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sábado, 19 de maio de 2018

No céu tem cachaça?

asa localizada na Rua Theodoro Makiolka

asa localizada na Rua Theodoro Makiolka - detalhe labrequins

asa localizada na Rua Theodoro Makiolka - detalhe

asa localizada na Rua Theodoro Makiolka, esquina com a Rua Lauro Varombi


Esta casa localizada na Rua Theodoro Makiolka, esquina com a Rua Lauro Varombi, é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Entrei em contato com a senhora Danusia Maria Walesko que tem o blog “Santa Cândida A História e as Histórias de cada um” e ela, gentilmente, contou-me um pouco da história da casa.

“O último morador dessa casa foi a família do senhor Constante Baude (Bałdy em polonês) e a Sra. Celestina Kulik Baude. … a propriedade foi vendida para funcionários do antigo Banestado que montaram um condomínio. Consta que o primeiro morador foi Estevão (Stevan) Kachel imigrante polaco que se estabeleceu ali quando a colônia Santa Cândida foi criada em 1875. Não há certeza se já essa casa ... só que era ali.”

Estou publicando também uma foto antiga da casa, que conforme informou a senhora Danusia “atribui-se ao falecido Sr. Felippe Skora a execução da foto”.

Ela também indicou-me um vídeo sobre uma discussão havida no local, enquanto era um armazém, sobre a existência ou não de cachaça no céu. Vale assistir o vídeo que está neste endereço.

Referências:

sábado, 24 de março de 2018

O casarão da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria

O casarão da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria
O casarão da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria
O casarão da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria
O casarão da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria

Localizado na Rua Theodoro Makiolka, o casarão da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria é uma Unidade de Interesse de Preservação.

A casa foi construída em 1922 e tinha duas salas de aula e a residência das irmãs. Até então o Colégio Santa Cândida, fundado em primeiro de julho de 1912, funcionava em uma pequena casa de madeira.
A escola foi crescendo, novos prédios foram construídos. Em 1975 o colégio foi estadualizado, mas a administração dele continua no encargo da irmãs.

O casarão foi restaurado em 1998 e é usado para atividades culturais e artísticas não só pelos alunos e professores da escola, mas também com cursos abertos a comunidade.

Publicação relacionada:
Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria

Referência:

quinta-feira, 15 de março de 2018

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida

Igreja de Santa Cândida - detalhes

Igreja de Santa Cândida - detalhes

Localizada na Rua Padre João Wislinski o prédio atual, em estilo neogótico, da Igreja de Santa Cândida começou a ser construído em 1929 e foi inaugurado em 1936.
Junto havia uma capela inaugurada em 6 de janeiro de 1877 e que foi demolida em 1940.

Antiga capela de Santa Cândida (sem data)
A Colônia de Santa Cândida foi criada nos arredores do Curitiba (que na época tinha 12.000 habitantes) por Adolpho Lamenha Lins, presidente da província.
Os primeiros imigrantes poloneses chegaram em agosto de 1875. Cada família recebeu um lote de 4,5 alqueires, uma casinha de madeira e 20 mil Réis. A área inicial da colônia era de cinco milhões de metros quadrados.
Os poloneses instalados na colônia vieram da aldeia de Szolkowice, na Alta Silésia, região então ocupada pela Prússia. Lembrando que a Polônia tinha deixado de existir como nação desde 1772-1795 e o seu território estava dividido entre o Império Austro-Húngaro, Rússia e Prússia.

Dizem que a escolha do nome de Santa Cândida é uma espécie de homenagem a Cândida de Oliveira, segunda esposa de Lamenha Lins, que os colonos consideravam como uma espécie de padrinho protetor.

Quando esteve em Curitiba D. Pedro II visitou a colônia de Santa Cândida no dia 23 de maio de 1880 e escreveu o seguinte no seu diário:

“ … Almoço às 9 ½. Saída às 10 ½.
Colônia Santa Cândida. Missa em pequena capela decente. Os colonos polacos alemães cantavam. Visitei diversos prazos. Plantam cereais da terra e centeio. Não tem moinho e tem de trazer o centeio à cidade em distância de mais de légua. …”

A Igreja de Santa é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Referências:

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Busto do padre Felix Stefanowicz

Busto do padre Felix Stefanowicz
Herma em homenagem ao padre Felix Stefanowicz
Placa na herma em homenagem ao padre Felix Stefanowicz
Busto do padre Felix Stefanowicz

Esta herma homenageando o padre Felix Stefanowicz (1909-1995) está localizada no pátio da Igreja de Santa Cândida.

No pedestal uma placa com os seguintes dizeres:

“FELIX STEFANOWICZ CM
PADRE DE SANTA CÂNDICA DE
1.976 A 1.995.
DOS PAROQUIANOS A QUEM
ELE TANTO AMOU.
                              27. ago. 95”

No mesmo pedestal, mais abaixo há outra placa, onde está escrito:

“SANTAS MISSÕES
POPULARES
-•-
JESUS CRISTO,
ONTEM, HOJE
E SEMPRE”
-•-
Ano Jubilar
Santa Cândida, 26/11/2000”


Felix Stefanowicz


“O padre Felix Stefanowicz nasceu aos 13 dias do mês de março de 1909, na Polônia.
Quando jovem entrou para o seminário Vicentino de Cracóvia, cursando o ginásio, colegial, filosofia e teologia. Fez os votos na Congregação da Missão, fundada por São Vicente de Paulo, no dia 27 de novembro de 1930.
Ordenado diácono no dia 07 de março de 1936 e padre no dia 06 de junho do mesmo ano. No mesmo ano partiu para as Missões na China, onde durante 10 anos dedicou-se a evangelização.
Em 1946, os comunistas expulsaram todos os padres da China, e o Padre Felix viajou para os Estados Unidos, e em seguida para o Brasil.
No Brasil iniciou nas seguintes paróquias: São Mateus do Sul/PR; Prudentópolis/PR;Mafra/SC. No início de 1959 veio para Curitiba, sendo nomeado diretor do Jornal LUD.
Em 1961 foi nomeado superior da Casa Central dos Padres Vicentinos; ecônomo provincial; vigário dos poloneses; capelão da Casa de Saúde São Vicente e do Hospital das Clínicas.
Voltando a trabalhar nas paróquias, trabalhou em Irati, Araucária, Ibaiti, em Curitiba, no bairro Santa Cândida.
O Padre Felix faleceu aos 86 anos de idade, no dia 24 de maio de 1995, sepultamento que literalmente parou o bairro da Santa Cândida.”

Referência:

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Cemitério Paroquial Santa Cândida

Entrada do Cemitério Paroquial Santa Cândida
Cemitério Paroquial Santa Cândida - detalhe do portão de entrada

O Cemitério Paroquial Santa Cândida está localizado na Rua Padre João Wislinski, junto à Igreja de Santa Cândida. É um cemitério paroquial, daqueles construídos no terreno da igreja.

Enquanto fotografava fiquei tentando lembrar de outra igreja em Curitiba com um cemitério paroquial. Na hora não consegui . Mas depois, pesquisando na rede, encontrei o o Cemitério Paroquial de Umbará, Campo Comprido, de Orleães e o de Abranches. Ou seja, tem vários. Qualquer dia desses os outros também aparecerão por aqui.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Capelinha a São Roque

Capelinha a São Roque

Capelinha a São Roque

Capelinha a São Roque

A Rua Theodoro Makiolka é uma daquelas que não passo com muita frequência e nunca tinha reparado nessa pequena capelinha, na esquina da Rua Maria Noemia dos Santos.

Na plaquinha no seu interior está escrito o seguinte:

“Essa capelinha, dedicada a São Roque,
foi construída em 1901 por imigrantes
polacos silesianos que aqui se
estabeleceram em outubro de 1875”

domingo, 16 de agosto de 2015

Dois prédios que dão esperanças





O edifício da Justiça Federal, localizado no Cabral e o prédio da Superintendência Regional no Paraná da Polícia Federal, localizado no Santa Cândida, devem ser - nos últimos tempos - os dois prédios de Curitiba mais divulgados pelos veículos de informação do país. Tornaram-se dois ícones da cidade.
Não pela arquitetura em si, mas pelo que acontece neles.
A visão desses prédios dá esperanças, esperanças de um país melhor.

Eles não estão, mas por mim estariam, na lista de Unidades de Interesse de Preservação.