Cemitério Paroquial Abranches, localizado no início da Rodovia Curitiba-Rio Branco (PR-092).
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quarta-feira, 29 de julho de 2026
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Um jardinete sem nome no Abranches
Um jardinete sem nome no Abranches (pelo menos por enquanto) delimitado pela Rua Vitório João Brunor, Rua Antônio Krainiski e Rua Padre José Joaquim Goral.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski
Herma com busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski na Praça Irmã Tereza Domachowski.
Na parte da frente na lateral haviam placas de bronze, que possivelmente forma roubadas. Agora, em um das laterais, onde havia uma placa de bronze, agora há uma de cerâmica, onde está escrito:”
SEBASTIÃO EDMUNDO
WÓS SAPORSKI
‘PAI DA COLONIZAÇÃO POLONESA NO PRANÁ”
HOMENAGEM DO POVO DE CURITIBA
AO
CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO
1871-1971
APOIO: CONSULADO GERAL DA REPÚBLICA DA POLÔNIA EM CURITIBA
Na outra placa, possivelmente a da frente, estava escrito: “Edmundo Sebastião Woś Saporski organizou a imigração polonesa descortinando-lhe os horizontes da Nova Pátria – Brasil. Homenagem e gratidão dos que o seguiram. 19-12-1958”.¹ Vendo uma foto antiga, não muito nítida, parece que havia o mesmo texto em polonês.
Referência:
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Praça Irmã Tereza Domachowski
Praça Irmã Tereza Domachowski, delimitada pela Rua Padre José Joaquim Goral e Rua Vitório João Brunor, em frente Igreja da Paróquia Sant’Ana de Abranches.
Nela há uma herma com busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski, um marco de pedra com uma placa onde está escrito:
“HOMENAGEMAOS FUNDADORES DE ABRANCHES1
1º CENTENÁRIO
20 A 15 DE NOVEMBRO
1873 — 1973”
Haveria também uma outra placa (roubaram ou não percebi?), onde estaria escrito: “Praça Irmã Tereza Domachowski. Homenagem do povo de Abranches, pelos relevantes serviços prestados à comunidade. *23.12.1877 Polônia +21.11.1966 Curitiba. Curitiba, abril/2000”
Tereza Domachowski
A Irmã Tereza Domachowski (Teresy Domachowskiej) nasceu na Polônia em 23 de dezembro de1877 e faleceu em Curitibano dia 21 de novembro de 1966.
Em 1908 as Irmãs Vicentinas (Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo) estavam novamente necessitando de reforços para as suas obras e assim um terceiro grupo de irmãs veio da Polônia, entre elas a Irmã Tereza.
Passou a dar aulas na então Escola Polonesa São José. Ela era também conhecida pela sua farmácia e pelo cuidado que tinha com os doentes da comunidade.
Além de professora a Irmã Tereza foi diretora a escola de 1908 a 1910 e, uma segunda vez, de 1930 a 1966.
No início, o dentista e o médico só vinha de Curitiba para a colônia de tempos em tempos. Nesse meio tempo as irmãs cuidavam das questões de saúde, suprindo a deficiência do Estado.
Publicação relacionada:
Referências:
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Uma UIP na Mateus Leme
Essa casa na Rua Mateus Leme, esquina com a Rua João Gava, é uma Unidade de Interesse de Preservação.
Muita bonita e bem conservada. Atualmente é ocupada por um negócio.
Li am algum lugar que tem um nome (Vila nome de alguém), mas não encontro mais onde foi.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Bosque Professor Erwin Gröger
Bosque Professor Erwin Gröger, localizado na Rua Benedito Correia de Freitas.
Em uma placa de cerâmica fixada em uma pedra, está escrito:
“CURITIBA
PREFEITURA DA CIDADE
BOSQUE
“PROFESSOR” ERWIN GRÖGER
1912-2008
No meio da praça, a rosa-dos-ventos dá a direção.
As pedras indicam a altura dos principais picos do
Paraná e da Áustria, terra-natal do “Professor”,
apelido de Erwin Gröger.
Ele escolheu o Brasil para fugir do nazismo e
Curitiba para estar perto da Serra do Mar.
Marumbista pioneiro, Atualizou e profissionalizou o
montanhismo local.
Agrônomo de profissão, na vida foi bem mais:
reflorestador e orquidófilo, violonista e cantor lírico,
ferreiro e halterofilista, pintor e poeta.
Aos 88 anos, celebrou a vida em versos.
Quis fazer da montanha seu último refúgio, mas é aqui,
entre as canelas, guabirobas e canjeranas,
que Curitiba homenageia sua memória.
3 de julho de 2010
Luciano Ducci
Prefeito Municipal de Curitiba”
Em um outro painel junto a uma escada na entrada do bosque está escrito:
“Bosque Professor Erwin Gröger
“Oitenta e oito” alembra a borboleta
que esvoaça irrequieta em nossos campos
de flor em flor, volúvel pirueta,
chupando néctar, dançando em arrancos. (…)
Olhando atrás o vídeo da juventude,
percebo um piá carregado de viço
que, prematuro, enfrenta a vida rude
mas, que levou mais de uma vez sumiço.
Por adentrar o mato e alcançar o cume
de qualquer morro da paisagem natalina
foi castigado; de outros teve ciúme
quais conseguiram, jubilantes na colina.
Estabelecer acampamento de brinquedo,
fazer um foguinho em fogão improvisado,
a gororoba saboreamos ledo
e disparando morro abaixo até o povoado. (…)
E finalmente, o moço ~ eu ~ decidiu abraçar
o montanhismo. ~ Este foi o escol-adolescente.
De bicicleta, mais barato, fui para alcançar
de faculdade em faculdade a lua crescente.
do saber. ~ E, para compensar, domingo, feriado
ao montanhismo era dedicado. Mudei de
conceito: montanhismo não é sistematizado
de esporte, mas de paixão. E assim tem ficado! (…)
A sorte ~ dizem da bondade divina ~
me concedeu uma dedicada companheira,
de espírito alegre, campesina;
me presenteou a filha, herdeira.
Veio a guerra. ~ Iam me pôr a frete
da batalha ~ insumo dos canhões
eu, o pacifista fiel e crente!
Mas para escapar de cruéis perseguições
Tratei de emigrar. Escolhi a nova Terra
cheia de vãs, dubiosas promessas.
Adrenalina sufocante era companheira
dos primeiros anos, mas certezas
de vitória final, após a luta,
amando mais e mais este Brasil abençoado,
(sem esquecer, menosprezar, de ser fruta
de origem) consegui erguer-me. (…)
As belezas das “orchis” quem é que resiste,
duas mil e quinhentas nossa terra contém
e mais da metade dos anos consiste
em cultivar as orquídeas do Sul a Belém.
E … pintá-las; deixar algo de eterno ao País
em reconhecimento pela hospitalidade,
aprofundando dest’arte a minha raiz
esta terra de abundante bondade.
E conservar o que é nosso por bondade de Jeovah!
(Por isso decerto a homenagem de ser declarado
cidadão honorário (“bicho”) do Paraná.
Será que é orgulho, que tem-me inflado? (…)
Pedi ao bom Deus de, humilde reter,
cidadão-servidor da comunidade,
como convém a um professor de ser
até a presente avançada idade.
Trechos do Poema “Oitenta e Oito”, escrito por Erwin
Gröger a ocasião de seu aniversário de 88 anos.”
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Colégio Vicentino São José

Colégio Vicentino São José, localizado na Rua Padre José Joaquim Goral,
Desde 1884 havia uma pequena escola na colônia polonesa do Abranches, cujo professor era o Sr. Brobowski.
Em outubro de 1904, atendendo pedidos da comunidade, chegaram as irmãs Luísa Olsztynska, Natália Zietak e Leocádia Suchoswiat, da Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo.
As irmãs assumiram a escola e o currículo era:
* Língua polonesa, alemã, portuguesa e francesa;
* Matemática;
* Geografia do Brasil e da Polônia;
* Educação Moral e Cívica;
* Desenho;
* Canto Religioso e Popular;
* Ginástica e Trabalhos Manuais.
Com o fim da Primeira Guerra Mundial foi proibido o ensino em lingua estrangeira e as irmãs foram submetidas a exames de português.
A pequena escola sofreu ampliações ao longo do tempo, com o objetivo de atender as necessidades da comunidade.
O prédio atual é de 1948, abrigando no início apenas o ensino primário. O curso médio passou a ser ministrado a partir de 1999.
Referência:
terça-feira, 21 de abril de 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Salão Padre Henrique
Salão Padre Henrique, da Paróquia Sant’Ana de Abranches, na Rua Vitório João Brunor.
Casa de 1876. Com uma ampla varanda na frente e lambrequins bem bonitos.
A Paróquia Sant’Ana de Abranches é uma Unidade de Interesse de Preservação.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
A antiga Sociedade Operária Beneficente Abranches
Prédio da antiga Sociedade Operária Beneficente Abranches, localizado na Rua Mateus Lemes.
A Sociedade foi fundada por imigrantes poloneses em 15 de agosto de 1910, com o nome de Towarzystwo Polskie Dobrockynne Robotnecze Krola Wladyslava Jagielly (Sociedade Polonesa Operária Beneficente Rei Ladislau Jagielo), como um fundo de pecúlio e ponto de união dos imigrantes. Desde o início os bailes com valsas e mazurcas faziam sucesso.
Depois da Primeira Guerra, foi “nacionalizada” e passou a chamar-se Sociedade Operária Beneficente Abranches.
O prédio atual foi construído em 1935.
Como muitas outras Sociedades de bairros, operárias e de imigrantes, ela não resistiu as mudanças dos conceitos de divertimento e recentemente estava sendo alugada para festas.
O prédio, que é uma Unidade de Interesse de Preservação, está sendo reformado com a ajuda do Consulado Geral da República da Polônia de Curitiba, Ministério das Relações Exteriores da República da Polônia e da Fundacya Pomoc Polakom na Wschodzie e deverá abrigar um Centro Cultural, com biblioteca, aulas de polonês, restaurante e centro de eventos.
Quando estiver pronto vou lá novamente e tiro outras fotos.
Referências:
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Bar “Casa Velha”
Bar “Casa Velha”, localizado na Rua Mateus Leme, 5981. Tradicional boteco da cidade.
Inaugurado em 1927, era inicialmente um armazém de secos e molhados que atendia os viajantes em direção a Rio Branco.
A casa atual é de 1933. Antes era uma casa de madeira de dois andares.
Referência:
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Casa na Mateus Leme
Casa na Rua Mateus Leme. Bem interessante o desenho da fachada dela, principalmente da entrada. Gostei.
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