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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Bancos Indígenas do Brasil

Exposição “Bancos Indígenas do Brasil” - entrada
Exposição “Bancos Indígenas do Brasil” - vista parcial do interior

Está em cartaz no MON - Museu Oscar Niemeyer a exposição “Bancos Indígenas do Brasil”, com o trabalho de diversas tribos brasileiras. Todos muito bonitos, vale uma visita. Aliás, uma ida ao MON é sempre interessante.
A exposição vai até 30 de outubro.

Referência:

terça-feira, 26 de abril de 2022

África - Expressões Artísticas de um Continente

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Exposição "África - Expressões Artísticas de um Continente" no Museu Oscar Niemeyer - MON

Muito boa a exposição “África - Expressões Artísticas de um Continente” na sala 4 do Museu Oscar Niemeyer - MON e que, segundo o site, estará montada até o último dia deste ano.
Trata-se de uma parte dos objetos de arte africana reunidos por Ivani e Jorge Yunes.
A coleção que o MON recebeu em doação é formada por aproximadamente 1.700 objetos; o que significa que temos ainda muita coisa para ver, como é o caso das peças asiáticas da Coleção Fausto Godoy, também recebida em doação

Os objetos expostos, provenientes de diversas partes da África, são todos muito bonitos e merecem um olhar detalhado, com calma.

Mas isso não impede que eu tenha algumas críticas a exposição em si, independente da beleza dos objetos.
A primeira, logo na entrada do museu. E o folheto da exposição, onde está? Ah! No lugar deles agora tem um painel com QR Codes. Pelo jeito o MON também aderiu a essa moda. Eu prefiro os folhetos, que posso levar para casa, guardar em uma estante de livros e consultar quando quiser.
Depois não gostei da iluminação da amostra. Sim, entendo essa questão do destaque da luz em um objeto em uma sala escura e no efeito que ela pode ter em destacar relevos e texturas. Mas o ambiente está muito escuro e considerando que os objetos no geral também são escuros, fica difícil de ver os detalhes.
Depois as plaquinhas de identificação dos objetos. Sem contar que as vezes foi difícil encontrá-la, a informação é pouca (tipo do objeto, material, local). Talvez eu estivesse influenciado por ter lido naqueles dias um livro sobre a África, onde fiquei sabendo de tambores usados para comunicação, para toques fúnebres e outros na festa da colheita. E aquelas portas entalhadas muito lindas? São em todas as casas da aldeia? Só na do chefe? E aquele desenho tem algum significado?
Enfim, opiniões pessoais, que não invalidam a beleza dos objetos.

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O interior do “Olho”  

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

agora que você chegou até aqui

No fundo a obra de Juliana Stein “agora que você chegou até aqui” (2017).

Você pode visitar virtualmente a exposição da artista “não está claro até que a noite caia”, realizada no MON entre 25 de fevereiro e 30 de setembro de 2017, nesta conexão.

“Juliana Stein 

nasceu em Passo Fundo (RS), formou-se em Psicologia pela UFPR em 1992, viveu por dois anos em Firenze e Veneza (onde estudou história da arte, técnica em aquarela e desenho) e trabalha com fotografia desde o final dos anos 1990. Com uma obra amplamente reconhecida no Brasil e no exterior, participou da 55ª Bienal Internacional de Veneza, da 29ª Bienal de São Paulo e expôs na Crone Gallery em Berlim, na ShangART Gallery em Xangai e no Carreau du Temple, em Paris.”

Foto tirada na sala 3 do Museu Oscar Niemeyer - MON em julho de 2019. Acho que o MON adquiriu a obra, uma vez que estava no museu bem depois da exposição da artista terminar.

Referência:

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Espiando

Espiando as pessoas através de uma obra do artista plástico chinês Ai Weiwei

Espiando as pessoas através de uma obra do artista plástico chinês Ai Weiwei

Espiando as pessoas através de uma obra do artista plástico chinês Ai Weiwei durante exposição “AI WEIWEI - RAIZ”, realizada no Museu Oscar Niemeyer - MON em 2019.

Sabe quando você não anota na hora? Pois foi o que aconteceu e agora não lembro o nome da obra.

sábado, 9 de maio de 2020

Duas das “Sete Raízes”

Obra do artista plástico chinês Ai Weiwei feita com raízes e troncos
Obra do artista plástico chinês Ai Weiwei feita com raízes e troncos

Pelo andar da carruagem por um bom tempo não poderemos frequentar os museus. Enquanto isso algumas fotos de exposições passadas

Nas fotos obras do artista plástico chinês Ai Weiwei na exposição “AI WEIWEI - RAIZ”, realizada no Museu Oscar Niemeyer - MON em 2019..

Na placa sobre as obras estava escrito o seguinte:

“SETE RAÍZES
2018
Madeira
Dimensões variáveis 
Ai Weiwei queria criar obras que unissem os contextos culturais chineses e brasileiros. As árvores eram de seu particular interesse na pesquisa no Brasil. 
Em um estúdio de artista em Troncoso, na Bahia, ele descobriu as raízes e troncos nativos que seriam usados para compor Sete Raízes. As partes das árvores eram remanescentes de desmatamentos e de causas naturais. 
Ai. Weiwei dirigiu uma equipe de artesãos chineses e brasileiros na criação deste trabalho, e cada uma das novas obras reúne duas ou três raízes diferentes. A técnica de carpintaria chinesa usada para montar as Sete Raízes remete ao trabalho anterior do artista, Árvore (2009), no qual partes distintas de árvores derrubadas foram unidas para criar formas inteiramente originais. 
Sete Raízes exemplifica a importância do ready-made na prática de Ai Weiwei, que certa vez disse: “Meu trabalho é sempre ready-made. Pode ser cultural, político ou social, e também pode ser arte – fazer com que as pessoas repitam o que fizemos, sua posição original, para criar novas possibilidades. Quero sempre que as pessoas fiquem confusas, chocadas ou percebam algo mais tarde”. 
Cada uma das sete raízes tem um nome diferente: Força, Palácio, Mosca, Sr. Pintura, Festa, Martin e Nível. As últimas duas integram esta mostra.”

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A história nos ensina …
Bicicletas Forever

domingo, 3 de maio de 2020

A história nos ensina …


“A história nos ensina que no início das maiores tragédias havia ignorância.”

“A história nos ensina que no
início das maiores tragédias
havia ignorância.”

“History teaches us that at the beginning
of the greatest tragedies was ignorance.”

Frase do artista plástico chinês Ai Weiwei na exposição “AI WEIWEI - RAIZ”, realizada no Museu Oscar Niemeyer - MON em 2019.

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sexta-feira, 6 de março de 2020

Sem título/Untitled

Instalação na exposição “Mestre de Obras”, do artista Ivens Machado

Sem título
Untitled

2002

rede de náilon, cordas de náilon,
ganchos de ferro e entulho
nylon netting, nylon ropes,
iron hooks and ruble

Coleção/Collection
Acervo Ivens Machado

Fotografado na exposição “Mestre de Obras”, do artista Ivens Machado, no Museu Oscar Niemeyer em julho de 2019.
Fiquei pensando sobre as casas que fotografo.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Portal de residência ou madrassa

Portal de residência ou madrassa

Portal de residência ou madrassa - detalhes

“Portal de residência ou madrassa
(escola corânica), região do Punjab, Paquistão, séc. XVIII-XIX
madeira Sheesham (Dalbergia sissoo) entalhada”

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON.

A exposição “Ásia: a terra, os homens, os deuses” é uma de longa duração e não sei dizer até quando estará montada. Se ainda não a viu, e gosta de arte, vale uma visita ao museu.

A coleção doada pelo Sr. Fausto Godoy é bem grande. Imagino que depois farão uma nova exposição com outras peças. Estou curioso para ver mais. Gostei muito do que foi mostrado até agora.

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Referência:

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Oxidação

Obra sob guarda do MON, apreendida na Operação Lava Jato

“JOSÉ BECHARA
sem título, c. 2013
oxidação de aço de emulsão
cúprica sobre lona
steel oxidation and copper
emulsion on canvas 
186x252 cm 
obra sob guarda do MON,
apreendida na Operação Lava Jato
work under custody of MON,
confiscated by the “Lava Jato” Operation”
Obra em exposição no Museu Oscar Niemeyer - MON.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Quando o gesto virou poesia

Mulher e menina vendo obra de arte no museu

obra de arte feita com crochê e fotografias em esposição no museu

“ELIANA BRASIL

Quando o gesto virou poesia, 2019
When the gesture becomes poetry, 2019

Fotografias bordadas sobre crochê
Photo embroidered on crochet”

Em exposição no Museu Oscar Niemeyer - MON

sábado, 21 de setembro de 2019

Poltavskyi Yarmarok - Feira de Poltava

Fachado do Clube Poltava

Meninas com trajes típicos da entrada do Clube Poltava

Poltavskyi Yarmarok - Feira de Poltava

Jovem com roupa típica ucraniana

Palco do Clube Poltava em Curitiba

Meninas com trajes típicos da Ucrânia

Trajes típicos da Ucrânia

Homem com traje típico ucraniano no palco do Clube Poltava

Apresentação de grupo de danças ucranianas no palco do Clube Poltava

Pessoas, algumas com trajes típico, na arquibancada do Clube Poltava

No último dia de agosto (31), um sábado, estive na Feira de Poltava (Poltavskyi Yarmarok), promovida pela comunidade ucraniana de Curitiba.

O evento realizado no Clube Poltava, na Rua Pará, tinha barracas de comidas típicas, uma feira eslava com diversos produtos artesanais, uma exposição de roupas típicas de diversas regiões da Ucrânia e apresentações de grupos folclóricos no palco do clube.

Poltava é o nome de uma cidade na Ucrânia.

Cheguei para o almoço e comi vareneke e holubtsi.
Vareneke (ou seria vareniki?) um pastelzinho cozido recheado com batata e requeijão, uma espécie de versão ucraniana do pirogue dos poloneses, ou do tortei dos italianos.
Holubtsi um charutinho de folha de repolho com recheio de arroz e trigo sarraceno.

Estava uma delícia e, satisfeito, fiquei algumas horas assistindo a apresentação de grupos folclóricos de diversas cidades do Paraná.

Muito interessante também os lindos bordados, não só nas roupas dos participantes dos grupos folclóricos ou na exposição de trajes típicos, que mostrava as variações nos bordados de diversas regiões da Ucrânia; mas também na roupa de muitos dos visitantes.

“Há 125 anos, os primeiros imigrantes chegaram ao Paraná buscando uma nova vida. Hoje a comunidade ucraniana no Brasil ultrapassa 500 mil pessoas. Destas, mais de 400 mil estão no Paraná. Em Curitiba eles são cerca de 55 mil.”

Gostei muito da festa e já anotei, quando tiver outra edição tentarei ir.

Publicação relacionada:
A Ucrânia não morrerá jamais

Referência:

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

O círculo

Menina em frente a pintura a óleo no museu

“SIRON FRANCO

O círculo, 1996/2006

óleo sobre tela
oil on canvas
179,5 c190,5x3,5 cm

acervo/collection Museu Oscar Niemeyer”

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Bicicletas Forever

"Bicicletas Forever", instalação de Ai Weiwei
"Bicicletas Forever", instalação de Ai Weiwei
"Bicicletas Forever", instalação de Ai Weiwei
"Bicicletas Forever", instalação de Ai Weiwei

Não sei se a instalação “Bicicletas Forever” ainda está lá no gramado do MON (Museu Oscar Niemeyer) ou se já foi desmontada, uma vez que a exposição “”Ai Weiwei - Raiz” encerrou no último dia 28. O efeito dela era bem impressionante.
A identificação dela dizia o seguinte:

“BICICLETAS FOREVER
2015
Bicicletas de aço inoxidável
Dimensões variáveis
A monumental instalação Bicicletas Forever é composta por mais de mil bicicletas de aço inoxidável. Como a roda de bicicletas de Duchamp, Ai Weisei usa esse objeto familiar como um ready-made.
   Para o artista, que passou a infância no exílio com o pai no deserto de Gobi, a bicicleta representava liberdade pessoal. Naquela época, ter uma bicicleta era um luxo. Quando lecionava arquitetura, Ai Weiwei usava a bicicleta para ensinar seus alunos como eles poderiam construir com materiais diferentes dos comuns, como tijolo e concreto.
   O nome do trabalho vem da marca de bicicletas “Forever”, produzida desde a década de 1940. As bicicletas eram onipresentes nas estradas chinesas antes que carros e outros veículos motorizados se tornassem amplamente acessíveis.
   Bicicletas Forever foi montadas em exposições em todo o mundo, de Melbourne a Toronto e Londres. Cada instalação é única.”

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Recipiente com inscrições do Alcorão

Recipiente com inscrições do Alcorão

Recipiente com inscrições do Alcorão; Paquistão ou Afeganistão, séc. XVIII-XIX
cerâmica com glasura.

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Recipiente

Recipiente

Recipiente; Vale do Indo, período harapeano (V-II milênio a.C.)
cerâmica com pintura

A peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON.

domingo, 14 de abril de 2019

Traços Curitibanos 3

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

Abertura da terceira edição da amostra “Traços Curitibanos”

A terceira edição da amostra “Traços Curitibanos” abriu sexta-feira (12) no Museu da Gravura e na Gibiteca, no Solar do Barão.

São mais de 100 artistas com trabalhos de ilustração, quadrinhos, animação, caricatura, recorte, aquarela. Tem também figurinhas das Balas Zequinha.

As exposições estão bem bacanas e vale uma visita, sem dúvida. A parte que ocupa a Gibiteca será encerrada em 3 de junho e as amostras no Museu da Gravura vai até 5 de julho.

O Solar do Barão  fica na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 53 e o horário de visitação é de terça-feira a sábado, das 9 às 12 h e das 14  às 18 h; domingos, das 12 às 18 h.

Só lembrando: o Solar do Barão é bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é uma Unidade de Interesse de Preservação.

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Solar do Barão
Solar da Baronesa
Bala Zéquinha

Referência:

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Buda na postura Bhumisparsha Mudra

Buda na postura Bhumisparsha Mudra; Sino-tibetano, dinastia Ming (1368-1644) bronze

Buda na postura Bhumisparsha Mudra; Sino-tibetano, dinastia Ming (1368-1644) bronze

“Buda na postura Bhumisparsha Mudra; Sino-tibetano, dinastia Ming (1368-1644)
bronze

Buda é visto na posição tomar a terra como testemunha de sua renúncia aos prazeres e desejos terrenos oferecidos pelo demônio Mara (a ilusão) em troca de sua não iluminação.

A mandorla atrás da figura é um auréola oval, em forma de amêndoa (“mandorla”, em italiano), que envolve algumas representações de Buda. É rara a existência de uma peça com a mandorla intacta.”

Peça faz parte da Coleção Fausto Godoy doada ao Museu Oscar Niemeyer - MON