sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O jardim de uma casa

O jardim de uma casa

O jardim de uma casa

Encontrei esse jardim em um casa na Avenida Jaime Reis. Com diversas plantas, todas muito bem cuidadas (as rosas estavam especialmente bonitas) e com diversas estatuetas. De Papai Noel, cachorro, pato, ganso, anjinho e outras. Bem alegre e curioso. Gostei.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Desembargador Ermelino de Leão 511

Casa na Rua Desembargador Ermelino de Leão, com falso enxaimel

Esta casa na Rua Desembargador Ermelino de Leão tem uso comercial atualmente.
Apesar do térreo ter sido modificado, a casa guarda ainda muito da sua imponência original.
Repare no falso enxaimel no segundo andar. Casas com verdadeiro enxaimel (que é uma técnica construtiva) são relativamente raras na cidade atualmente. O mais comum é encontramos essas decorações que lembram o enxaimel.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Brincando no MON

Brincando no MON
Brincando no MON
Brincando no MON

Minha esposa divertindo-se com uma obra de arte no MON - Museu Oscar Niemeyer.
A foto foi tirada em outubro e não sei dizer se continua exposta.
Trata-se da projeção de aves voando.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Largo Irmã Stanislawa Perz

Largo Irmã Stanislawa Perz

Largo Irmã Stanislawa Perz - bloco de pedra com placas comemorativas

Largo Irmã Stanislawa Perz

O Largo Irmã Stanislawa Perz fica no encontro da Rua Presidente Carlos Cavalcanti com a Avenida Jaime Reis. Bem no final das duas ruas. A partir desse ponto a Avenida Jaime Reis muda para Avenida Manoel Ribas.

No bloco de pedra no local há duas placas de azulejos. Em uma delas está escrito:

“IRMÃ
STANISLAWA PERZ

SUPERIORA DAS IRMÃS
DE CARIDADE DE
SÃO VICENTE DE PAULO
HOMENAGEM DA COMUNIDADE
POLONO BRASILEIRA
21-11-1971”

Na placa abaixo está escrito:

“1904 -2004
CENTENÁRIO DA
PROVÍNCIA
DE CURITIBA

17 de outubro de 2004”

Apesar de não estar bem claro, trata-se da comemoração do centenário da chegada das irmãs da Companhia das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, Servas dos Pobres.
Escreverei sobre elas quando publicar a foto da sede provincial da Companhia, que fica em frente ao Largo.

Stanislawa Perz


“Nasceu em 18 de dezembro de 1892, em Wielkopolska, Polônia. Filha de Francisco Perz e de Júlia Perz. Em 13 de setembro de 1915 ingressou na Congregação das Filhas de Caridade. Tomando hábito, prestou serviços no Hospital Municipal de Poznań.

No ano de 1921 ofereceu-se para acompanhar as missões que se dirigiam ao Brasil.

Esteve primeiramente em Alto Paraguaçu/SC. Alguns anos depois foi professora da escola Abranches em Curitiba.

Abriu escolas médias, secundárias e de enfermagem. Não poupou esforços para que suas companheiras em Cristo cursassem universidades, diplomando-se em cursos superiores. Para a realização desse seu desejo, enviou irmãs a diversos estados e para o estrangeiro.

A saudosa Irmã Stanislawa era uma verdadeira e digna filha de São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac.
Faleceu em 24 de março de 1963.”

domingo, 10 de dezembro de 2017

Outra casa na Rua Portugal

Outra casa na Rua Portugal

Outra casa na Rua Portugal

A primeira quadra da Rua Portugal tem algumas casas bem interessantes, todas muito bem conservadas, como é o caso dessa pintada de amarelo.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Reflexos (2)

Reflexos nos vidros

Gostei dos reflexos nos vidros do prédio de um hospital na Rua Desembargador Vieira Cavalcanti.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Outra bela casa antiga

Outra bela casa antiga no São Francisco
Outra bela casa antiga no São Francisco

Outra bela casa antiga, muito bem conservada. Esta na Alameda Júlia da Costa, esquina com a Alameda Cabral.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Madeira e material

Casa de madeira com frente de material

Casa de madeira com frente de material

Casa de madeira com frente de material - detalhe da platibanda

Outra das simpáticas casas de madeira com frente de material. Esta no Hugo Lange.
Na decoração da platibanda um desenho de uma rosa dos ventos.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Casa na Jaime Reis

Casa na Jaime Reis

Casa na Jaime Reis

Esta casa na Avenida Jaime Reis teria sido construída pelo Sr. Miguel Caluf, proprietário do antigo Louvre, para a residência de sua família. Imagino que é da primeira metade dos anos 1950.
Atualmente tem uso comercial.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

“O eterno sonho”

Mural “O eterno sonho” de Poty Lazzarotto

Mural “O eterno sonho” de Poty Lazzarotto (1924-1998). A obra executada em 1981 representa o eterno sonho de voar.
Executado em azulejos, começa com o desenho de pássaros voando, passando por desenhos de Ícaro, Leonardo da Vinci com um dos seus projetos de máquinas para voar, Padre Bartolomeu de Gusmão e a “Passarola”, Santos Dumont com seus balões e o 14 bis, um piá e a sua pandorga, terminando com o homem na lua.

A foto, com celular, não foi tirada exatamente em Curitiba, mas no Aeroporto Afonso Pena, o aeroporto de Curitiba, que fica em São José dos Pinhais.

Originalmente a obra, de 1981, estava no antigo terminal e foi transferida para o atual. Imagino que deu um bom trabalho para fazer isso.

Para quem não lembra, Afonso Augusto Moreira Pena (1847-1909) foi o sexto presidente do Brasil.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Músico de rua (3)

Músico de rua
Músico de rua

Músico tocando na feira que tem aos sábados na Rua Alberto Bolliger.

Não faço a menor idéia do nome do instrumento que ele tocava, mas estava bem legal.
Esses músicos levam arte e entretenimento para as ruas.

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domingo, 3 de dezembro de 2017

Colégio Estadual Prof. Elias Abrahão (Grupo Escolar Cristo Rei)

Colégio Estadual Prof. Elias Abrahão (Grupo Escolar Cristo Rei)
Colégio Estadual Prof. Elias Abrahão (Grupo Escolar Cristo Rei)
Colégio Estadual Prof. Elias Abrahão (Grupo Escolar Cristo Rei)

Se o prédio do Colégio Estadual Prof. Elias Abrahão lembra o alguma escola perto de você, pode ser.
É que nas décadas de 1940/50 muitas escolas foram construídas na cidade, e no estado, obedecendo “projetos-tipo, ou seja, projetos com plantas e fachadas padrões”.
O prédio do Grupo Escolar Cristo Rei (atual Colégio Estadual Prof. Elias Abrahão), localizado na Avenida Souza Naves começou a ser construído em março de 1949, durante o governo de Moisés Lupion e foi oficialmente inaugurado em 1953, durante o governo de Bento Munhoz da Rocha. Tinha inicialmente 12 salas em dois pavimentos. e apenas uns trinta porcento do terreno era ocupado. Com o tempo a escola foi sofrendo adaptações e ampliações.
Em estilo neocolonial, bem simplificado, “com fachada em arcos, … e telhados em telhas de barro com beiral”. Os projetos-tipo adotadoo pelo estado faziam parte do discurso da modernidade. Eram uma espécie de símbolo da modernidade, em oposição ao estilo eclético.

No site da escola tem o seguinte texto sobre a história dele:

“A história do Colégio Elias Abrahão é bem longa. Nesse período ele já possuiu vários nomes.
Não se sabe ao certo a data da sua fundação. O registro mais antigo data de 29 de setembro de 1953, quando um decreto oficializou o então Grupo Escolar Cristo Rei como escola de Curso Primário. Oficialmente esta foi a data de fundação do colégio e seu primeiro nome.
Mais tarde, em 1974, foi aprovado um decreto que implantaria o curso de 1° Grau (1° a 8 série).
Em 23 de dezembro de 1975 a escola foi reorganizada e recebeu nova denominação de Complexo Escolar Cristo Rei – Ensino Regular e Supletivo de 1° Grau. Nesta época o colégio atendia 1° a 8° série e ensino supletivo.
Recebeu novo nome em 17 de fevereiro de 1982, Escola Cristo Rei – Ensino Regular e Supletivo de 1° Grau.
O Ensino Médio teve sua implantação no início do ano letivo de 1989 e só foi totalmente concluído em 18 de janeiro de 1993. Então a escola passou a se chamar Colégio Estadual Cristo Rei – Ensino de 1° e 2° Grau (o nosso conhecido “Cristão”).
Em 07 de outubro, numa ocasião muito conturbada, o nome do colégio foi alterado para Colégio Estadual Elias Abrahão – Ensino de 1° e 2° Grau em homenagem ao então secretário da educação. Apesar de vários protestos e descontentamento da comunidade escolar com a ultima mudança de nome o decreto foi efetivamente cumprido.”


Referências:

sábado, 2 de dezembro de 2017

Fábrica de Louças Colombo

medalhão cerâmico policromático com figuras em relevo

Fábrica de Louças Colombo no Museu Paranaense

No Museu Paranense tem uma exposição de longa duração chamada “Indústrias do Paraná”, com um acervo muito interessante sobre o início da industrialização do estado. O acervo é constituído principalmente por objetos de empresas de Curitiba, ou da região metropolitana, como a Pianos Essenfelder, Fábrica de Fitas Venske, Matte Leão, Cerâmicas Colombo, Todeschini e outras.

Nas fotos de hoje apresento a seção sobre a Cerâmica Colombo.

Em um texto está escrito o seguinte:

“Fábrica de Louças Colombo
A produção de cerâmica branca, as chamadas “louças finas”, no Paraná data do final do século XIX, quando foi estabelecida uma fábrica pelo imigrante italiano Francisco Busato na região metropolitana de Curitiba, no atual município de Colombo.
Sustentada principalmente por mão de obra estrangeira, recebendo das autoridades locais incentivos fiscais e abatimentos nos impostos para importação de maquinário, a Fábrica de Loucas Colombo participou de uma série de exposições regionais e nacionais, sendo premiada em várias ocasiões em reconhecimento à qualidade de seus produtos.
Logo no início do século XX o empreendimento foi comprado pelo ervateiro Cel. Zacarias de Paula Xavier, cuja gestão foi marcada pelo avanço na modernização dos equipamentos e pela contratação de novos especialistas, vindos da Alemanha, para a melhoria na composição química e nas técnicas decorativas aplicadas às peças. Foi, então, renomeada Fábrica de Louças São Zacarias - até que um incêndio destruiu suas instalações em 1925.
Cogita-se que esta tenha sido a primeira produção em escala industrial de louças no país e seu legado pode ser verificado nas inúmeras fábricas deste tipo que surgiram na região metropolitana de Curitiba, muitas fundadas por grupos de indivíduos com experiência no estabelecimento em Colombo. Com a abundância de matéria-prima, um mineral branco chamado caulim, e o conhecimento acumulado das técnicas produtivas, a fabricação de cerâmica prosperou e, inclusive, garantiu que Campo Largo fosse conhecida pela alcunha de “capital da louça”.

Em destaque a foto  de um medalhão cerâmico policromático com figuras em relevo, ofertado ao presidente do estado, onde está escrito o seguinte:

“Ao Exmo. Senr.
Dr. Antonio Augusto C. Chaves,
D. Ministro do Interior.
Offerece a
fabrica de louças de
Colombo, Paraná.
4-11-1899”

E na parte de baixo está escrito:

“João Ortolani a fez”

João Ortolani


Pela parecença do sobrenome, naturalmente o senhor João chamou a minha atenção.
O Sr. João (possivelmente Giovanni) veio da Itália para trabalhar na fábrica de louças.
Era decorador formado pela Academia de Pintura e Escultura de Verona. Chegou no Brasil como imigrante em 1898, contratado pela Colombo.
Além de fazer diversos objetos artístico para a Colombo, a pintura e ornamentação interna do Paço da Liberdade é atribuída a ele, em um trabalho conjunto com João Guelfi.
Ele também decorou algumas casas na cidade, entre elas o Solar dos Leões.
Depois que saiu da fábrica de louças, montou um ateliê na Rua São Francisco.

Referências:

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Um sobrado com uma barbearia e um bar

Um sobrado com uma barbearia e um bar

Um sobrado com uma barbearia e um bar - detalhe

Neste sobrado pintado de preto na Rua Trajano Reis funciona uma barbearia em um bar.
Esse trecho da rua tem uma série de sobrados, todos mais ou menos no mesmo estilo.