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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Sete de Setembro x Ubaldino do Amaral

Sete de Setembro x Ubaldino do Amaral

Cruzamento da Avenida Sete de Setembro com a Rua Ubaldino do Amaral.

De um ângulo diferente. Pelo menos das fotos que costumo tirar.
Repare nas araucárias no terreno da esquina.

sábado, 18 de abril de 2020

A ponte coberta e com lambrequins no rio Belém

A ponte coberta e com lambrequins no rio Belém
A ponte coberta e com lambrequins no rio Belém
A ponte coberta e com lambrequins no rio Belém
A ponte coberta e com lambrequins no rio Belém

A simpática ponte para pedestres, coberta e com lambrequins, sobre o rio Belém; ao lado Avenida Cândido de Abreu.

O rio Belém nasce no bairro Cachoeira. Tem um parque municipal lá, que ainda não conheço, o Parque Nascente do Rio Belém.
De lá vai em direção ao Parque São Lourenço, onde o lago é formado pelo represamento do rio. Segue em direção ao Bosque João Paulo II, passando depois ao lado do Centro Cívico
Ao chegar na Avenida Cândido de Abreu, no local da ponte mostrada aqui, o rio submerge em galerias subterrâneas. Ressurge brevemente no Passeio Público e depois continua escondido, até as proximidades da Rodoferroviária.
O trecho final do rio (no Guabirotuba e Hauer) foi retificado, perdendo as suas curvas, até que no Boqueirão encontra o rio Iguaçu.

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terça-feira, 17 de março de 2020

No Bosque Portugal

Pontinha que cruza o córrego Tarumã, no Bosque Portugal.

Córrego Tarumã, no Bosque Portugal, em Curitiba

Casa, prédio, edifício, obra de arte, …
Para variar um pouco, às vezes a foto de um matinho.

Fotos no Bosque Portugal, que é cortado pelo Córrego Tarumã.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Gerando energia elétrica

Ponte sobre o Rio Belém, com piso gerador de energia

Ponte com piso gerador de energia

Ciclovia com piso gerador de energia

Essa ponte sobre o Rio Belém e a ciclovia, próximos ao Palácio da Araucárias, estão equipados com pisos geradores de energia, um sistema que transforma energia cinética em energia elétrica.

Esse projeto é realizado em parceria da Prefeitura Municipal de Curitiba e Japan International Cooperations Agency (JICA).

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A Ponte Preta e a sede da Rede ao fundo


O viaduto conhecido como Ponte Preta é famoso por volta e meia estar nos noticiários devido algum caminhão ficar entalado. Mais recentemente foi instalado um medidor eletrônico de altura, que avisa os motoristas de possíveis problemas. Isso diminuiu os enroscos, mas não eliminou totalmente. Não sei se por alguma falha no sistema de alerta, ou se por falta de atenção dos motoristas.

A atual é a segunda ponte no local. A primeira foi inaugurada em 2 de fevereiro de 1885 e era conhecida como Ponte da Rua Schimidlin, que tinha esse nome por causa do proprietário dos terrenos na região. A estrada de ferro ali foi construída elevada sobre um aterro, uma vez que toda aquela região era de banhados e costumava alagar com facilidade. Daí a necessidade do viaduto.

Em 1944 a ponte atual foi inaugurada, e foi construída para substituir a anterior em função do aumento do tráfego e do peso das composições. Ela foi projetada pelo engenheiro Oscar Machado da Costa e a estrutura metálica foi construída nos Estados Unidos. Na época o Brasil não produzia o tipo de aço empregado na sua construção.
Com a inauguração da rodoferroviária, nos anos 1970, e o fechamento da antiga estação de trens, ela deixou de ter utilidade.

Na foto, ao fundo, podemos observar o Edifício Engenheiro Teixeira Soares que era a sede de Rede Ferroviária. Segundo uma reportagem da “Gazeta do Povo” foi cedido à Universidade Federal do Paraná em 2008 para a instalação do Campus Rebouças. Segundo uma outra reportagem do jornal “Paraná Online”, as reformas do edifício, que deveriam ter ficado prontas em março de 2009, enfrentou alguns contratempos com quebra de contrato com a construtora responsável pela obra. Já com nova construtora e aumento do orçamento de R$ 13 milhões para R$ 17,5 milhões, a previsão era que a inauguração seria no primeiro semestre de 2015. Segundo uma outra notícia no site da própria UFPR, o custo total da obra será de aproximadamente R$ 30 milhões, que incluem a reforma do edifício da Rede e a construção de um anexo. A obra está novamente atrasada.

A Ponte Preta é um bem tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Referências: