quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Mais uma casa na Desembargador Ermelino de Leão

Casa na Desembargador Ermelino de Leão

Mais uma das casas na Rua Desembargador Ermelino de Leão.
Esta tem um estilo bem comum de várias outras casa construídas ao redor do ano 1950. Telhado bem inclinado, um falso enxaimel (que a pintura atual não destaca), grades, venezianas, e aquelas pedras escuras, que no caso foram usadas no chaminé, colunas e muro. Bacana.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Homenagem à colônia afro-brasileira

Placa em homenagem a colônia afro-brasileira

Placa em homenagem à colônia afro-brasileira na Praça Santos Andrade.

Na placa está escrito o seguinte:

“CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA
A COLONIA AFRO-BRASILEIRA
100 ANOS

AS HOMENAGENS DOS VERADORES DE CURITIBA QUE UNINDO-SE ÀS
COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA ABOLIÇÃO, DESTACAM A PARTICIPAÇÃO
COM OS NOMES AQUI GRAVADOS, QUE REPRESENTAM OS VÁRIOS
SEGMENTOS DA ETNIA NEGRA, PERPETUAMOS NOSSO CARINHO À
COLÔNIA AFRO-BRASILEIRA

ACIR FERNANDES, ADELINO ALVES DA SILAVA, AMILTON AMBRÓSIO RIBEIRO, ANTÔNIO DIONÍSIO FILHO, ANTÔNIO SILVA DE PAULO, ANTÔNIO CALAZANS, ARTHUR MIRANDA JÚNIOR, AROLDO ANTONIO DE FARIAS, CÂNDIDO ALVES DE SOUZA, CLÓVIS AZAURY DO NASCIMENTO, DALZIRA MARIA APARECIDA, ELIDIO ALVES TEODORO, EUCLIDES SILVA, HASIEL PEREIRA (VERADOR), HUGO JORGE BENTO, IDÉLCIO JOSÉ DE OLIVEIRA, ISAAC OTÁVIO, JOÃO FERREIRA DOS SANTOS, JOÃO FREDERICO ALVES, JOÃO PEREIRA DA SILAV, JORGE OLIVEIRA, JOSÉ AUGUSTO G. ANICETO, JOSÉ CARLOS M. DOS SANTOS, JOSÉ DIONÍSIO DA SILVA, JOSÉ MOREIRA DE ASSIS, JOSÉ PEREIRA FILHO, JOSÉ RAMOS, JOSÉ SALVADOR DE SOUZA, JOSÉ S. SILVA FELINTO (EX-VEREADOR), JURANDIR NUNES PEREIRA, LUIZ FERNANDO MARQUES, MALU NUNES DA SILVA, MANOEL NUNES DASILVA, MARIA APARECIDA DA SILVA, MARIA LUCIA DE SOUZA, MARIA MERCISI G. ANICETO, MARIA NICOLAS, MARILENE DA GRAÇA RIBAS, MARINA DE ANDRADE SOUZA, MARINA PEREIRA, MARIO FERREIRA, MARIO VASCONCELOS, NARCISO J. R. ASSUMPÇÃO, NATALÍCIO SOARES, NELSON CARLOS DA LUZ, ODELAIR RODRIGUES, OLGA MARIA S. FERREIRA, ORLANDO DIAS DA SILVA, OSVALDO FERREIRA DOS SANTOS, OZIEL MOURA DOS SANTOS (CÔNSUL SENEGAL), PAULO CHAVES DA SILVA, PAULO LOPES SANTOS, PEDRO ADÃO PEREIRA, RAIMUNDA FERREIRA DOS SANTOS, RAIMUNDO NONATO SIQUEIRA, SERAPHNA JACIRA GONÇALVES, SIDNEY LIMA DOS ANTOS (EX-VEREADOR), TEREZA ERMELINO DE LEÃO, VALDIR IZIDORO SILVEIRA, ZEILA MOURA DOS SANTOS
HOMENAGENS PÓSTUMAS
ANTENOR ALENCAR LIMA, ANTENOR P- DOS SANTOS (EX-VEREADOR) ANTONIO PINTO REBOUÇAS, EDGAR ANTUNES SILVA (TATÚ), ENEDINA ALVES MARQUES, HAROLDO FERREIRA DOS SANTOS, JOSÉ FERREIRA DSO SANTOS, JOSÉ PINTO REBOUÇAS

CURITIBA, 26 DE MAIO DE 1988
HORÁCIO RODRIGUES
PRESIDENTE DA NONA LEGISLATIVA”

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Um meio hexágono

Casa de madeira com um meio hexágono

Casa de madeira com um meio hexágono

Nessa casa mista, madeira e material, chamou a minha atenção aquele elemento com as paredes sextavadas. A peça deu personalidade à casa, que fica nas Mercês.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida - detalhes

Igreja de Santa Cândida - detalhes

Localizada na Rua Padre João Wislinski o prédio atual, em estilo neogótico, da Igreja de Santa Cândida começou a ser construído em 1929 e foi inaugurado em 1936.
Junto havia uma capela inaugurada em 6 de janeiro de 1877 e que foi demolida em 1940.

Antiga capela de Santa Cândida (sem data)
A Colônia de Santa Cândida foi criada nos arredores do Curitiba (que na época tinha 12.000 habitantes) por Adolpho Lamenha Lins, presidente da província.
Os primeiros imigrantes poloneses chegaram em agosto de 1875. Cada família recebeu um lote de 4,5 alqueires, uma casinha de madeira e 20 mil Réis. A área inicial da colônia era de cinco milhões de metros quadrados.
Os poloneses instalados na colônia vieram da aldeia de Szolkowice, na Alta Silésia, região então ocupada pela Prússia. Lembrando que a Polônia tinha deixado de existir como nação desde 1772-1795 e o seu território estava dividido entre o Império Austro-Húngaro, Rússia e Prússia.

Dizem que a escolha do nome de Santa Cândida é uma espécie de homenagem a Cândida de Oliveira, segunda esposa de Lamenha Lins, que os colonos consideravam como uma espécie de padrinho protetor.

Quando esteve em Curitiba D. Pedro II visitou a colônia de Santa Cândida no dia 23 de maio de 1880 e escreveu o seguinte no seu diário:

“ … Almoço às 9 ½. Saída às 10 ½.
Colônia Santa Cândida. Missa em pequena capela decente. Os colonos polacos alemães cantavam. Visitei diversos prazos. Plantam cereais da terra e centeio. Não tem moinho e tem de trazer o centeio à cidade em distância de mais de légua. …”

A Igreja de Santa é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Referências:

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Planta de Curityba 1929 - por Frederico Kirchgässner

Planta de Curityba 1929 desenhada por Frederico Kirchgässner, na escala 1:10.000, em nanquim sobre tecido

“Planta de Curityba” em 1929, na escala 1:10.000, em nanquim sobre tecido, elaborada por “Frederico Kirchgässner, archto e agrior.”

Fotografada na exposição “Kirchgässner: um modernista solitário” realizada no Museu Oscar Niemeyer em 2017.

Publicações relacionadas:
Casa Kirchgässner - importante para a história da arquitetura brasileira
Casa Bernardo Kirchgässner
Um pequeno edifício projetado por Frederico Kirchgässner
Alguns móveis desenhados por Frederico Kirchgässner

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Um muro com desenhos geométricos

Um muro com desenhos geométricos

Muro, que pareceu-me os fundos de uma escolinha, na Rua Desembargador Isaías Bevilaqua.
Gostei do grafite com formas geométricas.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Cobogós

Muro com grade e cobogós

Cobogós

Na lateral voltada para a Rua Abrahão Kali Fadel de uma casa que já mostrei aqui, tem essa entrada secundária bem interessante.
Repare nos tijolos arredondados, na grade do portão e nos cobogós.

Cobogó é o nome dado a elementos vazados feitos de argila, cimento, vidro, cerâmica ou outros materiais. São usados em muros e paredes externas e internas, possibilitando a entrada de luz e/ou ventilação.
É chamado assim por causa das iniciais do sobrenome de três engenheiros, que residiam no Recife, Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis, que o criaram por volta do ano 1930. Parece que no início eram feitos em cimento. Pelo menos é isso que a Wikepedia diz.

Sempre chamei essas coisas de elementos vazados, que aliás, tinham na casa de minha infância e adolescência, que era no mais puro estilo modernista. Só mais tarde fiquei conhecendo pelo nome de cobogó, nome que tenho dificuldade de lembrar.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Praça Odilon Mader

Praça Odilon Mader em Curitiba

A Praça Odilon Mader está localizada bem no início da Avenida Manuel Ribas, ainda no São Francisco.
Quando fui fotografá-la, pretendia fotografar também um busto de Manuel Ribas, em bronze, de autoria de João Turin. Infelizmente, restou apenas o pedestal.
Mais que a tristeza de não encontrar uma obra de arte é a constatação do estágio civilizatório em que nos encontramos. As vezes fico com a impressão que em vez de evoluirmos, estamos andando para trás. Será que chegaremos no ponto de termos que colocar todas as obras de arte expostas no céu aberto como no Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais?

Odilon Mader


“Nasceu em 2 de outubro de 1902 na cidade de Rio Negro (PR), falecendo em Curitiba (PR) em 24 de dezembro de 1954. Formou-se em Engenharia Civil no ano de 1926 na Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Nomeado engenheiro da Prefeitura Municipal de Curitiba em 1927, sendo promovido no mesmo ano a Diretor de Obras do Município, cargo que exerceu por 2 anos. Transferido para o funcionalismo estadual, foi Engenheiro Chefe da grandiosa obra do Porto de Paranaguá. Foi Prefeito de Paranaguá até 1923, dedicando-se ao Departamento de Água e Esgotos até 193, voltando à Curitiba como Chefe da Fiscalização dos Contratos da Companhia de Forza e Luz. Foi um dos fundadores da Associação dos Funcionários Público do Paraná. Foi vereador da Câmara Municipal de Curitiba em 1947.”

Referência:

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Edifício General Carneiro

Edifício General Carneiro - vista de perfil

Edifício General Carneiro - fachada principal

Edifício General Carneiro - detalhe na fachada principal

Edifício General Carneiro - placa em bronze com o nome do edifício

Edifício General Carneiro - detalhe

Localizado na Rua General Carneiro, esquina com a Rua Marechal Deodoro, este pequeno edifício de três andares é bem simpático. Gosto de prédios pequenos, não muito altos.
Não consegui descobrir quando foi construído, mas pelo jeitão dele arrisco dizer que foi em meados do século XX.
Repare na decoração, com aquela faixa de vidro vertical que deve fornecer iluminação natural para as escadas, as sacadas e janelas e os diversos ornamentos de ferro.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Alguns móveis desenhados por Frederico Kirchgässner

Cadeira desenhada por Frederico Kirchgässner

Mesinha desenhada por Frederico Kirchgässner

Mesinha desenhada por Frederico Kirchgässner

Luminária desenhada por Frederico Kirchgässner

Mesinha desenhada por Frederico Kirchgässner

Móveis que Frederico Kirchgässner projetou e mandou construir para a sua casa, considerada a primeira manifestação da arquitetura modernista em Curitiba e uma das primeiras no Brasil.
Fizeram parte da exposição “Kirchgässner: um modernista solitário” realizada no Museu Oscar Niemeyer em 2017.

Publicações relacionadas:
Casa Kirchgässner - importante para a história da arquitetura brasileira
Casa Bernardo Kirchgässner
Um pequeno edifício projetado por Frederico Kirchgässner
Planta de Curityba 1929 - por Frederico Kirchgässner

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Edifício Alvorada

Edifício Alvorada
Edifício Alvorada - detalhe janelas
Edifício Alvorada
Edifício Alvorada - detalhe entrada


Com dois blocos de 20 andares, dois apartamentos por andar e localizado na Rua Mariano Torres, esquina com a Rua Marechal Deodoro, o Edifício Alvorada foi projetado pelo engenheiro/arquiteto Elgson Ribeiro Gomes.

Construído em 1961, o edifício segue as regras da arquitetura modernista, da qual Elgson foi um dos primeiros mestres.

A construção do edifício de certa forma representou uma transgressão ao Plano Agache, que previa o alargamento da Marechal Deodoro em toda a sua extensão.

Publicações relacionadas:
Edifício Canadá
Edifício D. Pedro II
Edifício Barão do Serro Azul

Referências:

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Casa Kirchgässner - importante para a história da arquitetura brasileira

Casa Kirchgässner - fachada frontal
Casa Kirchgässner - terraço superior
Casa Kirchgässner - vista lateral

Casa Kirchgässner - vista lateral

Casa Kirchgässner - vista lateral e dos fundos
Casa Kirchgässner - maquete
Casa Kirchgässner - maquete na exposição "Kirchgässner: um modernista solitário" no Museu Oscar Niemeyer










Localizada na Rua Treze de Maio, esquina com a Rua Portugal, a Casa Kirchgässner foi projetada em 1929 por Frederico Kirchgässner e a construção concluída em 1932.
É considerada a primeira casa modernista da cidade de Curitiba.

A casa não é importante apenas para a história da arquitetura da cidade, mas é importante para história da arquitetura brasileira. É uma das primeiras manifestações do modernismo no país, estilo arquitetônico que deu destaque internacional a arquitetura do Brasil, com arquitetos como Oscar Niemeyer.

A casa não foi bem recebida pela população, acostumada com o estilo eclético da época e pelas obras de arquitetos como Ernesto Guaita (1843-1915) e João de Mio (1879-1971).

Dizem que algumas pessoas achavam que tinha terminado o dinheiro e a obra não estava acabada, chegando ao ponto de um conhecido ter falado com Kirchgässner sobre um bom carpinteiro, que não cobrava muito e que sabia fazer telhados muito bem. Enfim, foi um daqueles momentos de estranhamento do novo, do diferente.

A casa não era só diferente por fora, mas o seu interior seguia princípios novos (para a época) de distribuição dos espaços, como cozinha em corredor, paredes duplas para conforto térmico,  aproveitamento do terraço na parte superior da casa, ausência de ornamentos, enfim, seguindo a receita de racionalismo do modernismo. Boa parte dos móveis foram projetados por Frederico Kirchgässner e mandados construir especialmente, seguindo as linhas da nova arquitetura.

A casa é tombada pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Frederico Kirchgässner


Nasceu em 1899 na Alemanha, mas foi registrado no Brasil.
Manteve sempre contato com a Alemanha através de uma intensa correspondência.
Fez o curso de artes e arquitetura por correspondência, incentivado por um tio que morava em Baden-Baden e que era reitor de uma escola feminina, Franz Kirchgässner

Retornou à Alemanha em 1929 para receber o diploma de Artes e Arquitetura. Nesta mesma viagem casou com sua prima Hilda (1902-1999), filha do tio que influiu em sua carreira.

Após retornar de sua viagem, como funcionário da Prefeitura de Curitiba, executou em nanquim sobre tecido uma “Planta de Curityba”, na escala 1:10.000.

Em 1936 projetou uma casa para o seu irmão Bernardo Kirchgässner, construída na Rua Visconde de Nacar.

Depois das críticas pelo projeto de sua casa e após as perseguições sofridas pela comunidade alemã durante a II Guerra Mundial, Frederico Kirchgässner, que tinha uma personalidade introvertida, retraiu-se, dedicando-se principalmente ao seu trabalho na prefeitura e a pintura, que fazia junto com sua esposa Hilda, também dedicada às artes.

Projetou ainda um pequeno edifício construído em 1958 na Rua Portugal, bem próximo da sua casa. Desconheço se existe alguma outra casa projetada por ele na cidade.

Faleceu em 1988. Somente após a sua morte a sua história e a importância do projeto da sua casa passou a ser reconhecida.

Publicações relacionadas:
Casa Bernardo Kirchgässner
Um pequeno edifício projetado por Frederico Kirchgässner
Alguns móveis desenhados por Frederico Kirchgässner
Planta de Curityba 1929 - por Frederico Kirchgässner

Referência:

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Uma casa na Dr. Faivre

Uma casa na Dr. Faivre

Uma casa na Dr. Faivre

Casa situada na Rua Doutor Faivre.
Pelas linhas dela parece não ser muito nova, provavelmente da primeira metade dos anos 1900.
Gostei das janelas e ao mesmo tempo fiquei imaginando como seria o andar inferior. Será que a rua era mais alta e era um porão? Ou sempre foi um andar normal? Teria janelas? Portas?

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Busto do padre Felix Stefanowicz

Busto do padre Felix Stefanowicz
Herma em homenagem ao padre Felix Stefanowicz
Placa na herma em homenagem ao padre Felix Stefanowicz
Busto do padre Felix Stefanowicz

Esta herma homenageando o padre Felix Stefanowicz (1909-1995) está localizada no pátio da Igreja de Santa Cândida.

No pedestal uma placa com os seguintes dizeres:

“FELIX STEFANOWICZ CM
PADRE DE SANTA CÂNDICA DE
1.976 A 1.995.
DOS PAROQUIANOS A QUEM
ELE TANTO AMOU.
                              27. ago. 95”

No mesmo pedestal, mais abaixo há outra placa, onde está escrito:

“SANTAS MISSÕES
POPULARES
-•-
JESUS CRISTO,
ONTEM, HOJE
E SEMPRE”
-•-
Ano Jubilar
Santa Cândida, 26/11/2000”


Felix Stefanowicz


“O padre Felix Stefanowicz nasceu aos 13 dias do mês de março de 1909, na Polônia.
Quando jovem entrou para o seminário Vicentino de Cracóvia, cursando o ginásio, colegial, filosofia e teologia. Fez os votos na Congregação da Missão, fundada por São Vicente de Paulo, no dia 27 de novembro de 1930.
Ordenado diácono no dia 07 de março de 1936 e padre no dia 06 de junho do mesmo ano. No mesmo ano partiu para as Missões na China, onde durante 10 anos dedicou-se a evangelização.
Em 1946, os comunistas expulsaram todos os padres da China, e o Padre Felix viajou para os Estados Unidos, e em seguida para o Brasil.
No Brasil iniciou nas seguintes paróquias: São Mateus do Sul/PR; Prudentópolis/PR;Mafra/SC. No início de 1959 veio para Curitiba, sendo nomeado diretor do Jornal LUD.
Em 1961 foi nomeado superior da Casa Central dos Padres Vicentinos; ecônomo provincial; vigário dos poloneses; capelão da Casa de Saúde São Vicente e do Hospital das Clínicas.
Voltando a trabalhar nas paróquias, trabalhou em Irati, Araucária, Ibaiti, em Curitiba, no bairro Santa Cândida.
O Padre Felix faleceu aos 86 anos de idade, no dia 24 de maio de 1995, sepultamento que literalmente parou o bairro da Santa Cândida.”

Referência:

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Manoel Ribas 108

Casa com pintura interessante na Avenida Manoel Ribas

Gostei dessa casa na Avenida Manoel Ribas. Principalmente da pintura. Atualmente é ocupada por um bar.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Cemitério Paroquial Santa Cândida

Entrada do Cemitério Paroquial Santa Cândida
Cemitério Paroquial Santa Cândida - detalhe do portão de entrada

O Cemitério Paroquial Santa Cândida está localizado na Rua Padre João Wislinski, junto à Igreja de Santa Cândida. É um cemitério paroquial, daqueles construídos no terreno da igreja.

Enquanto fotografava fiquei tentando lembrar de outra igreja em Curitiba com um cemitério paroquial. Na hora não consegui . Mas depois, pesquisando na rede, encontrei o o Cemitério Paroquial de Umbará, Campo Comprido, de Orleães e o de Abranches. Ou seja, tem vários. Qualquer dia desses os outros também aparecerão por aqui.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Au Au

Cachorro latindo no muro

Ok. Saio já de perto do muro que você guarda.

Caminhando pela cidade as vezes a gente leva um susto, quando do nada aparece um bicho desses latindo.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Nilo Cairo 450

Casa na Rua Nilo Cairo, 450 pintada de azul e com janelas todas diferentes

Esta casa na Rua Nilo Cairo chamou a atenção pela cor, mas também pelas janelas na fachada, todas diferentes umas das outras.
Repare também da platibanda e nos diversos detalhes de decoração.
Atualmente é ocupada por um sindicato de empregados.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Centro Comercial Itália - CCI

Centro Comercial Itália - CCI
Centro Comercial Itália - CCI

Centro Comercial Itália - CCI

Centro Comercial Itália - CCI - detalhe
Centro Comercial Itália - CCI - detalhes com escadas de segurança
Centro Comercial Itália - CCI

Localizado nas esquina da Rua Marechal Deodoro com a Rua João Negrão, o Centro Comercial Itália tem 112 m de altura, 37 andares, incluído os 5 andares de estacionamento e dois que abrigam um centro comercial.

Com linhas modernas, foi construído em aço, cimento reforçado e vidro. Foi inaugurado em 1981, depois de seis anos do início das obras. O centro comercial abrigado no edifício foi o primeiro da cidade.

De uso exclusivamente comercial, abriga também os consulados da Itália e o do Japão.

Diz a lenda que no último andar, com forma semi-circular e que dá a impressão de ficar suspenso, deveria ser um restaurante.

Gosto bastante do desenho do edifício, acho-o bem harmonioso. Pena que está em um local meio apertado, entre outros edifícios, o que dificulta a visão (e fotografá-lo).