sábado, 23 de junho de 2018

Edifício Lages

Edifício Lages

Edifício Lages - detalhe

Edifício Lages, localizado na Rua Voluntário da Pátria, esquina com a Rua Cruz Machado.
Apresenta nas sacada e nas laterais painéis com desenhos em baixo relevo, o que torna o edifício interessante.
Não consegui descobrir quando foi construído e nem quem o projetou.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Ao lado do Passeio Público

Casa com dois andares na Rua Presidente Carlos Cavalcanti

Casa com dois andares na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, ao lado do Passeio Público.
Em estilo art déco é bem bonita e com potencial. Interessante a platibanda em níveis e a decoração das janelas e portas.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Outra Unidade de Interesse de Preservação na Barão do Rio Branco

Outra Unidade de Interesse de Preservação na Barão do Rio Branco
Outra Unidade de Interesse de Preservação na Barão do Rio Branco - detalhe

Outra casa na Rua Barão do Rio Branco que é uma Unidade de Interesse de Preservação.
Platibanda decorada e arcos das antigas portas.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Mais uma casa na Visconde de Nacar

Mais uma casa na Visconde de Nacar

Casa na Rua Visconde de Nacar. Grande, bonita, meio escondida pela vegetação, chamou minha atenção o telhado bem inclinado, as colunas na varanda e aqueles desenhos decorativas.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Bodhisattva Avalokiteshvara com flor de lótus

Bodhisattva Avalokiteshvara com flor de lótus

Bodhisattva Avalokiteshvara com flor de lótus (Padmapani Lokeshvara); Índia Central, séc. X-XII d.C.
pedra (xisto)

É um dos mais importantes bodhisattvas. Segura a flor de lótus, que simboliza a pureza (o lótus nasce do barro e se transforma numa linda flor).

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON

Publicação relacionada:
Ásia: a terra, os homens, os deuses

segunda-feira, 18 de junho de 2018

A antiga Casa de Ferragens Hauer, sem os tapumes

A antiga Casa de Ferragens Hauer, sem os tapumes

A antiga Casa de Ferragens Hauer, detalhe

A antiga Casa de Ferragens Hauer, detalhe

A antiga Casa de Ferragens Hauer, com a Catedral ao fundo

Foto do prédio da antiga Ferragens Hauer, localizado na Rua José Bonifácio, agora sem os tapumes, que ficaram um bom tempo, mesmo depois de restaurada.

O prédio é uma Unidade de Interesse de Preservação e segundo Washington Takeuchi, do blog Circulando por Curitiba, foi alugado para a Defensoria Publica do Estado do Paraná.

Publicação relacionada:
A antiga Casa de Ferragens Hauer

Referências:

domingo, 17 de junho de 2018

Casa Provincial das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo

Casa Provincial das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo

Casa Provincial das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo

Casa Provincial das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo - entrada principal

Casa Provincial das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo - detalhe de imagem na fachada

Localizada na Avenida Manoel Ribas, 2, a sede da Província das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo é chamada pelas irmãs de Casa Medalha Milagrosa.

Ainda não tive a oportunidade de entrar na casa, mas já ví fotos de uma capela muito bonita. Qualquer dia desses acaba dando certo.

De origem polonesa, as primeiras irmãs chegaram em Curitiba em 1904. Vieram para dar aulas aos filhos de emigrantes poloneses e inicialmente instalaram-se no bairro do Abranches.

As irmãs aqui instaladas não eram subordinas da Província do Rio de Janeiro, mas a Província Polonesa de Chelmo.

As irmãs já tinha diversas casa em Curitiba  e nos estado do sul do país. e co o tempo foi surgindo a idéia de terem uma casa maior, mais centralizada e assim compraram um grande terreno no início da Manoel Ribas, próximo a Congregação da Missão, uma vez que os Padres Lazaristas sempre foram os responsáveis pela orientação espiritual.

Com plantas assinadas pelo engenheiro arquiteto Everad G. Classen e pelo construtor Roberto Gebauer, a construção da casa teve início em fevereiro de 1932.

A casa, que a construção supervisionada pelo padre Ludovico Bronny, foi inaugurada em 28 de novembro de 1933.

Com o tempo a casa foi ampliada e sofreu algumas reformas, mas manteve sempre as suas características originais.

Em 1º de março de 19547 a Província de Curitiba tornou-se independente da província polonesa a qual estava ligada.

As Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo sempre atuaram, e continuam atuando, principalmente nas áreas de educação, saúde e assistência social aos mais necessitados.

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Casa Central da Congregação da Missão

Referências:

sábado, 16 de junho de 2018

Casa do Jornaleiro - Prédio Anita Ribas

Casa do Jornaleiro - Prédio Anita Ribas - fachada na Rua Saldanha Marinho
Casa do Jornaleiro, fachada da Rua Saldanha Marinho

Casa do Jornaleiro - Prédio Anita Ribas - fachada na Rua Cruz Machado
Casa do Jornaleiro, fachada da Rua Cruz Machado


A Casa do Jornaleiro, no Prédio Anita Ribas, tem duas frentes; uma localizada na Rua Saldanha Marinho e outra na Rua Cruz Machado.

O prédio foi construído, em terreno doado pelo estado, com donativos das pessoas, físicas e jurídicas.

No dia 17 de maio de 1942 o jornal “O Dia” noticiava o lançamento da campanha para a construção, uma iniciativa patrocinada pela Dona Anita Ribas, esposa do interventor Manoel Ribas. Imagino que foi inspirada, ou até mesmo incentivada, por Dona Darcí Vargas, esposa do ditador Getúlio Vargas e patrocinadora de iniciativas semelhantes no Rio de Janeiro (então capital do país) e em Porto Alegre. Na mesma notícia o jornal informava que já havia sido arrecadado 7:418$800 referente a venda de mesas no “Casino do Aú” na noite anterior. Sessenta mesas a 50$000 cada mais 4:418$800 já em banco referentes a outras doações.

Depois disso houve uma grande mobilização de arrecadação de fundos, com contribuições de empresas, pessoas físicas, clubes, times de futebol, escolas, igrejas, sindicatos, associações beneficentes e outros. O pessoal promoveu rifas, festas, bailes, enfim, uma grande mobilização em prol da causa. Devidamente incentivados pelos jornais da época.

O lançamento da pedra fundamental foi no dia 25 de dezembro de 1942.

Em um artigo publicado pelo mesmo jornal “O Dia” no dia 26 de setembro de 1943, responde a uma pergunta formulada pelo jornalista de como os benefícios  da Casa do Jornaleiro seriam distribuídos, a Dona Anita Ribas disse o seguinte:

“    Desde há muito já vimos cuidando dessa questão, procurando, através de recurso de que dispômos, estabelecer as normas que orientarão as nossas atividades no particular arguido.
Em principio, distribuiremos os benefícios da instituição, de acôrdo com as necessidades de cada beneficiado. Entre nós, dentre os jornaleiros que formam um total de cento e cincoenta, existem aqueles que são completamente desamparados, os que possuem família e contribuem para a sua manutenção e os que são manejados pelos responsaveis, ou melhor, esclarecendo, por eles são explorados, encarregando-se, em alguns casos, do sustento de pais pouco escrupulosos.
     No primeiro caso, os menores desamparados terão abrigo completo na Casa do Jornaleiro. Serão mantidos pela instituição, recebendo moradia, alimentação e educação. O seu ganho monetário nas atividades externas será devidamente controlado, sendo uma parte destinada à Caixa da Casa do Jornaleiro, outra aos seus gastos pessoais e ainda outra recolhida à Caixa Economica, assegurando-lhes uma reserva que muito util lhes será na maioridade. No segundo caso, isto é, dos menores que vivem com os seus pais e contribuem para a manutenção da família, terão eles direito à alimentação e desfrutarão os serviços médicos, dentários, etc., direito esse extensivo a todas as pessoas da sua familia.
     Finalmente, no terceiro caso, tomaremos todas as providências no sentido de que os meninos não sejam explorados, adotando as medidas que as circunstancias exigirem. …”

Em seguida o reporter pergunta sobre o plano de construir uma nova ala do prédio, com frente para a Rua Cruz Machado e a Dona Anita disse:

“    Os planos, agora se orientaram no sentido da construção de uma nova ala para o predio, aproveitando-se dessa maneira, o restante do terreno que o governo do estado doou à instituição. Nesse sentido, já foi encarregado um engenheiro da confecção do projeto, o qual estará pronto dentro de breves dias. Essa nova construção destina-se a aluguel, para escritorios e consultorios medicos e dentarios ou para outro fim que, na ocasião oportuna, as circunstancias indicarem. A finalidade principal e unica que temos em mira, é proporcionar à Casa do Jornaleiro, uma fonte de renda permanente, que será representada pelos alugueres que a ela projetada proporcionará. A parte em vias de conclusão, atende perfeitamente às necessidades da instituição, de forma que a maneira mais pratica e util de desfrutar o restante do terreno, é exatamente a que vamos adotar.
     No dia 15 de novembro, pretendemos lançar a pedra fundamental dessa nova ala, …”

A ala do prédio voltada para a Saldanha Marinho foi inaugurado no dia 25 de dezembro de 1943.

O mesmo jornal “O Dia” no dia 28 de dezembro de 1943 publica fotos na primeira página e outra foto e artigo na página oito falando sobre a inauguração.

A inauguração começou com uma concentração dos jornaleiros que saíram em desfile até a Catedral, onde foi celebrada missa solene. Depois “os jornaleiros sempre em fórma, dirigiram-se para a séde do estabelecimento, levando um grande cartaz onde se liam palavras de agradecimento ao povo curitibano”.
Depois disso ocorreu hasteamento da bandeira, benção do edifício e os discursos de praxe. Em seguida “foi servida aos presentes saborosa chicara de café, do qual participaram os empregados da limpeza pública de Curitiba”. E por último “realizou-se então novo desfile dos jornaleiros pelas ruas da cidade. Todos uniformizadoos, com muito garbo e disciplina, percorreram diversas ruas da cidade, sob o comando do snr. Marciano Marques, inspetor dos jornaleiros”.

Segundo conta Nicolle Taner de Lima em sua dissertação de mestrado a “Casa do Pequeno Jornaleiro existiu entre os anos de 1942 e 2002. Antes uma instituição civil, em 1962, passou para a competência estadual. O Governo do Estado do Paraná manteve a mesma dinâmica organizacional da administração até os ano de 1985. Em fevereiro desse ano, a instituição iniciou um processo de desinternação dos meninos, e em dezembro, a Casa começa a pertencer à Prefeitura de Curitiba. A partir desse momento, os meninos não são mais internos, mas continuam a atividade da venda dos jornais. Até o ano de 1992, que traz além da proibição do trabalho de jornaleiro, cursos e oficinas de vime, cerâmica, judô, computação – e a presença de meninas. Até o ano de 2002, ano da desativação da instituição, centenas de jovens e adolescentes cursaram essas oficinas.”

Atualmente está do jeito que vocês veem nas fotos. Lamentável. Não sei qual esfera do Estado é proprietária do imóvel, mas é muito descaso. O prédio deveria ser usado para alguma finalidade social de amparo ao menor carente, conforme o desejo de muitas pessoas que no passado mobilizaram-se para erguê-lo.

Referências:

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Dois andares, duas moradas

Casa de dois andares com detalhes decorativos localizada na Rua Padre Agostinho

Casa de dois andares na Rua Padre Agostinho.
É interessante observar os detalhes decorativos das casas, tanto antigas como modernas.
A casa vizinha, com torrinha, já apareceu aqui em publicação própria.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

O mesmo muro, outro grafite

Outro belo grafite, uma referência ao filme “Planeta dos Macacos”, executado por "Seth"

Outro belo grafite, uma referência ao filme “Planeta dos Macacos”, no muro de um estacionamento localizado na Rua André de Barros, esquina com a Rua Lourenço Pinto.
A obra é de autoria de “Seth”.

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“Breaking Bad” segundo Iceman
Outro belo grafite na Lourenço Pinto

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Reservatório do Alto São Francisco - o portão

Reservatório do Alto São Francisco - o portão

E para encerrar a série de fotos, hoje o belo portão do Reservatório do Alto São Francisco e um comentário sobre a Sanepar.

A Sanepar é um a empresa antiga e tem sob a sua guarda diversos imóveis, muitos com valor histórico.
Ao contrário de muitas outras, a empresa valoriza esse patrimônio, mantendo e preservando-o. A Sanepar tem inclusive um departamento encarregado desse patrimônio histórico. Mantém também um Museu do Saneamento (que qualquer dia desses aparecerá por aqui) e Centros de Educação Socioambiental. Um exemplo a ser seguido.



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Reservatório do Alto São Francisco - alguns detalhes
Reservatório do Alto São Francisco
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Painel de Poty Lazzarotto na Praça das Nações
Caixa d’água do Alto da XV
Caixa d’água do Alto da XV em p&b

sábado, 9 de junho de 2018

Reservatório do Alto São Francisco - o jardim

Reservatório do Alto São Francisco - o jardim
Reservatório do Alto São Francisco - o jardim
Reservatório do Alto São Francisco - o jardim
Reservatório do Alto São Francisco - o jardim
Reservatório do Alto São Francisco - o jardim
Reservatório do Alto São Francisco - o jardim
Reservatório do Alto São Francisco - o jardim

O Reservatório do Alto do São Francisco, Rua dos Presbíteros, 55; começou a ser construído em 1904 e foi inaugurado em 1908 junto com o primeiro sistema de abastecimento de água, com captação na Represa do Carvalho, localizada nos mananciais da serra.
A água vinha da represa até o reservatório por gravidade, em uma obra de engenharia bem avançada para a época.
O reservatório é quase que totalmente sob o solo. Sobre ele foi construído um jardim e no seu entorno, além da casa de manobras tem também um chafariz. Tudo isso é cercado por belas colunas e grades e na entrada há também um portão muito bonito.
O conjunto todo tem clara inspiração no art noveau, com toques do eclético na casa de manobras (ou casa das máquinas).

A água, vinda dos mananciais da serra, chegou pela primeira vez no reservatório na noite de 18 de agosto de 1908, conforme noticiou o jornal “A República” do dia seguinte.

Parece que houve na época uma certa controvérsia sobre a viabilidade técnica da obra. Pois na mesma nota em que noticia a chegada da água, em certa altura foi escrito o seguinte:

“… Fica assim destruida a affirmação corrente de que as represas da serra não satisfaziam para o reservatorio d’aqui os principios de hydrostatica, pois apenas com 7 e meia athmospheras de pressão o jorro dos tubos conductores éra de admiravel volume. …”

No dia 20 de agosto de 1908 o mesmo jornal “A República” publica um artigo um pouco maior. Depois de discorrer sobre a importância da distribuição da água nas cidade e de falar sobre o sistema de distribuição comenta:

“… Sem dúvida trabalhos dessa natureza não se fazem em pouco tempo e não são poucos os contratempos, as difficuldade, os embaraços que sempre apparecem no decorrer de taes obras.
     As de Curytiba tiveram de luctar com taes difficuldades e ainda com a má vontade, com a guerra surda, com a critica injusta, que espiritos atrazados e a propria imprensa lhes moviam.
     Mas a verdade acaba de triumphar: a agua da Serra do Mar no Reservatorio do Alto São Francisco vem demonstrar perante a população inteira que as obras contractadas pelo governo de 1904 têm condições de completa viabilidade e não representam, como se dizia, os dinheiros publicos enterrados nas ruas de Curytiba.
     Pelo contrário, taes obras constituem o maior serviço que um governo póde prestar a população, – principalmente a uma população, como a desta cidade, destinada a ficar sem agua, dentro de pouco tempo, a julgar pela escassez actual desse precioso liquido.
     Obras de tanta magnitude são se fazem sem enormes difficuldades; e no vencer estas é que está justamente o grande merito dos estadistas. …”.

O reservatório foi oficialmente inaugurado no dia 24 de agosto de 1908 e o “A República” noticiou assim:

“    Inauguração
     Com a presença do Presidente do Estado, o exmo. sr. dr. Xavier da Silva e membros do seu ministerio, autoridades civis e militares representantes da imprensa etc., realisou-se hoje á 1 hora da tarde a inauguração official do reservatorio d’agua do Alto de São Francisco.
     Foi servido um delicioso «lunch» com doces finos e variados vinhos, que foram saboreadors pelos convivas presentes.
     Soltas as reprezas da serra com pouca demora jorrou a lympha crystallina e limpida, rumorosamente, nos compartimentos do reservatorio, sendo por esse momento em em copos especialmente bordados para o acto, servido aos assistentes um agradavel pouco do liquido puro dos mananciaes da serra.
     Nesse momento houve o inicio dos brindes salientando-se o do dr. Xavier da SIlva congratulando-se com a Empreza de Abastecimento d’agua, representada pelo distincto engenheiro Arian Goulin, pelo triumpho obtido; o nosso redactor Chichorro Junior que, como Secretario de Obras Publicas, que foi do governo do inolvidavel dr. Vicente Machado, relembrou a memoria desse benemerito paranaense e cujas palavras eloquentes produziram agradavel effeito; o do dr, Goulin agradecendo aos dr. Xavier daa Silva; o do dr. Benjamim Pessoa em nome da A Republica e Notía; o do dr. Bemvindo Valente; o do dr, Claudino dos Santos etc.
Falaram após Alldo Silva em nome do “Correio do Povo”; o sr. Pinto, thesoureiro da Empreza.
     A banda do regimento de segurança alegrou o acto com as notas festivas dos seus accordes harmoniosos.”

Recentemente eu e minha esposa tivemos a oportunidade de entrar nos jardins para fazer algumas fotos. Agradeço a Simone Cristine Alves, Junio Ferreira Lima e Manoel Cesar Santos por possibilitarem a autorização de entrada e ao senhor José Carlos, o vigilante que gentilmente nos recebeu e acompanhou na visita.

Lembrando que o Reservatório do Alto São Francisco é bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é Unidade de Interesse de Preservação.
Publicarei mais algumas fotos do local nos próximos dias.

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