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quinta-feira, 13 de março de 2025

Portal da PUCPR






Diferente do que pensava, o Portal da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) não se trata de um restauro. Trata-se de uma réplica do portal do antigo Prado Guabirutuba que ficava no terreno onde hoje está o principal campus da universidade.
A ideia foi de Clemente Ivo Juliatto (1940-2022). Com base nas plantas originais, que foram localizadas, o projeto foi executado pelo escritório de arquitetura Manoel Coelho.

O irmão Clemente Ivo Juliatto nasceu em São José dos Pinhais (1940). Era formado em matemática pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), e em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Tinha também pós-doutorado em Administração Universitária. Foi reitor da PUCPR por 16 anos, tendo antes passado por colégios maristas de São Paulo e do Paraná.
Quando faleceu, em 29 de maio de 2022, ocupava a cadeira 17 da Academia Paranaense de Letras.

Referências:

sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Painel de Franco Giglio no Cemitério Municipal

Painel de Franco Giglio no Cemitério Municipal de Curitiba
Painel de Franco Giglio no Cemitério Municipal - parte esquerda
Painel de Franco Giglio no Cemitério Municipal - parte central
Painel de Franco Giglio no Cemitério Municipal - parte direita

Painel em mosaico de autoria de Franco Giglio, instalado no portal do Cemitério Municipal.
Com 110 m² é uma representação de almas, conduzidas por anjos, entrando no paraíso.
Essa teria sido uma das primeiras obras de Franco Giglio em Curitiba, encomendada pelo prefeito Ivo Arzua e inaugurada em 1966.
Inicialmente a obra estava instalada na entrada da capela do cemitério e foi transferida para o portal em 1985. O ultimo trabalho de restauro foi concluído em 2008.

Publicações relacionadas:

Referência:

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Portal Polonês

Portal Polonês em Curitiba
Portal Polonês na Rua Mateus Leme em Curitiba
Detalhe de uma coluna no Portal Polonês em Curitiba

Portal Polonês na Rua Mateus Leme.

Construído em 1991 para a comemoração dos 120 anos da migração polonesa em Curitiba.

A escolha do local foi em razão de que a atual Mateus Leme era a antiga Estrada do Assungui, que ligava Curitiba a Colônia de Assungui (atualmente Cerro Azul).
Com o tempo muitos imigrantes poloneses estabeleceram-se e ao longo da estrada, em locais como Taboão, Abranches, Barreirinha e Pilarzinho.
Até meados do século XX muitas colonos (principalmente mulheres) transitavam com suas carroças pela estrada, vindo para Curitiba vender os produtos agrícolas por eles produzidos

O desenho do portal faz referências a casas construídas com troncos de árvores e a lambrequins.

Uma das colunas é revestida de granito e nela tem um desenho de um pinheiro, de uma pinha estilizada dentro de um grande pinhão e duas barras com desenho de galos.

Publicação relacionada:
A feira do Largo da Ordem em um painel de Poty Lazzarotto

sábado, 3 de agosto de 2019

Portal da Casa Mylla

Portal da Casa Mylla no Bosque Alemão
Portal da Casa Mylla no Bosque Alemão
Portal da Casa Mylla no Bosque Alemão

O Portal da Casa Mylla, no Bosque Alemão, trata-se do deposé da fachada de uma casa que estava localizada na Rua Barão do Serro Azul (antiga Rua Antonio Barbosa Gomes Nogueira).

Uma placa no local diz o seguinte:

“RÉPLICA DE CASA ALEMÃ

Reproduz em alvenaria de tijolos
de 1996 a residência datada de 1870,
e construída nos moldes arquitetônicos
introduzidos pelos imigrantes
alemães, na antiga
Rua Antonio Barbosa Gomes Nogueira,
hoje Barão do Serro Azul,
no setor histórico de Curitiba.”

Casa Mylla foi “uma das primeiras edificações germânicas de Curitiba, projetada por Gottlieb Müller, com repetidas janelas em arco, frontão com mansarda avarandada, à maneira do casario prussiano de Berlim e Hamburgo”, segundo conta Rafael Greca em seu livro “Curitiba Luz dos Pinhais”.

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Bosque Alemão (Memorial da Imigração Alemã)
Praça da Cultura Germânica
Oratório Bach
Torre do Filósofos (Torre das Vertigens do Espírito)
Trilha João e Maria
Casa da Bruxa
Vista da cidade na “Torre dos Filósofos”

Referência: