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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

O terminal que virou jardinete

O terminal que virou jardinete

O terminal que virou jardinete

Nesse trecho da Avenida Visconde de Guarapuava, entre a Rua Schiller a a Rua Padre Germano Mayer, havia antes um terminal de ônibus.
Após o terminal ser desativado, o canteiro foi transformado em um jardinete.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Um jardinete sem nome no Abranches

Um jardinete sem nome no Abranches

Um jardinete sem nome no Abranches (pelo menos por enquanto) delimitado pela Rua Vitório João Brunor, Rua Antônio Krainiski e Rua Padre José Joaquim Goral.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Busto do Senador Souza Naves

Herma com busto do Senador Souza Naves
Senador Souza Naves - busto
Busto do Senador Souza Naves
Busto do Senador Souza Naves - local onde deveria ter uma placa que foi roubada

No Jardinete Desembargador Zeferino Krukoski há uma herma com um busto. Como roubaram a placa, imaginei que poderia ser do homenageado com o nome da praça. Pesquisando um pouco, descobri que o busto é do senador Souza Naves, que dá nome a avenida onde o jardinete está localizado.

Descobri também que o busto é uma réplica em pedra. A escultura original em bronze, cujo autor é Erbo Stenzel, foi retirada para evitar furto e vandalismo e levada para o Memorial de Curitiba.¹

Abilon de Souza Naves

“Foi Diretor da Caixa Econômica Federal, Secretário de Estado para os Negócios do Trabalho e Assistência Social. Como Presidente do Instituto de Pensões e Aposentadorias dos Servidores do Estado beneficiou muito funcionário. Em 1956 fez parte da Comissão Regional do Salário Mínimo e do Ministério do Trabalho, favorecendo grandemente as Classes Trabalhadores. Na direção da Gerência de de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil introduziu inovações com financiamentos que incentivaram atividade agrícolas. Foi presidente do Partido Trabalhista Brasileiro. Em 1958 com votação expressiva foi eleito ao Senado da República. Faleceu em campanha para Governador do Estado do Paraná.”²

Nasceu em Uberaba (MG) em 23 de setembro de1905 e faleceu em Curitiba no 12 de dezembro de 1959.³

Referências:

terça-feira, 14 de julho de 2026

Jardinete Des. Zeferino Krukoski

Jardinete Des. Zeferino Krukoski
Jardinete Des. Zeferino Krukoski
Jardinete Des. Zeferino Krukoski
Jardinete Des. Zeferino Krukoski
Jardinete Des. Zeferino Krukoski

Jardinete Desembargador Zeferino Krukoski, delimitado pela Avenida Senador Souza Naves, Rua Atílio Bório e Avenida Visconde de Guarapuava.

Zeferino Mozzato Krukoski 

“Zeferino Mozzato Krukoski, filho de José Resko Krukoski e de Dona Carina Mozzato Krukoski, nasceu no dia 6 de julho de 1920, no distrito de Vera Guarani, no município de São Mateus do Sul (PR).Casou-se com a Sra. Dinorah Toledo Krukoski.

Bacharel pela Faculdade de Direito da Universidade do Paraná, turmo de 1943. Ingressou na magistratura logo após estar formado, como juiz substituto, exercendo a função em Bocaiúva do Sul e Cerro Azul. Em 1949, foi nomeado juiz de direito para a comarca de Bocaiúva do Sul, sendo removido, em 1950, para Mandaguarí e logo a seguir para Maringá.

Em 1964, foi removido para a Capital e, em 1970, nomeado juiz do Tribunal de Alçada, ocupando a presidência. No dia 22 de maio de 1973, foi nomeado para o cargo de desembargador. Em 1974 foi eleito presidente do Tribunal Regional Eleitoral para o biênio de 1975/76; ali também exerceu cargo de corregedor (biênio 1977/78). Em dezembro de 1978, foi eleito 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça para o biênio de 1979/80.

Aposentou-se em 29 de março de 1990. 

Faleceu em 31 de dezembro de 1991.

É patrono do Fórum de Colorado e do Fórum Eleitoral de Cianorte.”¹

Referência:

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Jardinete Orlando Bertoldi

Jardinete Orlando Bertoldi
Jardinete Orlando Bertoldi
Jardinete Orlando Bertoldi

Jardinete Orlando Bertoldi, delimitado pela Avenida Desembargador Hugo Simas,  Rua Coronel João Guilherme Guimarães e Rua Giacomo Mylla.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Praça Ildefonso Correia de Serro Azul

Praça Ildefonso Correia de Serro Azul
Praça Ildefonso Correia de Serro Azul
Praça Ildefonso Correia de Serro Azul -marco com placa comemorativa
Praça Ildefonso Correia de Serro Azul - placa comemorativa

Praça Ildefonso Correia de Serro Azul, localizada na Rua Ubaldino do Amaral, esquina com a Rua Francisco Alves Guimarães.
Na praça tem um marco de pedra com uma placa de cerâmica (quebrada), onde está escrito:

“PRAÇA
ILDEFONSO SERRO AZUL
- Poeta da Saudade -

…E sem que a gente espere ou aguarde
lá vai o sonho pela serra arriba …
É a saudade que vem no silêncio da tarde
e lá no fundo da alma: Curitiba!

20 de maio de 1998
Cassio Taniguchi
Prefeito

CURITIBA
PREFEITURA DA CIDADE”

Ildefonso Pereira Correia (1888-1949), conhecido como Ildefonso Serro Azul era filho do Barão do Serro Azul.
Poeta, humorista, boêmio, contista, romancista e autor teatral. Ocupou a cadeira 8 da Academia Paranaense de Letras (atualmente ocupada por Rafael Valdomiro Greca de Macedo).

Publicações relacionadas:

Referência:

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Jardinete ou Praça Desembargador Negi Calixto

Jardinete ou Praça Desembargador Negi Calixto
Jardinete ou Praça Desembargador Negi Calixto
Jardinete ou Praça Desembargador Negi Calixto
Jardinete ou Praça Desembargador Negi Calixto
Marco com placa no Jardinete ou Praça Desembargador Negi Calixto

Em uma mapa e em uma lista da URBS o espaço é chamado de jardinete, em uma placa no local é chamada de Praça Desembargador Negi Calixto. Delimitada pela Avenida Desembargador Hugo Simas, Rua Doutor Nelson Lins D'Albuquerque e Rua Guilherme Seeger.
Uma ponta dela é ocupada por um posto da Polícia Militar do Paraná. Tem uma quadra de areia para vôlei, gramado e árvores.
Em uma placa em um marco de pedra está escrito:

“PRAÇA DESEMBARGADOR
NEGI CALIXTO

QUE AS VIRTUDES DE NEGI CALIXTO, A
CONDUTA HUMILDE, A INTEGRIDADE DO SEU SABER E A
PRESTEZA DO SEU TRABALHO, SIRVAM COMO EXEMPLO
DE VIDA DEDICADA À JUSTIÇA HUMANA

RAFAEL GRECA DE MACEDO
PREFEITO
CURITIBA, 30 DE DEZEMBRO DE 1996.”

sexta-feira, 19 de junho de 2026

+Amor +Arte +Vida

Grafite +Amor +Arte +Vida
+Amor +Arte +Vida grafite

“+Amor +Arte +Vida”. Grafite em um muro na Avenida Sete de Setembro, no Jardim Ambiental Sete de Setembro.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski

Herma com busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski
Busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski
Busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski
Busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski
Herma com busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski - vista lateral
Busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski - placa comemorativa

Herma com busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski na Praça Irmã Tereza Domachowski.

Na parte da frente  na lateral haviam placas de bronze, que possivelmente forma roubadas. Agora, em um das laterais, onde havia uma placa de bronze, agora há uma de cerâmica, onde está escrito:”

SEBASTIÃO EDMUNDO
WÓS SAPORSKI

‘PAI DA COLONIZAÇÃO POLONESA NO PRANÁ”
HOMENAGEM DO POVO DE CURITIBA
AO
CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO
1871-1971

APOIO: CONSULADO GERAL DA REPÚBLICA DA POLÔNIA EM CURITIBA

Na outra placa, possivelmente a da frente, estava escrito: “Edmundo Sebastião Woś Saporski organizou a imigração polonesa descortinando-lhe os horizontes da Nova Pátria – Brasil. Homenagem e gratidão dos que o seguiram. 19-12-1958”.¹ Vendo uma foto antiga, não muito nítida, parece que havia o mesmo texto em polonês.

Referência:

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Praça Irmã Tereza Domachowski

Praça Irmã Tereza Domachowski
Praça Irmã Tereza Domachowski - pedra com placa
Praça Irmã Tereza Domachowski - placa comemorativa

Praça Irmã Tereza Domachowski, delimitada pela  Rua Padre José Joaquim Goral e Rua Vitório João Brunor, em frente Igreja da Paróquia Sant’Ana de Abranches.

Nela há uma herma com busto de Sebastião Edmundo Wós Saporski, um marco de pedra com uma placa onde está escrito:

“HOMENAGEMAOS FUNDADORES DE ABRANCHES1
1º CENTENÁRIO
20 A 15 DE NOVEMBRO
1873 — 1973”

Haveria também uma outra placa (roubaram ou não percebi?), onde estaria escrito: “Praça Irmã Tereza Domachowski. Homenagem do povo de Abranches, pelos relevantes serviços prestados à comunidade. *23.12.1877 Polônia +21.11.1966 Curitiba. Curitiba, abril/2000”

Tereza Domachowski

A Irmã Tereza Domachowski (Teresy Domachowskiej) nasceu na Polônia em 23 de dezembro de1877 e faleceu em Curitibano dia 21 de novembro de 1966.

Em 1908 as Irmãs Vicentinas (Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo) estavam novamente necessitando de reforços para as suas obras e assim um terceiro grupo de irmãs veio da Polônia, entre elas a Irmã Tereza.
Passou a dar aulas na então Escola Polonesa São José. Ela era também conhecida pela sua farmácia e pelo cuidado que tinha com os doentes da comunidade.
Além de professora a Irmã Tereza foi diretora a escola de 1908 a 1910 e, uma segunda vez, de 1930 a 1966.
No início, o dentista e o médico só vinha de Curitiba para a colônia de tempos em tempos. Nesse meio tempo as irmãs cuidavam das questões de saúde, suprindo a deficiência do Estado.

Publicação relacionada:

Referências:

terça-feira, 9 de junho de 2026

A Chama da Poesia

Escultura "A Chama da Poesia"
Escultura "A Chama da Poesia" de Canhão Bernardes
Escultura "A Chama da Poesia"

"A Chama da Poesia”, escultura em ferro e cimento na Praça Poeta Fernando Pessoa de autoria do artista português Canhão Bernardes.

Octávio Nascimento Canhão Bernardes (1919-2010), economista e escultor, residiu por muito anos em Angola. Após a aposentadoria, passou a residir em Curitiba a partir de 1979, até o seu falecimento.

Publicação relacionada:

Referência:

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Praça Poeta Fernando Pessoa

Praça Poeta Fernando Pessoa
Praça Poeta Fernando Pessoa
Praça Poeta Fernando Pessoa
Praça Poeta Fernando Pessoa - marco com placa
Praça Poeta Fernando Pessoa

Praça Poeta Fernando Pessoa, na Av. Desembargador  Hugo Simas com a  Rua Guilherme Seeger.

Em uma placa está escrito:

PRAÇA FERNANDO PESSOA
- FREGUESIA DA MATRIZ-
INAUGURADA EM 14 - 06 - 86
PREFEITO ROBERTO REQUIÃO

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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Bosque Professor Erwin Gröger

Bosque Professor Erwin Gröger
Bosque Professor Erwin Gröger
Bosque Professor Erwin Gröger
Bosque Professor Erwin Gröger - pedra com placa
Bosque Professor Erwin Gröger - rosa-dos-vetos na calçada
Bosque Professor Erwin Gröger - marco na calçada
Bosque Professor Erwin Gröger
Bosque Professor Erwin Gröger
Bosque Professor Erwin Gröger

Bosque Professor Erwin Gröger, localizado na Rua Benedito Correia de Freitas.

Em uma placa de cerâmica fixada em uma pedra, está escrito:

CURITIBA
PREFEITURA DA CIDADE

BOSQUE
“PROFESSOR” ERWIN GRÖGER
1912-2008

No meio da praça, a rosa-dos-ventos dá a direção.
As pedras indicam a altura dos principais picos do
Paraná e da Áustria, terra-natal do “Professor”,
apelido de Erwin Gröger.
Ele escolheu o Brasil para fugir do nazismo e
Curitiba para estar perto da Serra do Mar.
Marumbista pioneiro, Atualizou e profissionalizou o
montanhismo local.
Agrônomo de profissão, na vida foi bem mais:
reflorestador e orquidófilo, violonista e cantor lírico,
ferreiro e halterofilista, pintor e poeta.
Aos 88 anos, celebrou a vida em versos.
Quis fazer da montanha seu último refúgio, mas é aqui,
entre as canelas, guabirobas e canjeranas,
que Curitiba homenageia sua memória.

3 de julho de 2010

Luciano Ducci
Prefeito Municipal de Curitiba

Em um outro painel junto a uma escada na entrada do bosque está escrito:

“Bosque Professor Erwin Gröger

“Oitenta e oito” alembra a borboleta
que esvoaça irrequieta em nossos campos
de flor em flor, volúvel pirueta,
chupando néctar, dançando em arrancos. (…)

Olhando atrás o vídeo da juventude,
percebo um piá carregado de viço
que, prematuro, enfrenta a vida rude
mas, que levou mais de uma vez sumiço.

Por adentrar o mato e alcançar o cume
de qualquer morro da paisagem natalina
foi castigado; de outros teve ciúme
quais conseguiram, jubilantes na colina.

Estabelecer acampamento de brinquedo,
fazer um foguinho em fogão improvisado,
a gororoba saboreamos ledo
e disparando morro abaixo até o povoado. (…)

E finalmente, o moço ~ eu ~ decidiu abraçar
o montanhismo. ~ Este foi o escol-adolescente.
De bicicleta, mais barato, fui para alcançar
de faculdade em faculdade a lua crescente.

do saber. ~ E, para compensar, domingo, feriado
ao montanhismo era dedicado. Mudei de
conceito: montanhismo não é sistematizado
de esporte, mas de paixão. E assim tem ficado! (…)

A sorte ~ dizem da bondade divina ~
me concedeu uma dedicada companheira,
de espírito alegre, campesina;
me presenteou a filha, herdeira.

Veio a guerra. ~ Iam me pôr a frete
da batalha ~ insumo dos canhões
eu, o pacifista fiel e crente!
Mas para escapar de cruéis perseguições

Tratei de emigrar. Escolhi a nova Terra
cheia de vãs, dubiosas promessas.
Adrenalina sufocante era companheira
dos primeiros anos, mas certezas

de vitória final, após a luta,
amando mais e mais este Brasil abençoado,
(sem esquecer, menosprezar, de ser fruta
de origem) consegui erguer-me. (…)

As belezas das “orchis” quem é que resiste,
duas mil e quinhentas nossa terra contém
e mais da metade dos anos consiste
em cultivar as orquídeas do Sul a Belém.

E … pintá-las; deixar algo de eterno ao País
em reconhecimento pela hospitalidade,
aprofundando dest’arte a minha raiz
esta terra de abundante bondade.

E conservar o que é nosso por bondade de Jeovah!
(Por isso decerto a homenagem de ser declarado
cidadão honorário (“bicho”) do Paraná.
Será que é orgulho, que tem-me inflado? (…)

Pedi ao bom Deus de, humilde reter,
cidadão-servidor da comunidade,
como convém a um professor de ser
até a presente avançada idade.

Trechos do Poema “Oitenta e Oito”, escrito por Erwin
Gröger a ocasião de seu aniversário de 88 anos.”