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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

quinta-feira, 20 de março de 2025

Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa

Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa - portão principal
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa
Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa

Colégio Estadual Professor Lysimaco Ferreira da Costa, na Avenida Iguaçu, esquina com a Avenida Castro Alves. É um bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná, desde julho de 2014.
O projeto da escola, de março de 1944, foi do Departamento de Edificações da Secretária de Viação e Obras Públicas. A construção começou em setembro de 1943, durante o governo do interventor Manoel Ribas, e terminou em 1946, durante o governo do interventor Mário Gomes da Silva.
Com arquitetura neocolonial, em formato de “U”; é um dos principais exemplares desse estilo, que foi típico desse período nas escolas construídas no estado. A obra foi executada pela Construtora Caron & Vellozo.

A escola já existia desde 1936 e funcionava, com o nome de Escola Isolada Água Verde, em uma casa de madeira na Rua Carneiro Lobo. Em 1937 mudou para a Rua República Argentina, com o nome de Casa Escolar Água Verde. Em 1939 o nome era Escola Reunidas Água Verde, mudando novamente em 1940, para Grupo Escolar Água Verde. Em janeiro de 1946 recebeu o nome de Grupo Escolar Lysimaco Ferreira da Costa.

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Referências:

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Jardinete Professor Erasmo Pilotto

Jardinete Professor Erasmo Pilotto
Jardinete Professor Erasmo Pilotto
Jardinete Professor Erasmo Pilotto - marco com placa

Jardinete Professor Erasmo Pilotto, localizado na Avenida Iguaçu, esquina com a Rua Cândido Xavier.

Erasmo Pilotto


Eramso Pilotto nasceu em 21 de outubro de 1910, em Rebouças (PR).
Perdeu o pai (telegrafista) ainda pequeno e foi criado pela mãe (professora primária).
Fez o primário em escolas públicas de Curitiba e o ginásio no Ginásio Paranaense.
Em 1927 entrou na Escola Normal de Curitiba, quando já durante o curso passou a interessar-se por técnicas modernas de educação. Logo após a conclusão normal fez concurso para professor no Estado.
Deu aulas de português em Paranaguá e retornou para Curitiba para ser diretor do Grupo Escolar Brandão, onde conheceu Anita Camargo, com quem casou em 22 de abril de 1933.
Foi depois diretor de escola e professor em Ponta Grossa.
Em 1934 retornou para Curitiba onde passou a lecionar e exercer diversos cargos na Escola de Professores, onde defendeu e implantou métodos modernos de educação, os princípios da Pedagogia da Escola Nova.
Em 1943 criou o Instituto Pestalozzi, “a primeira escola que o Paraná teve, dentro de normas metodológicas avançadas e modernas”. A casa onde foi inicialmente instalado o Instituto existe ainda hoje, na Rua Comendador Araújo, junto da Igreja Presbiteriana de Curitiba.
Em 1944 participou de uma comissão da Secretaria Estadual de Educação que elaborou um novo programa para o ensino primário no Paraná.
Acompanhava e participava ativamente das atividades culturais e artística da cidade. Com Dalton Trevisan e Antônio P. Walger fundou a revista “Joaquim”, em 1946.
Foi secretário estadual de educação entre os anos de 1948 e 1951. Na frente da Secretaria Estadual de Educação e Cultura, entre outras coisas, criou 23 escolas normais para a formação de professores no interior do estado.
Em 1973 o seu nome foi escolhido pelo governo estadual “para simbolizar o mestre paranaense”. Uma forma de agradecer o tanto que fez pela educação do Estado. 
Também como reconhecimento da importância de sua atuação em prol do ensino, recebeu em 1982 o título de Professor Honoris Causa da Universidade Federal do Paraná.
Ao longo de sua vida escreveu diversos livros.
Faleceu em maio de 1992.
Em 1993 o Instituto de Educação do Paraná passou a ser Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Pilotto, em sua homenagem.

Referências:

terça-feira, 10 de setembro de 2024

O edifício, a fachada e os reflexos

Edifício “Curitibano Prime Center”

Edifício “Curitibano Prime Center” na Rua Petit Carneiro, esquina com a Avenida República Argentina.
Bem interessante o desenho da fachada dele.

sábado, 17 de agosto de 2024

Ornamento de ferro meio escondido

Casa com uma árvore na frente
Ornamento de ferro em uma casa

Quase passei batido por essa casa na Rua Castro Alves, que tem uma platibanda interessante com um ornamento de ferro bonito.

quinta-feira, 8 de agosto de 2024

segunda-feira, 22 de julho de 2024

Praça Maria Polenta

Praça Maria Polenta
Herma com busto de Maria Trevisan Tortatto
Praça Maria Polenta - placa
Praça Maria Polenta - placa
Praça Maria Polenta - busto
Praça Maria Polenta

Praça Maria Polenta, delimitada pela Avenida República Argentina, Avenida Presidente Getúlio Vargas e Rua Carneiro Lobo.

Na herma com o busto de Maria Trevisan Tortatto “Maria Polenta”, há duas placas. Em uma delas está escrito:
A MARIA POLENTA
EXEMPLO DE CARIDADE E BONDADE
A GRATIDÃO DO
POVO PARANAENSE
MCMLX
Na outra:
No centenário da imigração da
Família de Giuseppe Trevisan,
a homenagem de parente à
Maria Trevisan Tortatto
que dedicou a sua vida a servir ao
próximo.
1892 - 1992

O busto é obra do escultor Erbo Stenzel.

Maria Trevisan Tortatto

Nasceu em 2 de março de 1880 em Mira (comuna italiana próxima a Veneza), filha de Giuseppe Francisco Moretto Trevisan e Tereza de Bortoli.
Migrou para o Brasil em 1892 com os seus pais e sete irmãos.
Casou em 1898 com Giuseppe Tortatto (conhecido como Bépi Érico).
O marido era pedreiro e participou na construção de algumas igrejas na cidade. O casal teve dez filhos.
O apelido de Maria Polenta foi em função de um irmão (Antônio) que foi trabalhar como cozinheiro no restaurante dos funcionários da Todeschini (indústria de alimentos). Como era bom no preparo da polenta, ganhou o apelido de Antonio Polenta. O apelido acabou passando para o resto da família.
Mas a Dona Maria ficou conhecida pela sua habilidade de lidar com traumatismos ósseos e musculares. Muita gente a conhecia na cidade e recorria aos seus préstimos quando tinha necessidade. Vários jogadores de futebol recorriam a ela. Quando ela via que a coisa era mais séria, recomendava que a pessoa procurasse um médico ou hospital.
Faleceu em 22 de abril de 1959. Tão querida que era, o seu funeral foi um dos maiores que a cidade já viu.

Referências:

sábado, 14 de maio de 2022

Uma UIP na Brigadeiro Franco

Uma UIP na Rua Brigadeiro Franco

Casa na Rua Brigadeiro Franco, que é Unidade de Interesse de Preservação

Uma UIP na Brigadeiro Franco

Essa casa na Rua Brigadeiro Franco, fotografada em um final de tarde e na contraluz, é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Já comentei sobre isso, mas penso que algum dia ainda verei uma dessas UIP, em que o pessoal tem a necessidade de vedar as aberturas, com portas e janelas cenográficas (não pintadas, mas portas e janelas mesmo). Não sei como a coisa funcionaria em termos de vandalismo (o pessoal que pratica esse tipo de coisa é imprevisível), mas ficaria bacana sob o ponto de vista estético.

Publicação relacionada:
Duas paredes de uma casa antiga 

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Grupo Escolar Barão do Rio Branco

Antigo Grupo Escolar Barão do Rio Branco, atual Colégio Estadual Barão do Rio Branco

Localizado na Rua Brigadeiro Franco (esquina com a Avenida Silva Jardim) o antigo Grupo Escolar Barão do Rio Branco, atual Colégio Estadual Barão do Rio Branco, foi projeto em 1951 pelo engenheiro civil Romeu Paula da Costa e inaugurado em 27 de julho de 1953, durante o governo de Bento Munhoz da Rocha Netto.
O prédio, em estilo modernista, foi parte de um grande número de obras executadas para a comemoração do primeiro centenário da emancipação política do estado do Paraná.
O prédio não é tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná, mas acho que merecia ser.

Depois da publicação algumas pessoas alertaram que o Colégio foi fechado. Verificando melhor descobri na Secretaria de Educação: “Comunicamos que o Colégio Estadual Barão do Rio Branco cessou suas atividades pedagógicas em 31/12/2019”.
O atual governo estadual tem fechado vários colégios na cidade (vai entender). Mas esse prédio pelo menos continua sendo usado para a educação. Abriga atualmente o CEEBJA Paulo Freire - E F M. CEEBJA é Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos. Não faço idéia o que significa “E F M”.
texto complementado em 17 mai. 2022

Referência:

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Esperando Godot

Escultura em mármore branco no jardim do Hospital de Crianças César Pernetta

Escultura “Esperando Godot” no jardim em frente ao Hospital de Crianças César Pernetta.
A escultura é em mármore branco, de Oman. Foi premiada em um concurso em Dubai e realizada pelo escultor argentino Alfi Vivern, que entre 2007 e 2010, foi Diretor do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR).

Publicação relacionada:

Referências:

terça-feira, 5 de abril de 2022

Silva Jardim 1639

Casa na Av. Silva Jardim

Belo casarão na Avenida Silva Jardim. Atualmente com uso comercial.
É interessante observar o desenvolvimento da cidade, como algumas ruas, ou trechos de ruas, vão gradativamente deixando de ser residencial. Uma das razões parece ser o fluxo de veículos. Se o trânsito é reorganizado e uma rua tranquila, com pouco tráfego, passa a receber um grande fluxo de veículos, ela gradativamente começa a mudar. Não sei se é porque as pessoas não querem morar em ruas barulhentas ou pelo maior interesse em ruas com maior movimento de veículos. Provavelmente ambos.
É claro, existem outros fatores, como a reorganização do zoneamento urbano. De qualquer maneira, acho interessante essa dinâmica toda e imagino que com o tempo a coisa vai acalmar e sofrer menos alterações, como acontece em velhas cidades da europa.

sexta-feira, 25 de março de 2022

Hospital de Crianças César Pernetta

Hospital de Crianças César Pernetta

Hospital de Crianças César Pernetta - detalhe parte central com enrada

Hospital de Crianças César Pernetta - detalhe porta principal

Hospital de Crianças César Pernetta - detalhe sacada e platibanda na parte central

Hospital de Crianças César Pernetta - panorâmica

Hospital de Crianças César Pernetta na Avenida Silva Jardim

No início do século XX Curitiba contava com 50.124 habitantes (em 1900) e estava crescendo rapidamente, tanto é que em 1920 já tinha 78.896 moradores. As condições de higiene não eram boas; falta de água encanada e sistema de coleta de esgotos, as famosas “casinhas”, muitas vezes próximas dos poços d’água, sujeira espalhada pelas ruas e animais vagando. A mortalidade infantil era bem alta.

Por outro lado surgia uma preocupação com todas essas questões, com diversas pessoas genuinamente preocupadas em melhorar as condições de vida da população em geral. Na área de saúde eram liderados principalmente por médicos, mas participavam também outras pessoas mais esclarecidas da população: filantropos, juristas, engenheiros, educadores, políticos, religiosos e outros.

No caso específico das crianças, boa parte da mortalidade estava relacionada a questões de higiene. Aproximadamente cinquenta porcento das mortes registradas na cidade eram de crianças com menos de cinco anos de idade.

Na mesma época Curitiba tinha diversos grêmios de senhoras da sociedade (quase todos com nome de flores), muitos deles dedicados a filantropia. Esses grêmios organizavam chás, bailes, coisas assim, mas ao mesmo tempo muitos deles tinham preocupações culturais, educativas e assistenciais, desenvolvendo ações significativas em benefício da população (inclusive na área da emancipação da mulher). Sob a liderança de um deles, o Grêmio das Violetas, com apoio do Grêmio Bouquet, em 22 de abril de 1917 fundaram a Cruz Vermelha Paranaense. Um pequeno parêntese, a primeira diretoria da Cruz Vermelha Paranaense era constituída exclusivamente por mulheres. Mas isso foi imediatamente contestado por alguns cavalheiros que colocaram em dúvida a legalidade da constituição da instituição e divergências com o estatuto da Cruz Vermelha Brasileira. Assim, após a legalização da instituição e um estatuto nos conformes com a instituição nacional, em 28 de maio de 1917 foi eleita uma segunda primeira diretoria, com 15 senhores e 15 senhoras. Mas isso é outra história.

A Cruz vermelha teve uma atuação significativa no auxílio aos menos favorecidos durante as epidemias de 1917 (febre tifoide) e 1918 (gripe espanhola).

Em outubro de 1919 a Cruz Vermelha, com o apoio do Grêmio das Violetas, abriu o Instituto de Higiene Infantil (na Rua Barão do Rio Branco, 96; em um prédio emprestado pela família Gomm). Esse Instituto era dedicado ao atendimento de crianças, com consultas, distribuição de remédios e alimentos e vacinação. Desenvolveu também um programa de educação das mães, informando-as sobre a importância das questões de higiene e da alimentação das crianças, dando ênfase ao aleitamento materno (além do leite de vaca e outros animais, tinha a questão das amas de leite); o que foi feito pela Escola de Puericultura.
Ao mesmo tempo a ideia de um hospital infantil foi surgindo e em janeiro de 1920, por sugestão de Margarida Laforge, foi criada uma comissão para a aquisição de um terreno para o Hospital da Crianças.

Em 1920 o terreno para a instalação do hospital foi comprado pela Cruz Vermelha na Avenida Silva Jardim.

A pedra fundamental do futuro hospital foi lançada em 25 de dezembro de 1922. O projeto do prédio foi elaborado por João Moreira Garcez, então prefeito de Curitiba.

No final de 1928 ou início de 1929 as instalações do Instituto de Higiene Infantil e da Escola de Puericultura (também conhecida com Escola de Mãezinhas) foram transferidas para as instalações na Avenida Silva Jardim, que foi oficialmente inaugurada em 2 de fevereiro de 1930. A administração do hospital passou a ser feita por três membros indicados pela Cruz Vermelha do Paraná e outros três indicados pela Faculdade de Medicina do Paraná.

No início o hospital funcionou como uma continuidade do Instituto, com atendimentos em consultórios e ambulatorio.

Em 1932 foram inauguradas as três primeiras enfermarias, com o início dos internamentos hospitalares. Ao longo dos anos o hospital sofreu várias ampliações.

O hospital foi construído, lentamente, na base de doações, listas de subscrições, rifas, sorteios e também com doações do poder público.

Em 1935 a Cruz Vermelha Paranaense passa, mediante contrato de uso e fruto o hospital para a Faculdade de Medicina.

Em 1937, durante o governo do interventor Manoel Ribas, o controle do hospital passa para o Estado do Paraná.

Em 1951 passou a chamar-se Hospital de Crianças César Pernetta. Uma homenagem a um dos grandes pediatras do país e que foi diretor do hospital de 1937 a 1939.

Em 1956 foi criada a Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, com a finalidade de ajudar na manutenção do hospital.

Em 1971 foi inaugurado ao lado do Hospital de Crianças César Pernetta o Hospital Pequeno Príncipe. Realização patrocinada pela mesma Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro.

Em 1979 a Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro recebe em comodato a administração Hospital de Crianças e passa a integrá-lo com o Pequeno Príncipe.

Em 1990 o Hospital de Crianças César Pernetta e transferido de forma mais ou menos definitiva para a Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro. A lei que autoriza o governo do estado a fazer a doação impõe algumas condições: “O imóvel objeto da doação de que trata esta lei fica gravado com a cláusula de inalienabilidade que deverá constar do respectivo título e será destinado ao atendimento médico hospitalar pediátrico multidisciplinar, ambulatorial e de internamento, …” e “No caso de utilização diversa da especificada no artigo anterior, o imóvel reverterá ao patrimônio do Estado.”

Quando jovem participei junto com a minha esposa (então namorada) e alguns amigos de um trabalho voluntário no Hospital de Crianças. Íamos lá nos sábados à tarde para brincarmos com as crianças, principalmente da ala de ortopedia. Também ajudávamos as enfermeiras a alimentarem as crianças. Muitas delas estavam imobilizadas e necessitavam de auxílio.
Um dia uma enfermeira contou que a maioria das crianças era do interior e recebiam poucas visitas dos pais, geralmente famílias pobres, com poucos recursos para viajarem. Falou que muitas das crianças ficavam internadas por longo tempo, uma vez que antes de iniciar o tratamento era necessário resolver a questão da subnutrição.
Lembro também que sempre que estávamos lá chegava uma senhorinha com uma sacola de mão bem grande. Dentro da sacola ela tinha bananas e saía de cama em cama distribuindo uma para cada criança, que deliciavam-se com a fruta.

O prédio, que é uma Unidade de Interesse de Preservação, é simples, mas bem bonito, com detalhes decorativos típicos da época em que foi projetado. Gosto de maneira especial da parte central dele, onde fica a entrada principal.

Referências:

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Cidade Jardim

Edifício "Cidade Jardim" na Rua Brigadeiro Franco

Mais um edifício com desenhos geométrico na fachada, esse na Rua Brigadeiro Franco.

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Grega 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Uma casa na Des. Motta

Casa na Rua Desembargador Motta - fachada
Casa na Rua Desembargador Motta - vista de perfil
Casa na Rua Desembargador Motta
Casa na Rua Desembargador Motta - vista da entrada

Bem interessante essa casa na Rua Desembargador Motta. A fachada dela, principalmente a platibanda, é bem bacana.


 

domingo, 22 de setembro de 2019

A Ucrânia não morrerá jamais


Apresentação de grupo folclórico ucraniano no Clube Poltava em Curtiba



Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Grupo folclórico ucraniano

Grupo de dança ucraniana

Jovens de grupo folclórico ucraniano dançando

Três jovens senhoras com trajes típicos ucranianos


“A Ucrânia não morrerá jamais. Enquanto houver no mundo um grupo jovem que dance suas danças típicas, cante suas canções folclóricas e cultive as suas tradições como uma chama sagrada. Os valores Ucranianos hão de passar de uma geração para outra até o fim dos séculos”

Helena Kolody (1912-2004)

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Poltavskyi Yarmarok - Feira de Poltava