Mostrando postagens com marcador monumento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador monumento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Leão Alado de Veneza

Escultura de Leão Alado de Veneza no topo de uma coluna
Coluna com escultura do Leão Alado de Veneza
Coluna com escultura deLeão Alado de Veneza
Placas em um coluna
Coluna com escultura do Leão Alado de Veneza na Av. Manoel Ribas

Coluna com a escultura de um leão alado no canteiro central da Avenida Manoel Ribas, na altura do encontro com a Rua Victório Viezzer.

A Manoel Ribas é caminho para o Bairro de Santa Felicidade, colonizado por imigrantes italianos originários principalmente da província de Vêneto.

Na coluna uma placa diz o seguinte:
LEÃO ALADO
DE VENEZA

Símbolo da força
da imaginação.

Rafael Greca de Macedo
Prefeito
dezembro de 1996

E outra placa diz;
ESCULTURA DE
MARIA INÉS DI BELLA
DEZEMBRO/96

O Leão Alado é uma representação simbólica de São Marcos, patrono de Veneza. O símbolo da cidade de Veneza e da antiga República de Veneza.

Os quatro evangelistas na tradição católica são representados às vezes por símbolos: o leão representa Marcos, a águia a João, o boi a Lucas e o homem alado (ou anjo) a Mateus.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Cruz do Pilarzinho

Cruz do Pilarzinho

Cruz do Pilarzinho

A Cruz do Pilarzinho, localizada no final da Avenida Desembargador Hugo e início da Rua Raposo Tavares, esquina com a Rua Amauri Lange Silvério.
Há quem diga que ela foi originalmente instalada em 1782. Outros pensam que seja dos anos 1870, época da chegada dos primeiro imigrantes poloneses na região. A verdade é que ninguém sabe ao certo.
Hoje é considerada como uma espécie de homenagem aos primeiros colonos poloneses.
A original era de madeira e já foi substituída algumas vezes. 

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Jardinete dos Maçons

Jardinete dos Maçons
Jardinete dos Maçons
Jardinete dos Maçons - escultura
Jardinete dos Maçons - placa em escultura

O Jardinete dos Maçons é delimitado pela Avenida Visconde de Guarapuava, Rua Schiller e Rua Reinaldino Schaffemberg de Quadros.
Nele encontra-se um pequeno monumento com um cubo e uma pirâmide. Na base há uma placa onde está escrito:

“ÀGI .'. DOG .'. A .'. D .'. U .'. 

MONUMENTO DO MAÇOM

LIBERDADE - IGUALDADE - FRATERNIDADE

À AUGUSTA, RESPEITAVEL BENEMÉRITA E BENFEITORA LOJA SIMBÓLICA
FRATERNIDADE PARANAENSE, Nº 5 AO COMEMORAR 100 ANOS DE SUA FUNDAÇÃO E
PERMANENTE TRABALHO NA BUSCA DE TORNAR O MUNDO MELHOR, MAIS SOLIDÁRIO,
FRATERNO E JUSTO, PRESTA UMA HOMENAGEM A TODOS OS MAÇONS DO UNIVERSO
QUE COMPACTUAM DO IDEAL DO AMOR, APERFEIÇOAMENTO DOS COSTUMES,
DA TOLERÂNCIA E DO RESPEITO INDISTINTO A TODAS AS OPINÕES E CRENÇAS.

ORIENT. DE CURITIBA, 1º DE ABRIL DE 1997
CÉZAR MARTINI, VEN .'. MESTRE PRESENTE”

 

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a padroeira de Curitiba

 Escultura de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a padroeira de Curitiba

Memorial à Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

No dia da padroeira da cidade de Curitiba, uma foto da escultura de autoria da artista plástica Maria Inês Di Bella no Memorial à Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Obelisco de Tutmés III

Replica do Obelisco de Tutmés III em Curitiba

No Bosque Rosacruz, na Rua Nicarágua, ao final da Alameda da Esfinges existe um obelisco.

No site da Ordem Rosacruz, eles descrevem assim o objeto:

“O obelisco é uma réplica da famosa peça egípcia datada de 2433 a.C., originalmente erguida em Heliópolis, no Egito. O obelisco é o único do gênero na cidade de Curitiba. Para os antigos egípcios, era símbolo do deus-sol Ra. Geralmente era disposto nos templos, sempre aos pares, na frente de um pilone (fachada do templo), e servia magicamente para protegê-lo. Nas suas laterais, as inscrições hieroglíficas traziam o título do faraó que havia ordenado sua construção, a divindade a que se dedicava e o acontecimento que motivou a sua edificação. O topo, em forma piramidal, era muitas vezes revestido de uma liga de ouro e prata chamada electrum, que brilhava quando os raios solares a tocavam. Como o sol era eterno, os obeliscos simbolizavam estabilidade e permanência.”

Lembrando que a cidade tem pelo menos um outro obelisco, o da Praça 19 de Dezembro.

Publicações relacionadas:

Referência:

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Portal Polonês

Portal Polonês em Curitiba
Portal Polonês na Rua Mateus Leme em Curitiba
Detalhe de uma coluna no Portal Polonês em Curitiba

Portal Polonês na Rua Mateus Leme.

Construído em 1991 para a comemoração dos 120 anos da migração polonesa em Curitiba.

A escolha do local foi em razão de que a atual Mateus Leme era a antiga Estrada do Assungui, que ligava Curitiba a Colônia de Assungui (atualmente Cerro Azul).
Com o tempo muitos imigrantes poloneses estabeleceram-se e ao longo da estrada, em locais como Taboão, Abranches, Barreirinha e Pilarzinho.
Até meados do século XX muitas colonos (principalmente mulheres) transitavam com suas carroças pela estrada, vindo para Curitiba vender os produtos agrícolas por eles produzidos

O desenho do portal faz referências a casas construídas com troncos de árvores e a lambrequins.

Uma das colunas é revestida de granito e nela tem um desenho de um pinheiro, de uma pinha estilizada dentro de um grande pinhão e duas barras com desenho de galos.

Publicação relacionada:
A feira do Largo da Ordem em um painel de Poty Lazzarotto

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Gloster Meteor F-8

Monumento com p primeiro avião a jato da Força Aérea Brasileira

Este monumento com um avião fica na Avenida Prefeito Erasto Gaertner (antiga Estrada da Graciosa), junto à rua que dá acesso ao CINDACTA II e a vila de oficiais do Quinto Regimento de Aviação.

Na placa está escrito:

“GLOSTER METEOR F-8
1ª AERONAVE À JATO A
VOAR NOS CÉUS DO NRASIL
PESO: 19.050 Lbs
1º VÔO REALIZADO EM
22/MAIO/53
DESATIVADO EM 22/ABR/74”

Ou seja, hoje faz 66 anos que voou no Brasil pela primeira vez.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Monumento à República

Monumento à República. Estátua de mulher como alegoria da república.
Monumento à República. Alegoria da república e estátua de Benjamin Constant.
Monumento à República. Alegoria da república e estátua de Benjamin Constant.
Monumento à República. Placa em bronze com Marechal Deodoro da Fonseca a cavalo
Monumento à República. Placa em bronze com os principais personagens, tendo em primeiro plano Benjamin Constant

O Monumento à República, inaugurado em 1º de janeiro de 1940, fica na Praça Tiradentes. Concebido pelo historiador David Carneiro, um positivista, o que explica o destaque dado a Benjamin Constant.

O bloco de pedra com 26 toneladas foi trabalhado na pedreira do maciço do Morumbi por Domingos Greca e transportado para Curitiba de trem.
As esculturas em bronze foram feitas por João Turin.

No topo, em destaque, fica uma mulher representando a república (alegoria da república), mas também em destaque está a estátua de Benjamin Constant Botelho de Magalhães.
Benjamin Constant teria sido um dos articuladores do golpe republicano, mas tudo indica que o papel dele foi exagerado pelos positivistas.

Uma das placas de bronze em alto relevo mostra o marechal Deodoro da Fonseca em seu cavalo, claramente inspirada no quadro “A Proclamação da República”, de Henrique Bernardelli.
Outra placa, no lado oposto, mostra os principais personagens do episódio, com Benjamin Constant no primeiro plano.

O conjunto da obra de João Turin é tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná.

Referências:

terça-feira, 26 de junho de 2018

As Mocinhas da Cidade

Fonte As Mocinhas da Cidade

Fonte As Mocinhas da Cidade

Imagem de Nhô Belarmino e Nhá Gabriela na fonte As Mocinhas da Cidade

Painel com letra da música na fonte As Mocinhas da Cidade

Painel com letra da música na fonte As Mocinhas da Cidade

detalhe da fonte As Mocinhas da Cidade

 fonte “As Mocinhas da Cidade” está localizada na Rua Cruz Machado, esquina com a Alameda Cabral.

Em uma das placas instaladas no local está escrito:

“FONTE
“AS MOCINHAS DA CIDADE”
Homenagem de Curitiba
à canção popular que já é clássica.
Memória perpétua na alma do nosso
povo da alegria de Salvador e Júlia
Graciano, os nosso encantados
Nhô Belarmino e Nhá Gabriela,
glória da rádio Guairacá e da música
popular local.
Rafael Greca de Macedo
prefeito
setembro de 1996 - ano 303”

Quatro outros painéis de azulejos apresentam a letra da música “As Mocinhas da Cidade” e um quinto painel estampa a foto de Nhô Belarmino e Nhá Gabriela.
Repare também nas colunas encimadas por barras com “pinhões paranistas.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Mário Soares e os 300 anos da cidade


Mário Soares e os 300 anos da cidade

Mário Soares (1924-2017) visitou a cidade de Curitiba em 1994, na Praça Tiradentes, próximo ao marco zero, há esta pequena placa de bronze com os seguintes dizeres:

“NESTA DATA, O PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA
MÁRIO SOARES MARCOU, COM SUA PRESENÇA, O
ENDERREAMENTO DAS COMEMORAÇÕES DO ANO 300 DE CURITIBA.
O MARCO ZERO, SÍMBOLO D’EL REY DE PORTUGAL,
SINALIZA DA FORÇA DA MATRIZ PORTUGUESA NA FORMAÇÃO
NACIONAL E NA FUNDAÇÃO DE CURITIBA.
19 DE MARÇO DE 1994
RAFAEL GRECA DE MACEDO
PREFEITO”

Nesta mesma data o presidente Mário Soares Inaugurou o Bosque Portugal.

Publicações relacionadas:
O Marco Zero de Curitiba
Bosque Portugal

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Largo Irmã Stanislawa Perz

Largo Irmã Stanislawa Perz

Largo Irmã Stanislawa Perz - bloco de pedra com placas comemorativas

Largo Irmã Stanislawa Perz

O Largo Irmã Stanislawa Perz fica no encontro da Rua Presidente Carlos Cavalcanti com a Avenida Jaime Reis. Bem no final das duas ruas. A partir desse ponto a Avenida Jaime Reis muda para Avenida Manoel Ribas.

No bloco de pedra no local há duas placas de azulejos. Em uma delas está escrito:

“IRMÃ
STANISLAWA PERZ

SUPERIORA DAS IRMÃS
DE CARIDADE DE
SÃO VICENTE DE PAULO
HOMENAGEM DA COMUNIDADE
POLONO BRASILEIRA
21-11-1971”

Na placa abaixo está escrito:

“1904 -2004
CENTENÁRIO DA
PROVÍNCIA
DE CURITIBA

17 de outubro de 2004”

Apesar de não estar bem claro, trata-se da comemoração do centenário da chegada das irmãs da Companhia das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, Servas dos Pobres.
Escreverei sobre elas quando publicar a foto da sede provincial da Companhia, que fica em frente ao Largo.

Stanislawa Perz


“Nasceu em 18 de dezembro de 1892, em Wielkopolska, Polônia. Filha de Francisco Perz e de Júlia Perz. Em 13 de setembro de 1915 ingressou na Congregação das Filhas de Caridade. Tomando hábito, prestou serviços no Hospital Municipal de Poznań.

No ano de 1921 ofereceu-se para acompanhar as missões que se dirigiam ao Brasil.

Esteve primeiramente em Alto Paraguaçu/SC. Alguns anos depois foi professora da escola Abranches em Curitiba.

Abriu escolas médias, secundárias e de enfermagem. Não poupou esforços para que suas companheiras em Cristo cursassem universidades, diplomando-se em cursos superiores. Para a realização desse seu desejo, enviou irmãs a diversos estados e para o estrangeiro.

A saudosa Irmã Stanislawa era uma verdadeira e digna filha de São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac.
Faleceu em 24 de março de 1963.”

domingo, 19 de novembro de 2017

Monumento aos Boinas Azuis

Monumento aos Boinas Azuis
Monumento aos Boinas Azuis
Monumento aos Boinas Azuis

Segundo os mapas da URBS a Praça das Nações está situada nos bairros Alto da XV, Cristo Rei e Tarumã.
O canto que mostro hoje fica no Tarumã e nele tem o Monumento aos Boinas Azuis.
No totem tem a representação de uma pomba e abaixo dela está escrito:

“HOMENAGEM
DO POVO
PARANAENSE
AOS SOLDADOS
DA PAZ
OS BOINAS AZUIS”

No mesmo totem tem uma placa com a seguinte inscrição:

“Remonta ao fim da II Guerra Mundial a história dos
BOINAS AZUIS
os Soldados da Paz da Força Internacional, criada em
02 de novembro de 1956. Tudo começou quando 51
países assinaram a Carta da Nações Unidas, em 26
de junho de 1945, ratificadas em 12 de setembro
seguinte pelo Brasil e promulgada em 22 de outubro
daquele ano.
Partiu do Canadá em 1956, a idéia de criar a Força
Internacional de Emergência, destinada a supervisionar
o fim dos conflitos da faixa de Gaza, pertencente
ao Egito. Foram 10 os países participantes: Brasil,
Canadá, Colômbia, Dinamarca, Finlândia, ºIndia,
Indonésia, Iugoslávia, Noruega e Suécia.
Nasceu daí a UNEF - United Nations Emergency Force;
para o cessar-fogo entre o Egito, de um lado, e a
composição França - Inglaterra - Israel, do outro.
Deu-se a nacionalização do Canal de Suez pelo então
presidente egípcio.
Do Brasil, o primeiro contigente da UNEF partiu em
1956, tendo chegado em 1957. Acampou no deserto,
próximo ao Canal de Suez, passando a se chamar
“Batalhão Suez”. Seus integrantes, do 3º Batalhão do
2º Regimento de Infantaria, lá permaneceram até 1967.
“Força de Emergência das Nações Unidas - UNEF”
PRÊMIO NOBEL DA PAZ - 1988
CURITIBA, 24 OUTUBRO 1989”

Ao lado, em um bloco encimado por uma esfera representado o globo, há uma outra placa com a seguinte inscrição:

“NAÇÕES UNIDAS
MANTENDO A PAZ
HOMENAGEM DO POVO DO PARANÁ AOS MILITARES
DO BRASIL QUE DURANTE DEZ ANOS - 1988/1998
PRESTARAM SERVIÇOS JUNTO À MISSÃO DE
VERIFICAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS EM ANGOLA-ÁFRICA.
- UNAVEM -
CURITIBA 24/OUT/98”

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Memorial à Mulher Pioneira do Paraná

Memorial à Mulher Pioneira do Paraná

Memorial à Mulher Pioneira do Paraná

Este monumento chamado de Memorial à Mulher Pioneira do Paraná encontra-se na Praça Soroptimismo Internacional, cuja fotos publiquei ontem.
Na parte superior do monumento encontra-se uma escultura em bronze de autoria de Nádia Nastás Kanawate.
Uma das placas afixadas no monumento tem uma relação de mulheres pioneiras do Paraná.

“MEMORIAL À MULHER PIONEIRA DO PARANÁ

Abigail Côrtes
Alda Pereira Braga
Anna Maria Krantz Müller
Anna Bertha Roskamp
Anna Rita de Cássia Franco
Annete Clotilde Portugal Macedo
Annita Philipwski
Arthêmia Cruz
Aura Pessoa Virmond de Lima
Bemair Sávio
Carmem Cribari Blum
Charlotte Frank
Claudemira Marinho
Cherubina Marques de Sá
Dalila de Castro Lacerda
Deloê Scaldo Guimarães
Edith França
Elisa Checchia Noronha
Emília Ericksen
Elmyra Kuhl
Elvira Paraná
Enedina Marques
Fernandina Marques
Florentina Vitel de Macedo
Georgina Mongruel
Gertrudes Maria de Oliveira
Helena Vianna Seiler Camargo
Henriqueta Casagrande Langer
Hercília Pinheiro Lima Sottomaior
Iria Correia
Isabel Withers Gomm
Izaura Sidney Gasparin
Joana Falce de Scalco
Josephina Rocha
Júlia da Costa
Júlia Wanderley Petriche
Leonor Castelano
Luíza Bueno Gomm
Luiza Tortato
Maria Amélia D’Assumpção
Maria Baur
Maria da Conceição de Aguiar Lima
Maria da Luz Espíndola
Maria Falce de Macedo
Maria Nicolas
Maria Trevisan Tortato
Marianna Coelho
Mary Parker Dascomb
Myriam da Costa Straube
Nair Cravo Westphalen
Pompilia Lopes dos Santos
Raquel Prado
Rennée Devraine Frank
Ritta Duarte Estrela Moreira”

Examinando a lista observei que fiz publicação sobre uma delas, Júlia Wanderley Petrich. Mas lembro também de ter feito a publicação sobre duas outras mulheres que não constam na lista no monumento (mas poderiam estar), Maria José Pereira Correia, a Baronesa do Serro Azul e Madre Maria dos Anjos (não sei o nome de batismo da madre, pode até estar na lista).

Fiquei pensando com os meus botões, será que ando negligenciando as mulheres no blog ou é a cidade que não homenageia as suas mulheres? De minha parte, vou prestar mais atenção ao assunto.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A estátua do Marechal Floriano na Praça Tiradentes

A estátua do Marechal Floriano na Praça Tiradentes

A estátua do Marechal Floriano na Praça Tiradentes

A estátua do Marechal Floriano em bronze é de autoria de Paschoale De Chirico (Venosa, 1873 - Salvador, 1943) escultor italiano que chegou no Brasil em 1893, aos 20 anos de idade. Foi colocada na praça Tiradentes em 1904.
O pedestal da estátua, em granito, é bem bonito, com frisas em bronze e com um brasão da república. Pena que tenha sido vandalizado, com as inscrições em bronze roubadas.
O autor do pedestal foi Ricardo Honorato Pereira de Carvalho.

Na frente do pedestal está (ou deveria estar) escrito o seguinte:

“AO
MARECHAL DE FERRO
A
ASSOCIAÇÃO CÍVICA
E O
POVO PARANAENSE”

Na lateral esquerda:

“LEI MUNICIPAL N. 82
DE 27 DE JUNHO
DE 1902”

Na lateral direita:

“INAUGURADA
EM 19 DE DEZEMBRO
DE 1904”

Na parte de trás, duas placas de bronze

Originalmente, como podemos ver na reprodução de um postal antigo, o monumento era cercado por grades de ferro com postes de iluminação nas quatro pontas.
Talvez essa fosse uma boa solução para evitar os vândalos. Apesar que, do jeito que a coisa anda, o melhor seria que a grade fosse eletrificada. Lamentável.

Floriano Peixoto


Floriano Vieira Peixoto nasceu em Maceió em abril de 1839 e faleceu em Barra Mansa em junho de 1895.
Foi o primeiro vice-presidente do Brasil, durante o governo do Marechal Deodoro. Ambos participaram do golpe contra D. Pedro II, que resultou no fim do Império e na implantação da República.
Depois da renúncia de Deodoro, assumiu a presidência em um golpe também, uma vez que a Constituição previa novas eleições no caso de renúncia do presidente antes de dois anos de mandato. Como ditador, foi o responsável pela implantação de um modelo de república centralizada, que persiste até hoje. Alguns historiadores o consideram o consolidador da república.

corrigida uma data em 10 mai. 2018

Referência:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Uma placa em homenagem a Lysimaco Ferreira da Costa

Uma placa em homenagem a Lysimaco Ferreira da Costa

Esta placa em bronze fixada em um bloco de granito homenageia Lysimaco Ferreira da Costa. Está instalada no jardim na parte da frente do Instituto de Educação do Paraná, na Rua Emiliano Perneta.

Na placa menor está escrito:

“DR. LYSIMACO FERREIRA DA COSTA
BATALHOU PELA EDUCAÇÃO DO PARANÁ
I – XII – 1941”

O autor da escultura foi Oswaldo Lopes (1910-1964).

Lysimaco Ferreira da Costa


No livro “1001 Ruas de Curitiba” tem o seguinte texto sobre ele:

“ Professor nascido em Curitiba no dia 1º de dezembro de 1883 e falecido também em Curitiba a 24 de julho de 1941. Em 1906 prestou concurso para o Magistério, na cadeiras de Física e Química. Embora catedrático do Colégio Paranaense, matriculou-se como aluno na recém fundada Universidade Federal do Paraná, onde foi diplomado com Engenheiro, onde assumiu a cadeira de Geologia Econômica e Metalurgia,. Foi fundador em 1918 e diretor da Escola Agronômica do Paraná. Ocupou a Secretaria da Fazenda no governo de Afonso Alves de Camargo.”

Além disso foi também diretor do Ginásio Paranaense e Escola Normal, diretor geral do ensino do Estado do Paraná, inspetor geral da Faculdade de Engenharia, delegado do Estado do Paraná no Convênio dos Estados Cafeeiros.

Foi antes de tudo um educador, e como tal é reconhecido nacionalmente pela sua influência nos rumos da educação secundária brasileira, principalmente nas décadas de 1930 e 1940.

Texto alterado em 01 ago. 2020.

Referências:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Um jardinete cujo nome não está no mapa

Um jardinete cujo nome não está no mapa

Um jardinete cujo nome não está no mapa

Este jardinete da esquina da Rua Jaime Veiga com a Rua Jenuíno Lopes, no Bairro do Seminário aparentemente não temo nome.
Participando de uma Caminhada Observacional, passamos por ele. Chamou a minha atenção o monumento meio estranho. No local não tem qualquer indicação sobre a pracinha, nem alguma placa no monumento com alguma indicação sobre ele. Tirei a foto pensando que encontraria o nome no mapa do IPPUC. Ele até consta no mapa, mas não consta o nome.
Será que os vereadores estão deixando passar em branco? Eles que adoram nomear praças e ruas. Deve ter um nome. Só não está no mapa.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Uma homenagem a Erasto Gaertner

Uma homenagem a Erasto Gaertner

Uma homenagem a Erasto Gaertner

Este pequeno obelisco (será que sendo pequeno assim continua a ser chamado de obelisco?) fica bem no início da Av. Prefeito Erasto Gaertner, ainda no bairro Cabral.

Na placa em bronze está escrito:
“ERASTO GAERTNER
CURITIBANO DE 24 DE ABRIL DE 1900,
MÉDICO E POLÍTICO, FOI NOMEADO
PREFEITO DE CURITIBA EM 3 DE
OUTUBRO DE 1951, PELO ENTÃO
GOVERNADOR
BENTO MUNHOZ DA ROCHA NETTO.
EMPREENDEU GRANDES OBRAS
VIÁRIAS DENTRO DA CIDADE QUE
À ÉPOCA, SE PREPARAVA ÀS
COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO
DA EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO
PARANÁ. MORREU EM PLENO
MANDATO, EM 19 DE MAIO DE 1953”

domingo, 27 de novembro de 2016

Arcadas do Pelourinho

Arcadas do Pelourinho
  
Arcadas do Pelourinho

Arcadas do Pelourinho

Arcadas do Pelourinho

Na atual Praça José Borges de Macedo, em 4 de novembro de 1668 Gabriel de Lara instalou o pelourinho. O pelourinho era uma coluna de pedra, ou mesmo madeira, onde os criminosos eram expostos e punidos. Era considerado como um símbolo da liberdade de uma vila ou cidade.
No caso de Curitiba ocorreu uma situação fora do comum, pois não foram cumpridos todos os requisitos necessários para elevar o povoado a condição de vila.
Só em 29 de março de 1693 a condição de vila foi alcança após a eleição da câmara municipal, juízes, procurador da câmara e escrivão. Por isso essa última data é considerada a data oficial da fundação da cidade.

Para marcar o local aproximado do pelourinho, em 1968 foi instalado na praça uma pedra com uma placa comemorativa. Na placa está escrito o seguinte:

NESTE LUGAR
EM
4 DE NOVEMBRO DE 1668
FOI LEVANTADO O
PELOURINHO
DA
VILA DE NOSSA SENHORA DA LUZ DOS PINHAIS
POR
GABRIEL DE LARA,
CAPITÃO MOR E PROCURADOR DO
MARQUÊS DE CASCAIS
SENHOR DAS TERRAS DA
CAPITANIA DE PARANAGUÁ.

PLACA COMEMORATIVA
MANDADA FAZER PELA
MUNICIPALIDADE DE CURITIBA
SENDO PREFEITO O
ENG. OMAR SABBAG
4 • XI • 1968

Na praça também foi erguida em 1994 uma estrutura metálica em arco, oficialmente chamada de Arcadas do Pelourinho, mas também conhecida por Mercado das Flores. O local abriga, além de um mercado de flores, banca de revistas e cafezinho.

Referência: