Mostrando postagens com marcador Seminário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Seminário. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de julho de 2022

Uma casa na Gonçalves Dias

Casa na Rua Gonçalves Dias

Tinha visto uma foto dessa casa no blog do Washington Takeuchi e um dias desses, levando a minha esposa para um exame de vista em um clínica ali perto, estacionei quase em frete dela, na Rua Gonçalves Dias.
A casa é bem bacana, com arcos na varanda, a escada em cone e a decoração com pedras, sem contar o capricho do jardim. Reparei também no muro, com pedras e gradinha decorativa e o portão com desenhos bem bonitos.

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Alguns detalhes que transformam

Casa na Rua Goncalves Dias

Poderia ser só um um cubo com algumas aberturas, mas a colocação de siding, de um telhadinho e a pintura; transformaram o canto desse prédio. Muito simpático.

quinta-feira, 16 de junho de 2022

1935

Sobrado na Rua Bispo Dom José

Sobrado na Rua Bispo Dom José - detalhe da platibanda

Sobrado na Rua Bispo Dom José. Além da platibanda interessante, prestando um pouco de atenção dá para perceber faixas em relevo decorando a lateral e a fachada. Na platibanda está escrito “1935”, muito provavelmente o ano da construção (conheço uma exceção onde o número na fachada não é o ano da construção).

sexta-feira, 12 de abril de 2019

segunda-feira, 11 de março de 2019

Muro pré-fabricado

Muro pré-fabricado

Muro pré-fabricado

A impressão que tenho é que os muros pré-fabricados não são mais usados como foram no passado recente.
Talvez por que eram relativamente frágeis e sujeitos a ação de vândalos.
Mas desde que comecei a fazer essas minhas caminhadas pela cidade, uma coisa que chamou a minha atenção foi a variedade de desenhos com que foram (e são ainda) produzidos.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Cobogós

Muro com grade e cobogós

Cobogós

Na lateral voltada para a Rua Abrahão Kali Fadel de uma casa que já mostrei aqui, tem essa entrada secundária bem interessante.
Repare nos tijolos arredondados, na grade do portão e nos cobogós.

Cobogó é o nome dado a elementos vazados feitos de argila, cimento, vidro, cerâmica ou outros materiais. São usados em muros e paredes externas e internas, possibilitando a entrada de luz e/ou ventilação.
É chamado assim por causa das iniciais do sobrenome de três engenheiros, que residiam no Recife, Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis, que o criaram por volta do ano 1930. Parece que no início eram feitos em cimento. Pelo menos é isso que a Wikepedia diz.

Sempre chamei essas coisas de elementos vazados, que aliás, tinham na casa de minha infância e adolescência, que era no mais puro estilo modernista. Só mais tarde fiquei conhecendo pelo nome de cobogó, nome que tenho dificuldade de lembrar.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Jardinete Engenheiro Douglas Souza Luz

Jardinete Engenheiro Douglas Souza Luz

Jardinete Engenheiro Douglas Souza Luz localizado entre a Rua São Leopoldo e a Rua Harry Blas Gomm.
A cidade tem vários desse pequenos jardins. Gosto deles. São uma espécie de pausa agradável na malha urbana.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

SM

Casa na Avenida Bispo Dom José - detalhe

Casa na Avenida Bispo Dom José

Unidade de Interesse de Preservação localizada na Avenida Bispo Dom José, esquina com o Largo Anibal G. Carneiro.
A platibanda bem bonita possibilita o aproveitamento do sotão. Nela está inscrito “SM”. Seriam as iniciais dos proprietários originais?

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Colégio Marista Paranaense

Colégio Marista Paranaense

Colégio Marista Paranaense

Localizado na Rua Bispo Dom José, o prédio do Colégio Marista Paranaense é uma Unidade de Interesse de Preservação.

No site do colégio encontramos a seguinte história:

“O Colégio Marista Paranaense tem suas origens no Liceu de Curitiba, criado pela Lei Provincial de São Paulo nº 13; de 13 de março de 1846.
Em 23 de junho de 1901 os Padres Lazaristas assumiram a direção do Seminário São José, que em 1938, já com o nome de Internato do Ginásio Paranaense, foi assumido pelos Irmãos Maristas.
Em 02 de abril de 1943 o colégio recebeu seu nome atual: Colégio Marista Paranaense. Por 44 anos o colégio funcionou exclusivamente em regime de internato, passando posteriormente para externato.
Em 1975 foi admitida a primeira menina, iniciando-se com isso a educação mista. 

No período de 1979 a 1999, inúmeras reformas e novas construções ampliaram o colégio.
Destaca-se neste período, a construção da Residência Marista dos Irmãos, no Bosque do Colégio, e em 1988, a desativação do Internato Paranaense.
No período de 2000 a 2008, outras reformas e ampliações foram realizadas, bem como a restauração completa do prédio central e alas laterais, estrutura tombada como patrimônio cultural de Curitiba.
Passados 100 anos, o Colégio Marista Paranaense reúne fatos que marcaram a história da comunidade local e nacional, tendo formado ilustres personalidades e profissionais das áreas política, cultural, científica e educacional do cenário estadual e nacional.”

Referência:

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Madeireira

Madeireira no Seminário

As vezes alguns cantos da cidade lembram-me uma cena de cidade do interior.
Foi o que aconteceu quando fotografei esta madeireira no Seminário.
No caso, provavelmente tenha alguma coisa com memória da infância, transcorrida em cidade do interior, com muitas madeireiras.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O antigo Grupo Escolar D. Pedro II

O antigo Grupo Escolar D. Pedro II


O antigo Grupo Escolar D. Pedro II
O antigo Grupo Escolar D. Pedro II - detalhe
O antigo Grupo Escolar D. Pedro II

O antigo Grupo Escolar D. Pedro II, atualmente Escola Estadual D. Pedro II, localizado na Rua Bispo D. José, é um bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e uma Unidade de Interesse de Preservação.

Inaugurado em 24 de fevereiro de 1928 por Caetano Munhoz da Rocha. A construção começou em 1926 e o projeto era de 1925. Talvez por isso a data na platibanda seja MCMXXV.

Em estilo eclético tem as janelas e portas do térreo em arco e as janelas do segundo andar retas. Repare também nos lindos medalhões.

Não conheço o interior da escola, mas olhando por fora, o prédio parece que tem porão e dizem que tem uma escadaria muito bonita para o segundo andar.

Foi construído com muito esmero, em uma época em que a educação foi muito valorizada no estado e recebeu investimentos significativos, tanto em estrutura física, quanto na valorização do professor.

Referência:

sábado, 2 de setembro de 2017

Casa Augusto Rossdeutscher

Casa Augusto Rossdeutscher

Casa Augusto Rossdeutscher

Casa Augusto Rossdeutscher

Esta casa na Avenida Nossa Senhora Aparecida pertenceu ao Sr. Augusto Rossdeutscher. É uma Unidade de Interesse de Preservação.
Segundo um membro da família postou em uma rede social, ela foi construída em 1894.

Augusto Rossdeutscher


Encontrei no jornal “Diário da Tarde” de 30 de julho de 1901 um artigo interessante sobre o Sr. Augusto, que transcrevo:

“Pelas Industrias
O grande cortume do sr. capitão Augusto Rossdentscher, situado em logar aprazivel, no Batel, é um estabelecimento que honra as nossas industrias e que põe em relevo as excellentes aptidões profissionaes do seu proprietario.
O cortume dispõe de todos os melhoramentos necessarios ao serviço de couros e ao fabrico de collas, sendo movido por uma machina á vapor de força de 8 cavallos.
Em area não pequena estendem-se os tanques destinados á lavagem, raspagem e aos demais beneficiamentos dos couros, sendo de notar-se a perfeição com que o sr. Rosedentcher expões aos mercados consumidores do Estado os productos do seu estabelecimento assàz considerados como artigos de primeira ordem por todos aquelles que se empregam nos officios de sapateiros e selleiros.
Em consequencia da crise economia que depaupera a industria e o commercio nacionaes, aquella importante fabrica tem tambem se resentido desses males oriundos de tão anormal estado de couros. O activo e operoso sr. Rossdentscher, porem, não desanima diante da crise, e vae prestando os seus bons serviços á causa do progresso material do Paraná.
O cortume foi distinguido com medalha de prata pela Exposição Agricola e Industrial, realizada ultimamente nesta capital.
É justo que digamos alguma cousa sobre a vida de tão prestante cidadão, por todos os titulos digno da estima publica.
O sr. Augusto Rossdentscher nasceu em Posen, na Allemanha. FIlho de paes pobres, teve de emigrar muito moço para o Brazil, afim de, por meio do trabalho, conquistar uma posição independente.
Aqui chegou em 1883 e empregou-se como camarada do sr. Otto Schlenk, sob cuja direcção trabalhou durante alguns annos até que se resolveu seguir para S. Apulo, onde se lhe afigurava encontrar melhor destino.
Em Santos, foi empregado do afamado cortume do sr. Hermenegildo da Silva Ablas; e em S. Paulo, no do sr.  Francisco Pires. Nessed dois consideraveis nucleos de labor, o esforçado moço foi-se preparando para proseguir mais encorajado na lucta pela existencia; e em 1887, depois de haver praticado nos misteres da sua profissão, voltou ao Paraná com o desejo de estabelecer-se por sua conta, com um pequeno capital que adquiriu á força com muita prerseverança quando occupava lugar inferior nas fabricas acima referidas.
Depois de casar-se com a virtuosa sra. d. Christina Vosgerau, de cujo consorcio tem dois filhos o sr. Rossdeutscher sentiu-se estimulado pela dedicação de sua esposa e montou o estabelecimento na proporção dos seus limitados haveres.
O impulso, porem, não se fez esperar; e em menos de dois annos o pobre camarada de outrora tornava-se um abastado e activo capitalista.
Eis o quanto vale o trabalho honrado e perseverante.
Hoje quem palmilhar a estrada do Batel, um pouco abaixo do Seminario, verá destacar-se, d’entre outros predios, o elegante chalet do activo cidadão, o qual é a revelação mais eloquente do que Rossdeutcher é um homem que sabe gosar os fructos da sua invejavel abastança.
Como elemento estrangeiro, é elle um dos mais dedicados amigos do Brazil, e tem o gaudio de dirigir seus filhos a pratica de todos os deveres cívicos, de modo a tornarem-se cidadãos dignos da patria que os vio nascer.
Como modelo de esforços, como exemplo de probidade, aquelle cavalheiro tem para attestar-lhe os creditos de são afanosa existencia o testemunho de toda a população curitybana.”
Uma coisa que observei é que as vezes escreviam o nome da família com “n” em vez de “u”. Isso acontece em outros jornais também.



O jornal “A República” do dia 27 de dezembro de 1894 (mesmo ano que a família diz que a casa foi construída) publicou a seguinte nota:

“O paquete Katargo procedente de Hamburgo: Augusto Rossdentscher, Martha Rossdentscher, Anna Oster, Matto W. T. Bricbel”.

Quem seria Martha? A mãe que ele foi buscar? Uma irmã?

No jornal “Diário da Tarde”, de 3 de dezembro de 1910 encontrei a seguinte nota:

“Boa industria
“Vende-se ou aluga-se por preço comodo um bem montado cortume à vapor, com pequena casa de moradia, situado no Batel, a 200 metros além do Seminario.
É negócio de vantagem, motivado pelo estado de saúde do proprietario e só mesmo a vista do estabelecimento poder-se-ha avaliar o seu valor.
Ver e tratar com o propritario,
Augusto Rossdeutscher
no Batel”.

E no jornal “A República” de 01 de fevereiro de 1911 foi publicado:

“Veio hoje ao nosso escriptorio o sr. Carlos Rossdentscher agradecer em nome de sua familia as referencias feitas por occasião do fallecimento do seu pae cap. Augusto Rossdentscher.”

Publicação relacionada:
Palacete da Família Ross

Referências:

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

sábado, 26 de agosto de 2017

Uma UIP de madeira e com lambrequins, no Seminário

Uma UIP de madeira e com lambrequins no Seminário

Uma UIP de madeira e com lambrequins no Seminário

Esta casa de madeira com lambrequins é uma Unidade de Interesse de Preservação.
Atualmente ocupada por um bar e restaurante, fica na Rua Bispo Dom José, esquina com a Rua Belo Horizonte, no Seminário.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Lilás e verde

Uma simpática casa lilás e verde

Esta simpática casa na Rua Bispo Dom José, pintada de lilás com detalhes verdes, é outra Unidade de Interesse de Preservação.
Chama atenção também as duas belas araucárias no terreno.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Colégio Estadual Rio Branco

Colégio Estadual Rio Branco

O Colégio Estadual Rio Branco fica na Rua Bispo Dom José, esquina com a Rua Gabriel de Lara, no Seminário.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Um telhado, um paralelepípedo e um cilindro

Um telhado, um paralelepípedo e um cilindro

A fachada dessa casa de arquitetura moderna é formada por um grande telhado que vai quase até o chão, por um paralelepípedo reto e um cilindro.

É interessante observar como a combinação de elementos geométricos simples com diferentes materiais e texturas consegue um resultado interessante e bonito.

A arquitetura modernista e outros estilos correlatos demonstraram que com linhas e formas simples, sem muitos enfeites, é possível construir edificações bonitas.

Gosto também daquele tipo de muro com “palitos”.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Uma casa amarela com platibanda

Uma casa amarela com platibanda

Nesta casa no Seminário o que chamou a atenção foi a fachada, principalmente a platibanda.

Quando as casas são construídas junto à rua a função da platibanda é evitar que os telhados joguem água sobre os transeuntes. Isso era obrigado pelo código de construções. Imagino que ainda seja. Mas, independente disso, normalmente as platibandas acabam sendo um elemento de decoração importante. Acho que as platibandas costumam dar “personalidade” as casas.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Três casas de madeira

Três casas de madeira

Duas casas de madeira

Como já faz um tempo que saiu foto de casa de madeira (a de anteontem não vale, pois tem fachada de alvenaria), hoje vamos com uma foto de três casas de madeira, localizadas no Seminário.

As casas de madeira estão lentamente desaparecendo da paisagem da cidade. Típicas de uma época em que havia abundância de pinho e a madeira era barata.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Uma casa branca e verde

Uma casa branca e verde

Uma casa branca e verde

Mais uma bela casa no bairro do Seminário. Grande, com janelas arredondadas, pedras distribuídas aleatoriamente na fachada e um bonito trabalho em ferro nas grades e em alguns elementos decorativos. O jardim muito bem cuidado também chamou a atenção. Pelo estilo dela eu arriscaria a dizer que deve ser dos anos 1950.