconde costuma ser um tormento para quem tem que circular por ela nos dias úteis, principalmente naqueles horários que todos costumam ir ou voltar do trabalho.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Casa Dalla Stella

uma bela casa de madeira com lambrequins

Casa Dalla Stella - detalhe dos lambrequins

Casa Dalla Stella, uma bela casa de madeira com lambrequins

Casa Dalla Stella - detalhe com destaque para os lambrequins

Esta casa de madeira, com lambrequins, fica na Rua 21 de Abril, esquina com a Rua Amintas de Barros. Foi construída pela família de imigrantes italianos Dalla Stella (não consegui descobrir o nome das pessoas ainda) no final dos anos 1800.

No terreno, que era bem maior, a casa ocupava apenas uma parte. Nos fundos da casa funcionava a Fábrica de Móveis Dalla Stella, cujo barracões é possível observar em algumas fotos.

Muito linda a casa e muito bem conservada.

Referências: