domingo, 31 de julho de 2016

Solar do Rosário

Solar do Rosário

Solar do Rosário

Solar do Rosário

Solar do Rosário

Solar do Rosário

O Solar do Rosário, localizado na Rua Doutor Claudino do Santos, esquina com a Rua Duque de Caxias, foi construído nos anos 1890 como residência da família de Ignácio de Paula França, proprietário da Fábrica de Cerâmica Mercês e que exerceu diversos cargos públicos na cidade (presidente da Câmara Municipal, prefeito, tesoureiro da Delegacia Fiscal).
O casarão era conhecido com “Solar da Sinhá França”, mas acabou ficando conhecido pelo nome atual devido a sua proximidade com a Igreja do Rosário.

O casarão assobradado em estilo eclético é muito bonito e o frontão, especialmente, chama muito a atenção. Merecedor de todos os elogios é o ótimo trabalho de restauro e conservação. É uma Unidade de Interesse de Preservação.

Já foi propriedade do colecionador de arte e historiador Newton Carneiro e por alguns anos sede do Instituto Goethe do Paraná. A partir de 1989 passou a ser propriedade de João e Regina Casilli (proprietários também da Casa Emílio Romani) e após o restauro inauguraram em maio de 1992 um espaço de arte e cultura que “tem por objetivo regimental a promoção da cidadania através da difusão da arte e da cultura no Estado do Paraná.”
“O espaço abriga café e livraria, galeria de arte, restaurante, casa de chá e jardim de esculturas. Conta com extensa grade de cursos, oficinas e ateliês, além de ser palco de palestras, lançamentos de livros e eventos culturais.”
É um centro cultural que vale muito ser visitado. Além de apreciar todos os detalhes do casarão, com certeza, você encontrará lá alguma atividade do seu interesse. A oferta de cursos relacionados às artes é bem grande.

Referências:

sábado, 30 de julho de 2016

O Marco Zero de Curitiba

O Marco Zero de Curitiba

O Marco Zero de Curitiba

O Marco Zero de Curitiba

O Marco Zero de Curitiba

O Marco Zero de Curitiba

O Marco Zero de Curitiba

O Marco Zero de Curitiba

O marco zero da cidade, localizado na Praça Tiradentes e em frente da Catedral, é um ponto de referência geodésica. A partir dele são marcadas distâncias e níveis.
No monolito que marca o local estão afixadas placas em bronze com esculturas. Na parte superior tem uma espécie de mapa indicando as principais saídas (ou entradas) da cidade e a indicação do norte. Nas laterais, ao norte está uma placa representando São Paulo, ao sul uma representando Santa Catarina, a leste uma representando Paranaguá e a oeste outra representado as cataratas do Iguassú (escrito assim).

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Emiliano Perneta 65

Casa eclética situada na Emiliano Perneta 65 Curitiba

Casa eclética situada na Emiliano Perneta 65 Curitiba

Esta casa na Emiliano Perneta é bem interessante. Mesmo com algumas alterações (acho que a escadaria e a sacada sofreram alterações) gosto dela. Repare nos detalhes decorativos.
Não consegui ainda descobrir qualquer coisa sobre a história dela.
É uma Unidade de Interesse de preservação.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Um painel de Poty na Doutor Claudino dos Santos

Um painel de Poty na Doutor Claudino dos Santos

Este painel em azulejos de Poty Lazzarotto (1924-1998) está instalado em um sobrado na rua Dr. Claudino dos Santos, quase em frente ao Memorial da Cidade. Como muitos painéis em azulejo desenhados pelo Poty, a execução desse também é de Aldoaldo Lenzi.
Foi presente do artista para o proprietário de galeria de arte Marco Cabral em 1995. Por alguma razão que desconheço, a prefeitura impedia a instalação no local, o que só acabou ocorrendo em 2003.
O painel retrata araucárias, animais carregados, uma pessoa (possivelmente o condutor dos animais), o bebedouro do Largo Coronel Enéas e a Igreja da Ordem.
Não sei se o painel tem um nome. Para mim parece que faz referencias ao transporte de cargas, que antes da ferrovia era feito em lombo de burros. Muita erva-mate foi transportada assim de Curitiba para o litoral, pela Estrada da Graciosa.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais

Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais

Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais

Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais

O Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais está localizado na confluência das Ruas Barão do Serro Azul, São Francisco e Travessa Nestor de Castro. A escultura em bronze de Nossa Senhora, medindo 2,5 m de altura e pesando 650 kg, está colocada sobre um pedestal cilíndrico com 10 m de altura.
A escultura é de autoria da artista plástica Maria Inês Di Bella (também coautora da máscara de Lala Schneider).
Na placa em bronze comemorativa a inauguração do monumento está escrito:

“TODAS AS GERAÇÕES ME CHAMARÃO BEM-AVENTURADA
MARIA, MÃE DE JESUS
EVANGELHO DE SÃO LUCAS

ESTA COLUNA TRIUNFAL, SINAL DE PERPÉTUA GRATIDÃO
DO POVO DE CURITIBA A MARIA
NOSSA SENHORA DA LUZ DOS PINHAIS
E OS 100 ANOS DE INAUGURAÇÃO DA CATEDRAL

CURITIBA, 8 DE SETEMBRO
FLORADA DOS IPÊS DE 1993

RAFAEL GRECA DE MACEDO  DOM PEDRO FEDALDO
  PREFEITO                      ARCEBISPO

PREFEITURA DA CIDADE
CURITIBA
300
1693         1993”

Em outra placa, esta em mármore está escrito:

“AVE MARIA
MATER DEI
LUX ET SPES NOSTRA
REGINA CURYTIBENSIS

JOHANNES PAULUS II
PONTIFEX MAXIMUS

AD MCMXCIII”

Repare também que a coluna tem barras decorativas com motivos do movimento paranista.
Gosto do monumento.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Ébano Pereira 27

Sobrado na Rua Ébano Pereira 27, Curitiba

Este sobrado na Rua Ébano Pereira não está relacionado como Unidade de Interesse de Preservação, mas parece que seria o caso. Em estilo eclético, se abstrairmos toda a poluição visual do andar térreo, ele é bem interessante. Repare nos detalhes no andar superior, que parece estar abandonado.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Sombrinhas no muro

Sombrinhas no muro

Na Rua Comendador Araújo um vendedor criativo encontrou um jeito diferente para expor os seus produtos. Gostei.

domingo, 24 de julho de 2016

A erva-mate

A erva-mate

Folhas de uma muda de erva-mate que estavam em uma exposição no Memorial de Curitiba.
A erva-mate foi responsável por um ciclo econômico importantíssimo para o estado. Tanto é que faz parte do brasão do Paraná. Já comentei diversas vezes sobre ela aqui, uma vez que muitas das belas casas antigas que restam na cidade são o resultado direto ou indireto dessa planta.
Se você quer saber um pouco mais sobre a importância da erva-mate recomendo a leitura de uma reportagem especial do jornal “Gazeta do Povo”, que sito aí embaixo na referência.

Referência:

sábado, 23 de julho de 2016

Memorial da Cidade de Curitiba

Memorial da Cidade de Curitiba

Memorial da Cidade de Curitiba

Memorial da Cidade de Curitiba

O Memorial de Curitiba foi idealizado pelo prefeito Rafael Greca de Macedo como parte das comemorações dos 300 anos da cidade e inaugurado em 1996.
Projetado pelos arquitetos Fernando Popp e Valéria Bechara foi concebido a partir de uma forma estilizada do pinheiro do Paraná (Araucaria angustifolia). Com estrutura metálica e cobertura e parte das laterais em vidro, o prédio é muito bonito.
Localizado na Rua Doutor Claudino dos Santos abriga diversas atividades culturais temporárias (exposições, apresentações musicais e folclóricas, seminários, palestras e outras), mas consta também com obras permanentes, como as esculturas “A Tocadora de Guitarra” de Victor Brechet, “Quatro Estações” de João Turin, “O Filósofo” de Zaco Paraná, o “Cavalo-Marinho” e “O Sonho”, de Ricardo Todd, “O boia-fria em Curitiba”, de Expedito Rocha e “Leonardo da Vinci” de Poty Lazzarotto.
Tem também painéis de Sérgio Ferro e abriga também a “Capela dos Fundadores” com altares retábulos, volutas e sacrários da antiga igreja matriz.
O local merece uma visita. O horário de funcionamento é “9h às 12h e 13h às 18h (3ª a 6ª feira) e 9h às 15h (sábado, domingo e feriado)” e o ingresso é gratuito.

Referências:

sexta-feira, 22 de julho de 2016

A estátua de Getúlio Vargas na Tiradentes

A estátua de Getúlio Vargas na Tiradentes

A estátua de Getúlio Vargas na Tiradentes

Esta estátua em bronze do ditador Getúlio Vargas (1882-1954) está localizada na Praça Tiradentes. No pedestal tem uma placa em bronze com a chamada “Carta Testamento”, escrita por ele em 24 de agosto de 1954, data em que cometeu suicídio.
Ao pé do pedestal, em uma placa de mármore, está escrito: “Ao mártir do nacionalismo, da justiça social e da emancipação econômica da pátria - presidente Getúlio Vargas – homenagem dos trabalhistas e do povo de Curitiba – 24 - 2 - 1957”.

O autor da escultura é desconhecido.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Um predinho e seus arcos

Um predinho e seus arcos

Apesar de ser um frequentador relativamente assíduo do Museu Oscar Niemeyer desde a sua inauguração, nunca havia percebido este prédio modernista bem em frente, ocupado por uma organização sindical de empregados.
Mantendo a devida perspectiva (este prédio é bem menor e mais simples) ele lembrou-me vagamente da sede do Itamaraty em Brasília, conhecida com Palácio dos Arcos.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

A florada das cerejeiras

A florada das cerejeiras

A florada das cerejeiras

A florada das cerejeiras

A florada das cerejeiras

A florada das cerejeiras talvez seja a mais bonita das que ocorrem no inverno na cidade.
A Rua XV de Novembro (também conhecida como Rua das Flores nesse trecho) fica muito bonita nesta época. As cerejeiras não são exclusividade da XV, tendo muitas também na Praça do Japão, no Jardim Botânico e muitas outras espalhadas (em menor concentração) pela cidade.
Assistindo um programa de televisão sobre árvores aprendi que essas cerejeiras (sakurá) que só produzem flores seria uma espécie de híbrido entre cerejeiras da região montanhosa do Japão com outras do litoral. Mostraram também que em um determinado dia do ano, durante a florada, o pessoal sai do trabalho e reúnem-se nos parques, ao pé das cerejeiras em flor, para beberem saquê. O funcionário mais novo da empresa é encarregado de chegar antes para escolher e guardar um bom local, extendendo uma lona. Segundo a tradição, se cair uma pétala no copo a pessoa terá sorte durante aquele ano. Deu de perceber que alguns não tinham muita sorte.

A paisagem urbana da Rua XV de Novembro entre a Avenida Luiz Xavier e a Praça Santos Andrade é bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná. Fazem parte do mesmo conjunto a Avenida Luiz Xavier, a Praça Osório e a Praça Santos Andrade.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Um meio predinho (+1)

Um meio predinho (+1)

Esse predinho na Rua Marechal Deodoro, esquina da Alameda Doutor Muricy é provavelmente da primeira metade do século XX. Em estilo art déco, tem linhas bem interessantes.
Nos anos 1950/60 no andar superior funcionou um casa noturna, primeiro chamada de Boite Elite e depois Marrocos. Mais tarde foi uma casa de jogos de sinuca. Atualmente abriga um restaurante.

Foto: coleção Cid Destefani
Outra coisa curiosa sobre o prédio é que também ele é um meio prédio, como tenho chamado por aqui. Antes de começar este projeto não tinha reparado em nenhuma dessas construções que foram parcialmente derrubadas para dar local a uma nova construção. Essa já é a terceira que encontro, as outras duas são um meio casarão na Praça Tiradentes e o outro na Praça José Borges de Macedo.





Referência:

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Uma porta na Santa Casa

Uma porta na Santa Casa de Curitiba

Esta porta ricamente elaborada com um vitral está localizada na Santa Casa.
A obra executada por Adoaldo Lenzi tem desenhos de Poty Lazzarotto (1924-1998).
Repare no logotipo da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, fundada em 1852 e que é a entidade mantenedora do primeiro hospital da cidade.
No vitral está escrito: “também os enviou a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos Lucas 9,2”.

A Santa Casa além de ter o seu bonito prédio histórico, tem também uma linda capela no seu interior.

domingo, 17 de julho de 2016

O calçamento de uma rua e a história

Na Rua Mateus Leme parte dos paralelepípedos foram feitos pelos escravos

Paralelepípedos feitos pelos escravos e pelos imigrantes europeus

Paralelepípedos feitos pelos escravos e pelos imigrantes europeus

A primeira quadra da Rua Mateus Leme é toda pavimentada com paralelepípedos. Se prestar atenção vai notar que existe um pedaço dela com pedras diferentes do restante. A razão disso é que ali foi conservado parte do calçamento que foi feito pelos escravos.
A parte com pedras maiores foi feita pelos escravos e as outras, menores, foram feitas pelos imigrantes europeus.

sábado, 16 de julho de 2016

Edifício Canadá

Edifício Canadá

Edifício Canadá

O Edifício Canadá foi o primeiro prédio de Curitiba com um apartamento por andar.
Com vinte andares, foi projetado por Elgson Ribeiro Gomes e construído entre 1960 e1963. Cada apartamento tem 250 m² .
Localizado na Rua Comendador Araújo o edifício tem linhas originais e interessantes. Gosto dessa espécie de ondas entre os andares.

Elgson Ribeiro Gomes é um dos percursores da arquitetura moderna em Curitiba, junto com Frederico Kirchgässner, Vilanova Artigas e Lolô Cornelsen.
Nasceu em 1922 na cidade catarinense de Florianópolis, mudou-se ainda jovem para Curitiba, onde em 1940 entrou para o curso de Engenharia Civil da UFPR. Após a formatura, desejando ser arquiteto, mudou-se para São Paulo, onde matriculou-se na Faculdade de Arquitetura do Mackenzie. Depois de um tempo abandonou o curso por não poder pagá-lo. Mas retornou mais tarde, formando-se em 1958.
Em São Paulo, trabalhando com o arquiteto alemão Franz Heep, participou de projeto importantes, como dos edifícios Itália, Tucumán e Lausane e da Igreja de São Domingos, entre outros.
Mesmo residindo em São Paulo, elaborou projetos para Curitiba, como a residência Joaquim Franco (1953) e Edifício Souza Naves (1953), para o Ipase. Em 1957 projetou o Condomínio Mapi, em Caiobá. Depois disso retornou para Curitiba, onde projetou diversos edifícios modernistas que fazem parte da paisagem da cidade, como os edifícios América (1960), Alvorada (1961), Canadá (1962), Itália (1962), Paraná (1964), Barão do Cerro Azul (1966), Valença (1967), Provedor André de Barros (1968), Gemini (1969), Leonor Moreira Garcez (1971), Parque das Graças (1971), José Biscaia (1974) entre muitos outros.

Referências:

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Fachada de material em casa de madeira

Fachada de material em casa de madeira

Mais uma das casas de madeira com fachada de material que existem na cidade.
Esta parece ser mais recente que as que já apareceram aqui. As fachadas das outras eram em estilo mais antigo. Repare. Esta não tem a platibanda escondendo o telhado e o estilo da fachada é moderno (ou funcional, com chamavam alguns), com linhas puras e despojada de ornamentos. Bacana.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Dois mosaicos de Franco Giglio

Dois mosaicos de Franco Giglio

Dois mosaicos de Franco Giglio

Dois mosaicos de Franco Giglio

Dois mosaicos de Franco Giglio

Edifício Anita em Curitiba

Este dois mosaicos de Franco Giglio talvez sejam menos conhecidos que outros do mesmo autor na cidade. Eles ficam meio escondidos na entrada do Edifício Anita, na Rua Lamenha Lins esquina com a Rua Emiliano Perneta.
Estão muito bem conservados e, conversando com um dos moradores do edifício, ficou claro o carinho que têm pelas obras.
Um deles retrata cenas de uma tourada e o outro cenas espanholas, mostrando dançarinas com castanholas e um tocador de guitarra. Este último ficou parcialmente escondido na foto por material de alguma obra no local.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

O monolito da fundação da vila

O monolito da fundação da vila de Curitiba

Na Praça Tiradentes, em frente a Catedral, está esta pedra com a Cruz de Cristo.
Foi instalada por ocasião da fundação da Vila de Curitiba, em 29 de março de 1693 e representa o poder legalmente constituído.
É interessante notar que o povoado já tinha o pelourinho desde 4 de novembro de 1668, mas como não foi feita a eleição das autoridades, duas condições necessárias, a categoria de vila só foi alcançada em 1693, após a eleição da câmara municipal, juízes, procurador da câmara e escrivão.
Monolitos semelhantes a esse existem espalhados pelo mundo todo, em territórios das possessões portuguesas.
Na placa, instalada por ocasião da comemoração dos 250 anos da cidade, está escrito o seguinte: “Comemoração do 250º aniversário da fundação da Vila de Curitiba. Este marco assinala o chão sagrado em que os primeiros povoadores dos campos de Curitiba elegeram as primeiras autoridades públicas e fundaram a vila, sob a égide do seu patriarca o capitão-povoador Matheus Martins Leme. 1693 - 29 - 3 - 1943”.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Um banco e os seus prédios

Um banco e os seus prédios


Um banco e os seus prédios




Um banco e os seus prédios

O extinto Banco Bamerindus, além de ter sido o patrocinador do excelente restauro do Palácio Avenida, foi também responsável por diversas construções em estilo modernista para suas agências na cidade. Algumas bem interessantes
Uma delas é esta, localizado na Avenida João Gualberto, esquina com a Rua Deputado Mário de Barros.
Repare em um detalhe paranista, que são as colunas que lembram uma araucária.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Um brinquedo e a história da cidade

Um brinquedo e a história da cidade

Este brinquedo no Passeio Público, instalado em 2010, com a sua forma homenageia o centenário do voo de balão realizado pela espanhola Maria Aida no dia 21 de abril de 1909.
Conforme noticiado no jornal “A República” do dia seguinte, o voo do balão “Granada” partiu do Passeio Público com Maria Aida acenando a bandeira nacional.
Depois de subir a 970 metros o balão caiu sobre o telhado na Catedral, “exactamente na flexa do lanternim central”.
Depois de resgatada “foi enthusiasticamente acclamada e tomando o seu ladeau, com difficuldade venceu a travessia das ruas circunjacentes, apinhadas de povo. Esse trajecto foi triumphal. Palmas e vivas estrepitavam de todos os lados.”

Publicação relacionada:
O lanternim da Catedral

Referências: