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quarta-feira, 2 de agosto de 2017
quinta-feira, 2 de março de 2017
A casa dos cactos
Esta casa em estilo moderno no Campina do Siqueira é bem bacana, mas o que chamou a atenção minha foi o jardim muito bem cuidado na parte da frente, com a utilização de cactos.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Uma casa bacana no Campina do Siqueira
Esta casa fica na Rua Jerônimo Durski, no encontro com a Rua Gastão Câmara.
Não tenho preferência por estilo ou época. Tem coisas bonitas (e feias) em todos. Mas gosto quando os proprietários valorizam aquilo que têm em mãos, seja uma casa eclética ou uma modernista.
Geralmente não gosto quando tentam criar um falso moderno com fachadas artificiais, descambando muitas vezes para o modernoso.
Atualmente esta casa é um local de eventos e o pessoal soube valorizar as linhas originais da casa.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Outra casa de madeira no Campina do Siqueira
Esta simpática casa de madeira fica no bairro Campina do Siqueira.
Desde que comecei estas minhas andanças pela cidade tenho fotografado casas de madeira. A medida que o tempo vai passando alguns padrões vão surgindo.
Os projetos de muitas dessas casa tem uma peça avançada com telhado próprio que ocupa mais ou menos a metade da fachada. Na outra metade uma varanda com o seu telhado. Os dois ligados ao corpo da casa que também tem o seu detalhado, geralmente de duas águas. Nesta a varanda é maior, ocupando também parte da lateral da casa.
A casa tem também nos fundos um belo pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia). Julgando pela espessura dele dá para imaginar que foi plantando pelos proprietários da casa, em um tempo em que as pessoas não tinham medo de plantar pinheiros nos seus terrenos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Uma casa de madeira pintada de amarelo
Outra foto da série sobre casas de madeira.
Esta, pintada de amarelo, tem um projeto bem tradicional. De forma retangular, duas águas, uma varanda no corpo da casa.
Por falar em varanda, uma coisa que está difícil é encontrar pessoas sentadas nas varandas, apreciando o movimento. Será que é a televisão (ou o computador) que atrai as pessoas para dentro de casa?
sábado, 26 de novembro de 2016
8 pinheiros
Hoje a foto de oito pinheiros (tem um mais distante, atrás da casa) que encontramos no Campina do Siqueira, durante uma caminhada observacional.
O pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) foi responsável por um dos ciclos econômicos importantes do Paraná e Curitiba, como capital do estado, foi irrigada pelo dinheiro gerado pela exploração dessa árvore fabulosa.
A cidade ainda tem diversos exemplares, muitos deles bem bonitos.
É bem comum ouvirmos comentários de que é melhor não deixar um pinheiro crescer, pois se deixar só vai ter incômodos. Isso é um sinal de que há algo de errado com a legislação ambiental atual, que não estimula as pessoas a plantarem novas árvores, apenas proteje as existentes.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Outra casa de madeira no Campina do Siqueira
Quando participei de uma caminhada pelos bairros Campina do Siqueira e Seminário observei muitas casa de madeira que ainda existem na região.
Esta, na Rua Major Heitor Guimarães, é uma delas.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
A casa no número 286 é de madeira
Continuando com a série de fotos de casas de madeira da cidade, desta feita uma muito simpática no bairro Campina do Siqueira.
Com varanda e a escada de cacos de cerâmica à Gaudi. Para completar, um belo pé de azaleias em flor.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Um casa de madeira azul no Campina do Siqueira
Mais uma das muitas casas de madeira que ainda existem em Curitiba, esta no Bairro Campina do Siqueira.
Localizada em um terreno alto a casa é bem interessante. Repare em alguns detalhes do projeto: telhado com águas desencontradas, preocupação com a criação de volumes diversos com o recuo de paredes, não ficando tudo no mesmo alinhamento; a varanda e o uso de tábuas na vertical e na horizontal.
E está pintada de azul, uma cor que gosto. Fugindo dos diversos tons de verde, amarelo e marrom que parecem-me ser as cores preferidas para as casas de madeira da cidade.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Biblioteca Franco Giglio abandonada
A Biblioteca Franco Giglio está localizada na Rua Jerônimo Durski, esquina com a Rua José Domakoski, no bairro Campina do Siqueira.
A casa foi residência do italiano Franco Giglio (1937-1982), pintor, desenhista e mosaicista e foi doada por sua esposa, Rose Giglio.
A prefeitura inaugurou no local, em 12 de outubro de 1982 (durante a segunda administração do prefeito Jaime Lerner), uma biblioteca, sala de leitura e centro de atividades voltado para crianças e adolescentes.
Funcionou, e era muito frequentada, até 2011, quando foi fechado durante a administração de Luciano Ducci, supostamente para passar por reformas. Já estamos quase no final do mandato de Gustavo Fruet e nada de reabrirem o local. Também não há sinal de qualquer atividade referente a suposta reforma.
Educação e cultura têm o poder de transformar a vida das pessoas e o país. O fechamento de um local como esse é um absurdo.
Referências:
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Casa de madeira na Jerônimo Durski
Esta casa de madeira fica localizada na Rua Jerônimo Durski, esquina com a Rua Saldanha Marinho.
A casa fica ao lado do Edifício Oxi, que mostrei anteriormente.
Chega a ser interessante observar os dois lado a lado. Um contemporâneo, com linhas arrojadas e a outra, bem mais simples em termos tecnológicos, com um material que muitos consideram do passado. Talvez para compensar um pouco a casa de madeira ganhou cercas de grade metálica, assim ela também está toda envolta em metais.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
A Rua Saldanha Marinho (mais para o final)
A Rua Saldanha Marinho é uma das mais antigas da cidade, com muitos prédios históricos no seu início.
Todos temos mapas da cidade em nossas mentes. Alguns mais precisos, outros menos, mas sempre imperfeitos. Até uma semana atrás se alguém perguntasse onde fica a Rua Saldanha Marinho eu responderia que é uma rua que inicia ao lado da Catedral e vai afastando do centro em direção a Praça Espanha, seguindo um pouco mais adiante. Não saberia dizer quanto mais.
Mas ela segue em frente por pelo menos uns dois quilômetros ainda, terminando ao encontrar a Rua Major Heitor Guimarães, no Bairro Campina do Siqueira. Mais para o final é uma rua residencial, calma, bem com jeito de bairro. Muito diferente do seu início. Tem até um pequeno trecho de terra.
Pois é, caminhando e conhecendo.
sábado, 3 de setembro de 2016
Edifício Oxi
Projetado em 2011 por Luiz Volpato, este prédio localizado na Rua Jerômino Durski e fundos para a Rua Saldanha Marinho e bem interessante e chama a atenção. Gostei dele.
Como muito aço, vidro e relativamente pouco concreto o prédio e formato por dois blocos interligados por passarelas e tem as laterais externas revestidas com placas de aço oxidada. A fachada é basicamente de vidro, mas que ficam escondidos por telas metálicas. Nos fundos é basicamente de vidro, mas com sacadas metálicas com piso de grelha.
O prédio abriga um escritório de arquitetura e duas empresas de cálculo estrutural (uma para concreto e outra para estruturas de aço).
Segundo o autor “objetivo era criar um design que inspirasse a ação projetual acima de tudo, pois o edifício abrigaria as sedes de 3 empresas de projeto, …. O conceito arquitetônico passou a ser talhado com base na utilização predominante do aço, do concreto e do vidro para que se unissem coerentemente formando uma identidade única que refletisse harmoniosamente evolução, tradição e transparência, características extraídas do DNA de atuação das corporações que ali se instalariam.”
Referência:
domingo, 28 de agosto de 2016
XXIV Caminhada Observacional
Já fazia algum tempo que eu estava querendo participar de uma caminhada dessas, mas nunca dava no jeito. Sábado (ontem) finalmente consegui participar e também soube que os organizadores resolveram dar uma pausa e fazer uma reavaliação do projeto.
As caminhadas, quatro por ano, foram organizadas por seis anos por Mário Sérgio Freitas (professor na UTFPR) e Rafael Codognoto (bacharel em pintura).
Desta vez foi um percurso com um pouco menos de seis quilômetros por ruas dos bairros Seminário e Campina do Siqueira, feito em aproximadamente três horas e meia.
Normalmente faço as minhas andanças pela cidade junto com minha esposa, mas participar de uma atividade em um grupo assim foi muito interessante. É uma oportunidade de conhecer novas pessoas e também de aprender coisas novas através da informação compartilhada pelos outros.
Não sei qual será o futuro do projeto, mas caso os organizadores resolvam retomar, sem dúvida, tentarei participar.
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