sábado, 20 de outubro de 2018

A casa de Dona Fraia Schrappe

A casa de Dona Fraia Schrappe

A casa de Dona Fraia Schrappe - detalhe

A casa de Dona Fraia Schrappe - detalhe

A casa de Dona Fraia Schrappe - vista lateral

Esta casa na Avenida Sete de Setembro, quase esquina com a Rua 24 de Maio, segundo o senhor Rafael Greca de Macedo, pertenceu (ou pertence) a dona Fraia Schrappe.

Sempre que possível, gosto de ligar as casas que fotografo às pessoas e escrever alguma coisa sobre elas. Nesse caso consegui um nome, mas não encontrei informações. O sobrenome é conhecido e ligado à antiga Impressora Paranaense, mas não sei se era da mesma família.

A casa é bem imponente, bonita e tem um bom terreno, mas está sem uso já há alguns anos.

Referência:

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Cavalo de Fergana

Cavalo de Fergana, cerâmica com glasura policromada, China, dinastia Tang (618-907)

Cavalo de Fergana;
China, dinastia Tang (618-907)
cerâmica com glasura policromada

O Vale de Fergana, no extremo oriente do Uzbequistão, foi um dos principais entrepostos da Rota da Seda que conectava Xian, na China, à Ásia Central e ao Ocidente. Os cavalos dessa região eram apreciados por serem potentes e resistentes, de onde vem sua representação na estatutária tumular da dinastia Tang, a que mais os utilizou como montaria.

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON

Publicação relacionada:
Ásia: a terra, os homens, os deuses

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná

Busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná
Herma com busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná
Placa afixada na herma com busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná

Esta herma com o busto de Ildenfonso Pereira Correia (1849-1894) – o  Barão do Serro Azul – está localizada na quina do Edifício da Associação Comercial do Paraná na Rua XV de Novembro que foi O Barão do Serro Azul foi o fundador da ACP e seu primeiro presidente.

A herma foi inaugurada em 1994 por ocasião do centenário da morte do Barão do Serro Azul e a placa diz o seguinte:

“COMENDADOR
ILDEFONSO PEREIRA CORREIA
BARÃO DO SERRO AZUL

VICE-PRESIDENTE E PRESIDENTE DA PROVÍNCIA DO
PARANÁ - DEPUTADO PROVINCIAL - PRESIDENTE DA
CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA - ABOLICIONISTA - 
FILANTROPO - PROMOTOR DA EDUCAÇÃO E DA CULTU-
RA - INCENTIVADOR DA IMIGRAÇÃO - LIDER POLÍTICO,
SOCIAL E ECONÔMICO: FUNDOU, AMPLIOU, INOVOU E
DESENVOLVEU EMPRESAS INDUSTRIAIS, COMERCIAIS
E DE SERVIÇOS. PRESIDIU A “JUNTA DO COMÉRCIO”
QUE EVITOU A INVASÃO E O SAQUE DE CURITIBA
DURANTE A REVOLUÇÃO FEDERALISTA, O QUE
NO INJUSTO SACRIFÍCIO DE SUA VIDA.
“FOI ANTES E ACIMA DE TUDO EMPRESÁRIO”

HOMENAGEM DA
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PARANÁ
A SEU FUNDADOR E 1º PRESIDENTE
NO 1º CENTENÁRIO DE SUA MORTE
20 DE MAIO DE 1994”



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Edifício da Associação Comercial do Paraná
Solar do Barão
Solar da Baronesa (com a carta que ela escreveu ao Barão de Ladário narrando o que aconteceu com seu marido)
A casa de Vicente Machado, aquele que fugiu
Edifício Barão do Serro Azul

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Edifício da Associação Comercial do Paraná

Edifício da Associação Comercial do Paraná na Rua XV de Novembro

Localizado na Rua XV de Novembro, esquina com a Rua Presidente Faria, o edifício da Edifício da Associação Comercial do Paraná foi construído em 1951.

O edifício foi reformado (ainda não consegui descobrir a data), quando ganhou lâminas de vidro, que ressaltam a verticalidade da construção.

A Associação Comercial do Paraná foi fundada legalmente em 1890 por Ildenfonso Pereira Correia (1849-1894), o  Barão do Serro Azul; que foi o primeiro presidente da entidade.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Sim, tem mensagem nova

Imagem de uma senhora sentada manuseando o telefone celular.

Imagem de uma senhora manuseando o telefone.
Ela está sentada em frente ao painel “Imagens da Cidade”, de Poty Lazzarotto. Ao fundo o antigo “Açougue Garmatter”. Gosto também daquele resto de parede com a abertura de uma porta.

Publicações relacionadas:
Imagens da Cidade
Açougue Garmatter
A porta

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Mais uma casinha de madeira

Casa de madeira na Rua Cândido Xavier

O terreno dessa simpática casinha de madeira faz frente para a Rua Cândido Xavier, mas a entrada é na lateral, por onde imaginei ser uma servidão. Fui olhar nos mapas do IPPUC e não a encontrei. Aproveitei e pesquisei nos diversos mapas dos bairros que tenho e parece que eles não incluem as servidões de passagem.

domingo, 7 de outubro de 2018

Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês

Prédio da Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês, na Av. Manoel Ribas

A Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês está localizada na Avenida Manoel Ribas, esquina com a Rua Professora Rosa Saporski.

É uma escola Católica, ligada às Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo. A Companhia da Filhas da Caridade sempre esteve relacionada com a educação, desde o seu início, seguindo o conceito da “educação assumida como ação de amor-serviço a Deus em favor dos mais pobres”.

As irmãs, vindas da França, chegaram no Brasil em 1849, instalando-se em Minas Gerais.
No Paraná, vindas da Polônia, chegaram em 1904 e instalaram-se na Colônia Polonesa de Abranches, onde os colonos queriam ter uma educação de qualidade para os seus filhos e haviam solicitado o auxílio das irmãs. Nasceu assim o a Escola Polonesa São José,, atual Colégio Vicentino São José.

A Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês nasceu como Escola Paroquial Nossa Senhora das Mercês, fundada 1931 pelo Frei D. Inácio Giovani Dal Monte e pela Sra. Aída Teixeira Freitas, apoiados por outros paroquianos.
Como a demanda foi grande já no seu primeiro ano, resolveram pedir ajuda a Congregação das Filhas da Caridade, que em 1932 forneceu professoras para a escola. Em 1941 a Congregação assumiu a direção. Nesse mesmo ano a escola adquiriu autonomia, não pertencendo mais a paróquia e passou a ocupar um prédio maior, com o nome de Instituto Nossa Senhora das Mercês.

O prédio atual (o que aparece na foto) teve o início da construção em 1954 e ficou pronto em 1956.
Em 1999 o prédio foi reformado e ampliado.
A escola oferece cursos de educação infantil e ensino fundamental, inclusive com a opção de período integral.

Publicação relacionada:
Casa Provincial das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo

Referências:

sábado, 6 de outubro de 2018

Outra casa bacana na Padre Agostinho

Outra casa bacana na Padre Agostinho
Vaso de plantas em uma casa na Pe. Agostinho
escultura de gatinho na janela de uma casa
Mosaico no muro de uma casa
Outra casa bacana na Padre Agostinho

Esta casa na Rua Padre Agostinho é bem interessante. Além do desenho diferente, o jardim é muito bem cuidado, com vasos, plantas e pequenas esculturas; revelando o capricho dos proprietários.
Em um dos muros tem um mosaico de azulejos. Pena que na hora não tinha ninguém visível na casa, do contrário teria pedido para entrar no jardim e fotografar melhor. O jeito foi contentar-se com a foto através das grades.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

O gatinho na janela

Gato na janela de um sobrado

Domingo passado, caminhando pela Rua Riachuelo, notei esse gatinho na janela de um sobrado.
Estava muito atento. Em um primeiro momento imaginei que estivesse de olho em algum passarinho. Depois, concluí que estava intrigado com o movimento nas folhas das plantas, provocado pelo vento.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Madeira, alvenaria e mansarda

Casa de madeira com fachada em alvenaria e mansarda

Outra casa de madeira com fachada em alvenaria e mansarda (sótão com janelas). Esta na Rua Professora Rosa Saporski.
No dia que fotografei a pintura estava a meio caminho. Deva já estar pronta.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Está ficando bonito

Futuro Cine Passeio na Rua Riachuelo

Neste prédio, que foi declarado Unidade de Interesse de Preservação em 2012, deve sair o Complexo Cultural Cine Passeio. Pelo menos este era o plano.
A reforma tem sido lenta, mas pelo menos andou nos últimos tempos e, observando por fora, está ficando bonito.
Esse complexo cultural, localizado na Rua Riachuelo, esquina com a Rua Presidente Carlos Cavalcanti, é uma das esperanças para revitalizar a região.

Publicação relacionada:
Futuro Cine Passeio?

terça-feira, 2 de outubro de 2018

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março
“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março

“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março
“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto na Praça 29 de Março

O painel “Historia de Curitiba” na Praça 29 de Março conta a história da cidade, começando pelo mato, pelo índios e pelas primeiras pessoas que aventuraram subir a serra a procura de ouro. Continua com a criação da Vilinha do Atuba, passando pelos diversos caminhos com o litoral, erva mate, Santa Casa de Misericórdia, bonde, trem, universidade, terminando com a criação do IPPUC. Tudo isso com diversos outros eventos intercalados, em ordem cronológica.

No final tem a frase:

“é dever de cada governante transmitir esta cidade nem menor nem igual a que recebeu, porem sob todos os aspectos mais bela, mais humana e mais sorridente”. 

Frase, ligeiramente modificada, do “Juramento Curitibano”.

O painel, uma criação de Poty Lazzarotto, com altos e baixo relevos, é enorme e bonito. É tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Vale uma visita à praça para conhecê-lo de perto.

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Praça 29 de Março
Horto da Nações 

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Horto da Nações

Horto da Nações na Praça 29 de Março

Durante as comemorações dos 300 anos de Curitiba (1993) foi criado em um dos cantos – na esquina da Rua Martim Afonso com a Rua Desembargador Motta – da Praça 29 de Março um pequeno horto com árvores de nove países (Alemanha, El Salvador, Itália, Japão, Paraguai, Polônia, Portugal, Suíça e Uruguai).
Algumas árvores ou não pegaram, ou foram vandalizadas ou ainda, morreram. Enfim, não estão lá. O pessoal da prefeitura poderia replanta-las, a simbologia é bacana.

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Praça 29 de Março
“História de Curitiba”, um painel de Poty Lazzarotto