Painel no interior do Núcleo de Concursos da UFPR, no campus da Faculdade de Agronomia e veterinária, no Cabral. A assinatura no painel é Pompeo 2007.
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XIII.JESUS É DESCIDO DA CRUZ.“E AGORA QUE TUDO SUPOR-TOU, VEMOS QUE ELE, APESARDE TODA A CONFUSÃO DOSCORAÇÕES, APESAR DO PO-DER DO ÓDIO E DA COVARDIA,NÃO FICOU SOZINHO, SOBREA HORA DO GRANDE LUTO,DA GRANDE ESCURIDÃO E DODESESPERO, APARECE MISTE-RIOSAMENTE A LUZ DA ESPE-RANÇA. O DEUS ESCONDIDOPERMANECE EM TODO OCASO O DEUS VIVO E PRÓXI-MO. O SENHOR MORTO PER-MANECE EM TODO O CASO OSENHOR E NOSSO SALVADOR,MESMO NA NOITE DA MORTE.”(PAPA BENTO XVI)
“Luiz Nicolau Fagundes Varela nasceu em Rio Claro (RJ) em 17 de agosto de 1841 e faleceu em Niterói (RJ) em 18 de fevereiro de 1875. Estudou nas Faculdades de Direito de São Paulo e de Recife, sem concluir o seu curso de Direito. Não foi apenas um dos nossos melhores poetas, na realidade destaca-se pelo vigor e segurança de seus poemas. Sua capacidade de apresentar aspectos da natureza é extraordinária. Varela procurava inspiração mão somente na natureza, mas na vida do interior e da cidade. Da sua obra destacamos: Noturnos, Vozes da América, Anchieta, Diário de Lázaro, Fantasias e Meridionais.”¹
Se eu morrer muito novo, ouçam isto;Nunca fui senão uma criança que brincava.Fui gentio como o sol e a águaDe uma Religião Universalque só os homens não têmFui feliz porque não pedi cousa nenhuma,Nem procurei achar nada,Nem achei que houvesse mais explicaçãoQue a palavra explicação não ter sentido nenhum.Fernando Pessoa em 1913 nos Poemas Inconjuntos.