quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Um sobrado na 24 de Maio

Sobrado na Rua 24 de Maio em estilo modernista

Repare nesse sobrado na Rua 24 de Maio, em estilo modernista (ou funcional, como muitos chamavam).

Está meio escondido pelas placas e o térreo possivelmente foi bem alterado. Mas o andar superior revela o estilo, mesmo que a janela original provavelmente tivesse venezianas de madeira.

Mais um daqueles que a gente só descobre caminhando pela cidade.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Uma nogueira imune de corte

Nogueira-pecan (Carya illinoesis) na Praça Didi Caillet

Esta nogueira (Carya illinoesis) localizada na Praça Didi Caillet é uma árvore imune de corte, conforme o Decreto 1.181/2009.

A nogueira-pecan é originária do sul dos Estados Unidos da América.
Nunca reparei se esse exemplar produz nozes, mas imagino que não, uma vez que aparentemente não tem como ser polinizada (a coitada está cercada de palmeiras).

Publicação relacionada:
Praça Didi Caillet

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

domingo, 28 de outubro de 2018

Capela Nossa Senhora da Glória - o interior

Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - vista geral
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - altar lateral
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - altar lateral
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - vista do altar e teto
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - vista do altar
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - sacrário
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - pintura no teto
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - janelas laterais
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - vista do coro e porta de entrada
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - vista do altar a partir do coro
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - pia batismal
Capela Nossa Senhora da Glória - o interior - detalhes da pintura original

O interior da Capela Nossa Senhora da Glória após o restauro executado recentemente.
Não sei como era antes, mas está bem bonito.
Minha esposa lembra que entrou algumas vezes quando era jovem. Não recorda da decoração que havia, mas a lembrança que tem é que era um lugar escuro. Faz sentido, quando observamos as pequenas “janelas” deixadas sem restaurar, como é comum nesse tipo de trabalho.

Como comentei ontem, a capela fica na Avenida João Gualberto e é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Para saber mais da história da capela, veja o link relacionado:
Capela Nossa Senhora da Glória

Capela Nossa Senhora da Glória - ficou bonita

sábado, 27 de outubro de 2018

Capela Nossa Senhora da Glória - ficou bonita

Capela Nossa Senhora da Glória
Capela Nossa Senhora da Glória
Capela Nossa Senhora da Glória
Capela Nossa Senhora da Glória - detalhe da cruz com imagem na entrada
Capela Nossa Senhora da Glória
Capela Nossa Senhora da Glória - detalhe janelas laterais
Capela Nossa Senhora da Glória - detalhe da torre

Construída em 1896, a Capela Nossa Senhora da Glória – que é uma Unidade de Interesse de Preservação localizada na Avenida João Gualberto – foi recentemente restaurada. Ficou bem bonita.

Na parte externa dela há duas placas. Uma, de mármore, no lado esquerda de quem vê a capela de frente, está escrito o seguinte:

“ANNO 1900-1901
HOMENAGEM DA FAMILIA LEÃO
A
CHRISTO REDEMPTOR
E Á
SENHORA DA GLORIA
-o-
PONTIFICADO DE S.S. LEÃO XIII
EPISCOPADO
DE D. JOSÉ DE CAMARGO BARROS”

Na placa no outro lado, em bronze, está escrito o seguinte:

“HOMENAGEM
A EXMA. SRA.
MARIA DOLORES LEÃO DA VEIGA
A QUEM DEVEMOS ESTA CAPELA DE
NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
NO CENTENARIO DE SUA FUNDAÇÃO
1896 - 1996
DA FAMÍLIA DE BERNARDO AUGUSTO DA VEIGA”

As fotos foram tiradas em dias diferentes. No dia que tinha sol ela estava fechada e no dia que estava aberta, estava chovendo.

Para saber mais da história da capela, veja o link relacionado:
Capela Nossa Senhora da Glória

Capela Nossa Senhora da Glória - o interior

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Visconde de Guarapuava 3375

Predinho na Av. Visconde de Guarapuava com traços do art déco

Um dia desses, caminhando pela região, esse predinho na Avenida Visconde de Guarapuava chamou a minha atenção.

Com traços do art déco, ele tem personalidade.
Dá para observar que sofreu algumas alterações nas janelas (originalmente eram de ferro com vidros em quadrados pequenos) e a porta foi fechada com alvenaria (poderiam ter mantido, mesmo como uma porta falsa, fechada por trás).
Aquelas linhas em relevo que contornam as janelas hoje estão com a mesma cor da parede, mas não eram assim.
De qualquer maneira o pessoal está de parabéns por ter mantido as linhas originais da edificação e não ter caído na tentação de transformá-la em uma coisa modernosa.

Bem interessante. Mais uma daquelas coisas que só observarmos quando caminhamos com calma pelas ruas da cidade.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Paço da Liberdade - mais uma foto

Paço da Liberdade - mais uma foto

Mesmo sendo um domingo com o tempo enfarruscado, não dá para passar na frente do Paço da Liberdade e não tirar mais uma foto.

Não é à toa que o Paço da Liberdade é uma Unidade de Interesse de Preservação, tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e a única edificação de Curitiba tombada pelo Patrimônio Cultural Brasileiro.

Se você ainda não viu, veja outras publicações relacionadas que já saíram aqui no blog:
Paço da Liberdade
Paço da Liberdade - detalhes externos
Paço da Liberdade - a torre
Paço da Liberdade - detalhes internos
Paço da Liberdade - Sala de Atos
Alguns móveis no Paço da Liberdade
Um sino no Paço da Liberdade
O relógio do prefeito
A antiga mesa do gabinete do prefeito
Uma estante do gabinete de Cândido de Abreu
As camadas da cidade
Estátua do Barão do Rio Branco

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Edifício Anita

Edifício Anita

Edifício Anita

Localizado na Rua Cândido Lopes, mas fazendo frente também para a Alameda Doutor Carlos de Carvalho e Rua Desembargador Ermelino de Leão, o Edifício Anita chama a atenção por ser um espaço verde da cidade, mesmo que vertical.

O terreno onde está foi adquirido nos anos 1940 pelo jornalista Frederico Faria de Oliveira, que demoliu uma casa que havia nele e iniciou a construção do pequeno edifício, que foi concluído no final de 1950.

O nome do edifício é uma homenagem a senhora Anita Cechelero de Oliveira, esposa do senhor Frederico.

O desenho do edifício apresenta traços do art déco, coisa que só pode ser observada em fotos antigas.

No início dos anos 1990 recebeu um andar adicional, desenhado de tal forma que parece haver uma casa no topo do edifício. Aliás, tem outros prédios na cidade com essa referência a casinha no topo.

A trepadeira que cobre o edifício foi plantada no início dos anos 2000.

O térreo é ocupado por um café, um restaurante e uma lanchonete. Nos demais andares está localizado um escritório de arquitetura e escritórios de desenho industrial. Tem também um espaço cultural onde são promovidos eventos e exposições, tornando o edifício um ponto cultural da cidade.

Esse é o segundo edifício com o nome Anita que aparece por aqui, o outra é na Rua Lamenha Lins (Dois mosaicos de Franco Giglio).

Referência:

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Grafite total II

Sobrado na Rua Treze de Maio todo coberto com grafite.

Sobrado na Rua Treze de Maio (quase esquina com a Rua Riachuelo) todo coberto com grafite.

Gosto de grafite, mas prefiro eles em muros ou paredes cegas. Mas esse até que ficou divertido.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Praça Didi Caillet

Praça Didi Caillet - fonte e escultura
Praça Didi Caillet
Praça Didi Caillet

A Praça Didi Caillet faz frente para a Rua Heitor Stockler de França e para a Rua Barão de Antonina. Os outros dois lados são delimitados por terrenos ocupados por edifícios.

Em breve farei outras publicações sobre a praça, para escrever sobre uma escultura, um árvore e um painel de azulejos existente nela.

Publicações relacionadas:
Didi Caillet, a “Vênus Curitibana”
Um painel no Edifício Solar da Nogueira - Torre Didi Caillet
Uma nogueira imune de corte

domingo, 21 de outubro de 2018

O outro lado da Federal

Fachada do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná voltada para a Rua Presidente Faria

Pois é, todo mundo sempre fotografa a outra fachada do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, a principal, aquela voltada para a Praça Santos Andrade.
E confesso, se falam no prédio, o que vem na minha mente é a fachada principal também.
Mas já reparou nos fundos, a fachada voltada para a Rua Presidente Faria?
Falta-lhe a imponência das escadarias, mas ela tem lá o seu charme e é bem bonita também.

Publicação relacionada:
Prédio histórico da Universidade Federal do Paraná

sábado, 20 de outubro de 2018

A casa de Dona Fraia Schrappe

A casa de Dona Fraia Schrappe

A casa de Dona Fraia Schrappe - detalhe

A casa de Dona Fraia Schrappe - detalhe

A casa de Dona Fraia Schrappe - vista lateral

Esta casa na Avenida Sete de Setembro, quase esquina com a Rua 24 de Maio, segundo o senhor Rafael Greca de Macedo, pertenceu (ou pertence) a dona Fraia Schrappe.

Sempre que possível, gosto de ligar as casas que fotografo às pessoas e escrever alguma coisa sobre elas. Nesse caso consegui um nome, mas não encontrei informações. O sobrenome é conhecido e ligado à antiga Impressora Paranaense, mas não sei se era da mesma família.

A casa é bem imponente, bonita e tem um bom terreno, mas está sem uso já há alguns anos.

Referência:

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Cavalo de Fergana

Cavalo de Fergana, cerâmica com glasura policromada, China, dinastia Tang (618-907)

Cavalo de Fergana;
China, dinastia Tang (618-907)
cerâmica com glasura policromada

O Vale de Fergana, no extremo oriente do Uzbequistão, foi um dos principais entrepostos da Rota da Seda que conectava Xian, na China, à Ásia Central e ao Ocidente. Os cavalos dessa região eram apreciados por serem potentes e resistentes, de onde vem sua representação na estatutária tumular da dinastia Tang, a que mais os utilizou como montaria.

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON

Publicação relacionada:
Ásia: a terra, os homens, os deuses

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná

Busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná
Herma com busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná
Placa afixada na herma com busto do Barão do Serro Azul na Associação Comercial do Paraná

Esta herma com o busto de Ildenfonso Pereira Correia (1849-1894) – o  Barão do Serro Azul – está localizada na quina do Edifício da Associação Comercial do Paraná na Rua XV de Novembro que foi O Barão do Serro Azul foi o fundador da ACP e seu primeiro presidente.

A herma foi inaugurada em 1994 por ocasião do centenário da morte do Barão do Serro Azul e a placa diz o seguinte:

“COMENDADOR
ILDEFONSO PEREIRA CORREIA
BARÃO DO SERRO AZUL

VICE-PRESIDENTE E PRESIDENTE DA PROVÍNCIA DO
PARANÁ - DEPUTADO PROVINCIAL - PRESIDENTE DA
CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA - ABOLICIONISTA - 
FILANTROPO - PROMOTOR DA EDUCAÇÃO E DA CULTU-
RA - INCENTIVADOR DA IMIGRAÇÃO - LIDER POLÍTICO,
SOCIAL E ECONÔMICO: FUNDOU, AMPLIOU, INOVOU E
DESENVOLVEU EMPRESAS INDUSTRIAIS, COMERCIAIS
E DE SERVIÇOS. PRESIDIU A “JUNTA DO COMÉRCIO”
QUE EVITOU A INVASÃO E O SAQUE DE CURITIBA
DURANTE A REVOLUÇÃO FEDERALISTA, O QUE
NO INJUSTO SACRIFÍCIO DE SUA VIDA.
“FOI ANTES E ACIMA DE TUDO EMPRESÁRIO”

HOMENAGEM DA
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PARANÁ
A SEU FUNDADOR E 1º PRESIDENTE
NO 1º CENTENÁRIO DE SUA MORTE
20 DE MAIO DE 1994”



Publicações relacionadas:
Edifício da Associação Comercial do Paraná
Solar do Barão
Solar da Baronesa (com a carta que ela escreveu ao Barão de Ladário narrando o que aconteceu com seu marido)
A casa de Vicente Machado, aquele que fugiu
Edifício Barão do Serro Azul

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Edifício da Associação Comercial do Paraná

Edifício da Associação Comercial do Paraná na Rua XV de Novembro

Localizado na Rua XV de Novembro, esquina com a Rua Presidente Faria, o edifício da Edifício da Associação Comercial do Paraná foi construído em 1951.

O edifício foi reformado (ainda não consegui descobrir a data), quando ganhou lâminas de vidro, que ressaltam a verticalidade da construção.

A Associação Comercial do Paraná foi fundada legalmente em 1890 por Ildenfonso Pereira Correia (1849-1894), o  Barão do Serro Azul; que foi o primeiro presidente da entidade.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Sim, tem mensagem nova

Imagem de uma senhora sentada manuseando o telefone celular.

Imagem de uma senhora manuseando o telefone.
Ela está sentada em frente ao painel “Imagens da Cidade”, de Poty Lazzarotto. Ao fundo o antigo “Açougue Garmatter”. Gosto também daquele resto de parede com a abertura de uma porta.

Publicações relacionadas:
Imagens da Cidade
Açougue Garmatter
A porta

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Mais uma casinha de madeira

Casa de madeira na Rua Cândido Xavier

O terreno dessa simpática casinha de madeira faz frente para a Rua Cândido Xavier, mas a entrada é na lateral, por onde imaginei ser uma servidão. Fui olhar nos mapas do IPPUC e não a encontrei. Aproveitei e pesquisei nos diversos mapas dos bairros que tenho e parece que eles não incluem as servidões de passagem.

domingo, 7 de outubro de 2018

Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês

Prédio da Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês, na Av. Manoel Ribas

A Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês está localizada na Avenida Manoel Ribas, esquina com a Rua Professora Rosa Saporski.

É uma escola Católica, ligada às Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo. A Companhia da Filhas da Caridade sempre esteve relacionada com a educação, desde o seu início, seguindo o conceito da “educação assumida como ação de amor-serviço a Deus em favor dos mais pobres”.

As irmãs, vindas da França, chegaram no Brasil em 1849, instalando-se em Minas Gerais.
No Paraná, vindas da Polônia, chegaram em 1904 e instalaram-se na Colônia Polonesa de Abranches, onde os colonos queriam ter uma educação de qualidade para os seus filhos e haviam solicitado o auxílio das irmãs. Nasceu assim o a Escola Polonesa São José,, atual Colégio Vicentino São José.

A Escola Vicentina Nossa Senhora das Mercês nasceu como Escola Paroquial Nossa Senhora das Mercês, fundada 1931 pelo Frei D. Inácio Giovani Dal Monte e pela Sra. Aída Teixeira Freitas, apoiados por outros paroquianos.
Como a demanda foi grande já no seu primeiro ano, resolveram pedir ajuda a Congregação das Filhas da Caridade, que em 1932 forneceu professoras para a escola. Em 1941 a Congregação assumiu a direção. Nesse mesmo ano a escola adquiriu autonomia, não pertencendo mais a paróquia e passou a ocupar um prédio maior, com o nome de Instituto Nossa Senhora das Mercês.

O prédio atual (o que aparece na foto) teve o início da construção em 1954 e ficou pronto em 1956.
Em 1999 o prédio foi reformado e ampliado.
A escola oferece cursos de educação infantil e ensino fundamental, inclusive com a opção de período integral.

Publicação relacionada:
Casa Provincial das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo

Referências:

sábado, 6 de outubro de 2018

Outra casa bacana na Padre Agostinho

Outra casa bacana na Padre Agostinho
Vaso de plantas em uma casa na Pe. Agostinho
escultura de gatinho na janela de uma casa
Mosaico no muro de uma casa
Outra casa bacana na Padre Agostinho

Esta casa na Rua Padre Agostinho é bem interessante. Além do desenho diferente, o jardim é muito bem cuidado, com vasos, plantas e pequenas esculturas; revelando o capricho dos proprietários.
Em um dos muros tem um mosaico de azulejos. Pena que na hora não tinha ninguém visível na casa, do contrário teria pedido para entrar no jardim e fotografar melhor. O jeito foi contentar-se com a foto através das grades.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

O gatinho na janela

Gato na janela de um sobrado

Domingo passado, caminhando pela Rua Riachuelo, notei esse gatinho na janela de um sobrado.
Estava muito atento. Em um primeiro momento imaginei que estivesse de olho em algum passarinho. Depois, concluí que estava intrigado com o movimento nas folhas das plantas, provocado pelo vento.