Cemitério Paroquial Abranches, localizado no início da Rodovia Curitiba-Rio Branco (PR-092).
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quarta-feira, 29 de julho de 2026
terça-feira, 16 de janeiro de 2024
Quando meu barco ancorar no porto
QUANDO MEU BARCO ANCORAR NO PORTO
Quando meu barco ancorar no Porto,
Por favor não chorem, não lamentem.
Lembrem-se que não estou só,
que o cais está repleto
das muitas naves que partiram antes.
Lembrem-se que mão amigas
Ajudarão a retirar as velas
Porque o vento não mais açoitará a barca.
Só a brisa mansa ondulará as águas
Num embalo doce p’ra adormecer as vagas…
Lembrem-se que o navegante
foi dispensado do trabalho insano
E pode agora repousar tranquilo
não mais vigílias, nem pesar profundo,
não mais receios da escuridão da noite.
da Poetisa Curitibana Carmem Carneiro
em maio de 1957
Painel de azulejos no Cemitério Municipal de Curitiba.
Publicações relacionadas:
quinta-feira, 14 de dezembro de 2023
Estrelas Singelas!
Painel em mosaico no Cemitério Municipal de Curitiba com um texto de Fagundes Varela.
Estrêlas
Singelas!
Luzeiros
Fagueiros!
Esplendidos orbes que o mundo aclarais
Desertos e mares - floresta vivazes
Montanhas audazes que o céu tapetais!
Abismos
Profundos!
Cavernas
Eternas!
Extensos
Imensos
Espaços
Azuis:
Altares e Tronos!
Humildes e sábios, soberbos e grandes
Dobrai-vos ao vulto sublime da cruz!
Só ela nos mostra da glória o caminho
Só ela nos fala das leis de Jesús!
Fagundes Varela
Fagundes Varela
“Luiz Nicolau Fagundes Varela nasceu em Rio Claro (RJ) em 17 de agosto de 1841 e faleceu em Niterói (RJ) em 18 de fevereiro de 1875. Estudou nas Faculdades de Direito de São Paulo e de Recife, sem concluir o seu curso de Direito. Não foi apenas um dos nossos melhores poetas, na realidade destaca-se pelo vigor e segurança de seus poemas. Sua capacidade de apresentar aspectos da natureza é extraordinária. Varela procurava inspiração mão somente na natureza, mas na vida do interior e da cidade. Da sua obra destacamos: Noturnos, Vozes da América, Anchieta, Diário de Lázaro, Fantasias e Meridionais.”¹
Referências:
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
Se eu morrer muito novo
Se eu morrer muito novo, ouçam isto;Nunca fui senão uma criança que brincava.Fui gentio como o sol e a águaDe uma Religião Universalque só os homens não têmFui feliz porque não pedi cousa nenhuma,Nem procurei achar nada,Nem achei que houvesse mais explicaçãoQue a palavra explicação não ter sentido nenhum.Fernando Pessoa em 1913 nos Poemas Inconjuntos.
Painel de azulejos no Cemitério Municipal de Curitiba.
sexta-feira, 6 de outubro de 2023
Lucy
Escultura em um túmulo no Cemitério Municipal.
Lucy era filha de Carlos Meissner e Elisa, imigrantes alemães.
O casal plantou roseiras no jardim de casa, cujas mudas teriam vindo de Buenos Aires.
Quando floriram, a menina teria colhido as flores e foi mostrar aos pais. A mãe pensou em repreendê-la, mas desistiu diante da felicidade da pequena Lucy.
Dois dias depois a menina contraiu crupe e faleceu em junho de 1895.
Em uma viagem de negócios à Itália, o Sr. Carlos (que era dono da Casa da Louça) encomendou a escultura, em mármore de Carrara, que eterniza o momento vivido pela pequena Lucy.
A escultura é muito bonita, mas vê-la pessoalmente sabendo da história é emocionante.
Referência:
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Cemitério Paroquial Santa Cândida
O Cemitério Paroquial Santa Cândida está localizado na Rua Padre João Wislinski, junto à Igreja de Santa Cândida. É um cemitério paroquial, daqueles construídos no terreno da igreja.
Enquanto fotografava fiquei tentando lembrar de outra igreja em Curitiba com um cemitério paroquial. Na hora não consegui . Mas depois, pesquisando na rede, encontrei o o Cemitério Paroquial de Umbará, Campo Comprido, de Orleães e o de Abranches. Ou seja, tem vários. Qualquer dia desses os outros também aparecerão por aqui.
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