sábado, 30 de novembro de 2019

Pisando em pinhões

Pisando em pinhões

como nunca andei de bonde
em curitiba
não tenho saudade
vou a pé mesmo
pisando em pinhões

(algumas ,,,,,,,, e ……. para você distribuir a gosto pelo texto maiúsculas vai ter que encontrar por ai mesmo de brinde uma ?)

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Portal de residência ou madrassa

Portal de residência ou madrassa

Portal de residência ou madrassa - detalhes

“Portal de residência ou madrassa
(escola corânica), região do Punjab, Paquistão, séc. XVIII-XIX
madeira Sheesham (Dalbergia sissoo) entalhada”

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON.

A exposição “Ásia: a terra, os homens, os deuses” é uma de longa duração e não sei dizer até quando estará montada. Se ainda não a viu, e gosta de arte, vale uma visita ao museu.

A coleção doada pelo Sr. Fausto Godoy é bem grande. Imagino que depois farão uma nova exposição com outras peças. Estou curioso para ver mais. Gostei muito do que foi mostrado até agora.

Publicações relacionadas:

Referência:

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Uma de madeira na Venezuela

Casa de madeira em Curitiba

Outra das tradicionais casas de madeira da cidade.
Esta, bem bacana, na Rua Venezuela.

Com o pinheiro abundante, Curitiba era a capital brasileira que tinha proporcionalmente mais casas de madeira (deixando de fora habitações precárias). Não sei se continua sendo assim.
Restam ainda muitas casas de madeira daquele período, mas lentamente vão sendo substituídas por construções de alvenaria. Continuam fazendo casas novas com esse material, mas é relativamente pouco.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

O caminhão das flores

Trabalhadores com caminhão substituindo vasos de flores

Trabalhadores com caminhão substituindo vasos de flores

Por trás de um simples vaso de flores, desses muitos espalhados pela cidade e que a tornam mais bonita e agradável, existe muitas pessoas e trabalho.
Desde o plantio, trato, replantio em vaso, carregamento, transporte e substituição.

Na foto o pessoal fazendo a substituição de alguns desses vasos. Mais uma turma de trabalhadores que muitas vezes não percebemos, mas que tornam a vida na cidade possível e agradável.

Publicações relacionadas:
Varredores de rua
O catador de papel e o seu carrinho
Os podadores de árvores
Jardineiros
O arrumador de semáforos
Os tapadores de buracos
Os feirantes 
Enquanto o passageiro não vem
Ontem foi dia de trabalho
Os anônimos
Esperando o fim da feira

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Bela fachada na Barão de Antonina

Casa antiga na Rua Barão de Antonina
Casa antiga na Rua Barão de Antonina - detalhes da fachada

Muito bonita a fachada dessa casa na Rua Barão de Antonina.

Destaque para as volutas nos capitéis das colunas e os frontões sobre as portas e janelas.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Memorial Rosacruz

Memorial Rosacruz
Memorial Rosacruz
Memorial Rosacruz

Localizado no Bosque Rosacruz, na Rua Nicarágua e inaugurado em fevereiro de 1987, é uma réplica de um existente nos Estados Unidos e “ … apresenta, na superfície, o ápice de uma pirâmide que se estende ao subsolo, onde se encontra uma câmara para meditação. Hoje o Memorial é adornado com uma plantação de papiros e um pequeno lago, …”.

Publicação relacionada:
Ordem Rosacruz

Referência:

domingo, 24 de novembro de 2019

Parque Gomm

Parque Gomm
Parque Gomm

A área do Parque Gomm é um bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná.
Localizado oficialmente, segundo o site da prefeitura, na Rua Hermes Fontes; mas com entrada também pelas ruas Carmelo Rangel e Bruno Figueira.

O local era a residência de Henry Gomm (1867-1929) e de sua esposa Isabel Whithers Gomm (1885-1977).

Originalmente o local também conhecido como Bosque Gomm era bem maior. Hoje resta apenas um terço da área original. O restante está ocupado por um centro comercial.

A grande casa de madeira, também tombada pelo PCP e uma Unidade de Interesse de Preservação, foi deslocada do seu local original e ainda existe. Farei um dia desses uma publicação específica sobre ela.

Na época da construção do centro comercial houve um grande movimento de pessoas que opunham-se à construção e queriam toda a área preservada como um parque público.

No livro de tombo, o processo 04/88 foi iniciado em 11 de novembro de 1988, sendo já proprietários os atuais donos do centro comercial. O tombamento foi aprovado em 6 de abril de 1989. Na área destinada as observações está anotado “… As intervenções, tanto no edifício quanto na área envoltória, deverão ser objeto de autorização prévia por parte da Curadoria do Patrimônio Histórico e Artístico.”

Li recentemente que no local construirão um memorial inglês, mas desconheço os detalhes.

sábado, 23 de novembro de 2019

Uma UIP modernista - Residência Jaime Wasserman

Casa em estilo modernista
Casa em estilo modernista

Esta casa na Rua Carmelo Rangel é outra em estilo modernista que é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Pesquisando sobre uma outra casa encontrei alguma informação sobre essa. Ela foi projetada e construída pelo engenheiro e arquiteto Jaime Wasserman para ser a sua residência.

O senhor Jaime Wasserman, falecido no dia 25 de setembro de 2016; nasceu no Uruguai, mas antes dos cinco anos de idade passou a residir em Curitiba. Duas de suas obras que já apareceram aqui são o “Conjunto Independência” e o “Conjunto Cosmos”.

Publicação relacionada:
Conjunto Independência
Conjunto Cosmos
Uma modernista que é de interesse de preservação

Texto complementado em 6 dez. 2019.

Referências:

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Outra com capelinha, no Centro Cívico

Detalhe de capelinha em casa no Centro Cívico
Casa com capelinha

Mais uma daquelas casas simpáticas com capelinha. Essa, com a imagem de Nossa Senhora, fica na Rua José Saboia Cortes.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O sapo verde de jardim

Casa de madeira na Av. Anita Garibaldi com a escultura de um sapo de jardim

Casa de madeira na Av. Anita Garibaldi

Estátua de sapo verde de jardim

Caminhando pela Avenida Anita Garibaldi senti-me observando.
Quando olhei para o outro lado da rua, em uma casa de madeira, ví um sapo verde atrás da grade, por cima da mureta, só observando.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Smanhotto 1892

Casa na Rua Alfredo Bufren
Casa na Rua Alfredo Bufren
Casa na Rua Alfredo Bufren - detalhe da placa onde está escrito "Smanhotto 1892"
Casa na Rua Alfredo Bufren - detalhe da grade no porão

No domingo (17) estive na Praça Santos Andrade.
A ideia era ver uma exposição de fotos (Humans of Curitiba) que está acontecendo nessa casa, localizada na Rua Alfredo Bufren.

O plano era ver a exposição, fotografar a casa, tomar um café (o local atualmente é um hostel e cafeteria) e, quem sabe, conversar com o pessoal para ver se descobria alguma coisa sobre a história da casa.

Mas não deu certo. Estavam fechados.

Mas fotografei a fachada da casa, que é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Na parte superior da porta tem uma placa de azulejos onde está escrito “SMANHOTTO 1892”.

Publicação relacionada:
Praça Santos Andrade

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Uma casa de madeira na Vitório Foggiato

Uma casa de madeira na Vitório Foggiato

Outra simpática e bonita casa de madeira na Rua Vitório Foggiato.
O projeto dessa, diferente das mais comuns, tem uma varanda em “L” que também tem a forma do telhado diferente.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

domingo, 17 de novembro de 2019

Escola Estadual República Oriental do Uruguai

Escola Estadual República Oriental do Uruguai

Escola Estadual República Oriental do Uruguai

A Escola Estadual República Oriental do Uruguai fica na Avenida Presidente Affonso Camargo, no Capão da Imbuia.

Foi criada pela Prefeitura Municipal de Curitiba, que reuniu no local três escolas isoladas na então região rural do Cajuru, sendo inaugurada no dia 5 de maio de 1942, com a denominação de Escola Municipal do Cajuru.

Em 20 de outubro de 1942 o nome foi alterado para Grupo Escolar República do Uruguai.

Em 1956, devido a dívidas da prefeitura, a escola foi transferida para o governo estadual.

Em 1997 o nome foi alterado novamente, passando a ser o atual Escola Estadual República Oriental do Uruguai.

O projeto da escola foi baseado em uma série de projetos-tipo elaborados pelo governo estadual durante o mandato do interventor Manoel Ribas.

Uma das características desses projetos são as aberturas em arcos, em um estilo que chamam de neocolonial.

Em formato de “U”, o prédio teve a primeira ampliação já em 1945, quando mais salas de aula foram adicionadas ao conjunto.
Com o tempo, conforme as necessidades foram surgindo, as ampliações e reformas foram acontecendo, como o acréscimo de um ginásio coberto ao lado do prédio principal.

Uma coisa interessante dessa escola é que mesmo com todas as reformas e ampliações, a fachada principal foi bem preservada.

Referências:

sábado, 16 de novembro de 2019

Uma casa contemporânea no Boa Vista

Uma casa contemporânea no Boa Vista

Casa com arquitetura contemporânea na Rua do Dominicanos.

Dando uma olhada geral nas fotos deu de perceber que tenho muitas de casas antigas e poucas de casas modernas.

Considerando que a motivação inicial dessas minhas andanças foi (e continua sendo) conhecer e fotografar os bens tombados pelo Patrimônio Cultural do Paraná e as Unidades de Interesse de Preservação, dá para entender o viés. Mas isto não necessita ser assim. Nas próximas saídas terei que prestar atenção nas casas mais recentes, do nosso tempo.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Uma casa com floreiras na Inácio Lustosa

Uma casa com floreiras na Inácio Lustosa

Casa na Rua Inácio Lustosa, esquina com a Rua Senador Saraiva

Outra daquelas com o telhado bem inclinado, (tipo chalet?).

A casa foi modernizada, mas continua muito charmosa. Além do telhado, tem uma bay-window no térreo e floreiras nas janelas do andar superior e na lateral.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia

Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia

Localizado na esquina da Rua Professor Nivaldo Braga com a Rua Professor Benedito Conceição, em meio ao Capão da Imbuia.

Uma placa no local diz o seguinte:


“O Caminho das Araucárias é uma trilha de 400 metros que está dentro desde bosque com árvores centenárias. Este remanescente de floresta com araucária é uma unidade de conservação municipal (Dec. Municipal 252, 10705/1994), tombado como Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná (Lei Estadual 1211, 16/09/1953).”

Uma coisa possível de notar quando percorremos o caminho é que ele é diferente dos caminhos que encontramos nos parques da cidade. Lá o mato é mantido na forma mais natural possível.

Publicação relacionada:
Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI . entrada principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - vista lateral

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - fachada principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - animais empalhados

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - caixa com borboletas

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - corredor principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - gralha azul taxidermizada

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - diorama com lobo-guará, arara, tatú e outros animais

O Museu de História Natural Capão da Imbuia está localizado na esquina da Rua Professor Nivaldo Braga com a Rua Professor Benedito Conceição, junto ao Bosque do Capão da Imbuia.

A parte visível do museu é muito interessante, constituída principalmente por uma série de dioramas  onde são apresentados animais taxidermizados, agrupados por ecossistemas.

No parágrafo acima escrevi “a parte visível” do museu, isso porque ele é antes de tudo uma importante instituição científica dedicada à pesquisas, com um acervo bem maior que aquele exposto ao público. “É referência nacional da área de pesquisa zoológica, abrigando coleções científicas representativas da fauna original do estado, sendo base de consulta e pesquisa por interessados do Brasil e do mundo”

As instalações do MHNCI são modestas em relação a importância e abrangência do assunto e, sem dúvida, merece um novo prédio, maior que o atual.

Felizmente a imprensa tem noticiado que construirão um novo prédio para abrigar o museu, junto ao Jardim Botânico, fazendo frente para a Linha Verde. Além disso parece que o acervo será engrandecido por coleções de biologia, arqueologia e paleontologia da Universidade Federal do Paraná.

Mas não fique esperando pelo novo prédio. Mesmo nas instalações atuais, sem qualquer dúvida, o museu vale uma visita. Estive lá com o meu neto e ele gostou tanto que tive que percorrê-lo duas vezes. O que foi interessante, uma vez que na segunda volta pude observar alguns detalhes que escaparam na primeira vez.

Tanto o bosque onde o museu está localizado, como as suas coleções, são bens tombados pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Referências:

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Casas polonesas no Parque João Paulo II - um outro ângulo

Casas polonesas no Parque João Paulo II - um outro ângulo

Casas polonesas no Parque João Paulo II - um outro ângulo

Ponte de acesso ao Bosque João Paulo II pela Rua Euclides Bandeira

Caminhando pela Rua Euclides Bandeira, na margem direita do Rio Belém, uma outra vista das casas polonesas no Bosque João Paulo II e a ponte de troncos para acesso ao bosque por essa via.

Na totem indicativo próximo à ponte está escrito o seguinte:

“Memorial da Imigração
Polonesa

Criado em 1980, ano da
visita de João Paulo
II a Curitiba, o Bosque
do Papa é um museu
ao ar livre, com as
casas do final do século
XIX trazidas das antigas
colônias polonesas, dos
arredores da capital.
As casas são de troncos
falquejados de
araucária e abrigam um
acervo histórico.”

O Sr. Rafael Greca em seu livro “Curitiba Luz dos Pinhais” escreveu sobre cada uma das casa que estão ali.

Sobre a Casa de Troncos (1884) que foi residência da família Pianowski, que hoje é uma capela, escreveu:

“Esse casal de pequenos agricultores da Colônia Tomas Coelho, Genovesa e Silvestre Pianowski, vendia hortaliças, framboesas, amoras, leite e manteiga na feira do Alto de São Francisco. Eram fornecedores de minha mãe e minhas tias. Quando os visitei, pedindo a quase centenária casa de troncos, fora de uso na sua chácara, para receber o Papa, não acreditaram. …”

E continuou:

"… Ao local, também transladamos outras seis casas de troncos de araucária, a maioria delas, como já disse, se não tivessem sido removidas, hoje estariam sob as águas da represa do Rio Passaúna, ou teriam se perdido de outra forma. … 
… o paiol, datado de 1876, foi da família do lavrador José Gembaroswki, da Colônia Tomás Coelho. O Museu Etnográfico, reproduzindo o interior de uma casa de imigrantes, veio da Cruz do Galo, encruzilhada da Colônia Muricy, em São José dos Pinhais, residência da famílai Gryboge atºe 1979, quando seu herdeiro, João Polak, optou por sua demolição. 
Foi demovido da ideia pelo arquiteto Valdir Simões de Assis Filho, que adquiriu a residência em setembro daquele ano, transferindo sua propriedade, em 1981, a meu pedido, para a Fundação Cultural de Curitiba. 
A ampla casa que serve de quiosque, também transplantada da Malhada, distrito de São José dos Pinhais, foi residência de Bronislawa e Alberto Gryboge, de 1877. … 
A quinta casa foi construída nos idos de 1890 por João Przepiura e Josefa Knaut, na Roça Velha, em Araucária. Foi doada ao Memorial por seu filho, Pedro Przeupiura … A casa era caiada, em branco impecável, as frestas entre os troncos vedados por barro amassado com esterco seco. … 
A sexta casa foi de Estanislau Zawilinski, vendida a família de Josef e Waléria Walczuk, que, com a filha Marja, na época com 11 meses, imigraram da Polônia em 1929. … 
A sétima casa data de 1881, construída por Francisco Furman para sua esposa Luiza e seus filhos, na localidade de Campina das Pedras, em Araucária. Foi deixada como herança para seu filho Wadeslau. Seu neto, Fernando Elias, vendeu-a para Fundação Cultural de Curitiba. Hoje é sala de exposições temporárias.”

O bosque e as casas são bens tombados pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Publicação relacionada:
Casas polonesas no Parque João Paulo II

Referência:

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Trajano Reis 576

Unidade de Interesse de Preservação na Rua Trajano Reis

Esta casa é uma das Unidades de Interesse de Preservação na Rua Trajano Reis.
Tem uma fachada bem interessante, apesar da alteração parcial de uma das janelas e do telhado de fibrocimento. A platibanda é bacana também.

Quanto as pichações, em algumas regiões da cidade os proprietários não conseguem dar conta delas.

domingo, 10 de novembro de 2019

A casa construída pelo Sr. Francisco Krainski

Casa de madeira com lambrequins

Casa de madeira com lambrequins - fachada

Casa de madeira com lambrequins

Casa de madeira - detalhe dos lambrequins

Casa de madeira com lambrequins - detalhe da varanda

Casa de madeira - detlahe dos lambrequins

Casa de madeira com lambrequins - vista lateral

Casa de madeira na Avenida Anita Garibaldi, esquina com a Rua Francisco Krainski.

A casa foi construída pelo polonês Francisco Krainski, casado com dna. Adelaide (de origem alemã), no início dos anos 1920. O casal teve sete filhos e viveram nela por cerca de cinquenta anos.

Apesar da idade, a casa está muito bem conservada. Com uma varanda na lateral servindo de abrigo para a entrada principal e outra secundária. Sótão com janela, caimento dos telhados com dois ângulos e lambrequins, que dão um charme especial à casa.