segunda-feira, 18 de novembro de 2019

domingo, 17 de novembro de 2019

Escola Estadual República Oriental do Uruguai

Escola Estadual República Oriental do Uruguai

Escola Estadual República Oriental do Uruguai

A Escola Estadual República Oriental do Uruguai fica na Avenida Presidente Affonso Camargo, no Capão da Imbuia.

Foi criada pela Prefeitura Municipal de Curitiba, que reuniu no local três escolas isoladas na então região rural do Cajuru, sendo inaugurada no dia 5 de maio de 1942, com a denominação de Escola Municipal do Cajuru.

Em 20 de outubro de 1942 o nome foi alterado para Grupo Escolar República do Uruguai.

Em 1956, devido a dívidas da prefeitura, a escola foi transferida para o governo estadual.

Em 1997 o nome foi alterado novamente, passando a ser o atual Escola Estadual República Oriental do Uruguai.

O projeto da escola foi baseado em uma série de projetos-tipo elaborados pelo governo estadual durante o mandato do interventor Manoel Ribas.

Uma das características desses projetos são as aberturas em arcos, em um estilo que chamam de neocolonial.

Em formato de “U”, o prédio teve a primeira ampliação já em 1945, quando mais salas de aula foram adicionadas ao conjunto.
Com o tempo, conforme as necessidades foram surgindo, as ampliações e reformas foram acontecendo, como o acréscimo de um ginásio coberto ao lado do prédio principal.

Uma coisa interessante dessa escola é que mesmo com todas as reformas e ampliações, a fachada principal foi bem preservada.

Referências:

sábado, 16 de novembro de 2019

Uma casa contemporânea no Boa Vista

Uma casa contemporânea no Boa Vista

Casa com arquitetura contemporânea na Rua do Dominicanos.

Dando uma olhada geral nas fotos deu de perceber que tenho muitas de casas antigas e poucas de casas modernas.

Considerando que a motivação inicial dessas minhas andanças foi (e continua sendo) conhecer e fotografar os bens tombados pelo Patrimônio Cultural do Paraná e as Unidades de Interesse de Preservação, dá para entender o viés. Mas isto não necessita ser assim. Nas próximas saídas terei que prestar atenção nas casas mais recentes, do nosso tempo.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Uma casa com floreiras na Inácio Lustosa

Uma casa com floreiras na Inácio Lustosa

Casa na Rua Inácio Lustosa, esquina com a Rua Senador Saraiva

Outra daquelas com o telhado bem inclinado, (tipo chalet?).

A casa foi modernizada, mas continua muito charmosa. Além do telhado, tem uma bay-window no térreo e floreiras nas janelas do andar superior e na lateral.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia

Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia
Caminho das araucárias, no Capão da Imbuia

Localizado na esquina da Rua Professor Nivaldo Braga com a Rua Professor Benedito Conceição, em meio ao Capão da Imbuia.

Uma placa no local diz o seguinte:


“O Caminho das Araucárias é uma trilha de 400 metros que está dentro desde bosque com árvores centenárias. Este remanescente de floresta com araucária é uma unidade de conservação municipal (Dec. Municipal 252, 10705/1994), tombado como Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná (Lei Estadual 1211, 16/09/1953).”

Uma coisa possível de notar quando percorremos o caminho é que ele é diferente dos caminhos que encontramos nos parques da cidade. Lá o mato é mantido na forma mais natural possível.

Publicação relacionada:
Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI . entrada principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - vista lateral

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - fachada principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - animais empalhados

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - caixa com borboletas

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - corredor principal

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - gralha azul taxidermizada

Museu de História Natural Capão da Imbuia - MHNCI - diorama com lobo-guará, arara, tatú e outros animais

O Museu de História Natural Capão da Imbuia está localizado na esquina da Rua Professor Nivaldo Braga com a Rua Professor Benedito Conceição, junto ao Bosque do Capão da Imbuia.

A parte visível do museu é muito interessante, constituída principalmente por uma série de dioramas  onde são apresentados animais taxidermizados, agrupados por ecossistemas.

No parágrafo acima escrevi “a parte visível” do museu, isso porque ele é antes de tudo uma importante instituição científica dedicada à pesquisas, com um acervo bem maior que aquele exposto ao público. “É referência nacional da área de pesquisa zoológica, abrigando coleções científicas representativas da fauna original do estado, sendo base de consulta e pesquisa por interessados do Brasil e do mundo”

As instalações do MHNCI são modestas em relação a importância e abrangência do assunto e, sem dúvida, merece um novo prédio, maior que o atual.

Felizmente a imprensa tem noticiado que construirão um novo prédio para abrigar o museu, junto ao Jardim Botânico, fazendo frente para a Linha Verde. Além disso parece que o acervo será engrandecido por coleções de biologia, arqueologia e paleontologia da Universidade Federal do Paraná.

Mas não fique esperando pelo novo prédio. Mesmo nas instalações atuais, sem qualquer dúvida, o museu vale uma visita. Estive lá com o meu neto e ele gostou tanto que tive que percorrê-lo duas vezes. O que foi interessante, uma vez que na segunda volta pude observar alguns detalhes que escaparam na primeira vez.

Tanto o bosque onde o museu está localizado, como as suas coleções, são bens tombados pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Referências:

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Casas polonesas no Parque João Paulo II - um outro ângulo

Casas polonesas no Parque João Paulo II - um outro ângulo

Casas polonesas no Parque João Paulo II - um outro ângulo

Ponte de acesso ao Bosque João Paulo II pela Rua Euclides Bandeira

Caminhando pela Rua Euclides Bandeira, na margem direita do Rio Belém, uma outra vista das casas polonesas no Bosque João Paulo II e a ponte de troncos para acesso ao bosque por essa via.

Na totem indicativo próximo à ponte está escrito o seguinte:

“Memorial da Imigração
Polonesa

Criado em 1980, ano da
visita de João Paulo
II a Curitiba, o Bosque
do Papa é um museu
ao ar livre, com as
casas do final do século
XIX trazidas das antigas
colônias polonesas, dos
arredores da capital.
As casas são de troncos
falquejados de
araucária e abrigam um
acervo histórico.”

O Sr. Rafael Greca em seu livro “Curitiba Luz dos Pinhais” escreveu sobre cada uma das casa que estão ali.

Sobre a Casa de Troncos (1884) que foi residência da família Pianowski, que hoje é uma capela, escreveu:

“Esse casal de pequenos agricultores da Colônia Tomas Coelho, Genovesa e Silvestre Pianowski, vendia hortaliças, framboesas, amoras, leite e manteiga na feira do Alto de São Francisco. Eram fornecedores de minha mãe e minhas tias. Quando os visitei, pedindo a quase centenária casa de troncos, fora de uso na sua chácara, para receber o Papa, não acreditaram. …”

E continuou:

"… Ao local, também transladamos outras seis casas de troncos de araucária, a maioria delas, como já disse, se não tivessem sido removidas, hoje estariam sob as águas da represa do Rio Passaúna, ou teriam se perdido de outra forma. … 
… o paiol, datado de 1876, foi da família do lavrador José Gembaroswki, da Colônia Tomás Coelho. O Museu Etnográfico, reproduzindo o interior de uma casa de imigrantes, veio da Cruz do Galo, encruzilhada da Colônia Muricy, em São José dos Pinhais, residência da famílai Gryboge atºe 1979, quando seu herdeiro, João Polak, optou por sua demolição. 
Foi demovido da ideia pelo arquiteto Valdir Simões de Assis Filho, que adquiriu a residência em setembro daquele ano, transferindo sua propriedade, em 1981, a meu pedido, para a Fundação Cultural de Curitiba. 
A ampla casa que serve de quiosque, também transplantada da Malhada, distrito de São José dos Pinhais, foi residência de Bronislawa e Alberto Gryboge, de 1877. … 
A quinta casa foi construída nos idos de 1890 por João Przepiura e Josefa Knaut, na Roça Velha, em Araucária. Foi doada ao Memorial por seu filho, Pedro Przeupiura … A casa era caiada, em branco impecável, as frestas entre os troncos vedados por barro amassado com esterco seco. … 
A sexta casa foi de Estanislau Zawilinski, vendida a família de Josef e Waléria Walczuk, que, com a filha Marja, na época com 11 meses, imigraram da Polônia em 1929. … 
A sétima casa data de 1881, construída por Francisco Furman para sua esposa Luiza e seus filhos, na localidade de Campina das Pedras, em Araucária. Foi deixada como herança para seu filho Wadeslau. Seu neto, Fernando Elias, vendeu-a para Fundação Cultural de Curitiba. Hoje é sala de exposições temporárias.”

O bosque e as casas são bens tombados pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Publicação relacionada:
Casas polonesas no Parque João Paulo II

Referência:

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Trajano Reis 576

Unidade de Interesse de Preservação na Rua Trajano Reis

Esta casa é uma das Unidades de Interesse de Preservação na Rua Trajano Reis.
Tem uma fachada bem interessante, apesar da alteração parcial de uma das janelas e do telhado de fibrocimento. A platibanda é bacana também.

Quanto as pichações, em algumas regiões da cidade os proprietários não conseguem dar conta delas.

domingo, 10 de novembro de 2019

A casa construída pelo Sr. Francisco Krainski

Casa de madeira com lambrequins

Casa de madeira com lambrequins - fachada

Casa de madeira com lambrequins

Casa de madeira - detalhe dos lambrequins

Casa de madeira com lambrequins - detalhe da varanda

Casa de madeira - detlahe dos lambrequins

Casa de madeira com lambrequins - vista lateral

Casa de madeira na Avenida Anita Garibaldi, esquina com a Rua Francisco Krainski.

A casa foi construída pelo polonês Francisco Krainski, casado com dna. Adelaide (de origem alemã), no início dos anos 1920. O casal teve sete filhos e viveram nela por cerca de cinquenta anos.

Apesar da idade, a casa está muito bem conservada. Com uma varanda na lateral servindo de abrigo para a entrada principal e outra secundária. Sótão com janela, caimento dos telhados com dois ângulos e lambrequins, que dão um charme especial à casa.

sábado, 9 de novembro de 2019

Uma casa amarela na Anita Garibaldi

Uma casa amarela na Anita Garibaldi

Essa casa na Avenida Anita Garibaldi chamou a atenção. Pareceu-me ser bem velha.
A Anita Garibaldi tem muitas casa de um tempo em que era pouco habitada, uma região de chácaras e em que a atual avenida era a antiga estrada que ligava Curitiba ao norte do estado.

Gostei da casa, muito simpática e pareceu-me familiar. Deve ter alguma coisa lá no fundo da memória que não consegui resgatar.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Sociedade União Juventus

Fachada do antigo prédio da Sociedade União Juventus

Do prédio da antiga Sociedade União Juventus, uma Unidade de Interesse de Preservação na Alameda Doutor Carlos de Carvalho, resta apenas a fachada; que virou hall de entrada de um edifício.

A origem da Sociedade remonta ao ano de 1898, quando foi fundada a Polskie Towarzystwo Gimnastyczne Sokol, Sociedade Polonesa de Ginástica Falcão.

Em 1920 esta sociedade uniu-se a duas outras, a Kolko Mlodzierzy Polskiej, Círculo da Mocidade Polonesa, que tinha sido fundado em 1901 e a Towarzystwo Swietego Stanislawa, Sociedade Santo Estanislau, fundada em 1906, formando a Sociedade União Polonesa.
Parte dos associados da Sociedade Polonesa de Ginástica Falcão não concordou com a fusão e fundou a Strzelec, que mais tarde teve o nome alterado para Towarzystwo Wychowania Fizycznego Junak (Sociedade de Educação Física Junak), depois chamada de Sociedade de Educação Física Juventus.

Em 1959, as duas sociedade (Sociedade de Educação Física Juventus e a Sociedade União Polonesa) voltaram a encontrar-se, surgindo assim a Sociedade União Juventus.

Referências:

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Uma casa azul com jardim

Casa, pintada de azul, com bonito jardim

Casa na Rua Benedito Guil.

Além da casa, gostei também do jardim, com muitas flores.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Jardinete Ervin Ofner

Jardinete Ervin Ofner

Jardinete Ervin Ofner

Jardinete Ervin Ofner

No Rio Belém, no trecho entre a Rua Luiz Antônio Biazzetto e a Rua Vitório Foggiato, na margem esquerda fica a Praça Erailto Thiele e na margem direita o Jardinete Ervin Ofner.

Na placa existente no local está escrito:

“CURITIBA
A CIDADE DA GENTE

JARDINETE
ERVIN OFNER
(1916-2001)

Alemão de Hannover, litógrafo,
desenhista de profissão, para a
cidade ele é o Ervin da churrascaria.
Fundada em 1950 na Rua Mateus Leme,
é referência na paisagem de Curitiba e um
grande ponto de encontro.
Aos domingos, a calçada vira sala de visitas
que promove o convívio entre as pessoas.
À memoria deste agregador de gente,
a homenagem de todos os curitibanos.

Curitiba, 28 de setembro de 2007

Beto Richa
Prefeito Municipal de Curitiba”

Publicação relacionada:
Praça Erailto Thiele

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Outra Unidade de Interesse de Preservação na Anita Garibaldi

Casa na Avenida Anita Garibaldi - detalhes
Casa na Avenida Anita Garibaldi
Casa na Avenida Anita Garibaldi - fachada
Casa na Avenida Anita Garibaldi - detalhes

Esta casa na Avenida Anita Garibaldi é um Unidade de Interesse de Preservação.

Bem bonita a fachada e as laterais com lambrequins. Muito bem conservada, atualmente tem uso comercial.

Infelizmente é mais uma daquelas que não consegui descobrir alguma coisa sobre a história dela. Era sábado e não tinha ninguém para eu pedir alguma informação. Quem sabe publicando as fotos surge alguém com alguma. Imagino que tenha sido uma chácara, na região haviam muitas.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Nelson Mandela

Grafite com imagem de Nelson Mandela

Grafite com a imagem de Nelson Mandela no muro da Escola Estadual República Oriental do Uruguai, na Avenida Presidente Affonso Camargo.

Nelson Mandela

“Nelson Rolihlahla Mandela (Mvezo, 18 de julho de 1918 — Joanesburgo, 5 de dezembro de 2013) foi um advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999, considerado como o mais importante líder da África Negra, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1993, e pai da moderna nação sul-africana, onde é normalmente referido como Madiba (nome do seu clã) ou "Tata" ("Pai”).”

Referência:

domingo, 3 de novembro de 2019

Uma casa na Albano Reis

Uma casa na Albano Reis
Uma casa na Albano Reis - detalhe de ornamento de ferro
Uma casa na Albano Reis - detalhe de capelinha com Nossa Senhora
Uma casa na Albano Reis - detalhe de janelas com grade

Casa, muito bem conservada. na Rua Albano Reis. Atualmente com uso comercial.

Decorada com algumas pedras de basalto (pedra-ferro), ornamento de ferro, capelinha com Nossa Senhora, sobreverga nas janelas e uma grade bem bonita naquelas duas janelas menores.

sábado, 2 de novembro de 2019

Outra casa bonita na Mateus Leme

Casa na Rua Mateus Leme

Muito bonita essa casa na Rua Mateus Leme.
Com linhas harmoniosas e com um caimento bem grande no telhado, pronto para a chegada da neve. Lembrei dos Alpes.
Será que ela enfrentou a neve de 1928? Ou foi construída depois? Parece ser mais recente, arriscaria dizer segunda metade do século passado.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Igreja Evangélica Assembléia de Deus, na Cândido de Abreu

Igreja Evangélica Assembléia de Deus, na Cândido de Abreu

Templo da Igreja Evangélica Assembléia de Deus na Avenida Cândido de Abreu.

Não conheço o interior, mas penso que essa seja um entrada secundária para o templo, cuja entrada principal é pela Rua Senador Xavier da Silva.
Mas gosto do desenho desse predinho. De arquitetura moderna, é caracterizado pelas linhas verticais, que de certa forma induzem o olhar para o alto. Esse recurso das linhas verticais é utilizado também nas igrejas góticas e nos edifícios com estilo art déco.