Mostrando postagens com marcador memorial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador memorial. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Memorial Lysimaco Ferreira da Costa

Memorial Lysimaco Ferreira da Costa
Memorial Lysimaco Ferreira da Costa

Esse local na Rua Marechal Hermes é uma Unidade de Interesse de Preservação.

Além do bonito portão, lá no fundo do corredor foi possível observar, depois de outro portão, uma casa situada no meio da quadra, que não sei dizer se pertenceu ao Sr. Lysimaco.
Naquele dia havia estacionado o carro nas proximidades com o objetivo de fotografar mais essa UIP, antes de caminhar um pouco pela região. Quando voltei fiz questão de passar novamente pelo local, na esperança de encontrar alguém que pudesse dar alguma informação. Não encontrei.

Mais tarde, pesquisando na rede de computadores encontrei o site do “Memorial Lysimaco Ferreira da Costa” e transcrevo uma informação que encontrei lá:

“O Memorial foi fundado a 1 de dezembro de 1992, graças à nobre iniciativa da família de Lysimaco, que sensibilizada com a importância do acervo que tinham em mãos, resolveu disponibilizá-los para a comunidade, colaborando para a história e para a ciência paranaense e brasileira. Nesta empreitada, Maria José Franco Ferreira da Costa, filha de Lysimaco, foi a grande mentora do projeto e, dedicou-se integralmente ao Memorial

O Memorial consta de documentos, fotos, artigos e trabalhos do grande educador Professor Lysimaco Ferreira da Costa, como também trabalhos sobre sua personalidade. Alguns móveis utilizados por ele, bem como objetos de uso pessoal enriquecem a exposição. Há também, farta biblioteca notadamente sobre educação, como livros e documentos raros sobre o tema. Todo este acervo foi guardado durante décadas e agora estão à disposição do público para consultas e pesquisas.”

Em “1001 Ruas de Curitiba” encontrei a seguinte biografia resumida:

Lysimaco Ferreira da Costa

“Professor nascido em Curitiba no dia 1º de dezembro de 1883 e falecido também em Curitiba a 24 de julho de 1941. Em 1906 prestou concurso para o Magistério, nas cadeiras de Física e Química. Embora catedrático do Colégio Paranaense, matriculou-se como aluno na recém fundada Universidade Federal do Paraná, onde foi diplomado como engenheiro, onde assumiu a cadeira de Geologia Econômica e Metalurgia. Foi fundadore em 1918 e diretor da Escola Agronômica do Paraná. Ocupou a Secretaria da Fazenda no governo de Afonso Alves de Camargo.”

Veja uma biografia mais completa no site do Memorial.

Referências:

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a padroeira de Curitiba

 Escultura de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a padroeira de Curitiba

Memorial à Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

No dia da padroeira da cidade de Curitiba, uma foto da escultura de autoria da artista plástica Maria Inês Di Bella no Memorial à Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Casa Gomm

Casa Gomm

Casa Gomm

Casa Gomm

Casa Gomm

Casa Gomm

Casa Gomm

Casa Gomm

Localizada no Parque Gomm (com entrada pela na Rua Hermes Fontes e também pelas ruas Carmelo Rangel e Bruno Figueira) no Batel, a Casa Gomm é um bem tombado (junto com o Bosque) pelo Patrimônio Cultural do Paraná e é também uma Unidade de Interesse de Preservação.

A casa foi deslocada no seu local original quando dois terços do bosque foi ocupado por um centro comercial.

Em um painel de azulejos no Memorial Inglês está escrito o seguinte sobre a casa:

A CASA GOMM

Em 1913, Harry e Isabel Gomm passaram a morar numa bela
residência toda em madeira, e nela criaram seus seis filhos.
A construção original localizava-se no meio de um parque de jardins
floridos e de um bosque de pinheiros e cedros. A partir de 1930,
com o falecimento de Harry H. Gomm, o filho Harry Blas Gomm e sua
esposa Luisa passaram a morar na casa, que se tornou o centro de
apresentação para a sociedade local dos visitantes internacionais que
vinham a Curitiba. Uma canção comporta por um músico francês
que os visitou, tornou-se célebre: Monsieur le Consul a Curityba.
Em 1989, a casa foi tombada como Patrimônio Cultural do Estado.”

E em outro painel está escrito o seguinte:

A FAMÍLIA GOMM

No início do século 20, desembarcou em terras paranaenses o empresário inglês
Harry Herbert Gomm que se dedicou à exportação de erva-mate pelo porto de
Antonina. Foi nomeado Vice-Cônsul Britânico e casou-se com uma filha de
ingleses, Isabel Withers. Ambos tiveram destaca atuação na sociedade
curitibana. Isabel fundou a Cruz Vermelha paranaense e colaborou decisivamente
para a implantação do primeiro Centro de atendimento à infância, dentre outras
atividades de filantropia. A esposa do filho primogênito Harry Blas Gomm,
Luisa Bueno Gomm, foi a primeira mulher a obter o brevet de piloto no Estado
do Paraná, em 1941. Pioneira, organizou revoadas de aviadores civis para lançar
dos aviões sementes de árvores nativas e reflorestar o Paraná.”

Publicações relacionadas:
Parque Gomm
Memorial Inglês no Parque Gomm
Três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Outros três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês
Telephone

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Telephone

Cabine telefônica vermelha no Memorial Inglês, no Parque Gomm, em Curitiba

Sem dúvidas, essas cabines telefônicas vermelhas e com um desenho próprio são um símbolo que associamos com a Inglaterra.
Já foram um objeto com muita utilidade, mas depois da telefonia celular viraram praticamente só um símbolo. Será que permanecerá assim com as novas gerações? Acho que daqui um tempo vamos ter que explicar para eles a utilidade que isso tinha.

A foto é no Memorial Inglês, no Parque Gomm, no Batel.

Publicações relacionadas:
Parque Gomm
Memorial Inglês no Parque Gomm
Três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Outros três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês

Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês

Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês

Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês - painel de azulejos

Em um dos cantos do Parque Gomm, fazendo parte do Memorial Inglês, construíram um jardinzinho, com caminho, bancos e uma casinha para homenagear Beatrix Potter.

Entendo porque fizeram assim, mas é uma pena que não seja possível entrar na casinha. As crianças iriam adorar.

No painel de azulejos, com ilustrações de histórias infantis, esta escrito:

“Era uma vez quatro coelhinhos.
Seus nome eram: Flopsy, Mopsy,
Rabo-de-algodão e Pedro.

Eles moravam com a mãe em um
banco de areia, embaixo das raízes
de um grande pinheiro.

BEATRIX POTTER
1866 – 1943

Nascida em Londres, aos nove anos desenhava
inspirada em seus animais de estimação. O interesse
por literatura e ilustração veio dos contos de fada -
ilustrou Cinderela e o Gato de Botas, entre outros.
Seu primeiro livro infantil, de 1902, A História de
Pedro Coelho (The Tale of Peter Rabbit), com as
travessuras de um coelho na horta de Seu Gregório.
Sucesso na época, ainda hoje instiga a imaginação
das crianças. Depois vieram A História do Esquilo
Trinca-Nozes e outras vinte e três obras publicadas.
Conservacionista, a partir de 193 adquiriu muitas
terras em Lakeland, para preservá-las.”

Publicações relacionadas:
Parque Gomm
Memorial Inglês no Parque Gomm
Três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Outros três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Telephone

terça-feira, 7 de abril de 2020

Outros três painéis de azulejos no Memorial Inglês

Outros três painéis de azulejos no Memorial Inglês, em Curitiba

Em outra parede no Memorial Inglês, no Parque Gomm, estão mais três painéis de azulejos homenageando Shakespeare, William Blake e The Beatles.

Como não estão relacionados diretamente com a cidade, não transcreverei os textos. Esses, depois que passar a pandemia, você vai ter que ir lá para ler.

Publicações relacionadas:
Parque Gomm
Memorial Inglês no Parque Gomm
Três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês
Telephone

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Três painéis de azulejos no Memorial Inglês


Em uma parede no Memorial Inglês, no Bosque Gomm, estão três painéis de azulejos homenageando Carolina Tamplin, Thomas Plantagenet Bigg-Wither e John Miers.

Os painéis são bonitos, mas o mais interessante são os textos, que transcrevo abaixo.

CAROLINE TAMPLIN

Entre os primeiros britânicos de Curitiba está Carolina Tamplin
que aqui desembarcou no final de 1868, com seu marido e seus filhos,
para viver na Colônia Assungui, cem quilômetros distantes da capital.
De 1874 a 1880, mesmo viúva, ela ainda permaneceu na Colônia,
trabalhando como professora e enfrentando muitas dificuldades.
No final de 1880, ela anunciou seus serviços no Jornal 19 de Dezembro
e mudou-se para Curitiba. Professora de inglês e francês, piano, canto
e pintura, também realizou muitos concertos e conviveu coma elite
curitibana. Nessa época, pintou aquarela referência da nossa paisagem
urbana, mostrando a Catedral em construção, ainda sem telhado.”

BIGG-WITHER

Da nobre estirpe inglesa dos príncipes Plantagenetas, Curitiba tem entre
seus cronistas Thomas Plantagenet Bigg-Wither (1845 - 1890), cujo relato de
viagem Novo Caminho no Brasil Meridional, a Província do Paraná: três anos
de vida em suas florestas e campos 1872/1875 é brilhante testemunho sobre
nossa terra e nossa gente. Sua vinda ao Brasil foi como engenheiro da equipe
da Paraná And Mato Grosso Survey Expedition, contratada pelo governo
imperial para estudar a viabilização de uma ferrovia entre as províncias do
Mato Grosso e Paraná. Entre 1871 e 1875 ele permaneceu nas regiões de
Curitiba e Tibagi, onde fez seus registros. De volta à Inglaterra, lançou o livro e
fez conferências sobre o Paraná na Royal Geographical Society, em Londres.”

“JOHN MIERS

Esteve em Curitiba colhendo amostras em exsicatas
o engenheiro e botânico inglês John Miers (1789 - 1879).
Sábio naturalista, é autor dos livros Contributions to the Botany
of South America (1870), On the Apocynaceae of South America
(1878) e o livro de aquarelas Illustrations of South America Plants.
Este homem classificou a erva-mate com Ilex Curitibensis, a
mesma planta que o botânico francês Saint-Hilaire classificou
como Ilex Paraguaiensis, no registo do Jardim Botânico de Paris.
Miers foi feito comendador da Imperial Ordem da Rosa do Brasil
pelo Regente Feijó, que também era curitibano.”

Publicações relacionadas:
Parque Gomm
Memorial Inglês no Parque Gomm
Outros três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês
Telephone

Publicação relacionada:

domingo, 5 de abril de 2020

Memorial Inglês no Parque Gomm

Memorial Inglês no Parque Gomm

Memorial Inglês no Parque Gomm - totem com placa comemorativa da inauguração

Memorial Inglês no Parque Gomm

Memorial Inglês no Parque Gomm

Memorial Inglês no Parque Gomm

Memorial Inglês no Parque Gomm - painéis de azulejos com informações

Em novembro de 2019 a prefeitura de Curitiba deu uma repaginada no Parque Gomm, fazendo lá o Memorial Inglês.

Na placa comemorativa a inauguração do Memorial está escrito o seguinte:

“CURITIBA

PARQUE GOMM - MEMORIAL INGLÊS

Esta é uma homenagem aso pioneiro ingleses
que encontraram em Curitiba riquezas
e esperanças para uma nova vida.

Um painel cultural digital que une
a tradição com a inovação.

Nossos agradecimento ao Cônsul Honorário
Britânico no Paraná, Adam Paul Petterson, e ao
Embaixador Britânico no Brasil, Vijay Rangarajan,
pela doação da cabine telefônica e por
tornarem este projeto uma realidade.

Curitiba, 27 de novembro de 2019.

RAFAEL GRACA
PREFEITO DE CURITIBA”

O parque ganhou um painel com a bandeira britânica, uma cabine telefônica (daquelas vermelhas), uma casinha de contos de fada (homenagem à Beatrix Potter) e diversos painéis cerâmicos com informações sobre a migração inglesa e sobre personalidades britânicas.

Vou transcrever aqui o conteúdo de três desses painéis, pelo conteúdo deles.

IMIGRAÇÃO INGLESA

Em meados do século 19, o Brasil se tornou o destino de grandes levas
migratórias, entre elas a de britânicos. Na época, o governo da Província
do Paraná precisava ocupar vazios demográficos e arregimentar mão de
obra para suprir o desabastecimento de alimentos e de bens primários.
Assim, a primeira leva significativa de ingleses teve como destino a
Colônia Assungui, criada em 1859, que não prosperou, Muito deles se
dirigiram, então, à capital, onde ficou famoso o Parque Inglês, criado
pela família Todd. No Batel se estabeleceram os Withers, reunidos,
em 1910, num casamento da família, e os Gomm. Estes últimos legaram
à cidade uma das mais belas construções do início do séculos 20.”

Em outro painel está escrito o seguinte:

INGLESES NO PARANÁ

A partir da década de 1920, os inglese tiveram papel
significativo no desenvolvimento do norte paranaense por meio
da Companhia de Terras Norte do Paraná, criada com capital
inglês. Nesse processo, mais de 500 mil alqueires foram por ela
adquiridos na região. Seguindo o modelo inglês de ocupação,
a Terra Norte do Paraná propiciou, ao longo da ferrovia aberta,
o surgimento de núcleos que se tornaram importantes cidades:
algumas com nome indígenas, com Apucarana, Cambé,
Ibiporã e Umuarama; outras de inspiração inglesa, como Lovat,
atual Mandaguari, e Londrina, em foto de 1936.”

E em um terceiro painel está escrito:

PARQUE INGLÊS

No bairro do Bacacheri, em fins do século 19, uma construção rural,
aqui retratada, servia de parada na estrada que conduzia ao litoral e
que hoje leva o nome de Avenida Erasto Gaertner. Pertencente aos
ingleses Phelipe Todd e Frederico Fowler, era um estabelecimento
que vendia ferragens, tecidos e outros artigos da Inglaterra.
Mais tarde, sob a condução de apenas Todd, e com plantio de várias
espécies importadas de ciprestes e de cedro, criou-se um paisagismo
que atraía visitantes. Assim, a propriedade tornou-se um espaço de
lazer de muitas famílias curitibanas. No loca eram servidas refeições
e bebidas e, principalmente aos domingos, a frequência era grande.”

Gosto dessa maneira – memoriais – que a cidade encontrou para homenagear as diversas etnias que criaram Curitiba.

O Parque Gomm é tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Publicações relacionadas:
Parque Gomm
Três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Outros três painéis de azulejos no Memorial Inglês
Homenagem a Beatrix Potter no Memorial Inglês
Telephone


segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Memorial Rosacruz

Memorial Rosacruz
Memorial Rosacruz
Memorial Rosacruz

Localizado no Bosque Rosacruz, na Rua Nicarágua e inaugurado em fevereiro de 1987, é uma réplica de um existente nos Estados Unidos e “ … apresenta, na superfície, o ápice de uma pirâmide que se estende ao subsolo, onde se encontra uma câmara para meditação. Hoje o Memorial é adornado com uma plantação de papiros e um pequeno lago, …”.

Publicação relacionada:
Ordem Rosacruz

Referência:

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Casa da Bruxa

Casa da Bruxa no Bosque Alemão

Casa da Bruxa no Bosque Alemão

Casa da Bruxa no Bosque Alemão

Casa da Bruxa no Bosque Alemão

Mais ou menos no meio da “Trilha João e Maria”, no Bosque Alemão, está a “Casa da Bruxa” (também chamada de “Casa de Contos” ou “Casa Encantada”.

Uma placa fixada no local diz:

“CASA ENCANTADA

Biblioteca de contos infantis
destinada aos interessados
nas clareiras da inocência
em meio a densa floresta
da modernidade.
Aberta em 29 de março de 1996
pelo prefeito Rafael Greca.”

Trata-se de uma biblioteca infantil administrada pela Secretaria Municipal de Educação, que tem como objetivo desenvolver o gosto pela leitura nas crianças. Além de livros, o pessoal desenvolve outras atividades destinadas ao público infantil, como a “Hora do Conto”, “onde bruxas e fadas fazem uma leitura teatralizada de contos infantis”.

No dia que tirei as fotos, por uma dessas coisas do azar, a casa estava fechada por três dias para pintura. Por isso não foi possível fotos do interior e, fiquei devendo uma nova visita ao meu neto.

Publicações relacionadas:
Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Praça da Cultura Germânica
Portal da Casa Mylla
Oratório Bach
Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito)
Trilha João e Maria
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”

Referência:

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Trilha João e Maria

Trilha João e Maria no Bosque Alemão

Trilha João e Maria no Bosque Alemão

Quiosque com painel de azulejos conta da história de João e Maria no Bosque Alemão.

Trilha João e Maria no Bosque Alemão

Descendo a Torre dos Filósofos existe uma trilha em meio a mata exuberante do Bosque Alemão, chamada de “Trilha João e Maria”.
Nela encontramos “edículas evocando torreões em enxaimel”, com desenhos nos azulejos de Denise Roman contando a história de “Hänsel und Gretel”, conto dos irmãos Grimm.

Uma placa no início da trilha informa:

“Trilha de João e Maria
ou de “Hänsel und Gretel”.
Memória do conto infantil dos
irmãos Wilhelm und Jakob Grimm,
escrito em 1812, que serviu de
libreto à ópera de mesmo nome
de Engelbert Humperdimck,
que estreou em Weimar, 1893.
Reproduz em admirável imagem
poética a trajetória de todas
as crianças, da infância
ao conhecimento.”

Se for com crianças, elas certamente adoraram percorrer a trilha, lendo a cada passo (o que cria uma certa expectativa) um trecho da história. A história vai da parte alta para a parte baixa da trilha.

Publicações relacionadas:
Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Praça da Cultura Germânica
Portal da Casa Mylla
Oratório Bach
Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito)
Casa da Bruxa
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”

Referência:

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Torre dos Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito)

Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito) no Bosque Alemão

Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito) no Bosque Alemão

Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito) no Bosque Alemão

A Torre dos Filósofos, uma homenagem a Goethe e Nietzsche, é chamada de “Torre das Vertigens do Espírito” por Rafael Greca.
Uma estrutura de toras de eucalipto com 15 m de altura. No mirante na parte superior da torre temos uma bela vista da cidade a partir do Bosque Alemão.

Publicações relacionadas:
Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Praça da Cultura Germânica
Portal da Casa Mylla
Oratório Bach
Trilha João e Maria
Casa da Bruxa
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”

Referências:

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)

Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Portal Casa Mylla no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Trilha João e Maria no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Casa da Bruxa no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Pequena Lagoa no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Torre dos Filósofos e Oratío Bach no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Oratório Bach no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Cachoeira no Corrego da Serraria no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Acesso ao mirante na Torre dos Filósofos no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Oratório Bach no Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)

O Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)  é uma área de fundo de vale com mata nativa. Com 38.000 m² delimitado pela Rua Francisco Schaffer, Rua Nicolo Paganini e Rua Schubert.

Em uma das placas no local está escrito o seguinte:

“MEMORIAL DA IMIGRAÇÃO ALEMÃ

Este bosque de mata nativa,
da antiga chácara
da família Schaffer,
foi transformado pela
Prefeitura da Cidade em
Memorial da Imigração Alemã,
no dia 29 de março de 1996,
aos 303 anos da
fundação de Curitiba.

Rafael Greca de Macedo
Prefeito”

Sobre a criação do local, Rafael Greca conta no seu livro “Curitiba Luz dos Pinhais” o seguinte:

“ … A área estava degradada. Um belo dia, então prefeito, o ex-governador Paulo Pimentel contou-me que, no fundo de vale ao lado de sua mansão, vivia uma família vulnerável de supostos leprosos envergonhados de suas chagas. Pedi à Fundação de Ação Social que ali fizesse o devido resgate humanitário. Infelizmente a informação procedia. Foram acolhidos na Fazenda Solidariedade, equipamento valioso posteriormente fechado. 
Concebi a preservação de 38 mil metros quadrados de fundo de vale e a recuperação da nascente encachoeirada que corre por entre a mata nativa. …”.

O riacho que percorre toda a extensão do bosque é o Córrego da Serraria.

O local conta com sala de concertos, casa de chá e lanchonete, mirante, biblioteca e portal, que mostrarei em publicações futuras. É um ótimo programa, inclusive quando acompanhado de crianças.

Publicações relacionadas:
A antiga Chácara Schaffer
Praça da Cultura Germânica
Portal da Casa Mylla
Oratório Bach
Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito)
Trilha João e Maria
Casa da Bruxa
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”

Referências: