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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Uma pedra com uma placa no Passeio Público

Uma pedra com uma placa no Passeio Público

Uma placa em uma pedra no Passeio Público.
Nela está escrito:

Este Passeio Público é o primeiro
parque urbano de Curitiba.

Urbanizado por ordem do Visconde de Taunay,
então Presidente da Província do Paraná,
seguindo o traçado do engenheiro Lazzarini,
resolveu a insalubridade do charco do engenho
dos Bittencourt. Solução pioneira de drenagem
superficial, foi o segundo Passeio Público
do Brasil, fundado em 2 de maio de 1886.

O primeiro dos 44 parques de Curitiba,
revitalizado às vésperas do Natal de 2019.

Ajude a preservá-lo.

Curitiba, 24 de novembro de 2019.

RAFAEL GRECA
PREFEIRO DE CURITIBA”

O Passeio Público é Patrimônio Cultural do Paraná e Unidade de Interesse de Preservação.

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segunda-feira, 28 de outubro de 2024

Tindiquera - É para lá. Sigam-me

Estátua do cacique Tindiquera no Parque Histórico da Vilinha
Estátua do cacique Tindiquera
Estátua do cacique Tindiquera - detalhe da escultura

Estátua do cacique Tindiquera, escultura em bronze do artista Elvo Benito Damo, localizada no Parque Histórico da Vilinha, no final da Rua Marco Polo.

Como conta o mito fundador da cidade, depois que os habitantes da vilinha resolveram mudar de lugar, pediram a assessoria do cacique Tindiquera sobre a melhor localização para estabelecerem-se. Aí ele deve ter dito: “É para lá. Sigam-me”.

Em uma placa de azulejos na base da estátua está escrito:

Lenda da Fundação de Curitiba

No século XVII, colonizadores portugueses enfrentaram
os perigos da Serra do Mar para garimpar ouro no
primeiro planalto, o que originou um povoado à
margem do rio Atuba, a Vilinha. A escassez de
alimentos e de ouro teria obrigado esses homens a
transferir sua povoação para outro lugar. Conta a
lenda da fundação de Curitiba que o chefe indígena
Tingüi, dos Campos de Tindiqüera, teria escolhido e
conduzidos os portugueses para o local onde hoje se situa
a Praça Tiradentes, ponto inicial da cidade.

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sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Parque Histórico da Vilinha

Parque Histórico da Vilinha
Centro Cultural da Vilinha
Centro Cultural da Vilinha - detalhe
Centro Cultural da Vilinha - detalhe
Centro Cultural da Vilinha - detalhe
Centro Cultural da Vilinha - perfil
Centro Cultural da Vilinha - lateral
Centro Cultural da Vilinha - fundo
Parque Histórico da Vilinha - quadra poliesportiva
Centro Cultural da Vilinha - fundos
Parque Histórico da Vilinha - campinho de areia
Parque Histórico da Vilinha - parquinho
Centro Cultural da Vilinha
Parque Histórico da Vilinha - calçada em petit pavê
Parque Histórico da Vilinha - calçada em petit pavê

O Parque Histórico da Vilinha fica no final da Rua Marco Polo.
Localizado em um enclave de Curitiba em Pinhais, na margem esquerda do Rio Atuba, que delimita os dois municípios após a emancipação de Pinhais.
O parque foi criando em março de 1972 por um decreto do então prefeito Jaime Lerner, em um terreno doado por Max Sesselmeier Aichner e sua esposa Irene Trentin Aichner, e Anacleto Busato e sua esposa Terezinha Próspero Busato.

O parque conta com pista de corridas, quadra poliesportiva, academia ao ar livre, cancha de areia e outros equipamentos. No prédio construído no local está o Centro Cultural da Vilinha, com espaço para exposições e cursos e um palco ao ar livre.

Ébano Pereira comandou em 1649 uma expedição, em busca de ouro. Subiram a Serra do Mar por um caminho utilizado pelo indígenas  (Caminho do Itupava) e fixaram-se na margem esquerda do Rio Atuba, onde estabeleceram uma espécie de vila.

A criação do parque foi sugestão de Julio Moreira (aquele da galeria) que realizou estudos sobre o assunto. 
Lí em algum lugar que não foram encontrados vestígios arqueológicos na área do parque.

De qualquer maneira o local faz algum sentido, uma vez que o Caminho do Itupava passava por ali, descendo mais ou menos pelo trajeto da atual Rua Marco Polo. Se a tal vilinha ficava exatamente no local, ou um pouco mais acima ou abaixo do Rio Atuba não importa muito. O importante é saber que houve uma vila no lado esquerdo do rio que marca o início da povoação da região por povos vindos da Europa (os índios já estavam por aqui).

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Busto do Comendador Francisco Fasce Fontana

Busto do Comendador Francisco Fasce Fontana
Herma com busto de Francisco Fasce Fontana
Placa no pilar da herma com busto do Com. Francisco Fasce Fontana

Herma com o busto do Comendador Francisco Fasce Fontana no Passeio Público (que é uma Unidade de Interesse de Preservação).
Na placa fixada no pilar está escrito:
Comendador
FRANCISCO FASCE FONTANA
Saneou, construiu e doou ao povo de Curitiba
este Passeio Público, em 1886.
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sábado, 21 de setembro de 2024

“Coreto Digital”

Painel circular de LEDs no Passeio Público de Curitiba
Painel circular de LEDs
Painel de LEDs no Passeio Público
“Coreto Digital” - detalhe
“Coreto Digital” - detalhe
Antigo coreto do  Passeio Público de Curitiba

Inaugurado em 2 de maio de 1886, o Passeio Público é o primeiro parque da cidade. É uma Unidade de Interesse de Preservação e Patrimônio Cultural do Paraná.
No local apresentado nas fotos antigamente havia um coreto, que mais tarde foi transformado em um aquário.
Revitalizado em 2019, mantendo algumas das características do coreto original, o que então era um aquário, recebeu um painel circular de diodos emissores de luz e o nome de “Coreto Digital”.

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sábado, 10 de agosto de 2024

Bosque Irmã Clementina

Bosque Irmã Clementina - entrada
Bosque Irmã Clementina
Bosque Irmã Clementina - escultura e placa
Bosque Irmã Clementina
Bosque Irmã Clementina - lago
Bosque Irmã Clementina - garça
Bosque Irmã Clementina - vista do lago
Bosque Irmã Clementina - lago
Bosque Irmã Clementina - parquinho

Bosque Irmã Clementina na Rua Paulo Friebe com o Rio Bacacheri no fundo.
Já tinha passado por ele, mas nunca havia parado para conhecê-lo. Bem bonito e agradável.
Na entrada tem um espécie de monumento em concreto. Em uma placa, com uma imagem da irmã, tem ao afixado nela um azulejo onde está escrito:

CURITIBA
A CIDADE DA GENTE

BOSQUE IRMÃ CLEMENTINA
Clemente Van Hombeeck
(1927 - 2002)
Nascida na Bélgica, chegou ao Brasil
ainda criança. Por amor a Deus
escolheu a vida religiosa.
Por amor ao próximo dedicou a sua vida
à educação e ao ideal de construir
um mundo melhor.

Curitiba, 29 de março de 2008

Beto Richa
Prefeito Municipal
de Curitiba

Curitiba
315
anos

Na justificativa do projeto de lei para denominar um logradouro público está escrito o seguinte:

IRMÃ CLEMENTINA

(15/07/1927 – 17/01/2002)

"Clemence Von Honbeeck, conhecida como "Irmã Clementina", nascida na Bélgica aos 15 dias do mês de julho de 1927, mas brasileira de coração e por opção, Diretora do Colégio Madalena Sofia Barat, antigo Sacre Couer de Jesus, enérgica e combativa quando precisava se posicionar contra as injustiças e as coisas erradas, demonstrava em outros momentos uma meiguice e bom humor que conquistaram muitos amigos e admiradores ao longo dos anos.

Administrando um Colégio de muitas tradições que hoje conta com aproximadamente 1526 alunos e cerca de 90 professores e 45 funcionários, a Irmã Clementina continuava a acreditar nos mesmos ideais que sempre a nortearam e a procurar a participação cada vez maior de todos na vida comunitária.

Chegou no Brasil em 1932, com 5 anos de idade, fixando residência em Recife onde seu pai trabalhava com engenheiro, iniciando seus estudos naquela Capital. Em 1941 ela e sua mãe mudaram-se para o Rio de Janeiro, onde passou a estudar no Colégio Sacre Couer de Jesus. Era época da II Guerra Mundial e seus três irmãos haviam partido para defender a Bélgica sob ocupação nazista.

Em 1949, segundo sua vocação entrou pára a vida religiosa. Foi para Roma em 1956 para fazer os votos perpetuosos, neste mesmo ano foi para o Egito onde permaneceu ate fevereiro de 1965. Em Março do mesmo ano, chegou a Curitiba e em 1969 foi nomeada Diretora da Casa Escolar Santa Madalena Sofia, escola conveniada com o Estado, a qual era na época, dividida em três lugares: um grupo no andar térreo do Colégio, outro no atual Salão Paroquial e um terceiro grupo que ficava no morro do Bairro Alto, a Casa Escolar Cônego Camargo, que foi criada como um posto avançado do Sacre Couer de Jesus para ter atendimento às crianças carentes que andavam grandes distâncias para que pudessem freqüentarem às aulas. Passou então, a partir dessa época Irmã Clementina a morar na residência existente naquela Casa Escolar a fim de que pudesse dedicar mais tempo a mesma.

Esta vinha sendo a vida da Irmã Clementina, anos e anos a fio, sempre lutando e fazendo de tudo para manter a qualidade do ensino ministrado através da seleção de bons professores, sendo este um dos segredos do sucesso do Colégio Madalena Sofia, hoje situado entre os bem sucedidos de Curitiba na área educacional e não podemos esquecer que foi Irmã Clementina uma das pessoas que mais contribuiu durante todos esses anos para o sucesso dessa escola.

Por toda sua luta e desempenho no sentido de oferecer à comunidade uma instituição de ensino do porte a que hoje temos em nosso bairro, é que nos sentimos orgulhosos em apresentar o nome de Clemence Von Honbeeck, Irmã Clementina, para nominar um bem público ainda não nominado.”
texto complementado em 11 out. 2024

Referência:

quinta-feira, 9 de maio de 2024

As carpas do Passeio Público

As carpas do Passei Público
As carpas do Passei Público

Elas são danadas. Basta chegar perto do lago para virem todas, na esperança que sobre um pipoquinha.
Já contei essa história aqui no blog, mas vou repetir, pois acho divertida.

Quando vim morar em Curitiba, tive de revalidar o meu diploma do secundário. Para isso, foi necessário algumas provas, realizadas no Colégio Estadual. Durante as provas caiu uma chuvarada, mas quando terminei, já tinha passado e havia sol. Sai em direção ao centro, mas ao lado do Estadual, na esquina do Passeio Público, estava tudo alagado. Naquela época era comum alagar naquela região e boa parte da Cândido de Abreu ficava debaixo de água também. A chuva não precisava ser muito grande. Parado, na esquina, esperando a água baixar, vi um senhor com um guarda-chuva fechado, usando-o como uma espécie de arpão, tentando fisgar algumas carpas que haviam “fugido” do lago do Passeio Público. Não conseguiu, mas foi inusitado e divertido ver aquilo.

Lembrando: o Passeio Público é Unidade de Interesse de Preservação e Patrimônio Cultural do Paraná.

terça-feira, 12 de setembro de 2023

Um fim de tarde no Barigui

Um fim de tarde no Paruqe Barigui

Um final de tarde no Parque Barigui.
Panorâmica feita ainda em junho, com o celular.
Naquele domingo havia o Imin Matsuri no pavilhão de exposições e o dia estava agradável. Levei mais de hora para ir da Rua Padre Agostinho até o estacionamento, onde consegui vaga rapidamente por pura sorte.

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Ao longo do Belém

Ao longo do Rio Belém

Ao longo do Rio Belém


Ao longo do Rio Belém

Ao longo do Rio Belém

Ao longo do Rio Belém

Ao longo do Rio Belém

Ao longo do Rio Belém

Ao longo do Rio Belém

Ao longo do Rio Belém

Algumas fotos tiradas nas margens do Rio Belém durante diversos dias do segundo semestre de 2019.
Esse trecho que vai desde a ponte coberta ao lado da Avenida Cândido de Abreu até a Praça Erailto Thiele é muito agradável. Com caminhos para pedestres e ciclovias, muitas vezes compartilhados, é um ótimo passeio. Mas cuidado com os ciclistas. Sempre tem algum que imagina que tudo é uma grande pista de corrida para o uso exclusivo dele.

Curiosamente em 2004 um vereador propôs que o rio fosse todo coberto. A justificativa era que o rio estava poluído. Em vez de despoluir o rio, coisa que tem sido feita, ele queria escondê-lo. Vai entender.

Ainda não percorri o trecho da Praça Erailto Thiele até o Parque São Lourenço. Nem sei se é possível fazer o caminho sempre margeando o rio. Mas um dia desses farei isso.

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