sexta-feira, 22 de maio de 2026
Desmanche ou reforma?
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
terça-feira, 1 de julho de 2025
Uma demolição no Rebouças
quinta-feira, 10 de abril de 2025
Vestígios de mais um casa
sexta-feira, 21 de março de 2025
Vestígios de outra casa
terça-feira, 24 de setembro de 2024
O portão ainda é bonito
quarta-feira, 31 de julho de 2024
Mudanças na cidade
segunda-feira, 15 de julho de 2024
A cortina ficou
sexta-feira, 22 de dezembro de 2023
Vestígios de uma casa
terça-feira, 6 de junho de 2023
Uma casa de madeira no fim da vida
quarta-feira, 12 de outubro de 2022
Colorida e solitária
sábado, 21 de maio de 2022
quarta-feira, 23 de março de 2022
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
Um casarão de 1904 na Mal. Floriano
quarta-feira, 15 de dezembro de 2021
quinta-feira, 3 de junho de 2021
Armazém São Francisco
Este prédio localizado na Rua Saldanha Marinho, 1260 é uma Unidade de Interesse de Preservação.
Quando fiz a faculdade morava bem perto, na Desembargador Motta, e no local funcionava o Supermercado Abagge. No andar superior havia uma pensão.
O armazém era do Sr. José Nicolau Abagge, conforme comentou Munir Abagge em uma postagem de uma rede social, quando escreveu: “Neste local funcionou o Armazém São Francisco, de meu avô José Nicolau Abagge. Fundamentalmente era uma padaria. O imóvel pertence atualmente a um primo, …. Quando … mandou lixar para pintar a fachada, surgiu o letreiro do antigo Armazém São Francisco e então ele resolveu deixar a pintura original. O imóvel é tombado pelo patrimônio histórico. … tem fotos de época deste local, fila de clientes virando a esquina, para a compra de pães, no tempo da 2ª Guerra Mundial, com a escassez de farinha de trigo…”. Em um outro comentário na mesma publicação, uma outra pessoa comentou que havia sido contratada pelo proprietário para fazer um projeto para o restauro do prédio.
Sobre o Sr. José encontrei o seguinte no livro “1001 Rua de Curitiba”:
José Nicolau Abagge
“Nasceu em 18 de abril de 1894*. Chegou no Brasil em 1908, onde se tornou cidadão brasileiro em 1934. Industrial de rara atividade, construiu panificadoras, fábricas de bolachas, doces, caramelos, chocolates e massas alimentícias. Em 1951 iniciou a construção de um moinho nas imediações da linha férrea Curitiba-Paranaguá, que seria a maior do estado em capacidade. Não chegou a ver concluída a obra, pois faleceu antes, em 6 de abril de 1953, em Curitiba.”
* No livro o ano de nascimento do Sr. José está como 1894, mas fotos de documentos na página “Memorial José Nicolau Abagge” no FB indicam que ele realmente nasceu no ano de 1892.
Em uma publicação da “Rádio Litorânea FM”, encontrei informações adicionais:
“José Nicolau Abagge, cujo nome de batismo era Yussef Nicolau Abagge … Com apenas 11 anos de idade ele, que já aventureiro, empreendedor, arrojado e tinha grande inteligência e genialidade, chegou ao Rio de Janeiro, no Brasil, buscando um meio de se sustentar e ajudar sua família que havia ficado na Síria.
Abagge começou vendendo doces árabes, que aprendera a fazer com sua mãe. Ele mesmo os produzia e comercializava nas ruas do Rio de Janeiro. Seu fabuloso tino comercial, fez com que se tornasse um grande empresário, …
Foi muito influente na vida social, politica, empresarial e religiosa do estado do Paraná. Foi ainda um dos idealizadores e fundadores do clube Sírio Libanês do Paraná e Iate Club de Guaratuba. …”.
Grafite na José Nicolau Abagge
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
… não tinha teto …
Observando com um pouco de atenção deu de observar uma séria de detalhes interessantes na fachada, como a varanda de entrada em semicírculo com uma coluneta helicoidal, a proteção em cerâmica sobre as janelas e a sacadinha no andar superior com a porta também em semicírculo.
No futuro provavelmente dará lugar a outra casa ou a várias (uma sobre a outra).
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
Uma parede amarela
No futuro será outra casa. E assim a cidade vai em frente.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Transição
Sempre que passo por uma casa assim, parcialmente desmanchada, acabo fotografando. Como foi o caso dessa, na Rua Saldanha Marinho.
Tendo a encará-las como transições, passagens. Um lugar onde pessoas moraram e que no futuro será novamente um local onde outras pessoas morarão (ou trabalharão).
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Trajano Reis 311/315
Foi construída em 1914 por Francisco Maleski, casado com Martha Bertolli.
O senhor Francisco adquiriu o terreno, onde havia uma casa de madeira, em 1908.
Em maio de 2014 a sofreu um incêndio.
Referências:





































